segunda-feira, 10 de junho de 2024

Presidente do Corinthians questiona idoneidade de patrocínio do clube: "Existe isso?"

 


Por Redação

Presidente do Corinthians questiona idoneidade de patrocínio do clube: "Existe isso?"
Foto: Reprodução / Corinthians TV

Em entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira (10), com o objetivo de se defender da contratação da Workserv Serviços Terceirizados, o presidente Augusto Melo, do Corinthians, rebateu uma pergunta de um repórter, cobrando a investigação sobre o contrato com a Ezze Seguros. O patrocínio com a empresa foi fechado na gestão de Duílio Monteiro, ex-presidente do Timão, e atualmente fica na região traseira do uniforme. 

 

"Pode deixar com ele (repórter). Eu quero fazer uma pergunta pra ele também, porque ultimamente ele se tornou um jornalista investigativo, coisa que não foi na gestão passada. Procura saber a empresa que trouxe o nosso patrocinador de costas se ela tem o CNAE", disparou Augusto.


"Não procurei saber porque está tudo certo, presidente. A comissão de justiça do conselho deliberativo emitiu um relatório, dizendo que não há nenhuma irregularidade. Fiz exatamente o que o senhor falou, fui consultar, apurei e a comissão disse que não há nenhuma irregularidade", rebateu o repórter.

 

Apurado primeiramente pelo veículo Gazeta Esportiva, a Workserv não tem o CNAE (Certificação Nacional de Atividades Econômicas), citado pelo presidente, além de também não ter autorização da Polícia Federal para prestar os serviços adequados, o que pode acabar culminando na interdição da Neo Química Arena e outras dependências do Corinthians em um eventual processo de fiscalização. 

 

"Existe isso doutor Pantaleão? Aquela empresa que foi...Nós estamos verificando. Eu acho que é justo, você que jogou essas notas e teria que saber de onde são essas notas, qual o departamento , como foi o aumento agora a pouco como eu havia explicado em outra pergunta. Acho que você deveria entender primeiro", finalizou o mandatário do Timão. 

 

Ainda segundo a apuração do Gazeta, o Alvinegro Paulista deve cinco meses de serviços à Vessat Segurança LTDA, empresa outrora responsável por fazer a segurança do clube, que atualmente cobra R$ 2,6 milhões - sem juros - pelo atraso. O proprietário da Vessat afirmou que entrará na justiça ainda neste mês de junho em caso de não resolução do caso. 


A Ezze Seguros pretende emitir um comunicado oficial em breve, respondendo o questionamento feito por Augusto Melo, sobre uma suposta irregularidade na empresa que realizou o patrocínio.

https://www.bahianoticias.com.br/esportes

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