VÍDEO: Deputado Roberto Carlos sofre acidente na BR-407 e sai ileso após veículo atingir duas vacas na estrada

 domingo, 16/08/2026 - 10h45

Por Redação


VÍDEO: Deputado Roberto Carlos sofre acidente na BR-407 e sai ileso após veículo atingir duas vacas na estrada
Foto: Reprodução

O deputado estadual Roberto Carlos (PV) sofreu um acidente de carro na noite deste sábado (15), por volta das 20h30, na BR-407, perto de Filadélfia, no norte da Bahia. Apesar da gravidade da batida, o parlamentar passa bem e não teve ferimentos graves.

 

Segundo o próprio deputado, o veículo em que ele viajava seguia para Salvador, acompanhado de dois motoristas, quando atingiu duas vacas que estavam na pista. Com o impacto, o carro perdeu o controle, saiu da rodovia e caiu em uma ribanceira de cerca de sete a oito metros de altura, ficando destruído. Um dos animais morreu no local, e os dois motoristas também escaparam sem ferimentos graves.

 

Em mensagem divulgada por WhatsApp, Roberto Carlos agradeceu pelo que classificou como um livramento e tranquilizou amigos e apoiadores preocupados com a notícia. As circunstâncias do acidente devem ser apuradas pelas autoridades.

 

Confira:



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Irã oferece recompensa de US$ 30 mil por morte ou captura de soldados dos EUA

 


Por Folhapress

Irã oferece recompensa de US$ 30 mil por morte ou captura de soldados dos EUA
Foto: Reprodução / AFP

O Irã anunciou neste domingo (16) uma recompensa equivalente a US$ 30 mil (cerca de R$ 156 mil) a quem matar ou capturar soldados americanos — e o dobro caso isso seja feito por uma mulher.

O comandante do Exército persa, Amir Hatami, afirmou que a decisão de colocar o plano em prática foi tomada após o "grande número de pedidos" para participar do apoio financeiro, segundo a agência estatal de notícias Irna.
 

Não há registro do envio de forças terrestres americanas ao Irã durante a guerra em andamento no Oriente Médio, com exceção de uma missão de resgate, em abril, de um piloto americano abatido.
 

Hatami não deu detalhes sobre onde ou quando se esperava que soldados americanos fossem mortos ou capturados.
 

Um funcionário militar iraniano afirmou neste domingo que o Qatar deveria permitir a entrada no país de uma equipe do regime para investigar o paradeiro de pilotos persas que, segundo Teerã, foram capturados por forças qataris, informou a mídia iraniana.
 

Doha nega manter sob custódia qualquer piloto iraniano. A monarquia do Golfo afirmou no sábado que suas equipes de busca e resgate encontraram os restos mortais de um piloto depois que aeronaves iranianas violaram o espaço aéreo qatari em março e não responderam às tentativas de contato.
 

O Qatar disse ainda ter entrado em contato com o Irã para coordenar a entrega dos restos mortais e convidado Teerã a analisar os detalhes de suas operações de busca e resgate, mas diz não ter recebido resposta.
 

Mohammad Baqerzadeh, comandante do Comitê de Busca por Pessoas Desaparecidas do Estado-Maior das Forças Armadas do Irã, disse que uma equipe de especialistas da Força Aérea iraniana e de apuração dos fatos aguardava havia meses autorização para entrar no Qatar, segundo a agência de notícias semioficial Tasnim.
 

Baqerzadeh acusou as autoridades do Qatar de adiar repetidamente a investigação e impedir o retorno dos pilotos ao Irã. Ele pediu ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha que acompanhe o caso com urgência.
 

Baqerzadeh também afirmou que o Kuwait, de forma semelhante, estava retendo informações sobre o paradeiro de quatro iranianos detidos no país.
 

Em maio, o Irã afirmou que os quatro eram ligados à Guarda Revolucionária e realizavam uma patrulha marítima antes de entrarem em águas territoriais do país árabe devido a uma falha de navegação. O Kuwait afirmou que os quatro eram suspeitos de planejar ações hostis contra o país.
 

A guerra entre o Irã e os EUA começou em 28 de fevereiro, depois que forças americanas e israelenses iniciaram bombardeios contra alvos em território iraniano.
 

Os combates foram seguidos por um cessar-fogo em abril, após quase 40 dias de confrontos. Em junho, chegou-se a um acordo preliminar para negociações de paz, algo que posteriormente fracassou.
 

Desde então, Teerã e Washington têm trocado ataques esporádicos, com os confrontos concentrados principalmente no sul do Irã e nos arredores do estreito de Hormuz — rota marítima por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo —, que está bloqueado pelos iranianos.

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Lula começa campanha em São Bernardo em tom emotivo e critica gestão da pandemia sob Bolsonaro

 


Por Juliana Arreguy e Marcos Hermanson | Folhapress

Lula começa campanha em São Bernardo em tom emotivo e critica gestão da pandemia sob Bolsonaro
Foto: Adriano Machado/Reuters

O presidente Lula lançou sua candidatura à reeleição em ato público na cidade de São Bernardo do Campo (SP) neste domingo (16) e discursou em tom emotivo, lembrando sua atuação no local no fim da ditadura militar.
 

O PT organizou o ato deste domingo no estádio da Vila Euclides, palco de assembleias dos metalúrgicos do ABC Paulista no fim da ditadura militar, nos anos 1970.
 

Lula, em discurso, lembrou detalhes da mobilização na época e se emocionou ao falar da mãe, Lindu, que morreu quando ele esteve preso, em 1980.
 

O presidente, em sua fala, criticou o ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal).
 

Lula citou que o delegado Romeu Tuma permitia que ele visitasse a mãe quando estava preso, durante a ditadura, mas Toffoli não permitiu que ele fosse ao enterro do irmão, Vavá, quando estava preso pela Operação Lava Jato, em janeiro de 2019.
 

"No tempo da ditadura militar, um delegado de polícia permitiu que eu saísse da cadeia pra ir no enterro da minha mãe. Agora, no regime democrático, um juiz, um ministro que eu indiquei não permitiu que eu saísse da cadeia pra vir no enterro do meu irmão Vavá", disse.
 

Durante o comício, o presidente fez uma rara menção ao câncer de pele que o atingiu no couro cabeludo e agora o obriga a usar chapéu. "Eu diz radioterapia na cabeça para cuidar de um câncer de pele, e não posso tomar sol na cabeça, mas vou desafiar a minha saúde e tirar o chapéu para vocês", disse, se dirigindo ao público presente.
 

Ele também citou os mortos na pandemia e criticou o governo Jair Bolsonaro (PL), atribuindo ao antecessor parte da responsabilidade pelas mortes.
 

Lula entrou no palco montado no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), por volta das 10h47. Ele caminhou e apertou a mão das pessoas aglomeradas nas bordas do palanque ao som de "Olê, olê, olá, Lula, Lula".
 

Apoiadores do presidente Lula começaram a chegar por volta das 8h no estádio 1º de Maio, na região da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, para o primeiro ato de campanha do petista em busca do quarto mandato à Presidência da República.
 

O ato é realizado logo no primeiro dia em que a Justiça Eleitoral permite que os candidatos possam pedir votos. A campanha esperava reunir entre 20 mil e 30 mil pessoas no estádio e organizou caravanas vindas de outros estados para evitar que o evento seja esvaziado.

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Morre o jurista e professor José Antônio Cézar Santos, um dos nomes de referência do Direito baiano

 


Por Redação

Morre o jurista e professor José Antônio Cézar Santos, um dos nomes de referência do Direito baiano
Foto: Reprodução

Morreu neste domingo (16) o jurista, professor e escritor José Antônio Cézar Santos, aos 86 anos. O falecimento foi confirmado em nota pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), onde ele havia atuado como consultor jurídico-chefe da Presidência. Cézar Santos era marido da desembargadora Lisbete Maria Teixeira Almeida Cézar Santos. Até a publicação desta matéria, não havia informações sobre o velório e o sepultamento.

 

Nascido em Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo, em 1940, Cézar Santos construiu uma das trajetórias mais respeitadas do Direito baiano. Formou-se pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1964, onde também cursou o doutorado em Direito Público, e depois se especializou em Direito Processual Civil.

 

A docência foi um dos pilares de sua vida. Professor de Direito Processual Civil na UFBA e na Universidade Católica do Salvador (UCSal), as duas faculdades de Direito mais tradicionais do estado, ele participou da formação de gerações de juristas baianos e foi paraninfo de turmas de bacharéis por várias vezes.

 

Na vida pública, atuou como consultor jurídico-chefe da Presidência do TJ-BA, na década de 1990, e, como procurador do Estado, foi auditor-geral, com status de secretário de governo, na gestão de João Durval. Integrou por quatro mandatos o conselho da seccional baiana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA) e foi membro do Instituto dos Advogados da Bahia (IAB).

 

Autor de mais de cem artigos e de diversas obras jurídicas, sobretudo na área processual, teve textos citados em acórdãos e em obras de referência do Direito brasileiro. Ao longo da carreira, recebeu reconhecimentos como a Ordem do Mérito da Bahia, no grau de comendador, e o título de Cidadão Soteropolitano, em 2018. Na Academia de Letras Jurídicas da Bahia (ALJBA), ocupava a Cadeira nº 21, que tem como patrono Odilon Santos, e presidiu a instituição entre 2004 e 2006. Mais recentemente, integrava a diretoria da academia como tesoureiro.

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Maioria dos brasileiros é contra morte assistida, mas opção por interromper tratamento divide país, mostra Datafolha

 domingo, 16/08/2026 - 07h40

Por Luana Lisboa | Folhapress


Maioria dos brasileiros é contra morte assistida, mas opção por interromper tratamento divide país, mostra Datafolha
Foto ilustrativa: Reprodução

A maioria dos brasileiros é contrária à morte assistida, procedimento médico que põe fim à vida a pedido de um paciente com doença incurável em muito sofrimento. Há dois tipos possíveis da intervenção: a eutanásia, quando o fármaco letal é aplicado por um profissional, e o suicídio assistido, quando a própria pessoa toma a medicação.
 

Quando a pergunta é sobre interromper tratamentos para doenças sem chances de cura, a população se divide, aponta pesquisa Datafolha, a primeira a sondar a opinião pública sobre o tema no país.
 

O levantamento ouviu 2.050 pessoas em 137 municípios de todas as regiões do Brasil, nos dias 3 e 4 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.
 

Em relação à eutanásia, 56% se disseram contra (45% totalmente contra e 11% parcialmente contra), e 39% se disseram a favor (22% totalmente a favor e 17% parcialmente a favor). Outros 2% não se posicionaram, e 3% não souberam responder.

Sobre o suicídio assistido, a rejeição é maior. Do total, 60% se disseram contra (50% totalmente contra e 10% parcialmente contra), e 35% se disseram a favor (22% totalmente a favor e 13% parcialmente a favor). Outros 2% não se posicionaram, e 3% não souberam responder.
 

Quando a pergunta trata da interrupção de tratamentos que apenas prolongam a vida artificialmente, sem chance de cura, a pedido do paciente ou da família, o resultado é um empate: 48% acham que os médicos deveriam poder interromper esses tratamentos, e 48% acham que não deveriam. Os demais 5% não souberam responder --a soma ultrapassa 100% por questão de arredondamento.
 

A pesquisa também testou uma formulação mais ampla, sem mencionar diretamente a atuação de um médico, perguntando se os entrevistados concordam ou discordam da afirmação de que cada pessoa deveria poder decidir sobre o fim da própria vida, incluindo o momento e a forma de morrer, mesmo que isso signifique antecipar a morte.

Do total, 51% discordaram (40% discorda totalmente e 11% discorda em parte), e 46% concordaram (28% concorda totalmente e 18% concorda em parte). Apenas 1% não se posicionou, e 2% não souberam responder. Considerada a margem de erro, a diferença entre os dois grupos é a mais estreita da pesquisa, desconsiderando o empate anterior.
 

Por fim, ao serem questionados, de forma geral, se consideram moralmente aceitável ou moralmente errado um médico ajudar um paciente terminal a encerrar a própria vida a pedido dele, 51% disseram considerar moralmente errado, e 42%, moralmente aceitável. A opção depende da situação foi escolhida por 4% dos entrevistados; outros 3% não souberam responder.

A amostra é formada por 48% de católicos e 27% de evangélicos. Outros 13% dizem não ter religião, 8% se declaram de outras religiões, 2% são espíritas ou kardecistas e 2% praticam a umbanda.
 

No julgamento moral sobre um médico ajudar um paciente terminal a morrer, considerar a conduta moralmente aceitável vai de 34% entre os evangélicos a 57% entre os que não têm religião --com católicos (41%) e praticantes de outras religiões (46%) numa posição intermediária. Esse mesmo padrão se repete nas demais perguntas.
 

A idade é o recorte que mais diferencia a opinião dos entrevistados. Na mesma questão, 63% dos entrevistados de 16 a 24 anos consideram a conduta moralmente aceitável, percentual que cai para 48% na faixa de 25 a 34 anos, 43% entre 35 e 44 anos, 38% entre 45 e 59 anos e 29% entre os que têm 60 anos ou mais. O mesmo padrão de queda, geração a geração, se repete nas outras demais perguntas.
 

O levantamento não tem parâmetro histórico de comparação, por ser o primeiro a sondar a opinião pública sobre o assunto no Brasil --não é possível, por exemplo, dizer se a percepção do tema mudou antes e depois de um caso conhecido, como a morte do escritor Antonio Cícero, que recorreu ao suicídio assistido aos 79 anos, na Suíça.
 

O Brasil, diferentemente de alguns vizinhos latino-americanos, não tem legislação ou projeto de lei em tramitação para legalizar a prática, o que a advogada especialista em direito médico Luciana Dadalto credita a um silêncio sobre o tema no país.
 

Apenas em 2025, foi fundada a Eu Decido, primeira associação brasileira em prol do direito à morte assistida, a qual Dadalto preside.
 

Na América Latina, três países já permitem alguma forma de morte assistida: Colômbia, Equador e Uruguai.
 

A Colômbia foi pioneira na região: a Corte Constitucional descriminalizou a eutanásia em 1997, ampliou o direito em 2021 para incluir pacientes sem doença terminal e, em 2022, descriminalizou também o suicídio assistido por médico, tornando-se o único país latino-americano a permitir as duas modalidades de morte assistida, embora ainda enfrente entraves burocráticos que dificultam o acesso na prática.
 

O Equador teve a eutanásia autorizada pela Corte Constitucional em fevereiro de 2024 e regulamentada pelo Ministério da Saúde dois meses depois, mas o Legislativo ainda não aprovou uma lei específica sobre o tema, e o projeto segue em debate na Assembleia Nacional.
 

O Uruguai foi o primeiro país da região a legalizar a eutanásia por lei aprovada no Parlamento, não por decisão judicial. A Lei 20.431 foi aprovada em outubro de 2025, mas só passou a valer na prática quando a regulamentação entrou em vigor, em abril de 2026. O país teve seu primeiro caso em maio deste ano, numa paciente com câncer terminal.
 

O Peru está em debate judicial sobre o tema, sem legislação aprovada, e Cuba abriu uma via legal condicionada em sua nova lei de saúde, mas ainda depende de regulamentação específica futura para que a prática seja de fato aplicada.
 

No Brasil, a eutanásia é considerada crime de homicídio (artigo 121), com pena de 6 a 20 anos. O parágrafo 1º do texto afirma que o agente que comete o crime impelido por motivo de relevante valor social ou moral --o que pode ser interpretado como visando a cessar o sofrimento de determinado paciente, cujo estado de saúde é irreversível-- poderá ter a pena reduzida de um sexto a um terço, o que significa pena mínima de 4 anos para o homicídio por misericórdia (ação de matar alguém por piedade).
 

Já quem induz, instiga ou presta auxílio a alguém que comete suicídio --o que inclui o suicídio assistido-- está sujeito ao artigo 122 do Código Penal, com pena de reclusão de dois a seis anos, caso o suicídio se consume.
 

No mundo, 16 países permitem a morte assistida, em parte ou na totalidade de seus territórios: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Colômbia, Espanha, Equador, Estados Unidos, Holanda, Itália, Luxemburgo, Nova Zelândia, Portugal, Suíça e Uruguai, alguns deles, no entanto, ainda sem regulamentação da prática. Outros três avançaram nesse sentido, em estágios distintos: Cuba, França e Peru.

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Islam Makhachev supera recorde de Anderson Silva no UFC

 


Por Redação

Islam Makhachev supera recorde de Anderson Silva no UFC
Fotos: Divulgação / UFC

O russo Islam Makhachev assumiu sozinho um dos principais recordes da história do UFC. Na madrugada deste domingo (16), o campeão dos meio-médios venceu Ian Machado Garry no evento principal do UFC 330, na Filadélfia, chegou à 17ª vitória consecutiva na organização e superou a marca de Anderson Silva.

 

O brasileiro havia acumulado 16 triunfos seguidos no UFC, sequência que permaneceu como recorde da companhia durante anos. Makhachev chegou ao evento empatado com o ex-campeão dos médios e precisava superar Garry para assumir de forma isolada o topo da lista. A própria organização destacou antes do combate que uma vitória faria o russo ultrapassar Anderson.

 

Makhachev derrotou o irlandês por decisão unânime, com cartões de 49-46, 49-46 e 48-47, e manteve o cinturão dos meio-médios.

 

Especialista na luta agarrada, o russo conseguiu levar Garry ao chão já no primeiro round. No segundo, Makhachev acertou um chute alto que abalou o desafiante e voltou a controlar o confronto no solo. Garry reagiu durante a terceira parcial, mas o campeão recuperou o domínio principalmente através do wrestling nos rounds finais.

 

Com o resultado, Makhachev chegou à marca de 17 vitórias seguidas no UFC, estabelecendo um novo recorde absoluto da organização. A sequência de Anderson Silva havia sido construída durante o período em que o brasileiro dominou a categoria dos médios.

 

O triunfo também representou a primeira defesa de cinturão de Makhachev nos meio-médios. Antes de subir de categoria, o russo havia sido campeão dos leves e construiu parte de sua sequência com vitórias sobre nomes como Charles Oliveira e Alexander Volkanovski.

 

No coevento principal do UFC 330, Mackenzie Dern manteve o cinturão do peso-palha feminino ao vencer Gillian Robertson por decisão dos juízes.

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Ceni aponta falhas defensivas e falta de concentração em empate contra Chapecoense: “Tínhamos a obrigação de vencer”

 


Por Carlos Matos

Ceni aponta falhas defensivas e falta de concentração em empate contra Chapecoense: “Tínhamos a obrigação de vencer”
Foto: Letícia Martins/EC Bahia

O Bahia deixou escapar o triunfo diante da Chapecoense neste domingo (16), pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na Arena Condá, o Tricolor chegou a abrir vantagem três vezes, mas sofreu o empate por 3 a 3. Após a partida, o técnico Rogério Ceni destacou a evolução da equipe com a bola, mas criticou os erros defensivos e a falta de concentração.

 

Segundo o treinador, o Bahia teve dificuldades principalmente nas bolas aéreas e concedeu oportunidades em lances que poderiam ter sido evitados.

 

“Eu acho que nós tivemos um bom jogo com a bola e realmente falhamos muito. As bolas alçadas na área hoje foram um pesadelo pra gente. Eu acho que faltou um pouco de concentração, cometemos muitos erros defensivos. Crescemos como jogo jogado, mas no geral não foi suficiente para vencer, era um jogo que nosso time tinha obrigação”, afirmou.

 

Ceni também avaliou que a Chapecoense encontrou espaços com facilidade para marcar. O segundo gol saiu após uma disputa dentro da área, enquanto o terceiro começou em uma cobrança de lateral.

 

“Não podemos ceder tantas oportunidades a um adversário que praticamente, dentro desse momento da competição, parece ter um caminho definido para o final. É difícil, a gente tem que criar o dobro que o adversário para fazer três gols. E a gente cede com facilidade”, resumiu.

 

Com o resultado, o Bahia desperdiçou a oportunidade de somar três pontos contra o lanterna do campeonato e voltou para casa com apenas um ponto na tabela. Mesmo ocupando a quinta colocação, a pressão sobre o Tricolor aumenta visto que foram apenas dois triunfos nos últimos quinze jogos disputados, considerando que venceu fora de casa pela última vez há quatro meses.

 

Questionado sobre a relação entre o time e a torcida, Ceni comentou sobre a presença de torcedores do Bahia no estádio e afirmou que os protestos estão relacionados à sequência de resultados. Para o treinador, a conexão entre equipe e arquibancada é diretamente influenciada pelas vitórias.

 

“Tinha bastante gente, 200, 300 torcedores. Não prestei atenção. Sei que os jogadores vão até a torcida e agradecem. Sempre é uma pressão muito grande entregar resultado na Fonte Nova, quando vem as vaias acontecem. E a gente entende o protesto do torcedor. Não acho que a falta de conexão está aí, a falta de conexão vem pela falta de resultado, isso causa, é natural. O resultado é a melhor coisa que existe para conectar torcedores com jogadores. O cara está exausto, cansado no campo. Não há desconexão, o cara também sente. Estar à frente do placar três vezes. A gente tenta se apegar a detalhes pequenos. Só é preciso vencer jogos. Não existe time com conexão sem não existir triunfos”, explicou.

 

Agora o Esquadrão de Aço volta suas atenções para o clássico Ba-Vi. No próximo domingo (23), o Bahia visita o Vitória, no Barradão, às 16h, em um duelo da 24ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

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Estádio Municipal de Serrinha receberá jogos da Copa do Brasil e da Copa do Nordeste

 sábado, 15/08/2026 - 08h40

Por Redação


Estádio Municipal de Serrinha receberá jogos da Copa do Brasil e da Copa do Nordeste
Foto: Divulgação

 


O Estádio Municipal Mariano Santana, conhecido popularmente como Marianão, localizado em Serrinha, na região do sisal baiano, passará a receber partidas de competições regionais e nacionais de futebol. A informação foi revelada pela secretária municipal de Esporte e Lazer do município, Jaqueline Souza, durante a estreia do novo programa do Grupo Massapê, na última quinta-feira (13).

De acordo com a secretária, o município deverá receber jogos da Copa do Brasil e da Copa do Nordeste, levando para Serrinha partidas de alcance nacional e ampliando a importância da cidade no cenário esportivo.

 

Para a secretária, a novidade representa também uma oportunidade de movimentar a economia local, além de aproximar os torcedores da região de grandes competições do futebol brasileiro.

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Tifanny reage à nova regra da CBV que bane a participação de mulheres trans: "Estão tirando tudo de mim"

 


Por Redação

Tifanny reage à nova regra da CBV que bane a participação de mulheres trans: "Estão tirando tudo de mim"
Foto: Carol Oliveira / Divulgação

Um dia depois de a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) adotar uma nova política que impede mulheres trans de disputar a categoria feminina nas principais competições nacionais, Tifanny Abreu se pronunciou pela primeira vez sobre a decisão. A oposta do Osasco criticou a medida, classificou a mudança como um "enorme retrocesso" e garantiu que pretende lutar para permanecer no esporte.

 

A manifestação aconteceu no último sábado (15), após a derrota do Osasco por 3 sets a 2 para o Pinheiros, na estreia pelo Campeonato Paulista. Tifanny, de 41 anos, está liberada para disputar o Estadual porque a competição começou antes da publicação da nova política da CBV e continuará seguindo as regras que estavam vigentes no início do torneio.

 

Após a partida, a jogadora destacou que está há dez anos atuando no voleibol feminino e afirmou que a decisão da confederação afeta não apenas sua carreira, mas também o clube, torcedores, patrocinadores e outras pessoas trans.

 

"O voleibol é minha vida, meu trabalho. A CBV está tirando de mim tudo o que eu tenho, que é o amor pelo voleibol e a profissão que venho exercendo todos esses anos. São 10 anos no voleibol feminino. Não comecei ontem. Isso não afeta somente a mim. Afeta meu clube, a torcida, patrocinadores, as pessoas que se inspiram em mim, o direito de todas as pessoas trans", declarou.

 

Tifanny também comparou os novos critérios de elegibilidade a antigos métodos utilizados para verificar o sexo de atletas e classificou a mudança como um retrocesso.

 

"É um enorme retrocesso na luta pelo reconhecimento e inclusão de todas as pessoas no esporte. Voltamos para uma forma vexatória, como se testavam as atletas nos anos 60 e 70. Estamos em 2026. Não podemos ter esse retrocesso jamais."

 

A oposta afirmou ainda que pretende buscar medidas para contestar a decisão.

 

"Não vou me calar. E vou tomar todas as medidas possíveis para que minha luta pelo direito, visibilidade, inclusão e prática do esporte não tenham sido em vão. Meus 10 anos não foram em vão e vou lutar por eles e por todos vocês. Obrigado e nos vemos novamente no próximo jogo", completou.

 

 

NOVA REGRA DA CBV
Publicada na última sexta-feira (14), a nova Política sobre a Elegibilidade de Atletas para as Competições da Categoria Feminina no Voleibol revogou a política anterior da CBV para atletas trans. A entidade afirma que a mudança segue as normas adotadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e o cenário regulatório internacional da modalidade.

 

O regulamento determina que a participação na categoria feminina fica limitada às atletas consideradas de sexo biológico feminino. A identidade de gênero, documentos civis, tratamento hormonal, supressão de testosterona ou realização de cirurgia deixam de ser suficientes para alterar a elegibilidade esportiva.

 

Para estabelecer essa condição, a CBV adotará a triagem do gene SRY. Atletas com resultado negativo serão consideradas elegíveis para o feminino. Já aquelas com resultado positivo não poderão ocupar vagas da categoria feminina, com exceção de casos específicos de CAIS ou outras condições XY-DSD raras previstas no regulamento.

 

A política menciona expressamente que atletas transgêneros XY com resultado SRY positivo não serão elegíveis para a categoria feminina, podendo competir na masculina caso cumpram os demais requisitos. Dessa forma, a nova regulamentação representa, na prática, o banimento de mulheres trans nessas condições das competições femininas abrangidas pela CBV.

 

A exigência passa a valer imediatamente para a Superliga A e B 2026/27, Supercopa do Brasil 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Adulto 2027 e CBVP Challenger 2027, além das edições seguintes.

 

A recusa em realizar o teste não configura infração disciplinar, mas, sem a comprovação exigida, a atleta não poderá competir na categoria feminina.

 

TIFANNY SEGUE APTA NO PAULISTA
A nova regra não retirou Tifanny do Campeonato Paulista de 2026. A Federação Paulista de Voleibol (FPV) decidiu manter as normas existentes quando o Estadual teve início, na sexta-feira (14), antes que a nova política produzisse efeitos sobre a competição.

 

Com isso, a oposta poderá continuar defendendo o Osasco durante o torneio. Para as próximas competições, entretanto, a federação informou que eventuais alterações serão avaliadas posteriormente.

 

O Osasco também se manifestou após a publicação da norma. O clube afirmou ter sido surpreendido pela decisão, disse que não participou da elaboração da política e acionou seu departamento jurídico para avaliar os próximos passos. A equipe reiterou apoio à jogadora.

 

Na estreia do Paulista, Tifanny recebeu apoio das arquibancadas do Ginásio José Liberatti. Torcedores gritaram seu nome e exibiram manifestações de apoio durante a partida contra o Pinheiros.

 

 

QUEM É TIFANNY?
Tifanny atua no voleibol feminino desde 2017 e fez história ao se tornar a primeira mulher trans a disputar a Superliga Feminina. A jogadora defende o Osasco desde 2021 e conquistou, entre outros títulos, a Superliga na temporada 2024/25.

 

A temporada 2026/27 tende a ser uma das últimas de sua carreira, já que ela indicou anteriormente a proximidade da aposentadoria.

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WALDEMIR VIDAL SANTOS DRT-BA 4.260 - ABCD-BA 544