Obras da Fiol devem ser retomadas no segundo semestre de 2026 na Bahia

As obras do trecho I da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol)), que liga as cidades Caetité e Ilhéus, com um custo de US$ 6 bilhões, devem ser retomadas no próximo semestre após uma reunião feita pelo presidente Lula com empresários e políticos baianos fora da agenda presidencial no Palácio do Planalto, com presenças do ministro da Casa Civil, Rui Costa, do senador Jaques Wagner, do governador Jerônimo Rodrigues e de Afonso Florence, chefe da Casa Civil do governo da Bahia. As informações são da colunista Milena Teixeira do portal Metrópoles.
As obras de construção da Ferrovia Oeste Leste (FIOL), que começaram em 2011, ainda permanecem aquém do estágio previsto para os lotes do oeste da Bahia, 14 anos anos após início das obras. O estágio inicial das obras tinha a gestão da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A, empresa pública vinculada ao Ministério dos Transportes, responsável pelo empreendimento que alegou na época falta de verbas, para conclusão.
O projeto original da Fiol liga Figueirópolis, no Tocantins, ao porto de Ilhéus, no sul da Bahia. Conforme o projeto, serão 1.526 km de extensão. Na Bahia, as obras da Fiol são divididas em FIOL 1 (Ilhéus/ Caetité) , que passa pelo município de Jequié e FIOL 2 (Caetité/ Barreiras).
Em julho de 2023, na primeira obra anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), foi anunciado o início das obras no lote 1F da FIOL. em Ilhéus. A integração ferroviária consolidará um corredor de escoamento de minério da região sul do estado e de grãos da região oeste. Quando estiver em plena operação, estima-se uma redução de 86% na emissão de gases do efeito estufa na atmosfera.
A FIOL é composta por três trechos, sendo que o primeiro trecho (FIOL 1) liga as cidades baianas de Caetité e Ilhéus, percorrendo 537 quilômetros (km) de extensão e passando por 19 municípios. A previsão de conclusão e início da operação foi a partir de 2027, sem estabelecer o ano
As obras estão suspensas desde março do ano passado, pela Bamin (Bahia Mineração) empresa responsável pelo projeto, após concluir cerca de 75% da execução. A expectativa no momento, é da incorporação de investidores estrangeiros que possam assumir a gestão da obra e, finalmente atingir a sua conclusão e entrada em operação.
https://jequiereporter.com/
0 comments:
Postar um comentário