Bahia anuncia BYD como nova patrocinadora dos times masculino e feminino; saiba detalhes

 


Por Bia Jesus

Bahia anuncia BYD como nova patrocinadora dos times masculino e feminino; saiba detalhes
Foto: Divulgação / EC Bahia

O Bahia anunciou, na tarde deste domingo (22), a BYD como nova patrocinadora oficial do clube. A montadora chinesa passa a estampar sua marca nos uniformes do time masculino e feminino do Esquadrão.

 

"A partir de agora essa energia também estampa o nosso manto em mais um capítulo da nossa história", publicou o clube nas redes sociais.

 

A marca da empresa será exibida nas omoplatas (região dos ombros) das camisas. O acordo tem duração de três anos e faz parte de uma parceria estratégica dentro da plataforma integrada do City Football Group no Brasil.

 


Foto: Reprodução / Redes Sociais.

 

Diretor de Marketing e Negócios do Esporte Clube Bahia SAF, Rafael Soares destacou o impacto do acordo para o posicionamento do clube.

 

“A parceria com a BYD representa um passo estratégico fundamental para o fortalecimento da nossa marca. Unir o Bahia a uma empresa que lidera a transformação da mobilidade sustentável no mundo amplia nossa presença internacional e reforça nosso compromisso em buscar conexões que transcendam as fronteiras do futebol. Este acordo nos integra a uma rede global de inovação e visibilidade, elevando o clube a um novo patamar de relacionamento com o mercado mundial”.

 

Por parte da empresa, o vice-presidente sênior da BYD no Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, Alexandre Baldy, ressaltou a identificação com o estado e com o clube.

 

“A BYD é uma empresa que constrói sua história no Brasil há mais de 12 anos, então entende muito sobre os brasileiros e suas paixões além dos automóveis, principalmente no futebol. Desde 2023 fincamos morada na Bahia e fomos tão bem acolhidos que queremos retribuir essa boa recepção. Patrocinar o Esporte Clube Bahia foi um movimento natural”.

 

Presente no Brasil desde 2015, a BYD ampliou sua atuação no país com a inauguração, em 2025, de sua primeira fábrica de automóveis fora da Ásia, localizada no complexo industrial de Camaçari, na Bahia.

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Chappell Roan se pronuncia após polêmica envolvendo enteada de Jorginho, do Flamengo: "Eu não odeio crianças"

 


Por Redação

Chappell Roan se pronuncia após polêmica envolvendo enteada de Jorginho, do Flamengo: "Eu não odeio crianças"
Foto: Reprodução / Globoplay

A cantora norte-americana Chappell Roan, dona de sucessos do pop como “Hot to go” e “The Subway”, utilizou suas redes sociais, neste domingo (22), para se pronunciar após polêmica envolvendo sua equipe e a filha de Jude Law - também enteada do jogador Jorginho, do Flamengo. 

 

A artista informou que não avistou durante seu café da manhã nenhuma mulher ou criança e que o segurança mencionado pelo atleta não faz parte de sua equipe pessoa.l

 

“Eu só vou contar a minha metade da história do que aconteceu hoje com uma mãe e uma criança que estavam envolvidas em uma situação com um segurança, que não faz parte da minha equipe de segurança”, começou a cantora, que se apresentou no último sábado (21), no Lollapalooza Brasil.

 

“Eu nem vi. Eu nem vi uma mulher e uma criança. Tipo, não. Nninguém veio até mim, ninguém me incomodou. Eu estava tomando meu café da manhã, em meu hotel. Eu acho que essas pessoas estava hospedadas no hotel também”, contou. 

 

Chappell reinterou que não pediu a nenhum segurança para ir até Catherine e a filha, enteada do jogador de futebol e filha do ator de Holywood Jude Law. “Elas não vieram até mim. Elas não estavam fazendo nada”, afirmou. 

 

A cantora considerou injusto a atitude do segurança e reiterou que não odeia “pessoas quem são fãs” da sua música ou crianças e pediu desculpas pela mãe e pela criança. “Vocês não mereciam isso”, concluiu. 

 

ENTENDA O CASO
O jogador Jorginho utilizou suas redes sociais, no último sábado (22), para criticar o tratamento de um segurança da cantora Chappell Roan para sua enteada, filha de sua esposa atual junto ao ator Jude Law. “Por coincidência, elas estão hospedadas no mesmo hotel que essa artista [Chappel Roan]. Durante o café da manhã, a artista passou perto da mesa delas. Minha filha, como qualquer criança, reconheceu e ficou empolgada e quis ter certeza que era ela”, explicou o atleta. 

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Sem Willian José e Dell, Bahia divulga relacionados para duelo frente ao Remo; confira

 


Por Bia Jesus

Sem Willian José e Dell, Bahia divulga relacionados para duelo frente ao Remo; confira
Foto: Rafael Rodrigues / EC Bahia

O técnico Rogério Ceni definiu a lista de relacionados do Bahia para o confronto contra o Remo, neste domingo (22), no estádio Mangueirão. Ao todo, 25 jogadores foram convocados para a partida válida pela Série A do Campeonato Brasileiro.

 

Em relação ao último compromisso, o treinador terá três desfalques. O volante Nico Acevedo está suspenso após receber o terceiro cartão amarelo e não poderá atuar.

 

No setor ofensivo, o Bahia também não contará com Willian José, que segue em recuperação de uma lesão muscular na parte posterior da coxa, e com o jovem Dell, que cumpre suspensão imposta pelo STJD após expulsão diante do Fluminense.

 

Por outro lado, Gilberto, Kanu e Everton Ribeiro seguem em fase de transição física e técnica e ainda não estão à disposição.

 

Confira os jogadores relacionados:

  • Goleiros: João Paulo, Victor e Ronaldo
  • Laterais: Iago Borduchi, Roman Gomez, Luciano Juba e Zé Guilherme
  • Zagueiros: Gabriel Xavier, Luiz Gustavo, David Duarte, Ramos Mingo e Marcos Victor
  • Meio-campistas: Erick, Rodrigo Nestor, David Martins, Jean Lucas, Michel Araujo, Caio Alexandre e Sidney
  • Atacantes: Everaldo, Sanabria, Caios Suassuna, Kike Olivera, Ademir e Erick Pulga
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Seleção de Ancelotti: tática, improvisação e o dilema físico para o Mundial

 


Por Tostão
O craque Tostão avalia as estratégias de Ancelotti e os desafios do Brasil rumo à Copa do Mundo

Ancelotti já disse que é um treinador sem filosofia, sem uma estratégia estabelecida e que age de acordo com a qualidade e a característica dos jogadores de sua equipe e do adversário. Baseado nos seus conhecimentos técnicos e táticos, ele já tem uma maneira de jogar, com poucas variações, que utilizou nas partidas da seleção.

Por não ter grandes craques no meio campo e por possuir muitos atacantes hábeis, talentosos e rápidos pelos lados e pelo centro, o técnico tem priorizado as transições rápidas da defesa para o ataque e as estocadas individuais, que têm funcionado bem. Já as outras fortes seleções preferem a associação de muitos meio-campistas para trocar passes, ter o domínio da bola, do jogo e esperar o momento certo de tentar o gol. O ideal é unir as duas estratégias em um mesmo jogo, de acordo com o momento.

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O equilíbrio entre defesa e ataque

seleção brasileira deve marcar com nove jogadores (quatro defensores, dois volantes, dois pontas que atacam e defendem e mais um meia centralizado que volta para marcar). Para atacar, serão geralmente quatro jogadores (dois pontas, um meia ofensivo centralizado e um atacante pelo centro), além do avanço ocasional de um dos volantes. Receio que o ataque e a defesa fiquem compartimentados, separados, com um vazio no setor, como, às vezes, tem ocorrido.

Será que Ancelotti, contra grandes seleções, irá mudar a estratégia e escalar um trio no meio campo (un volante centralizado e um meio-campista de cada lado, que atacam, constroem e defendem)? É pouco provável, pois faltam grandes talentos no setor. Próximo da Copa de 70, Zagallo trocou um ponta excepcional, rápido e driblador, Edu, por um terceiro jogador de meio campo. Funcionou muito bem porque Rivellino era um grande craque. Os craques têm preferência.

Laterais improvisadas e o risco de Paquetá

Ancelotti parece ter definido que melhor do que escalar laterais jovens de pouco talento é improvisar zagueiro na lateral direita ( Militão ou Danilo) e escalar o experiente Alex Sandro na esquerda. Sentiremos falta de laterais que apoiam, avançam, porém, assim fica melhor, ainda mais que a seleção possui excelentes pontas.

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Paquetá, que era tido como certo, corre riscos de não ir ao mundial. Na sua melhor posição, a de meia- atacante centralizado, o time já conta com Matheus Cunha, Raphinha e até com a possibilidade de ter Neymar. Na função mais recuada, a de reserva de Bruno Guimarães, Ancelotti prefere um jogador mais forte na marcação.

Momento de Neymar e a liberdade de Vinicius Jr.

Ancelotti disse novamente que Neymar só irá ao mundial se estiver muito bem fisicamente, pois só assim vai se destacar. Isso é claro. Mais que isso, penso que Neymar não acompanhou a evolução do futebol, já que passou a atuar em um espaço pequeno de campo, esperando a bola no pé para tentar uma grande jogada individual. Contra grandes seleções, terá poucas chances.

Ancelotti não quer Vinicius Junior aberto pela esquerda, pois assim teria de voltar para marcar. O técnico, com razão, quer vê-lo livre, se movimentando por todo o ataque, como atua hoje no Real Madrid.

A história do futebol e das Copas do Mundo é uma sucessão e uma associação de situações atuais e antigas, técnicas, táticas e afetivas, com momentos previstos e inesperados. Muitos fatos importantes ainda poderão ocorrer até o mundial. Nada está definido.

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Entre o dever e o prazer

 

nda como o futebol moderno conciliou tática 

Entenda como o futebol moderno conciliou tática e talento nesta análise da coluna do Tostão deste domingo

e talento nesta análise da coluna do Tostão deste domingo


Por Tostão

15/03/2026 - 8:53 h

O jogo de futebol, na média, especialmente entre as melhores equipes do mundo, vive um ótimo momento. Foi o que presenciamos novamente nesta semana pela Liga dos Campeões, com belas partidas e muitos gols.

O período, mais ou menos, entre 1954 e1974, durante uns vinte anos, foi de encantamento com um futebol muito bonito, criativo, ofensivo, com grandes times e supercraques, como o Santos de Pelé, o Botafogo de Garrincha e Didi, o Real Madrid de Puskas e Di Stefano, as seleções brasileiras de 1958, 1962 e 1970, a Holanda de 1974 de Cruyff e tantos outros times e craques que fascinaram o mundo.

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A partir dos anos 80 ou 90, com o desenvolvimento progressivo da ciência esportiva, criou-se um grande dilema, um confronto entre o jogo bonito, inventivo, imprevisível e o futebol mais programado, tático, disciplinado e mais defensivo com o recuo da marcação para fechar os espaços e contra-atacar. Um time esperava o outro e nada acontecia. Obviamente, grandes craques existem em todas as épocas.

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Nas últimas duas décadas, especialmente nos anos recentes, houve uma conciliação entre o dever, o jogo programado, tático com o prazer, talento individual, a inventividade e a improvisação. O jogo está mais eficiente, intenso, ofensivo, com mais gols, mais pressão para recuperar a bola, mais compactação, mais troca de passes desde o goleiro e tantos outros detalhes. É a união da arte e da técnica.

Como os times tentam trocar passes desde o goleiro e pressionam para recuperar a bola mais próxima do outro gol, ocorrem mais riscos de perder a bola na própria intermediaria e de deixar muitos espaços na defesa. O Barcelona está sempre próximo de golear, ser goleado ou de vencer ou perder em uma partida com muitos gols para os dois lados. Os jogos são emocionantes e deliciosos.

O Manchester City, contra o Real Madrid, começou melhor e perdeu por 3x0. O time inglês jogou no ataque em Madrid da mesma maneira que enfrenta os últimos colocados do campeonato inglês. O PSG goleou o Chelsea por 5x2 em um jogo equilibrado. Os meio-campistas europeus são importantíssimos, o que ainda não é habitual no futebol brasileiro. Vitinha, do PSG, e Valverde do Real Madrid, foram os grandes destaques. O São Paulo, dirigido por Crespo ou Roger Machado, segue esse modelo com um excelente trio de meio-campistas que alternam suas posições durante a partida.

No Brasileirão, Flamengo e Cruzeiro fizeram um jogo discreto, previsível. Gerson, pelo que já jogou, criou uma enorme expectativa. Tenho a impressão que Gerson e Gabigol atingiram um grande prestigio no Flamengo e não souberam lidar com suas carreiras. Perderam o senso crítico e o intenso brilho.

Como lembrou o excelente jornalista André Rizek do Sport TV, Gerson foi titular e atuou bem na primeira partida da seleção sob o comando de Ancelotti e depois nunca mais foi convocado. Não está nem na pré-lista para os dois amistosos contra França e Croácia. O próprio jogador, Tite, a psicologia e o clube precisam tentar ajuda-lo, dentro e fora de campo.

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Jequié Esporte Clube/DM viaja para enfrentar o Minas Brasília/DF - Falando de Esportes - 20/03/2026