“Responsabilidade é nossa”: Gilberto assume culpa por jejum do Bahia e valida protestos da torcida na Fonte Nova

 


Por Bia Jesus

“Responsabilidade é nossa”: Gilberto assume culpa por jejum do Bahia e valida protestos da torcida na Fonte Nova
Foto: Rafael Rodrigues / EC Bahia

Após o empate do Bahia em 1 a 1 com o Grêmio, na tarde deste domingo (17), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, o lateral-direito Gilberto comentou o momento vivido pelo Tricolor.

 

O Esquadrão chegou ao sexto jogo consecutivo sem vencer na temporada e voltou a ouvir cobranças da torcida. Na zona mista, o jogador afirmou que o elenco precisa assumir a responsabilidade pela sequência negativa.

 

"Esse é o ponto principal [assumir a responsabilidade], principalmente nós, jogadores mais experientes, temos que saber que a responsabilidade é nossa. Tudo que vem de fora é fruto daquilo que a gente faz dentro de campo. A gente não tem que falar do torcedor, uma das torcidas com maior média de público do Brasil. Dentro de todas as dificuldades que cada um passa para chegar até aqui, pagar ingresso, alimentação, transporte... Temos que entender quando eles cobram a gente e saber que a única maneira de mudar isso é dentro de campo. Não adianta tudo que eu falar aqui, sei que eles vão continuar irritados e que não vai mudar nada. Dentro de campo a gente hoje a gente tentou, criamos bastante oportunidades, mas infelizmente o segundo gol não saiu", declarou.

 

Gilberto também projetou a semana de preparação e destacou a necessidade de buscar uma reação fora de casa.

 

"A gente vai conversar agora dentro dessa semana que é uma semana grande para trabalhar, e temos que buscar os três pontos mesmo fora de casa, sabendo que é um jogo difícil, a gente tem totais condições", afirmou.

 

O próximo compromisso do Bahia será contra o Coritiba, no Couto Pereira, na próxima segunda-feira (25), às 20h, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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Vitória perde para o Bragantino em Bragança Paulista e chega ao oitavo jogo sem vencer fora de casa no Brasileirão

 


Por Thiago Tolentino

Vitória perde para o Bragantino em Bragança Paulista e chega ao oitavo jogo sem vencer fora de casa no Brasileirão
Foto: Victor Ferreira / EC Vitória

O Vitória viajou a Bragança Paulista para enfrentar o Red Bull Bragantino na noite deste domingo (17), no Estádio Cícero de Souza Marques, em partida válida pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, e mais uma vez não conseguiu conquistar a primeira vitória fora de casa na competição nesta temporada. A partida terminou em 2 a 0 para os donos da casa, com gols marcados pelo goleiro Tiago Volpi, de pênalti, e Lucas Barbosa.

 

Esse foi o oitavo jogo do Leão como visitante no Brasileirão de 2026 sem vencer. Com o resultado, a equipe permanece com 19 pontos, na 14ª colocação, apenas um ponto acima da zona de rebaixamento. Para o Bragantino, o triunfo foi importante para colocar a equipe na sexta posição, com 23 pontos, se aproximando do grupo dos cinco primeiros colocados, que brigam por vaga na Libertadores.

 

Depois deste compromisso, o Rubro-Negro Baiano volta as atenções para mais um confronto eliminatório. Na quarta-feira (20), às 21h, o Rubro-Negro recebe o ABC, no Barradão, pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Nordeste. Já pelo Brasileirão, a equipe encara o Internacional no sábado (23), às 17h, no Beira-Rio, pela 17ª rodada.

 

Já o Massa Bruta viaja para a Argentina para enfrentar o River Plate pela quinta rodada da Copa Sul-Americana. O confronto será disputado no Monumental de Núñez, em Buenos Aires. O time paulista ocupa atualmente a terceira colocação do grupo, com seis pontos, quatro a menos que o River.

 

O JOGO
O Bragantino foi quem começou ditando o ritmo da partida e assustou o Vitória logo aos cinco minutos. Pela esquerda, Mosquera acionou Juninho Capixaba na entrada da área. O lateral-esquerdo bateu chapado no ângulo direito de Lucas Arcanjo, mas a bola carimbou a trave. 


Gustavo Marques assusta o Vitória
Aos 21 minutos, durante troca de passes, Gustavo Marques acionou Mosquera pela esquerda, que devolveu para o zagueiro dominar e arriscar uma bomba em direção ao gol do Vitória. Lucas Arcanjo espalmou e jogou para escanteio. 

 

Arcanjo salva mais uma, mas o juiz marca pênalti!
Mosquera, mais uma vez muito acionado pela esquerda, cruzou a bola na área, para Pedro Henrique cabecear e a bola bater no braço de Zé Vitor. Na sobra, Isidro Pitta pegou de primeira, e Arcanjo defendeu aos 34. O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães conferiu o lance no VAR e assinalou pênalti para o Bragantino. 


Gol do Bragantino
Após o juiz marcar penalidade para o Bragantino, Tiago Volpi foi para a cobrança, bateu no canto direito de Lucas Arcanjo e marcou o primeiro do Bragantino aos 40 minutos.

 


O Vitória pouco ficou com a bola na primeira etapa e não causou perigo ao gol de Tiago Volpi | Foto: Victor Ferreira / EC Vitória

 

SEGUNDO TEMPO
A segunda etapa começou "espelhando" o que foi a primeira parte da partida, com o Bragantino tendo maior posse da bola e chegando com perigo nos minutos iniciais. A primeira ofensiva do Massa Bruta veio nos pés de Mosquera, que recbeu no lado direito da área, limpou o marcador e chutou de esquerda em direção ao gol do Vitória, mas a bola saiu pelo lado direito. 

 

Vitória chega pela primeira vez com perigo
Aos dez minutos, Emmanuel Martínez pegou a sobra do escanteio, conduziu até a entrada da área e rolou para Renê, que ajeitou, girou e chutou em direção ao goleiro Tiago Volpi, mas ele ficou com a bola. 

 

Gustavinho quase amplia o placar
Juninho Capixaba recebeu na esquerda, disparou ate´a linha de fundo e na área para Gustavinho, que cabeceou firme, mas mandou a bola para fora rente à trave aos 16 minutos.

 

Herrera desperdiça mais uma chance de ampliar
Pelo meio, Juninho Capixaba recebeu e enfiou em profundidade para Herrera passar pela esquerda. Com chance de bater cruzado, ele arriscou um passe dentro da área e perdeu mais uma chance de marcar o segundo para o Bragantino aos 18. 

 

DEFENDEU, ARCANJO!
Aos 43, Rodriguinho invadiu a grande área e Caíque Gonçalves deixou a perna direita, derrubando o meio-campsta. O árbitro apitou pênalidade máxima. Na cobrança, Eduardo Sasha bateu no lado direito e Lucas Arcanjo voou para defender. 


Bragantino amplia o placar
No último minuto, Fernando recebeu pela esquerda no contra-ataque e rolou para área até Lucas Barbosa bater de primeira e marcar o segundo do Massa Bruta.
 

 


FICHA TÉCNICA

RB Bragantino 2 x 0 Vitória 
Campeonato Brasileiro - 16ª rodada 
Local:
Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista
Data: 17/05/2026 (domingo)
Horário: 18h30
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Anne Kesy Gomes de Sa (AM) e Luiz Claudio Regazone (RJ)
VAR: Antonio Magno Lima Cordeiro (CE)
Transmissão: Premiere
Cartões amarelos: Henry Mosquera, Juninho Capixaba, Pedro Henrique e Sant'Anna (RB Bragantino) / Jamerson, Jair Ventura e Zé Vitor (Vitória)
Gols: Tiago Volpi e Lucas Barbosa(RB Bragantino)

 

RB Bragantino: Tiago Volpi; Sant'Anna, Pedro Henrique, Gustavo Marques e Juninho Capixaba; Gabriel (Alix Vinicius), Gustavinho (Eric Ramires) e Lucas Barbosa; Herrera (Fernando), Isidro Pitta (Rodriguinho) e Henry Mosquera (Eduardo Sasha). Técnico: Vagner Mancini. 

 

Vitória: Lucas Arcanjo; Edenilson (Claudinho), Caíque Gonçalves e Cacá; Jamerson, Zé Vitor (Lucas Silva), Baralhas, Martínez e Erick (Diego Tarzia); Matheuzinho (Renzo López) e Renê (Fabri). Técnico: Jair Ventura

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Ceni fala em “momento difícil”, pede apoio e descarta deixar comando do Bahia: “Os atletas acreditam em mim”

 


Por Bia Jesus

Ceni fala em “momento difícil”, pede apoio e descarta deixar comando do Bahia: “Os atletas acreditam em mim”
Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias

Após o empate do Bahia em 1 a 1 com o Grêmio, na tarde deste domingo (17), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico Rogério Ceni concedeu entrevista coletiva e comentou o momento de pressão vivido pelo clube.

 

O treinador analisou a atuação do Esquadrão, falou sobre os protestos feitos pela torcida antes, durante e depois da partida, e descartou pedir demissão do comando técnico tricolor.

 

"Em matéria do que nós geramos de jogo, de oportunidade, tudo, eu acho que nós merecemos sair vencedores no jogo de hoje. Temos que conviver, essa bola que dá na trave sai com aqueles cinco centímetros de diferença, eles [adversário] dão uma direção, e o torcedor está chateado com os resultados. Eu entendo que é um torcedor que vem ao estádio, que comparece, tem sempre uma questão, compra ingresso caro e quer ver o time vencer... Desde que eu estou aqui, ao menos, eu não lembro antes, desde que eu estou aqui, está sempre entre as 4, 5 maiores torcedores do Brasil. Eu gostaria que eles gostassem do trabalho, como eu também gosto deles, é uma atmosfera muito bacana que se cria aqui sempre. Se os jogadores sentem, é claro, só se você se colocar como profissional, eu entendo o lado do torcedor, entendo o lado jogadores, o que eles sentem também, lamento, mas é um momento abaixo que a gente tem que tentar fazer, transformar essas chances de voo, o mais rápido possível em voo, e conseguir conquistar um triunfo para que também o torcedor venha estar presente durante o jogo com a gente", afirmou.

 

Questionado sobre os protestos dentro e fora da Fonte Nova, Ceni disse compreender o direito de manifestação da torcida e reconheceu o peso da eliminação para o Remo, na Copa do Brasil.

 

"Vejo como uma democracia as pessoas expressarem as suas opiniões. Entendo a tristeza do torcedor. A gente também carrega. Hoje, com tantas oportunidades, a bola não entra. Momento difícil, de baixa. Hoje a gente fez muito bom jogo, melhor que na Copa do Brasil, mas não conseguiu vencer. Isso é frustrante. A gente tenta jogar de acordo com o que o jogo pedia. Eu lamento porque trabalho muito todos os dias, me dedico muito. Uma torcida que vem, comparece, está sempre presente. A gente não pode tirar o mérito, entendo a frustração. Essa eliminação para o Remo pesou bastante. É um momento difícil que a gente tem que tentar se manter firme. O Brasileiro está muito equilibrado", destacou.

 

O treinador também foi perguntado se poderia deixar o cargo em razão das vaias, cobranças e xingamentos. Ceni descartou a possibilidade e afirmou que não pretende abandonar o trabalho por causa das críticas.

 

"Eu vou em pouquíssimos lugares. Trabalho 12h por dia e fico muito em casa. A minha vida é trabalhar. Isso é o que eu penso da vida. Claro que eu sustento família, todos. E o mais importante é que eu gosto do que eu faço. Com todo respeito, eu quero poder trabalhar e desenvolver o que eu gosto. Gostaria que o torcedor voltasse, apoiasse. A cada vez que eles me ofenderem, mas eu não vou pegar na bola. Não é agradável. Eu sei como é. É sempre mais difícil trabalhar com vaia. Gostaria que o torcedor estivesse com a gente para a gente repetir o sonho que tivemos. A gente tem que tentar provar valor, trabalho. Não levo para o pessoal. A vida do treinador é essa. Entendo tudo isso porque o torcedor vem para extravasar. E ele quer o seu time vencer. Não acho justo uma pessoa abandonar o que ama por uma ofensa. Isso é para gente fraca, que desiste fácil", afirmou.

 

"Você abandonaria sua profissão se alguém te ofendesse? Fechar o canal por alguém te ofender. Se você fosse ofendido, você largaria? Claro, se você ama o seu trabalho. A vida consiste muito no que você é apaixonado. Eu sei que eu tenho capacidade, que os atletas acreditam em mim", completou.

 

Ceni também respondeu sobre a possibilidade de o trabalho ou o elenco terem chegado ao limite. O treinador defendeu a produção ofensiva da equipe e voltou a citar as chances criadas.

 

"Acho que o elenco trabalha muito. Se o meu limite for o que aconteceu hoje, esse é o meu limite, com oito oportunidades claras de gols. O que eu não consigo controlar é a bola entrar ou não. O resultado é preponderante. Eu trabalho muito todos os dias. Eu dou treino, assisto ao treino, assisto o adversário, apresento as correções. Em casa somos preponderantes, dominantes, temos sempre as melhores chances. Mas às vezes enfrentamos times superiores, como foi o Cruzeiro. Se o teto é você ter todas as possibilidades e a bola não entrar, por ter mais quatro ou cinco oportunidades, é um teto".

 

"Eu tenho 36 anos de carreira, e se tem uma coisa que nunca fui foi ser acomodado. Gosto muito do Bahia. Entendo o torcedor vaiar, pedir a saída. O que eu posso dizer é que eu gosto do trabalho e do desafio. É pesado para cada um não vencer os jogos. Estou aqui à disposição. Gostaria do apoio do torcedor, mas entendo quando o resultado não vem. A estratégia de jogo foi boa hoje e contra o Remo. Tivemos três gols anulados contra o Remo. Hoje tivemos mais chances que contra o Remo. Mas, se acomodar, se perguntar a qualquer atleta, todos vão dizer quem eu fui", finalizou.

 

Com o empate, o Bahia segue sem vencer e volta a campo na próxima segunda-feira (25), às 20h, contra o Coritiba, no Couto Pereira, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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Doce Mel/Jequié marca dois gols nos acréscimos e vira partida pelo Brasileirão feminino no Waldomirão

 


Doce Mel/Jequié comemora a virada diante do Pérolas Negras no Waldomirão
O futebol feminino de Jequié vive mais um capítulo histórico e emocionante. Na tarde de sábado (16), no Estádio Waldomiro Borges, o Doce Mel/Jequié mostrou mais uma vez sua força, superação e espírito guerreiro ao conquistar uma virada incrível nos acréscimos diante do Pérolas Negras (RJ), vencendo por 2×1 em uma partida dramática e inesquecível para a torcida presente. A equipe jequieense entrou em campo para seu terceiro jogo em apenas uma semana.
O Pérolas Negras abriu o placar aos 22 minutos do segundo tempo, com Jamile, e quando parecia encaminhar a vitória no Waldomirão, veio a reação da equipe local nos sete minutos de acréscimos. Aos 49 minutos, Flávia empatou a partida e aos 51 minutos, após belo cruzamento de Nega, que também saiu do banco, a camisa 10 Flávia apareceu de cabeça e colocou a bola no cantinho, decretando uma virada histórica para o Doce Mel/Jequié.
Foi a segunda grande comemoração da semana. Primeiro, a classificação heroica na Copa do Brasil diante do Penarol (AM), fora de casa. Agora, a virada emocionante que afasta a equipe da zona de rebaixamento do Brasileiro A2 e dá um importante respiro na competição nacional.
O mês de maio será um verdadeiro teste de resistência para o Doce Mel/Jequié. Serão oito jogos no mês, sendo seis deles fora de casa, entre Campeonato Brasileiro A2 e Copa do Brasil Feminina. A delegação viaja novamente neste domingo (17) e ficará mais 11 dias longe de Jequié.
Pela frente, mais desafios gigantes: enfrenta o Paysandu no dia 20, o Vasco — líder do Brasileiro A2 — no dia 23, e depois encara o Cruzeiro, atual vice-campeão brasileiro e dono de várias atletas convocadas para a Seleção Brasileira Feminina, pela 3ª fase da Copa do Brasil, em Minas Gerais.
A maratona termina apenas no dia 31 de maio, quando o Doce Mel volta ao Waldomirão para enfrentar o 3B.
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Jovem é preso suspeito de matar pai e madrasta a tiros dentro de casa no interior da Bahia

 


Reprodução/Redes Sociais

Um jovem de 23 anos foi preso em flagrante suspeito de matar o pai e a madrasta a tiros dentro de casa, na noite de sábado (16), no bairro Kennedy, em Alagoinhas, cidade a cerca de 75 km de Feira de Santana.

Segundo a Polícia Civil, as vítimas foram identificadas como Adriano da Silva Nogueira, de 44 anos, e Nailda Batista Leite da Silva, de 51.

De acordo com a ocorrência, vizinhos acionaram a Polícia Militar após ouvirem disparos de arma de fogo vindos da residência da família, localizada na Rua Porto Alegre. Quando os policiais chegaram ao imóvel, encontraram as duas vítimas sem sinais vitais.

Ainda conforme as investigações, após atirar contra o pai e a madrasta, o suspeito fugiu e se escondeu em um bar da região. Ele foi localizado por equipes da PM, confessou o crime e foi conduzido para a

Durante as diligências, os policiais militares apreenderam uma espingarda artesanal, uma espingarda de ar comprimido, 11 munições intactas, três estojos e uma machadinha.

A 1ª Delegacia Territorial de Alagoinhas autuou o suspeito em flagrante por duplo homicídio. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar perícia e encaminhar os corpos para o Instituto Médico Legal (IML), para passar por necropsia. Não há informações sobre velório e sepultamento.

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Aplicativo do Bolsa Família ganha novas funcionalidades nesta segunda-feira

 


Reprodução

O aplicativo do Bolsa Família começa a receber novas funcionalidades a partir desta segunda-feira (18), permitindo que beneficiários consultem informações mais detalhadas sobre o benefício, a composição familiar e possíveis pendências no cadastro.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), não será necessário baixar um novo aplicativo. A atualização será feita dentro da própria plataforma, com aviso ao usuário para instalação da nova versão.

Neste primeiro momento, apenas aparelhos com sistema operacional Android terão acesso às novas funções.

Com a atualização, será possível visualizar informações sobre o benefício, pendências relacionadas à família cadastrada, além de dados sobre bloqueios e integração com outros programas do governo federal vinculados ao Cadastro Único.

Segundo o MDS, o objetivo é facilitar o acesso às informações e reduzir a necessidade de deslocamentos aos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), permitindo que o beneficiário chegue ao atendimento já com dados e documentos necessários.

“Com o novo aplicativo, espera-se que o beneficiário consiga identificar previamente suas pendências, comparecendo ao CRAS já munido das informações e documentos necessários, o que tende a reduzir a necessidade de mais de um deslocamento para a resolução da demanda”, informou a pasta.

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, afirmou que o aplicativo também vai integrar informações de outros programas sociais.

“Eu não tenho casa, como faço para acessar o Minha Casa Minha Vida? O aplicativo também vai ajudar com informações de um conjunto de programas integrados ao Cadastro Único”, disse.

De acordo com o governo, o aplicativo do Bolsa Família tem cerca de 6 milhões de usuários ativos em Android e aproximadamente 270 mil em iOS.

Nesta fase, também será disponibilizada uma área para não beneficiários, que permite consultar o calendário de pagamentos, acessar informações gerais do programa e entrar em contato com a Caixa Econômica Federal.

O ministério informou ainda que novas funções devem ser incluídas futuramente, como rastreio do cartão, escolha da conta para recebimento do benefício e solicitação do retorno garantido ao programa em casos de reingresso de famílias em situação de vulnerabilidade.

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Fundador das Casas Bahia: o tempo da Justiça e o tempo das vítimas – Thomas Leuri Souza — Fora do Script

 


Samuel e o filho Saul Klein/ Divulgação

Durante décadas, Samuel Klein foi tratado como símbolo de uma ideia muito brasileira de ascensão: o imigrante pobre que construiu um império varejista, tornou-se referência empresarial e consolidou uma imagem pública associada ao trabalho, ao crescimento econômico e à prosperidade popular. Seu nome atravessou gerações como marca de sucesso. Literalmente.

Foi preciso que o tempo passasse, e que o jornalismo investigativo insistisse para que outra narrativa começasse a emergir por trás da imagem consolidada.

Nos últimos anos, reportagens publicadas pela Agência Pública reuniram relatos de mulheres que acusaram o fundador das Casas Bahia de abuso e exploração sexual ao longo de décadas. As investigações descrevem denúncias envolvendo meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade social, além de um padrão de relações atravessadas por desigualdade econômica, dependência e silêncio.

Mais recentemente, o caso ganhou um novo capítulo judicial. Nesta semana, a Justiça de São Paulo tornou réu Saul Klein, filho de Samuel Klein, sob acusações de aliciamento, favorecimento à prostituição ou exploração sexual mediante ameaça, favorecimento à prostituição de vulnerável e organização criminosa. O processo decorre de investigações iniciadas em 2019, a partir de denúncias de mulheres que relataram ter sido atraídas com falsas promessas de trabalho como modelos, promotoras de eventos e garotas-propaganda.

Segundo os relatos reunidos durante as investigações, mulheres jovens, algumas vindas de outros estados, afirmam que eram conduzidas a propriedades ligadas ao empresário após processos seletivos simulados. Parte dessas denúncias sustenta que elas passavam a viver sob rotina rigidamente controlada, com vigilância de seguranças e pressão psicológica. O caso foi alvo de extensa cobertura jornalística e também se tornou tema do documentário Saul Klein e o Império do Abuso.

O Ministério Público chegou a analisar acusações ainda mais graves, incluindo estupro e transmissão de doença venérea. Parte dessas imputações, contudo, não avançou criminalmente por entendimento de insuficiência probatória quanto à ausência de consentimento. Ainda assim, outras acusações permanecem em curso no processo penal atualmente em tramitação.

A defesa de Saul Klein sustenta que as relações descritas pelas denunciantes ocorriam dentro de relações consensuais de dependência financeira e benefícios materiais, dinâmica frequentemente associada ao chamado universo “sugar daddy”. A Justiça, ao aceitar a denúncia, entendeu que a veracidade dessa tese deverá ser analisada ao longo da instrução processual, e não previamente.

O impacto do caso não está apenas nas acusações.

Está no tempo.

Porque há algo profundamente revelador em uma sociedade que leva décadas para conseguir olhar para determinadas histórias, especialmente quando elas orbitam figuras cercadas de prestígio, influência e poder econômico.

Casos assim raramente permanecem invisíveis por ausência absoluta de sinais. O que existe, quase sempre, é um pacto difuso de não enfrentamento. Uma espécie de tolerância silenciosa que se estabelece quando reputação, dinheiro e influência passam a ocupar mais espaço público do que as vozes que tentam denunciar o que acontece atrás das estruturas de poder.

Quando o caso Jeffrey Epstein explodiu internacionalmente, o mundo passou a discutir como redes de influência podem funcionar como mecanismos de proteção social. No Brasil, as revelações envolvendo Samuel e Saul Klein produziram um desconforto semelhante, embora muito menos intenso, muito menos permanente e muito menos central no debate público.

Talvez porque exista, no país, uma dificuldade histórica em confrontar figuras transformadas em patrimônio simbólico do sucesso nacional.

Empresários celebrados não acumulam apenas capital.

Acumulam legitimidade social.

E legitimidade, muitas vezes, produz uma blindagem que não depende da inexistência de denúncias. Depende da dificuldade coletiva de acreditar nelas.

É nesse ponto que o caso ultrapassa indivíduos específicos e expõe um problema estrutural: o tempo da Justiça raramente coincide com o tempo das vítimas.

Em situações de violência sexual, sobretudo quando atravessadas por vulnerabilidade social, trauma prolongado ou relações profundamente desiguais de poder, a denúncia quase nunca acontece no instante do abuso. O silêncio, nesses casos, não é vazio. É sobrevivência, medo, confusão, vergonha e, frequentemente, incapacidade emocional de elaborar o que aconteceu.

Há vítimas que passam anos tentando compreender a própria experiência antes de conseguir nomeá-la publicamente.

Mas o sistema jurídico opera em outra lógica.

O relógio institucional continua correndo mesmo quando o trauma permanece paralisado no tempo.

Parte das denúncias relacionadas a Samuel Klein esbarrou justamente na prescrição. Não porque os relatos tenham desaparecido, mas porque o tempo legal previsto para responsabilização já havia se encerrado quando muitas vítimas conseguiram falar.

A consequência produz uma contradição difícil de ignorar: fatos podem deixar de ser juridicamente puníveis sem deixar de ser moralmente devastadores.

É dessa tensão que nasce um debate cada vez mais presente no Brasil: até que ponto os mecanismos tradicionais de prescrição conseguem responder adequadamente a crimes marcados por trauma, silêncio e assimetria de poder?

A deputada federal Sâmia Bomfim defende alterações legislativas voltadas à ampliação do prazo para responsabilização civil em casos de abuso sexual. A parlamentar também se tornou uma das vozes públicas a tensionar o debate em torno do caso Samuel Klein, defendendo a ampliação da discussão sobre prescrição, memória das vítimas e responsabilização em crimes de violência sexual. Em manifestações públicas, Sâmia argumenta que o tempo institucional da Justiça frequentemente ignora o tempo psicológico necessário para que vítimas consigam denunciar abusos sofridos. A discussão ultrapassa divergências partidárias. O centro do debate é outro: a capacidade, ou incapacidade, das estruturas jurídicas compreenderem que vítimas reais não funcionam segundo a lógica linear do processo judicial.

Mas talvez exista uma dimensão ainda mais profunda nesse caso.

A da memória pública.

O Brasil convive com ruas, homenagens, monumentos e símbolos dedicados a personagens que, décadas depois, passam a ser associados a denúncias graves ou práticas incompatíveis com aquilo que hoje se entende como minimamente aceitável. Rever essas homenagens não é apenas um gesto administrativo. É um confronto com a própria narrativa que uma sociedade construiu sobre si mesma.

Porque memória pública nunca é neutra.

Toda homenagem é também uma escolha sobre aquilo que se decide preservar coletivamente.

E talvez uma das maiores dificuldades brasileiras esteja justamente aí: separar reconhecimento econômico de absolvição moral simbólica.

O jornalismo investigativo ocupa, nesse cenário, uma função incômoda, e essencial. Não porque substitua tribunais, mas porque frequentemente é ele que rompe o primeiro estágio da proteção social: o silêncio.

Investigar não significa condenar.

Relatar denúncias não equivale a sentença judicial.

Mas existe algo igualmente perigoso no extremo oposto: a naturalização da invisibilidade. A ideia de que determinadas estruturas de poder se tornam grandes demais para serem confrontadas publicamente.

Casos como esse não revelam apenas possíveis crimes.

Revelam os mecanismos que permitem que determinadas histórias permaneçam enterradas por tanto tempo, mesmo quando atravessam décadas, instituições, testemunhos e memórias.

Porque há fatos que podem prescrever juridicamente.

Mas há perguntas que continuam existindo muito depois do fim dos prazos legais.

E talvez a mais desconfortável delas seja justamente esta:

quantas histórias semelhantes ainda permanecem protegidas não pela ausência de relatos, mas pela força social de quem jamais deveria ser questionado?

Sobre o autor:

Estudante de Letras pela Universidade do Estado da Bahia, Thomas Leuri Souza atua como escritor, apresentador e entrevistador, documentarista, produtor e diretor audiovisual, além de produtor artístico. Desenvolve seu trabalho a partir do interesse por narrativas que atravessam memória, cultura e experiência social.

É criador do canal, Café com Prosa, espaço de diálogo e reflexão que reúne entrevistas e conversas sobre temas contemporâneos, cultura, educação e sociedade, e também do Podcast Narrativas Invisíveis, (Spoify) por meio do qual se dedica a dar visibilidade a histórias frequentemente silenciadas, promovendo reflexões sobre diversidade e inclusão.

 No campo do jornalismo, trabalhou no site Editoria Livre e assina a coluna Fora do Script, publicada aos domingos no portal Ipiaú Online

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Confira público e renda de Bahia x Grêmio, pela 16ª rodada do Brasileirão

 


Por Bia Jesus

Confira público e renda de Bahia x Grêmio, pela 16ª rodada do Brasileirão
Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias

O Bahia registrou público total de 26.927 torcedores no empate por 1 a 1 com o Grêmio, neste domingo (17), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2026.

 

De acordo com o demonstrativo de público e renda da partida, o público pagante foi de 26.800 pessoas. O número é dividido entre 8.038 torcedores pagantes, 2.221 pagantes corporativos e 16.541 sócios.

 

Além disso, o borderô apontou 127 não pagantes, todos registrados na categoria criança. Com isso, o total geral de público chegou a 26.927 presentes no estádio.

 

A renda total da partida foi de R$ 771.758,50. Do valor, R$ 438.717,50 correspondem ao público pagante, R$ 2.221,00 ao público pagante corporativo e R$ 330.820,00 ao público sócio.

 

Como próximo desafio, o Tricolor terá pela frente o Coritiba, no Couto Pereira, na próxima segunda-feira (25), às 20h, pela 17ª rodada do Brasileirão.

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Bahia perde chances claras, empata com o Grêmio e chega a sete jogos sem vencer

 


Por Bia Jesus

Bahia perde chances claras, empata com o Grêmio e chega a sete jogos sem vencer
Foto: Rafael Rodrigues / EC Bahia

Em jogo válido pela 16ª rodada, o Bahia recebeu o Grêmio na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, às 16h deste domingo (17). Em campo, o Tricolor teve boas chances criadas no primeiro tempo, mas perdeu gols claros com Pulga e Everton Ribeiro. Na segunda etapa a equipe comandada por Rogério Ceni viu o time gaúcho abrir o placar com Viery, o que resultou em protestos na Fonte. Sanabria empatou para o Esquadrão e foi só isso. 1x1 na Fonte.

 

Com o resultado, o Bahia segue em queda na tabela de classificação, e agora ocupa a 7ª colocação, com 23 pontos conquistados em 15 rodadas. Já o Grêmio continua na parte de baixo da tabela, mas deixa a zona de rebaixamento, com 18 pontos conquistados em 16 jogos.

 

Como próximo desafio, o Tricolor terá pela frente o Coritiba, no Couto Pereira, na próxima segunda-feira (25), às 20h, pela 17ª rodada do Brasileirão. O Grêmio encara o Palestino na Arena do Grêmio, nesta quarta-feira (20), às 21h, pela Sul-Americana.

 

O JOGO
PERDE UM GOL INCRÍVEL O BAHIA! Aos quatro minutos, Willian José desviou de cabeça após lançamento, Erick Pulga ganhou na velocidade da defesa do Grêmio e partiu sozinho em contra-ataque. De cara a cara com Weverton, ele limpou a marcação e tentou driblar Weverton, mas na hora do chute foi travado em escanteio.

 

Grêmio no ataque
No minuto 14, Marcos Rocha acha bela bola enfiada para Enamorado, que chuta buscando o contra-pé de Léo Vieira, mas a bola vai para fora.

 

Boa chegada do Bahia
Aos 15 minutos, após cobrança de escanteio a bola segue com o Tricolor no lado esquerdo. Luciano Juba limpa a marcação e cruza para David Duarte, que ganha da defesa do Grêmio e cabeceia firme, mas Weverton defende sem sustos. Segue 0x0.

 

MAIS UM GOL PERDIDO PELO BAHIA
Aos 20 minutos, Erick Pulga recebe passe de Acevedo, limpa a marcação e faz o cruzamento para a área. Willian José ajeita de cabeça e deixa Everton Ribeiro sozinho na pequena área, mas o camisa 10 manda em cima de Weverton, que faz a defesa.

 

Quase o primeiro do Grêmio
No minuto 22, Willian lança Enamorado pela ponta direita, que sai em velocidade adentrando a área. O atacante cruza para o centro da área, Léo Vieira afasta com um tapa na bola. Carlos Vinicius, por pouco, não pega o rebote e a defesa do Bahia afasta.

 

Acevedo finaliza sem perigo
Aos 38 minutos, Acevedo recebe passe na intermediária, corta e bate para o gol, mas a bola sobe demais, sem perigo ao gol do Grêmio.

 


Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias.

 

SEGUNDO TEMPO
Aos seis minutos da segunda etapa, o Bahia chega primeiro. Chegada de perigo do Bahia, Willian José aproveita falha da defesa do time gaúcho e divide com Weverton após Wagner Leonardo não conseguir fazer o corte. A bola ia entrar, mas Marcos Rocha tirou em cima da linha.

 

NA TRAVE
Pulga trabalha com Juba pelo lado esquerdo, aos dez minutos. Após tabela, o lateral-esquerdo bate para o gol e a bola vai na trave. Na sequência, Acevedo arrisca de longe e o goleiro gremista faz a defesa em escanteio.

 

Gol do Grêmio
Aos 16 minutos, Pedro Gabriel cobra escanteio, e Viery sobe na primeira trave para tocar de cabeça e abrir o placar em Salvador.
 

UUUUUH!
No minuto 25, Rodrigo Nestor limpa Viery e Leonel Pérez e bate com perigo para o gol. A bola passa perto! Weverton estava batido na jogada.

 

GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL DO BAHIA!
Sanabria empata para o Bahia aos 26 minutos! Rodrigo Nestor cruza para Sanabria, que aparece sozinho dentro da área e apenas empurra para o gol vazio! O Bahia empata na Fonte Nova.

 

NA TRAVE!!
A bola não entra! Cabeçada de Everaldo acerta o travessão de Weverton. Quase a virada do Bahia. Foi uma grande jogada do Caio Suassuna pelo lado direito.

 

FICHA TÉCNICA
Bahia 1x1 Grêmio
Campeonato Brasileiro - 16ª rodada
Local:
Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador.
Data: 17/05/2026 (domingo)
Horário: 16h
Árbitro principal: Fernando de Salles (PA)
Assistentes: Neuza Ines Back (SP) e Acacio Menezes (PA)
VAR: José Claudio Rocha Filho (SP)
Onde assistir: Premiere (Pay-per-view), GETV (YouTube) e TV Globo (Canal aberto)
Cartões amarelos: Enamorado, Pedro Gabriel, Gabriel Mec (Grêmio); Duda Varjão, Kanu, Erick e Nestor (Bahia)
Gols: Viery (Grêmio); Sanabria (Bahia)

 

Bahia: Léo Vieira; Gilberto, Kanu, David Duarte e Luciano Juba (Iago Borduchi); Acevedo, Erick e Everton Ribeiro (Nestor); Erick Pulga, Ademir (Sanabria) e Willian José (Everaldo). Técnico: Rogério Ceni.

 

Grêmio: Weverton; Marcos Rocha (Vitor Ramon), Wagner Leonardo e Luis Eduardo; Viery, Pedro Gabriel, Noriega (Vortea), Leo Pérez e Willian (Gabriel Mec); Enamorado (Amuzu) e Carlos Vinícius (Braithwaite). Técnico: Luís Castro.

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