A Bahia precisa de uma vice-governadoria municipalista

 


Por Josalto Alves (*)

Lendo no Instagram postagem do blog BPBnoticias, analisando o desaparecimento do atual vice-governador nas inserções do candidato do PT à reeleição de governador, como se estivesse sendo evitado, comecei a pensar na importância do cargo de vice e no papel que pode ser desempenhado.

De acordo com o artigo 28 da nossa Carta Magna, a CF 88, a função constitucional mais importante é substituir o governador em suas ausências, ou assumir definitivamente o cargo se ocorrer vacância.

E me pergunto: qual perfil de vice-governador seria mais adequado para um estado como a Bahia, com dimensões continentais, com 417 municípios e enormes diferenças entre Salvador, Região Metropolitana e interior?

Que tipo de vice-governadoria a Bahia precisa? uma vice predominantemente institucional ou uma vice-governadoria com forte função de articulação territorial e municipalista?

Creio que é chegada a hora de discutir uma concepção mais moderna e efetiva para a vice-governadoria. 

Eu penso que o vice-governador pode ser muito mais do que um substituto eventual. Pode, e deve, transformar-se em um elo permanente entre o governo do Estado, os municípios e a população.

Estou falando de uma vice-governadoria municipalista.

De um governo mais próximo dos municípios.

O vice-governador poderia ter como uma de suas principais responsabilidades políticas acompanhar sistematicamente as demandas dos 417 municípios.

Uma vice-governadoria com função de articulação territorial poderia criar um painel de acompanhamento dos municípios, com informações públicas sobre obras, convênios, programas, investimentos, metas e prazos.

Uma proposta como essa não precisa necessariamente criar uma grande máquina administrativa.

A Bahia já possui estruturas de planejamento territorial, consórcios públicos e mecanismos de participação social.

O que poderia ser feito seria integrar melhor essas estruturas sob a coordenação política de uma vice-governadoria, preservando as competências legais de cada secretaria.

O que a Bahia precisa mesmo é de uma vice-governadoria municipalista, pilotada por alguém que viveu e conhece as dores dos municípios.

Em artigo publicado logo depois das eleições de 2024, com o título ‘Zé Cocá e Hassan, líderes políticos consagrados na Bahia’, eu afirmei que a articulação e os resultados obtidos naquela eleição credenciavam Zé Cocá para ser o diferencial, o fiel da balança em 2026.

Não tenho bola de cristal, mas a previsão pode mesmo se tornar realidade.

Nesta eleição, a chapa encabeçada por ACM Neto conta com um valioso ativo político.

Tem como candidato a vice-governador o ex-prefeito de Lafaiete Coutinho e de Jequié, ex-deputado estadual e ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), o municipalista Zé Cocá.   

Um gestor público com vasta experiência e liderança respeitada, que demonstra com suas ações que fazer política é cuidar das pessoas.

Durante as agendas da campanha eleitoral, ACM Neto tem destacado o protagonismo de Zé Cocá, afirmando que ele terá uma função executiva de grande relevância e não será um "vice decorativo".

Neto ressalta o profundo conhecimento de Zé Cocá sobre os municípios baianos e as demandas do interior, considerando-o peça-chave para descentralizar a gestão e priorizar os pequenos produtores e a saúde regional.

Jequié, que já deu à Bahia dois governadores, pode dar agora um excelente vice-governador!

A conferir, como diria meu amigo jornalista Victor Pinto.

 

Por Josalto Alves (*)

Lendo no Instagram postagem do blog BPBnoticias, analisando o desaparecimento do atual vice-governador nas inserções do candidato do PT à reeleição de governador, como se estivesse sendo evitado, comecei a pensar na importância do cargo de vice e no papel que pode ser desempenhado.

De acordo com o artigo 28 da nossa Carta Magna, a CF 88, a função constitucional mais importante é substituir o governador em suas ausências, ou assumir definitivamente o cargo se ocorrer vacância.

E me pergunto: qual perfil de vice-governador seria mais adequado para um estado como a Bahia, com dimensões continentais, com 417 municípios e enormes diferenças entre Salvador, Região Metropolitana e interior?

Que tipo de vice-governadoria a Bahia precisa? uma vice predominantemente institucional ou uma vice-governadoria com forte função de articulação territorial e municipalista?

Creio que é chegada a hora de discutir uma concepção mais moderna e efetiva para a vice-governadoria. 

Eu penso que o vice-governador pode ser muito mais do que um substituto eventual. Pode, e deve, transformar-se em um elo permanente entre o governo do Estado, os municípios e a população.

Estou falando de uma vice-governadoria municipalista.

De um governo mais próximo dos municípios.

O vice-governador poderia ter como uma de suas principais responsabilidades políticas acompanhar sistematicamente as demandas dos 417 municípios.

Uma vice-governadoria com função de articulação territorial poderia criar um painel de acompanhamento dos municípios, com informações públicas sobre obras, convênios, programas, investimentos, metas e prazos.

Uma proposta como essa não precisa necessariamente criar uma grande máquina administrativa.

A Bahia já possui estruturas de planejamento territorial, consórcios públicos e mecanismos de participação social.

O que poderia ser feito seria integrar melhor essas estruturas sob a coordenação política de uma vice-governadoria, preservando as competências legais de cada secretaria.

O que a Bahia precisa mesmo é de uma vice-governadoria municipalista, pilotada por alguém que viveu e conhece as dores dos municípios.

Em artigo publicado logo depois das eleições de 2024, com o título ‘Zé Cocá e Hassan, líderes políticos consagrados na Bahia’, eu afirmei que a articulação e os resultados obtidos naquela eleição credenciavam Zé Cocá para ser o diferencial, o fiel da balança em 2026.

Não tenho bola de cristal, mas a previsão pode mesmo se tornar realidade.

Nesta eleição, a chapa encabeçada por ACM Neto conta com um valioso ativo político.

Tem como candidato a vice-governador o ex-prefeito de Lafaiete Coutinho e de Jequié, ex-deputado estadual e ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), o municipalista Zé Cocá.   

Um gestor público com vasta experiência e liderança respeitada, que demonstra com suas ações que fazer política é cuidar das pessoas.

Durante as agendas da campanha eleitoral, ACM Neto tem destacado o protagonismo de Zé Cocá, afirmando que ele terá uma função executiva de grande relevância e não será um "vice decorativo".

Neto ressalta o profundo conhecimento de Zé Cocá sobre os municípios baianos e as demandas do interior, considerando-o peça-chave para descentralizar a gestão e priorizar os pequenos produtores e a saúde regional.

Jequié, que já deu à Bahia dois governadores, pode dar agora um excelente vice-governador!

A conferir, como diria meu amigo jornalista Victor Pinto.

 

(*) Josalto Alves é jornalista (UFBA) e advogado (Unyahana) josaltoalvesadv@gmail.com









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De apostas, predições e eleições

 


Natalia Viana

natalia@apublica.org

Diretora Executiva da Agência Pública

A seis dias da eleição, tudo o que queremos é saber: quem vai ganhar? A urgência de adiantar o futuro, ou tentar mudar um futuro que nos parece imutável, é o que faz com que nós, pobres humanos, busquemos os oráculos, as adivinhações e as apostas. 


Foi a vontade de sair do buraco que levou milhões de brasileiras e brasileiros ao vício em apostas online, as bets, que sempre tiveram uma vantagem enorme sobre outros tipos, inclusive ilegais, como o Jogo do Bicho, porque aprenderam com a Big Techs e navegaram em um ambiente onde já estamos viciados à tela. Neste contexto, fazer um design para viciar pessoas em jogos online é fácil e, como demonstrou nossa investigação, extremamente barato, menos de mil reais. O resultado, sabemos: uma nação viciada em jogos, ludopatia levando pessoas desesperadas ao SUS e ao suicídio, e uma fuga de 140 bilhões da economia brasileira. 


Pois isso tudo acabou na última sexta-feira, com uma canetada do presidente Lula. Ou melhor: é o começo do fim.

 

Não há nenhuma dúvida de que Lula fez isso de olho nas eleições; seu objetivo era claramente se colocar como aquele que acabou com as bets. Mas a Medida Provisória terá efeito para muito além do resultado eleitoral. Vai abrir um embate legal mais profundo – as bets vão recorrer à Justiça, o Congresso vai tentar derrubar – e, com isso, a sociedade será chamada a opinar, se mobilizar, a se mostrar de que lado está. 

Para fazer do seu ato algo permanente, Lula tem ao seu lado pesquisas que apontam que 75% dos brasileiros apoiam a proibição. Se outras pesquisas mostram que maioria diz que não vai mudar de voto por causa deste tema, isso é um problema menor. Em 5 de outubro, as malditas propagandas do tigrinho vão desaparecer das redes sociais, dos sites de notícias e dos programas esportivos da TV. Os aplicativos vão sumir das lojas de APPs; a poluição mental vai diminuir. Afinal, acessar os jogos ilegais tem um custo e uma fricção muito maior. 


Poderemos escutar o silêncio.

“Raramente dá pra dizer que uma investigação jornalística tem um impacto tão direto numa decisão do governo federal. Mas desta vez, podemos dizer com orgulho: foi a nossa cobertura que tornou o tema relevante a ponto de convencer o presidente da República.

Desde 2025, preparamos com nossos repórteres uma grande investigação sobre o mercado de apostas online, em meio à epidemia de ludopatia. Para isso, fizemos uma campanha de arrecadação junto ao nosso público, e nos dedicamos a levantar histórias, documentos e dados sobre quem estava lucrando – inclusive os políticos que faziam lobby no Congresso – e quem eram as vítimas dessa realidade. Lançamos o especial “Jogo perigoso: O Brasil das Bets” em junho deste ano. 


Dentre os muitos documentos analisados pela nossa equipe, os jornalistas Thiago Domenici e Ed Wanderley encontraram uma carta de Vania Souza Borges, que perdeu o filho Rafael por causa de dívidas com as bets. A carta da professora de Uberlândia havia sido ignorada pela CPI das Bets – que terminou sem indiciar ninguém – mas Vânia abriu o coração aos nossos repórteres e comparou, pela primeira vez, as bets com traficantes de drogas. 


A história viralizou, e, em setembro, Vânia foi convidada para conhecer o presidente Lula. A ele, ela fez um pedido direto: “proíba as bets”. O pedido desta mãe, órfã de seu filho, foi hoje atendido pelo presidente da República. 


Quando nenhum veículo dedica esforço e investimento para investigar a fundo o mundo das bets, nosso especial “Jogo perigoso: O Brasil das Bets” fez a diferença.   

  

Lula usou a comparação com vício em crack e lembrou da Vânia ao assinar a Medida Provisória. Compartilho aqui o agradecimento dessa mãe ao nosso trabalho. “Obrigada, Thiago! Devo muito à @agenciapublica toda a repercussão da minha triste história”.


Mas, enquanto podemos celebrar o fim das apostas, quero lembrar que, depois das bets, vêm os sites de apostas preditivas. Graças à coalizão LIE – Laboratórios de Investigação Eleitoral, uma parceria da Pública com Aos Fatos, Amado Mundo e Núcleo, conseguimos mapear páginas da Polymarket em redes sociais postando loucamente sobre as eleições brasileiras, mesmo sendo a atividade proibida no Brasil. 

  

Se você não lembra o que é aposta preditiva: sites como Polymarket e Kalchi permitem que qualquer usuário crie uma aposta, e outros usuários podem apostar dinheiro. Só que pode-se apostar em qualquer coisa, inclusive em resultados eleitorais e bombardeios durante uma guerra. 


Um dos efeitos deletérios desta prática ficou bem clara nesta eleição, como mostrou reportagem colaborativa feita pela coalizão LIE. Os resultados das apostas feitas no Polymarket, assim que Flávio Bolsonaro ganhou a dianteira nas apostas, passaram a ser repostados por uma série de influenciadores em posts pagos como evidência concreta. Como se fossem um resultado científico. Até o Flávio postou. E o próprio Elon Musk comentou em uma dessas postagens, ampliando seu alcance. 


Como mostrou a reportagem assinada por Jennifer Mendonça, do Núcleo, a legislação eleitoral proíbe que candidatos postem dados de pesquisas falsas. Depois das reportagens, a AGU pediu investigação contra a Polymarket, que já tinha até contratado representantes oficiais no Brasil para fazer seu lobby.


Tomara que, com o fim das bets, o site – que tem Donald Trump Jr como seu consultor – desista de fazer seu lobby aqui no Brasil.  


Mas, se é o fim das predições ou apostas online, não é o fim da nossa ansiedade em saber o que vai acontecer, afinal, quando nós formos às urnas no próximo domingo. Todas as pesquisas demonstram uma proximidade maior do que em eleições anteriores – e a de 2022 já foi tremendamente apertada. Talvez a solução seja não apostar em oráculos. Sabemos que boa parte das pessoas só pensam na eleição na sua véspera. Hora de falar com vizinhos, amigos, parentes, e explicar que estamos, mais uma vez, diante do autoritarismo e do caos, e essa pode ser a eleição que define nosso futuro como país. 


Os números e as estrelas dizem: nada está decidido, ainda.


Para ajudar nosso público a entender o que predizem as pesquisas eleitorais, vamos trazer uma convidada especial para nosso programa Quase Terça, nossa live semanal que analisa os fatos mais relevantes da semana. 


Hoje, vamos entrevistar Luciana Cong, diretora do Datafolha, que vai nos ensinar a ler os dados das diversas pesquisas que têm pipocado por aí. Além dela, a Vania Souza Borges, que pediu pessoalmente a proibição das bets ao presidente Lula, vai estar conosco para refletir sobre essa grande vitória para ela e para familiares de vítimas como ela.  

 

O programa vai ao hoje, a partir das 17:30, no Canal da Pública no Youtube, e na terça vira Podcast no Spotify. Segue o link para acompanhar, ative o sininho e receba notificação. Vejo vocês por lá!



Um abraço,


Natalia Viana

natalia@apublica.org

Diretora Executiva da Agência Pública

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A Pressão para Ter Filhos: Quando a Maternidade/Paternidade Vira um Fardo no Casal

Fonte: Izabelly Mendes


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 Ter filhos é um sonho para muitas pessoas, mas também pode ser uma fonte de pressão intensa dentro de um relacionamento. Quando o desejo, o tempo e as expectativas sobre a maternidade ou paternidade não são alinhados, o que deveria ser uma etapa de amor e construção pode se tornar um fardo pesado para o casal. Nesta matéria, vamos explorar como essa pressão social e emocional impacta a vida a dois, e o que pode ser feito para manter o equilíbrio e o respeito mútuo.

A Cultura da Pressão Social

Desde muito cedo, a sociedade reforça a ideia de que formar uma família tradicional, com filhos, é um dos objetivos principais na vida adulta. Família, para muitos, é sinônimo de casal com filhos, e quem não segue esse roteiro muitas vezes sofre cobranças veladas ou explícitas. Família é celebrada, mas o que poucos dizem é que esse “modelo” pode não ser o ideal ou desejado por todos.

O ambiente familiar, amigos, colegas de trabalho e até a mídia alimenta essa expectativa. Perguntas como “E os filhos, quando vão chegar?”, “Não estão ficando velhos para isso?”, “Afinal, quando vai engravidar?” são comuns e podem aumentar o estresse do casal. Para quem ainda não está pronto, para quem tem dúvidas, ou mesmo para quem opta por não ter filhos, a pressão pode gerar sofrimento, insegurança e conflitos.

Quando o Desejo Não É Compartilhado



Nem sempre os dois parceiros estão no mesmo ritmo ou têm o mesmo desejo em relação à parentalidade. Um dos maiores desafios surge justamente quando um quer ter filhos e o outro não. Essa diferença pode gerar tensão, ressentimento e até crises na relação, especialmente se um dos dois cede à pressão externa sem estar verdadeiramente preparado.

A maternidade e paternidade não são apenas escolhas biológicas, mas decisões que impactam profundamente a vida pessoal, profissional e emocional de cada indivíduo. Exigir que um parceiro tome essa decisão sem uma reflexão sincera pode levar ao arrependimento, desmotivação e distanciamento.

O Impacto no Relacionamento

Quando o assunto filhos vira um fardo, o casal pode começar a viver com cobranças, ansiedade e frustrações. O diálogo pode se tornar difícil, porque as emoções estão à flor da pele e o medo do julgamento aumenta. A intimidade pode diminuir, e o que deveria ser uma decisão compartilhada acaba minando a cumplicidade.

Além disso, a pressão para ter filhos pode esconder outros problemas no relacionamento, como dificuldades de comunicação, falta de projetos em comum, ou até medos pessoais que não foram conversados. Se a maternidade/paternidade vira um objetivo imposto, o casal pode perder de vista o próprio relacionamento.

O Papel da Individualidade

É fundamental que cada um dentro do casal tenha o direito de refletir sobre seu desejo de ter ou não filhos. Respeitar a individualidade e o tempo do outro é uma forma de fortalecer a relação. A maternidade e a paternidade envolvem muitas renúncias, responsabilidades e mudanças, e o apoio mútuo é indispensável para que esse momento seja realmente feliz.

O ideal é que o casal busque um diálogo aberto, sem pressões externas, para entender como cada um se sente em relação a esse tema. A empatia e o respeito às diferenças são pilares para que a decisão, seja ela qual for, seja tomada em conjunto.

O Que Fazer Quando a Pressão é Insuportável?



  • Buscar ajuda profissional: Terapia de casal ou acompanhamento psicológico individual podem ajudar a lidar com emoções, medos e frustrações.

  • Estabelecer limites claros: É importante que o casal aprenda a lidar com a opinião alheia sem deixar que isso afete sua relação.

  • Dialogar com honestidade: Colocar os sentimentos na mesa e falar sobre expectativas e receios ajuda a evitar mal-entendidos.

  • Reconhecer o tempo de cada um: A decisão sobre ter filhos não deve ser apressada, e o respeito ao momento do outro é fundamental.

  • Avaliar outras possibilidades: Se o desejo por filhos existe, mas há dificuldades, explorar outras formas de parentalidade (adoção, fertilização assistida) pode ser uma alternativa.   sugar daddy

Conclusão

A maternidade e paternidade são escolhas profundas e que devem partir do desejo sincero de ambos os parceiros. Quando essa decisão é empurrada pela pressão externa, pode se transformar em um peso que compromete o amor e o respeito na relação. O mais importante é que o casal mantenha o diálogo aberto, respeite as individualidades e encontre um caminho que faça sentido para ambos, seja ele com ou sem filhos.

O verdadeiro sucesso de uma relação está na união e no respeito, não na obrigação de seguir um roteiro social. Afinal, cada casal tem sua história e sua forma de construir felicidade.




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Flávio Bolsonaro diz que vai ao debate da Globo e espera enfrentar Lula

 


Por Redação

Flávio Bolsonaro diz que vai ao debate da Globo e espera enfrentar Lula
Foto: Charles Vieira / Campanha Flávio Bolsonaro

O candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) confirmou que participará do debate na Globo, que acontece na próxima quinta-feira (1°). A declaração foi dada após uma carreata neste domingo (27), em Goiânia.

 

Flávio afirmou que pretende ir ao debate para "desmascarar" o atual presidente e também candidato, Lula (PT).


"Eu não tenho adversário aqui em Goiás. Meu único adversário nessa campanha é o Lula. É com ele que eu quero debater na Globo. Eu vou pra esse debate só pra desmascarar esse mentiroso, esse assassino da esperança do Brasil", declarou.


Flávio citou pontos que pretende questionar o atual presidente, como a crise no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele também mencionou o plano de dar anistia aos envolvidos nos atos golpistas do 8 de janeiro.

https://www.bahianoticias.com.br/

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Lula confirma caminhada de campanha entre Ondina e a Barra nesta terça

 


Por Redação

Lula confirma caminhada de campanha entre Ondina e a Barra nesta terça
Foto: Ricardo Struckert / Lula Oficial

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumprirá agenda de campanha na capital baiana nesta terça-feira (29). O ato foi confirmado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) em publicação nas redes sociais, acompanhada de um vídeo do próprio presidente reafirmando a atividade no percurso entre o bairro de Ondina e o Farol da Barra.

 

A atividade está programada para começar às 15h13 e reunirá as principais lideranças da chapa aliada no estado. Além do governador Jerônimo Rodrigues, o evento contará com a presença dos candidatos ao senado Rui Costa (PT) e Jaques Wagner(PT).

 

A agenda reforça a prioridade do eleitorado baiano no planejamento do Partido dos Trabalhadores. Com o ato desta terça-feira, Lula atinge a marca de 8 visitas à Bahia ao longo da campanha de 2026, consolidando o estado como um dos pontos centrais de sua mobilização na Região Nordeste.

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CBF confirma datas das semifinais da Copa do Brasil em novembro

 


Por Folhapress

CBF confirma datas das semifinais da Copa do Brasil em novembro
Foto: Nelson Terme/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou as datas das semifinais da Copa do Brasil neste domingo (27). O Grêmio enfrenta o Atlético-MG e o Palmeiras joga contra o Vasco. Os confrontos acontecem em novembro.
 

No dia 1º, às 16h (horário de Brasília), o time paulista e o clube carioca entram em campo no Nubank Parque, em São Paulo. TV Globo, Sportv, Amazon, Premiere e GE exibem o duelo.
 

Na mesma data, às 18h, o tricolor gaúcho enfrenta a equipe mineira na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. A transmissão fica por conta da Sportv, da Amazon e do Premiere.
 

Os jogos de volta estão marcados para o fim de semana seguinte. No sábado (7), Atlético-MG e Grêmio jogam na Arena MRV, em Belo Horizonte. SporTV, Amazon e Premiere mostram o confronto.
 

Já no domingo (8), Palmeiras e Vasco se encontram no estádio São Januário, no Rio. O público poderá acompanhar a partida na TV Globo, no SporTV, na Amazon, no Premiere e no GE.
 

A final será no domingo, 6 de dezembro, em horário e estádios ainda não divulgados.
 

Para chegar às semis, o Grêmio eliminou Confiança, Mirassol e Internacional; o Atlético-MG passou por Ceará, Juventude e Cruzeiro; o Palmeiras deixou para trás Jacuipense, Fortaleza e Santos; e o Vasco superou Paysandu, Fluminense e Vitória.
 

Entre os semifinalistas, o tricolor gaúcho é o maior vencedor da Copa do Brasil, somando cinco títulos (1989, 1994, 1997, 2001 e 2016). O alviverde paulista aparece na sequência, com quatro troféus (1998, 2012, 2015 e 2020), enquanto o Galo tem dois (2014 e 2021). O clube carioca, por sua vez, levantou a taça uma vez (2011).

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