Senador Otto Alencar garante “fidelidade” a Lula após anúncio de chapa Caiado-Kassab
O senador Otto Alencar, presidente estadual do PSD na Bahia, garantiu na quarta-feira (1º) seu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026, no mesmo dia que o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, anunciado como vice na Ronaldo Caiado (PSD).
A declaração foi feita durante a inauguração do Hospital Estadual do Litoral Norte, em Alagoinhas, onde Lula esteve ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e do pré-candidato ao Senado Rui Costa (PT).
“Com o presidente do meu partido, se ele for o vice, vou com Luiz Inácio Lula da Silva. Minha fidelidade ao senhor não vai parar em momento nenhum”, afirmou Otto diretamente ao presidente.
Otto também defendeu o nome de Jaques Wagner para o Senado e disse que, se fosse pré-candidato na mesma disputa, renunciaria ao próprio voto para votar no senador. A declaração do pessedista ocorre poucas semanas após a 9ª fase da Operação Compilance Zero que teve Wagner como um dos alvos.
A independência do Brasil dependeu significativamente da bravura ,consciência política e da atitude das mulheres baianas
Nesta edição, o urbanista arquiteto Elson Andrade, nos traz uma visão crítica sobre a esquecida participação das mulheres na independência da Bahia e do Brasil.
Reprodução: Instagram governo da Bahia
A Independência do Brasil, tantas vezes abreviada de forma estatal e um tanto falaciosa, dos livros de história, no quadro-marketing inventado, com o gesto burguês simbólico de D. Pedro I, às margens do riacho do Ipiranga em 7 de setembro de 1822, na então insignificante capital paulista, foi na verdade um processo longo e sangrento, não lá, mas aqui na Bahia. A Bahia, com sua posição estratégica e sua importância econômica, da época, foi quem respondeu com o verdadeiro palco da luta. Entre fevereiro de 1822 e julho de 1823, Salvador e o Recôncavo foram cenários de batalhas intensas contra as tropas portuguesas, culminando na vitória definitiva em 1823. Para os bravos baianos daquela época, que já haviam expulsados os holandeses em 1625, a data de 2 de julho de 1823, simboliza a verdadeira independência do Brasil, pois foi ali que se expulsaram os últimos soldados lusitanos e se consolidou a soberania nacional. A primeira batalha dotada de um Projeto de Nação até então sufocado por exploradores “estrangeiros”.
A resistência baiana foi marcada por episódios de bravura coletiva: o povo saiu às ruas armados de “paus e pedras” para defender um projeto de nação! A Batalha de Pirajá, em novembro de 1822, reuniu milhares de combatentes e deixou centenas de mortos, demonstrando que a emancipação não foi um ato simbólico, mas uma conquista “armada”. Salvador, como principal porto do Atlântico, era vital para o comércio de açúcar e tabaco, e sua defesa tornou-se questão de sobrevivência para o Brasil nascente. Portugal sabia que perder a Bahia significava perder o controle sobre o país, e por isso a luta foi tão prolongada e feroz. E, para pôr para correr exógenos exploradores político-administrativos, sanguessugas, nunca foi empreitada fácil, em qualquer tempo e lugar do mundo.
Lembrando que por volta de 1800, Salvador era uma das maiores cidades do Brasil, com cerca de 70 mil habitantes; o Rio de Janeiro, capital do Reino e depois do Império, já ultrapassava 120 mil (dado a vinda da família real da coroa portuguesa, desde 1808, liderada pelo Príncipe Regente Dom João, que chegou ao Brasil fugindo da iminente invasão das tropas de Napoleão Bonaparte a Portugal, e, a comitiva desembarcou primeiro em Salvador); São Paulo era ainda um pequeno burgo isolado sem representatividade econômica, com cerca de 15 mil moradores, 780 metros acima do nível do mar, já entrando no continente; enquanto que Ilhéus, no sul da Bahia, tinha população estimada em torno de 8 mil pessoas, já tendo sido a terceira “cidade” mais povoada do Brasil Colonial. Esses números refletem a desigual distribuição demográfica e a centralidade política e econômica de Salvador e do Rio de Janeiro no período. Portanto, atribuir o ato principal da independência do Brasil a um grito de independências às margens de um pequeno córrego da capital paulista… levanta suspeitas sobre as história estatais-oficiais do Brasil, contadas pelos vencedores estatais, a posteriori.
Nesse contexto, as mulheres baianas desempenharam papel decisivo, ainda que por muito tempo invisibilizadas pela historiografia oficial-estatal. Maria Quitéria de Jesus, disfarçada de homem, integrou o Batalhão dos Periquitos e lutou em diversas frentes, sendo condecorada por D. Pedro I. Sua coragem rompeu barreiras sociais e militares, tornando-a a primeira mulher a integrar oficialmente o Exército Brasileiro. Maria Felipa de Oliveira, líder na Ilha de Itaparica, comandou grupos de mulheres negras e indígenas em emboscadas contra embarcações portuguesas, queimando navios e utilizando folhas de cansanção como “arma” improvisada. Sua atuação foi fundamental para impedir o avanço lusitano e revela como a resistência popular se deu também pela criatividade e pela força feminina. Joana Angélica, mártir assassinada ao tentar impedir a invasão do Convento da Lapa, tornou-se símbolo da resistência civil e religiosa, mostrando que a luta pela independência atravessou diferentes espaços da sociedade. Essas mulheres não apenas participaram: elas lideraram, inspiraram e transformaram a guerra em um movimento de emancipação social, ainda que parcial.
Reprodução: Facebook curiosidades do brasil
Além da dimensão militar e social, a Bahia desempenhou papel administrativo crucial. A capitania da Bahia de Todos os Santos incorporou as capitanias de São Jorge dos Ilhéus e Porto Seguro, ampliando seu domínio político e administrativo. Essa integração reforçou Salvador como núcleo de decisões e consolidou a unidade territorial em um momento de instabilidade, garantindo maior coesão ao nascente Império. Essa centralização administrativa foi essencial para dar sustentação política ao processo de independência, fortalecendo a posição da Bahia como centro de poder regional.
A historiografia tradicional, ao privilegiar o 7 de setembro, minimiza o peso do 2 de julho e invisibiliza o protagonismo popular e feminino. Contudo, a memória baiana resiste: todos os anos, cortejos insistem na reconstrução de um sonho adormecido, vistos nas celebrações ao reafirmar a que independência foi conquistada com sangue, coragem e mobilização coletiva. Reconhecer o papel da Bahia, e em especial das mulheres, é reconhecer que o grito do Ipiranga foi apenas o anúncio; a vitória real foi conquistada verdadeiramente em solo baiano, com a participação decisiva de homens, e em especial a participação ativa das mulheres, com destaque às mulheres negras, as que já tinha uma movimentação de consciência, e transformaram oportunamente e coincidentemente, a luta, em liberdade, não apenas das mulheres negras, mas sim, da Bahia e do Brasil. O Brasil deve, portanto, valorizar e reconhecer o 2 de julho como marco nacional, pois foi na Bahia que a independência deixou de ser promessa e se tornou realidade.
A Bahia foi o verdadeiro palco da Independência do Brasil: a Batalha de Pirajá em 1822 consolidou a derrota das tropas armadas-oficiais, portuguesas, mulheres como Maria Quitéria e Maria Felipa se destacaram com bravura, e até hoje o 2 de Julho é celebrado tibiamente em Salvador como a data da libertação definitiva.Pois, não há como negar quea Batalha de Pirajá foi o confronto decisivo.
Em 8 de novembro de 1822, ocorreu a Batalha de Pirajá, considerada o maior embate da Guerra da Independência na Bahia. O general francês Pierre Labatut comandava as forças brasileiras contra o português Inácio Madeira de Melo. Foram cerca de 10 mil combatentes, em uma luta que durou “eternas” dez horas. Um episódio curioso foi o toque equivocado do corneteiro Luís Lopes, que ordenou “cavalaria, avançar e degolar” – mesmo sem haver cavalaria brasileira. O erro provocou pânico nos portugueses, que recuaram, garantindo a vitória brasileira. As baixas variaram entre 200 e 600 mortos, dependendo da fonte, mas o resultado foi claro: a Bahia se tornava o epicentro da independência .
Maria Quitéria: a primeira mulher-soldado
Nascida em Feira de Santana, em 1792, Maria Quitéria fugiu de casa, disfarçou-se de homem e alistou-se como “Soldado Medeiros” no Batalhão dos Periquitos. Lutou em Pirajá, Ilha da Maré e Piatã, destacando-se pela coragem e habilidade. Foi promovida a cadete por Labatut e condecorada por D. Pedro I com a Ordem Imperial do Cruzeiro, além de receber soldo vitalício. Hoje é reconhecida como patronesse do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro e integra o Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.
Maria Felipa: a heroína popular negra
Na Ilha de Itaparica, a pescadora e marisqueira Maria Felipa liderou cerca de 200 pessoas – mulheres negras, indígenas tupinambás e tapuias – em emboscadas contra os portugueses. Queimou embarcações inimigas e usou galhos de cansanção como arma improvisada, causando dor e pânico nos soldados. Sua atuação foi decisiva para impedir o controle lusitano da ilha e garantir apoio logístico aos baianos. Apesar de silenciada por muito tempo, hoje é reconhecida como Heroína da Pátria e símbolo da resistência popular feminina.
A Bahia não apenas lutou, mas consolidou a independência do Brasil. A bravura das mulheres baianas, a vitória em Pirajá e a incorporação administrativa das capitanias vizinhas reforçaram sua centralidade política. O 2 de Julho é mais que uma festa regional: é o marco da verdadeira libertação nacional, lembrando que a independência foi conquista popular, feminina e baiana.
A centralidade da Bahia no processo de independência não se limitou às batalhas sangrentas que expulsaram os portugueses. Houve também um aumento da fome de poder na dimensão político-administrativa, que resultou na sua posição como núcleo de poder macrorregional e, posteriormente, como peça-chave na estrutura do Império. A antiga capitania da Bahia de Todos os Santos foi elevada à condição de província em 1821 e, nesse movimento, e sem freio que o detivesse, incorporou as capitanias de São Jorge dos Ilhéus e Porto Seguro. Essa fusão não foi apenas territorial: representou uma concentração de autoridade política e econômica em Salvador, ampliando sua capacidade de decisão e de articulação com o governo central regional. Com o prejuízo de calar a voz do sul baiano.
Essa integração teve impacto direto na consolidação do Estado, ao absorver oportunamente, sem nenhum processo de debate e/ou resistência, Ilhéus e Porto Seguro, e assim, a capital baiana fortaleceu sua posição como centro administrativo e reduziu a fragmentação política que caracterizava o período colonial. A centralização permitiu maior controle sobre o litoral sul, região estratégica para o comércio, agricultura cacaueira e para a defesa marítima. Além disso, reforçou a unidade territorial em um momento em que o Brasil ainda buscava se afirmar como nação independente, evitando que áreas periféricas permanecessem vulneráveis a influências externas ou a disputas internas.
No contexto da independência, essa reorganização administrativa foi tão importante quanto as vitórias militares. Enquanto o povo baiano lutava nas ruas e nos campos de batalha, a estrutura política se consolidava em torno de Salvador, garantindo que a província tivesse voz ativa na formação do Império. Essa centralidade administrativa também ajudou a projetar a Bahia como protagonista nacional, não apenas pela resistência armada, mas pela capacidade de integrar e governar territórios vizinhos.
Assim, a Bahia desempenhou um duplo papel: foi o coração da luta popular e feminina pela liberdade, e também o corpo político que deu coesão ao nascente Estado brasileiro. Reconhecer essa dimensão é compreender que a independência não foi apenas uma guerra, mas também um processo de construção institucional, no qual a Bahia se destacou oportunamente como uma força política e de liderança regional.
A integração administrativa da Bahia com as capitanias de São Jorge dos Ilhéus e Porto Seguro teve efeitos profundos no domínio do desenvolvimento econômico da região e na consolidação de Salvador como capital estratégica do Império. Ao absorver esses territórios em 1821, a então província da Bahia de Todos os Santos ampliou sua área de influência e fortaleceu sua capacidade de gestão, reduzindo a fragmentação herdada do período colonial. Essa centralização permitiu maior controle sobre o litoral sul, região rica em recursos naturais e estratégica para o comércio marítimo, especialmente de produtos como cacau, madeira e tabaco.
Do ponto de vista econômico, a incorporação trouxe benefícios claros à classe política de Salvador. Ilhéus e Porto Seguro, antes administrados de forma autônoma e com pouca integração às rotas comerciais mais dinâmicas, foram sufocadas de suas vocações e pautas peculiares, e passaram a ser diretamente vinculados e subordinados a Salvador. Isso significou maior acesso às redes de exportação e importação, além de investimentos em infraestrutura portuária e estradas que conectam o interior ao litoral. Porém, acabou por criar uma cultura de subordinação sul baiana, até hoje vigente. A centralização também favoreceu a arrecadação fiscal, já que Salvador concentrava o controle alfandegário e tributário, garantindo ao Império uma fonte mais estável de receitas.
Salvador, por sua vez, consolidou-se como capital estratégica não apenas pela economia, mas pela política. A cidade tornou-se o principal elo entre o Nordeste e o governo central no Rio de Janeiro, desempenhando papel de ponte entre diferentes regiões do país. Sua posição geográfica, voltada para o Atlântico e próxima às rotas internacionais, reforçou sua importância como centro de defesa e comércio. Além disso, a memória da resistência popular e feminina na guerra da independência deu à Bahia um peso simbólico que se somava ao seu poder administrativo centralizador. Daí, a cultura de querer ser coronel remoto do cacau, com sede em Salvador.
Essa centralização administrativa foi, portanto, essencial para o Império nascente. Ao integrar Ilhéus e Porto Seguro, a Bahia não apenas expandiu sua influência territorial, mas também se tornou um modelo de “unidade política” e econômica em um país que ainda buscava se consolidar como Estado. Salvador acabou aproveitando a oportunidade histórica e acabou emergindo como capital estratégica, combinando poder militar, econômico e simbólico, e reafirmando o protagonismo baiano na construção da independência e na formação do Brasil, porém, ao preço do sufocamento da pauta e das demandas locais, sul baianas.
Permitam-me oportunamente um parêntese: Acerca desta época, uma pergunta que fica é: e se Portugal tivesse financiando massivamente a imprensa local, e distribuído benefícios-esmola estatais aos mais pobres, será que teria perdido as rédeas das narrativas políticas e consequentes evitado tais acontecimentos?
No tempo atual, em que muitos homens se refugiam na ilusão da renda passiva, afastando-se do esforço braçal, da assunção de compromissos e de responsabilidade familiares, e, em tempos em que tantas mulheres foram reduzidas a objetos de desejo e consumo pela tropa inconsequente do marketing, talvez fosse necessário convocá-las novamente – sobretudo as mulheres negras do sul da Bahia – para um segundo round de protagonismo libertador. Não mais nas trincheiras da guerra armada, mas na luta contra a invisibilidade e pela afirmação plena de seus direitos e de suas famílias, em prol do desenvolvimento socioeconômico, pilares centrais que elas continuam a ser.
Foto: Debate político – Elson Andrade e Luiz Philippe de Orleans e Bragança – pentaneto de D. Pedro II sobre o Federalismo Brasileiro SP 2026
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A Polícia Civil ainda tenta identificar os envolvidos num triplo homicídio ocorrido na noite de terça-feira (30), em Itabela, no extremo-sul da Bahia. Os mortos foram identificados como Tauana Santos de Carvalho, de 21, Gabriel Almeida Santos e Cairo Ítalo Nogueira Figueiredo, ambos de 19 anos. Os corpos deles foram encontrados no interior de uma casa, na Rua Mamoeira, no bairro Bandeirantes.
De acordo com a polícia, o imóvel funcionava como ponto de venda de drogas. Os policiais apreenderam pedras de crack e uma balança de precisão no local. Os três jovens teriam sido executados por, ao menos, quatro homens. Os atiradores seriam integrantes de uma facção criminosa com atuação no extremo-sul do estado.
A programação da comissão técnica da seleção brasileira prevê o retorno de Raphinha às atividades com o grupo a partir desta quinta-feira (2). O atacante está na fase final da recuperação de uma lesão na coxa direita que o tirou dos dois últimos compromissos da equipe na Copa do Mundo, diante da Escócia, ainda pela fase de grupos, e do Japão, na abertura do mata-mata.
Sem atuar desde o confronto com o Haiti, no último dia 19, quando deixou o campo antes do intervalo com dores, o atacante fez na terça-feira (30) seu primeiro trabalho no gramado do CT Columbia Park, em Morristown, desde a lesão. No retorno, realizou apenas exercícios leves, inicialmente de tênis e, depois, já com chuteiras.
Ainda que seja integrado ao elenco nesta quinta, sua participação no duelo de domingo (5), contra a Noruega, pelas oitavas de final, segue incerta. A comissão liderada pelo técnico Carlo Ancelotti trata com bastante cautela a possibilidade de contar com o camisa 11. A ideia, no entanto, é que ele possa atuar por alguns minutos na reta final da partida, caso as circunstâncias do jogo permitam.
Na ausência do jogador de 29 anos, o jovem Rayan, de 19, tem sido o titular do ataque, ao lado de Vinicius Junior e Matheus Cunha. No duelo com os japoneses, porém, o herói da classificação saiu do banco, quando Gabriel Martinelli entrou no segundo tempo para marcar o gol da vitória por 2 a 1, de virada.
Nesta quinta, Ancelotti começará a desenhar o time que enfrentará os noruegueses. Já é certo, porém, que não conseguirá repetir a mesma formação que iniciou os jogos contra Escócia e Japão, quando manteve a escalação de uma partida para outra pela primeira vez desde que assumiu a seleção.
Enquanto Raphinha está de saída do departamento médico, Lucas Paquetá foi entregue aos profissionais do setor logo depois da partida contra a seleção asiática. Ele deixou o campo com dores na coxa esquerda. No dia seguinte, exames confirmaram uma lesão muscular na região posterior, e ele não terá condições de participar do jogo que valerá vaga nas quartas de final da Copa, no MetLife Stadium, em East Rutherford.
Embora a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) não tenha informado o grau da lesão nem o tempo estimado de recuperação, internamente já é dada como certa a ausência dele também nas quartas de final. A presença em uma eventual semifinal segue incerta. Ele só não foi cortado do grupo porque ainda existe a possibilidade de atuar na decisão, caso o Brasil avance até lá.
Nesta quarta (1º), enquanto o elenco aproveita o restante da folga iniciada na tarde de terça-feira, logo após o treino, Paquetá segue em tratamento intensivo para aumentar as chances de ainda disputar esta Copa do Mundo.
Oficializado no último sábado (26), o atacante Alejo Véliz, de 22 anos, realizou o primeiro treinamento junto ao elenco do Bahia nesta quarta-feira (1º), no Centro de Treinamento Evaristo de Macedo.
Alejo conversa com Departamento de Saúde e Performance do Bahia. | Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia
Pela tarde, o camisa 9 se apresentou e realizou fisioterapia. Após passar por avaliações e musculação, o jogador encerrou as atividades na parte interna do CT.
Após isso, o centroavante foi para o campo 2, onde realizou um treinamento físico especial e também um treinamento técnico com bola. O jogador será apresentado oficialmente pelo Esquadrão à imprensa.
Assim como o elenco Tricolor, Alejo teve um período de férias antes de se apresentar ao clube. A participação do jogador no amistoso frente ao City Torque, no sábado (4), depene da evolução física e da aquisição de ritmo do atacante durante os treinamentos pelo Bahia.
Apesar de não ter entrado em campo na derrota do Japão por 2 a 1 para o Brasil na última segunda-feira (29), o atacante Kento Shiogai virou o centro das atenções no confronto pelos 16 avos de final da Copa do Mundo. Antes de a bola rolar, declarações do jovem jogador minimizando o atual momento da Seleção Brasileira viralizaram na internet. Após o apito final, além de ter que lidar com atletas brasileiros tirando satisfação, Shiogai usou a ironia para rebater os ataques que recebeu nas redes sociais: "Eles devem ter muito tempo livre".
O atleta de 21 anos, que atua no Wolfsburg, da Alemanha, acabou sofrendo uma enxurrada de comentários hostis. Em entrevista ao portal Chunichi Sports, o japonês reconheceu o tamanho do impacto que suas falas ganharam durante o Mundial, mas fez pouco caso da reação dos torcedores.
“O impacto da Copa na minha vida? Basta olhar o meu Instagram”, ironizou Shiogai, emendando que os brasileiros têm o direito de se manifestar após o resultado. “Tudo bem. Eles devem ter muito tempo livre. Nós perdemos, então eles têm o direito de dizer o que quiserem, e eu não vou me retratar agora. Isso ainda não acabou. Acho que nunca mais serei tão criticado na minha vida, mas realmente não vou deixar as coisas terminarem assim”, concluiu o jogador, projetando uma volta por cima em um próximo Mundial.
RELEMBRE O CASO A polêmica começou na véspera do jogo, quando jornalistas perguntaram a Shiogai qual era a primeira imagem que lhe vinha à cabeça ao pensar no futebol brasileiro. O atacante respondeu imediatamente o nome de Neymar, mas questionou o status atual da equipe canarinho.
“Antigamente o Brasil era forte, mas e agora? Tenho a imagem de que a França é forte, a Argentina também. Sobre o Brasil, não tenho ouvido falar muito ultimamente”, disparou na ocasião.
A resposta dentro de campo veio com a vitória brasileira de virada, por 2 a 1, nos minutos finais. Logo após o encerramento do jogo, ficou claro que as declarações do jovem não caíram bem no vestiário do Brasil: o atacante Matheus Cunha foi flagrado pela transmissão provocando o banco de reservas japonês ao exibir os cinco dedos da mão, uma referência direta ao pentacampeonato mundial.
O roteiro parecia certo. Até os 80 minutos de jogo, Senegal vencia a Bélgica por 2 a 0, em partida válida pelos 16-avos de final da Copa do Mundo de 2026, no Lumen Field, em Seattle. Os senegaleses chegaram a encaminhar a classificação ainda no tempo normal. Habib Diarra abriu o placar no primeiro tempo, aproveitando um rebote dentro da área, e Ismaila Sarr ampliou logo no início da etapa final com um belo chute após dominar um lançamento longo.
Mas a força belga apareceu para subverter a lógica. Primeiro, o centroavante Romelu Lukaku diminuiu aos 82 minutos. Pouco depois, aos 89, Youri Tielemans apareceu para deixar tudo igual, cravar o 2 a 2 e garantir que a partida fosse para a prorrogação.
No tempo extra, as duas equipes diminuíram o ritmo por conta do forte desgaste físico, mas seguiram buscando o gol da classificação. A Bélgica esteve perto da virada com uma bola no travessão de Dodi Lukebakio, enquanto Senegal respondeu em contra-ataques perigosos e finalizações de Ibrahim Mbaye e Bara Sapoko Ndiaye.
Aos 118 minutos, faltando apenas dois para a partida ir para as penalidades máximas, houve uma falta na área a favor dos europeus: pênalti marcado. Tielemans chamou a responsabilidade novamente, converteu a cobrança e colocou a Bélgica na frente. Com a vitória heroica por 3 a 2 no último minuto da prorrogação, a seleção europeia garantiu sua vaga nas oitavas de final e mandou Senegal de volta para casa.
Classificados para a próxima fase, os belgas agora enfrentam o vencedor do confronto entre Estados Unidos e Bósnia na próxima segunda-feira (6), às 21h (horário de Brasília), pelas oitavas de final. A equipe norte-americana e a europeia se enfrentam ainda na noite desta quarta-feira (1º), no mesmo horário.
O Estrela de Março, um dos clubes que vive uma crescente no desenvolvimento de jovens atletas no futebol baiano, anunciou nesta quarta-feira (1º), por meio de suas redes sociais, que vai realizar uma peneira para jogadores de base nesta sexta-feira (3), às 9h, no Campo do Marão, na região do Jardim Armação, no bairro da Boca do Rio.
O Estrela convoca os jovens atletas das categorias 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016. Dentre outras exigências, o clube também pede que cada atleta esteja presente com um responsável, levando documento de identificação (identidade), chuteira society, que destacam ser obrigatório, short e meia.
Clube com campanhas destacáveis nos últimos anos nos campeonatos baianos de base, o Estrela de Março é responsável pela formação de atletas que vem se destacando no futebol estadual e nacional. Caso do volante Sidney e do goleiro Arthur Jampa, ambos jogadores da base do Bahia atualmente e que possuem passagens pela Seleção Brasileira de base.
O Bahia está muito próximo de fechar a contratação do zagueiro espanhol Marco Moreno, de 25 anos. O defensor, que atuava pelo Eibar desde 2025, deve chegar em definitivo ao Esquadrão. A informação foi divulgada inicialmente por Yuri Santana e João Leiro e confirmada pelo Bahia Notícias.
O jogador de 1,91 m já está em Salvador, onde finaliza os exames médicos. Caso dê certo, ele irá assinar um contrato com o Tricolor de Aço.
Revelado pelo Atlético de Madrid, Marco Moreno foi capitão e peça importante da equipe B do clube espanhol. O zagueiro tinha vínculo com o Eibar até o fim da temporada de 2027, o que provavelmente deve fazer o Bahia desembolsar um valor para concluir a contratação.
Na última temporada, Marco fez parte da segunda melhor defesa de LaLiga 2, a segunda divisão espanhola. O defensor chega para aumentar as opções do setor no elenco comandado por Rogério Ceni.
Atualmente, o Bahia conta para a zaga com nomes como David Duarte, Ramos Mingo, Luiz Gustavo e Kanu. Apesar de ser zagueiro de origem, Marcos Victor tem sido visto internamente como uma peça para a lateral-direita do Esquadrão.
Além de Eibar e Atlético de Madrid, Marco Moreno passou pela base do Las Palmas e defendeu também o Farense, de Portugal.
Uma disputa judicial envolvendo o atacante Richarlison voltou a ganhar repercussão nas redes sociais após a divulgação de um vídeo sobre um imóvel de alto padrão avaliado em cerca de R$10 milhões.
Segundo a advogada Ana Paula Zantut, autora da publicação, a residência havia sido adquirida por uma empresa ligada ao jogador. No entanto, aproximadamente dois anos depois, a posse do imóvel foi transferida ao advogado Willer Tomaz, apontado como amigo do senador Flávio Bolsonaro, por meio de decisão judicial. O processo foi concluído em junho de 2025, quando o Superior Tribunal de Justiça decidiu favoravelmente à Tomaz.
Nos comentários da publicação, Richarlison confirmou a versão apresentada pela advogada e afirmou ter sofrido prejuízo financeiro. “Realmente gastei em torno de R$10 milhões lá. E simplesmente me tomaram e estou até hoje sem receber a minha grana!", escreveu o atacante.
Após a repercussão do vídeo, o jogador também compartilhou a publicação em seus stories no Instagram e marcou Flávio Bolsonaro, relacionando o senador ao caso.
Secretário de Esportes é exonerado a pedido | Série B do Baiano terá rodada domingo - 02/07/2026
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