De apostas, predições e eleições
Natalia Viana
natalia@apublica.org
Diretora Executiva da Agência Pública
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Lendo no Instagram postagem do blog BPBnoticias, analisando o desaparecimento do atual vice-governador nas inserções do candidato do PT à reeleição de governador, como se estivesse sendo evitado, comecei a pensar na importância do cargo de vice e no papel que pode ser desempenhado.
De acordo com o artigo 28 da nossa Carta Magna, a CF 88, a função constitucional mais importante é substituir o governador em suas ausências, ou assumir definitivamente o cargo se ocorrer vacância.
E me pergunto: qual perfil de vice-governador seria mais adequado para um estado como a Bahia, com dimensões continentais, com 417 municípios e enormes diferenças entre Salvador, Região Metropolitana e interior?
Que tipo de vice-governadoria a Bahia precisa? uma vice predominantemente institucional ou uma vice-governadoria com forte função de articulação territorial e municipalista?
Creio que é chegada a hora de discutir uma concepção mais moderna e efetiva para a vice-governadoria.
Eu penso que o vice-governador pode ser muito mais do que um substituto eventual. Pode, e deve, transformar-se em um elo permanente entre o governo do Estado, os municípios e a população.
Estou falando de uma vice-governadoria municipalista.
De um governo mais próximo dos municípios.
O vice-governador poderia ter como uma de suas principais responsabilidades políticas acompanhar sistematicamente as demandas dos 417 municípios.
Uma vice-governadoria com função de articulação territorial poderia criar um painel de acompanhamento dos municípios, com informações públicas sobre obras, convênios, programas, investimentos, metas e prazos.
Uma proposta como essa não precisa necessariamente criar uma grande máquina administrativa.
A Bahia já possui estruturas de planejamento territorial, consórcios públicos e mecanismos de participação social.
O que poderia ser feito seria integrar melhor essas estruturas sob a coordenação política de uma vice-governadoria, preservando as competências legais de cada secretaria.
O que a Bahia precisa mesmo é de uma vice-governadoria municipalista, pilotada por alguém que viveu e conhece as dores dos municípios.
Em artigo publicado logo depois das eleições de 2024, com o título ‘Zé Cocá e Hassan, líderes políticos consagrados na Bahia’, eu afirmei que a articulação e os resultados obtidos naquela eleição credenciavam Zé Cocá para ser o diferencial, o fiel da balança em 2026.
Não tenho bola de cristal, mas a previsão pode mesmo se tornar realidade.
Nesta eleição, a chapa encabeçada por ACM Neto conta com um valioso ativo político.
Tem como candidato a vice-governador o ex-prefeito de Lafaiete Coutinho e de Jequié, ex-deputado estadual e ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), o municipalista Zé Cocá.
Um gestor público com vasta experiência e liderança respeitada, que demonstra com suas ações que fazer política é cuidar das pessoas.
Durante as agendas da campanha eleitoral, ACM Neto tem destacado o protagonismo de Zé Cocá, afirmando que ele terá uma função executiva de grande relevância e não será um "vice decorativo".
Neto ressalta o profundo conhecimento de Zé Cocá sobre os municípios baianos e as demandas do interior, considerando-o peça-chave para descentralizar a gestão e priorizar os pequenos produtores e a saúde regional.
Jequié, que já deu à Bahia dois governadores, pode dar agora um excelente vice-governador!
A conferir, como diria meu amigo jornalista Victor Pinto.
Por Josalto Alves (*)
Lendo no Instagram postagem do blog BPBnoticias, analisando o desaparecimento do atual vice-governador nas inserções do candidato do PT à reeleição de governador, como se estivesse sendo evitado, comecei a pensar na importância do cargo de vice e no papel que pode ser desempenhado.
De acordo com o artigo 28 da nossa Carta Magna, a CF 88, a função constitucional mais importante é substituir o governador em suas ausências, ou assumir definitivamente o cargo se ocorrer vacância.
E me pergunto: qual perfil de vice-governador seria mais adequado para um estado como a Bahia, com dimensões continentais, com 417 municípios e enormes diferenças entre Salvador, Região Metropolitana e interior?
Que tipo de vice-governadoria a Bahia precisa? uma vice predominantemente institucional ou uma vice-governadoria com forte função de articulação territorial e municipalista?
Creio que é chegada a hora de discutir uma concepção mais moderna e efetiva para a vice-governadoria.
Eu penso que o vice-governador pode ser muito mais do que um substituto eventual. Pode, e deve, transformar-se em um elo permanente entre o governo do Estado, os municípios e a população.
Estou falando de uma vice-governadoria municipalista.
De um governo mais próximo dos municípios.
O vice-governador poderia ter como uma de suas principais responsabilidades políticas acompanhar sistematicamente as demandas dos 417 municípios.
Uma vice-governadoria com função de articulação territorial poderia criar um painel de acompanhamento dos municípios, com informações públicas sobre obras, convênios, programas, investimentos, metas e prazos.
Uma proposta como essa não precisa necessariamente criar uma grande máquina administrativa.
A Bahia já possui estruturas de planejamento territorial, consórcios públicos e mecanismos de participação social.
O que poderia ser feito seria integrar melhor essas estruturas sob a coordenação política de uma vice-governadoria, preservando as competências legais de cada secretaria.
O que a Bahia precisa mesmo é de uma vice-governadoria municipalista, pilotada por alguém que viveu e conhece as dores dos municípios.
Em artigo publicado logo depois das eleições de 2024, com o título ‘Zé Cocá e Hassan, líderes políticos consagrados na Bahia’, eu afirmei que a articulação e os resultados obtidos naquela eleição credenciavam Zé Cocá para ser o diferencial, o fiel da balança em 2026.
Não tenho bola de cristal, mas a previsão pode mesmo se tornar realidade.
Nesta eleição, a chapa encabeçada por ACM Neto conta com um valioso ativo político.
Tem como candidato a vice-governador o ex-prefeito de Lafaiete Coutinho e de Jequié, ex-deputado estadual e ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), o municipalista Zé Cocá.
Um gestor público com vasta experiência e liderança respeitada, que demonstra com suas ações que fazer política é cuidar das pessoas.
Durante as agendas da campanha eleitoral, ACM Neto tem destacado o protagonismo de Zé Cocá, afirmando que ele terá uma função executiva de grande relevância e não será um "vice decorativo".
Neto ressalta o profundo conhecimento de Zé Cocá sobre os municípios baianos e as demandas do interior, considerando-o peça-chave para descentralizar a gestão e priorizar os pequenos produtores e a saúde regional.
Jequié, que já deu à Bahia dois governadores, pode dar agora um excelente vice-governador!
A conferir, como diria meu amigo jornalista Victor Pinto.
(*) Josalto Alves é jornalista (UFBA) e advogado (Unyahana) josaltoalvesadv@gmail.com
Natalia Viana
natalia@apublica.org
Diretora Executiva da Agência Pública
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Fonte: Izabelly Mendes
Ter filhos é um sonho para muitas pessoas, mas também pode ser uma fonte de pressão intensa dentro de um relacionamento. Quando o desejo, o tempo e as expectativas sobre a maternidade ou paternidade não são alinhados, o que deveria ser uma etapa de amor e construção pode se tornar um fardo pesado para o casal. Nesta matéria, vamos explorar como essa pressão social e emocional impacta a vida a dois, e o que pode ser feito para manter o equilíbrio e o respeito mútuo.
Desde muito cedo, a sociedade reforça a ideia de que formar uma família tradicional, com filhos, é um dos objetivos principais na vida adulta. Família, para muitos, é sinônimo de casal com filhos, e quem não segue esse roteiro muitas vezes sofre cobranças veladas ou explícitas. Família é celebrada, mas o que poucos dizem é que esse “modelo” pode não ser o ideal ou desejado por todos.
O ambiente familiar, amigos, colegas de trabalho e até a mídia alimenta essa expectativa. Perguntas como “E os filhos, quando vão chegar?”, “Não estão ficando velhos para isso?”, “Afinal, quando vai engravidar?” são comuns e podem aumentar o estresse do casal. Para quem ainda não está pronto, para quem tem dúvidas, ou mesmo para quem opta por não ter filhos, a pressão pode gerar sofrimento, insegurança e conflitos.
Nem sempre os dois parceiros estão no mesmo ritmo ou têm o mesmo desejo em relação à parentalidade. Um dos maiores desafios surge justamente quando um quer ter filhos e o outro não. Essa diferença pode gerar tensão, ressentimento e até crises na relação, especialmente se um dos dois cede à pressão externa sem estar verdadeiramente preparado.
A maternidade e paternidade não são apenas escolhas biológicas, mas decisões que impactam profundamente a vida pessoal, profissional e emocional de cada indivíduo. Exigir que um parceiro tome essa decisão sem uma reflexão sincera pode levar ao arrependimento, desmotivação e distanciamento.
Quando o assunto filhos vira um fardo, o casal pode começar a viver com cobranças, ansiedade e frustrações. O diálogo pode se tornar difícil, porque as emoções estão à flor da pele e o medo do julgamento aumenta. A intimidade pode diminuir, e o que deveria ser uma decisão compartilhada acaba minando a cumplicidade.
Além disso, a pressão para ter filhos pode esconder outros problemas no relacionamento, como dificuldades de comunicação, falta de projetos em comum, ou até medos pessoais que não foram conversados. Se a maternidade/paternidade vira um objetivo imposto, o casal pode perder de vista o próprio relacionamento.
É fundamental que cada um dentro do casal tenha o direito de refletir sobre seu desejo de ter ou não filhos. Respeitar a individualidade e o tempo do outro é uma forma de fortalecer a relação. A maternidade e a paternidade envolvem muitas renúncias, responsabilidades e mudanças, e o apoio mútuo é indispensável para que esse momento seja realmente feliz.
O ideal é que o casal busque um diálogo aberto, sem pressões externas, para entender como cada um se sente em relação a esse tema. A empatia e o respeito às diferenças são pilares para que a decisão, seja ela qual for, seja tomada em conjunto.
Buscar ajuda profissional: Terapia de casal ou acompanhamento psicológico individual podem ajudar a lidar com emoções, medos e frustrações.
Estabelecer limites claros: É importante que o casal aprenda a lidar com a opinião alheia sem deixar que isso afete sua relação.
Dialogar com honestidade: Colocar os sentimentos na mesa e falar sobre expectativas e receios ajuda a evitar mal-entendidos.
Reconhecer o tempo de cada um: A decisão sobre ter filhos não deve ser apressada, e o respeito ao momento do outro é fundamental.
Avaliar outras possibilidades: Se o desejo por filhos existe, mas há dificuldades, explorar outras formas de parentalidade (adoção, fertilização assistida) pode ser uma alternativa. sugar daddy
A maternidade e paternidade são escolhas profundas e que devem partir do desejo sincero de ambos os parceiros. Quando essa decisão é empurrada pela pressão externa, pode se transformar em um peso que compromete o amor e o respeito na relação. O mais importante é que o casal mantenha o diálogo aberto, respeite as individualidades e encontre um caminho que faça sentido para ambos, seja ele com ou sem filhos.
O verdadeiro sucesso de uma relação está na união e no respeito, não na obrigação de seguir um roteiro social. Afinal, cada casal tem sua história e sua forma de construir felicidade.

O candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) confirmou que participará do debate na Globo, que acontece na próxima quinta-feira (1°). A declaração foi dada após uma carreata neste domingo (27), em Goiânia.
Flávio afirmou que pretende ir ao debate para "desmascarar" o atual presidente e também candidato, Lula (PT).
"Eu não tenho adversário aqui em Goiás. Meu único adversário nessa campanha é o Lula. É com ele que eu quero debater na Globo. Eu vou pra esse debate só pra desmascarar esse mentiroso, esse assassino da esperança do Brasil", declarou.
Flávio citou pontos que pretende questionar o atual presidente, como a crise no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele também mencionou o plano de dar anistia aos envolvidos nos atos golpistas do 8 de janeiro.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumprirá agenda de campanha na capital baiana nesta terça-feira (29). O ato foi confirmado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) em publicação nas redes sociais, acompanhada de um vídeo do próprio presidente reafirmando a atividade no percurso entre o bairro de Ondina e o Farol da Barra.
A atividade está programada para começar às 15h13 e reunirá as principais lideranças da chapa aliada no estado. Além do governador Jerônimo Rodrigues, o evento contará com a presença dos candidatos ao senado Rui Costa (PT) e Jaques Wagner(PT).
A agenda reforça a prioridade do eleitorado baiano no planejamento do Partido dos Trabalhadores. Com o ato desta terça-feira, Lula atinge a marca de 8 visitas à Bahia ao longo da campanha de 2026, consolidando o estado como um dos pontos centrais de sua mobilização na Região Nordeste.
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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou as datas das semifinais da Copa do Brasil neste domingo (27). O Grêmio enfrenta o Atlético-MG e o Palmeiras joga contra o Vasco. Os confrontos acontecem em novembro.
No dia 1º, às 16h (horário de Brasília), o time paulista e o clube carioca entram em campo no Nubank Parque, em São Paulo. TV Globo, Sportv, Amazon, Premiere e GE exibem o duelo.
Na mesma data, às 18h, o tricolor gaúcho enfrenta a equipe mineira na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. A transmissão fica por conta da Sportv, da Amazon e do Premiere.
Os jogos de volta estão marcados para o fim de semana seguinte. No sábado (7), Atlético-MG e Grêmio jogam na Arena MRV, em Belo Horizonte. SporTV, Amazon e Premiere mostram o confronto.
Já no domingo (8), Palmeiras e Vasco se encontram no estádio São Januário, no Rio. O público poderá acompanhar a partida na TV Globo, no SporTV, na Amazon, no Premiere e no GE.
A final será no domingo, 6 de dezembro, em horário e estádios ainda não divulgados.
Para chegar às semis, o Grêmio eliminou Confiança, Mirassol e Internacional; o Atlético-MG passou por Ceará, Juventude e Cruzeiro; o Palmeiras deixou para trás Jacuipense, Fortaleza e Santos; e o Vasco superou Paysandu, Fluminense e Vitória.
Entre os semifinalistas, o tricolor gaúcho é o maior vencedor da Copa do Brasil, somando cinco títulos (1989, 1994, 1997, 2001 e 2016). O alviverde paulista aparece na sequência, com quatro troféus (1998, 2012, 2015 e 2020), enquanto o Galo tem dois (2014 e 2021). O clube carioca, por sua vez, levantou a taça uma vez (2011).
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© 2009 ·Blog do Waldemir Vidal by TNB