Um jovem de 23 anos foi preso em flagrante suspeito de matar o pai e a madrasta a tiros dentro de casa, na noite de sábado (16), no bairro Kennedy, em Alagoinhas, cidade a cerca de 75 km de Feira de Santana.
Segundo a Polícia Civil, as vítimas foram identificadas como Adriano da Silva Nogueira, de 44 anos, e Nailda Batista Leite da Silva, de 51.
De acordo com a ocorrência, vizinhos acionaram a Polícia Militar após ouvirem disparos de arma de fogo vindos da residência da família, localizada na Rua Porto Alegre. Quando os policiais chegaram ao imóvel, encontraram as duas vítimas sem sinais vitais.
Ainda conforme as investigações, após atirar contra o pai e a madrasta, o suspeito fugiu e se escondeu em um bar da região. Ele foi localizado por equipes da PM, confessou o crime e foi conduzido para a
Durante as diligências, os policiais militares apreenderam uma espingarda artesanal, uma espingarda de ar comprimido, 11 munições intactas, três estojos e uma machadinha.
A 1ª Delegacia Territorial de Alagoinhas autuou o suspeito em flagrante por duplo homicídio. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar perícia e encaminhar os corpos para o Instituto Médico Legal (IML), para passar por necropsia. Não há informações sobre velório e sepultamento.
O aplicativo do Bolsa Família começa a receber novas funcionalidades a partir desta segunda-feira (18), permitindo que beneficiários consultem informações mais detalhadas sobre o benefício, a composição familiar e possíveis pendências no cadastro.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), não será necessário baixar um novo aplicativo. A atualização será feita dentro da própria plataforma, com aviso ao usuário para instalação da nova versão.
Neste primeiro momento, apenas aparelhos com sistema operacional Android terão acesso às novas funções.
Com a atualização, será possível visualizar informações sobre o benefício, pendências relacionadas à família cadastrada, além de dados sobre bloqueios e integração com outros programas do governo federal vinculados ao Cadastro Único.
Segundo o MDS, o objetivo é facilitar o acesso às informações e reduzir a necessidade de deslocamentos aos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), permitindo que o beneficiário chegue ao atendimento já com dados e documentos necessários.
“Com o novo aplicativo, espera-se que o beneficiário consiga identificar previamente suas pendências, comparecendo ao CRAS já munido das informações e documentos necessários, o que tende a reduzir a necessidade de mais de um deslocamento para a resolução da demanda”, informou a pasta.
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, afirmou que o aplicativo também vai integrar informações de outros programas sociais.
“Eu não tenho casa, como faço para acessar o Minha Casa Minha Vida? O aplicativo também vai ajudar com informações de um conjunto de programas integrados ao Cadastro Único”, disse.
De acordo com o governo, o aplicativo do Bolsa Família tem cerca de 6 milhões de usuários ativos em Android e aproximadamente 270 mil em iOS.
Nesta fase, também será disponibilizada uma área para não beneficiários, que permite consultar o calendário de pagamentos, acessar informações gerais do programa e entrar em contato com a Caixa Econômica Federal.
O ministério informou ainda que novas funções devem ser incluídas futuramente, como rastreio do cartão, escolha da conta para recebimento do benefício e solicitação do retorno garantido ao programa em casos de reingresso de famílias em situação de vulnerabilidade.
Durante décadas, Samuel Klein foi tratado como símbolo de uma ideia muito brasileira de ascensão: o imigrante pobre que construiu um império varejista, tornou-se referência empresarial e consolidou uma imagem pública associada ao trabalho, ao crescimento econômico e à prosperidade popular. Seu nome atravessou gerações como marca de sucesso. Literalmente.
Foi preciso que o tempo passasse, e que o jornalismo investigativo insistisse para que outra narrativa começasse a emergir por trás da imagem consolidada.
Nos últimos anos, reportagens publicadas pela Agência Pública reuniram relatos de mulheres que acusaram o fundador das Casas Bahia de abuso e exploração sexual ao longo de décadas. As investigações descrevem denúncias envolvendo meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade social, além de um padrão de relações atravessadas por desigualdade econômica, dependência e silêncio.
Mais recentemente, o caso ganhou um novo capítulo judicial. Nesta semana, a Justiça de São Paulo tornou réu Saul Klein, filho de Samuel Klein, sob acusações de aliciamento, favorecimento à prostituição ou exploração sexual mediante ameaça, favorecimento à prostituição de vulnerável e organização criminosa. O processo decorre de investigações iniciadas em 2019, a partir de denúncias de mulheres que relataram ter sido atraídas com falsas promessas de trabalho como modelos, promotoras de eventos e garotas-propaganda.
Segundo os relatos reunidos durante as investigações, mulheres jovens, algumas vindas de outros estados, afirmam que eram conduzidas a propriedades ligadas ao empresário após processos seletivos simulados. Parte dessas denúncias sustenta que elas passavam a viver sob rotina rigidamente controlada, com vigilância de seguranças e pressão psicológica. O caso foi alvo de extensa cobertura jornalística e também se tornou tema do documentário Saul Klein e o Império do Abuso.
O Ministério Público chegou a analisar acusações ainda mais graves, incluindo estupro e transmissão de doença venérea. Parte dessas imputações, contudo, não avançou criminalmente por entendimento de insuficiência probatória quanto à ausência de consentimento. Ainda assim, outras acusações permanecem em curso no processo penal atualmente em tramitação.
A defesa de Saul Klein sustenta que as relações descritas pelas denunciantes ocorriam dentro de relações consensuais de dependência financeira e benefícios materiais, dinâmica frequentemente associada ao chamado universo “sugar daddy”. A Justiça, ao aceitar a denúncia, entendeu que a veracidade dessa tese deverá ser analisada ao longo da instrução processual, e não previamente.
O impacto do caso não está apenas nas acusações.
Está no tempo.
Porque há algo profundamente revelador em uma sociedade que leva décadas para conseguir olhar para determinadas histórias, especialmente quando elas orbitam figuras cercadas de prestígio, influência e poder econômico.
Casos assim raramente permanecem invisíveis por ausência absoluta de sinais. O que existe, quase sempre, é um pacto difuso de não enfrentamento. Uma espécie de tolerância silenciosa que se estabelece quando reputação, dinheiro e influência passam a ocupar mais espaço público do que as vozes que tentam denunciar o que acontece atrás das estruturas de poder.
Quando o caso Jeffrey Epstein explodiu internacionalmente, o mundo passou a discutir como redes de influência podem funcionar como mecanismos de proteção social. No Brasil, as revelações envolvendo Samuel e Saul Klein produziram um desconforto semelhante, embora muito menos intenso, muito menos permanente e muito menos central no debate público.
Talvez porque exista, no país, uma dificuldade histórica em confrontar figuras transformadas em patrimônio simbólico do sucesso nacional.
Empresários celebrados não acumulam apenas capital.
Acumulam legitimidade social.
E legitimidade, muitas vezes, produz uma blindagem que não depende da inexistência de denúncias. Depende da dificuldade coletiva de acreditar nelas.
É nesse ponto que o caso ultrapassa indivíduos específicos e expõe um problema estrutural: o tempo da Justiça raramente coincide com o tempo das vítimas.
Em situações de violência sexual, sobretudo quando atravessadas por vulnerabilidade social, trauma prolongado ou relações profundamente desiguais de poder, a denúncia quase nunca acontece no instante do abuso. O silêncio, nesses casos, não é vazio. É sobrevivência, medo, confusão, vergonha e, frequentemente, incapacidade emocional de elaborar o que aconteceu.
Há vítimas que passam anos tentando compreender a própria experiência antes de conseguir nomeá-la publicamente.
Mas o sistema jurídico opera em outra lógica.
O relógio institucional continua correndo mesmo quando o trauma permanece paralisado no tempo.
Parte das denúncias relacionadas a Samuel Klein esbarrou justamente na prescrição. Não porque os relatos tenham desaparecido, mas porque o tempo legal previsto para responsabilização já havia se encerrado quando muitas vítimas conseguiram falar.
A consequência produz uma contradição difícil de ignorar: fatos podem deixar de ser juridicamente puníveis sem deixar de ser moralmente devastadores.
É dessa tensão que nasce um debate cada vez mais presente no Brasil: até que ponto os mecanismos tradicionais de prescrição conseguem responder adequadamente a crimes marcados por trauma, silêncio e assimetria de poder?
A deputada federal Sâmia Bomfim defende alterações legislativas voltadas à ampliação do prazo para responsabilização civil em casos de abuso sexual. A parlamentar também se tornou uma das vozes públicas a tensionar o debate em torno do caso Samuel Klein, defendendo a ampliação da discussão sobre prescrição, memória das vítimas e responsabilização em crimes de violência sexual. Em manifestações públicas, Sâmia argumenta que o tempo institucional da Justiça frequentemente ignora o tempo psicológico necessário para que vítimas consigam denunciar abusos sofridos. A discussão ultrapassa divergências partidárias. O centro do debate é outro: a capacidade, ou incapacidade, das estruturas jurídicas compreenderem que vítimas reais não funcionam segundo a lógica linear do processo judicial.
Mas talvez exista uma dimensão ainda mais profunda nesse caso.
A da memória pública.
O Brasil convive com ruas, homenagens, monumentos e símbolos dedicados a personagens que, décadas depois, passam a ser associados a denúncias graves ou práticas incompatíveis com aquilo que hoje se entende como minimamente aceitável. Rever essas homenagens não é apenas um gesto administrativo. É um confronto com a própria narrativa que uma sociedade construiu sobre si mesma.
Porque memória pública nunca é neutra.
Toda homenagem é também uma escolha sobre aquilo que se decide preservar coletivamente.
E talvez uma das maiores dificuldades brasileiras esteja justamente aí: separar reconhecimento econômico de absolvição moral simbólica.
O jornalismo investigativo ocupa, nesse cenário, uma função incômoda, e essencial. Não porque substitua tribunais, mas porque frequentemente é ele que rompe o primeiro estágio da proteção social: o silêncio.
Investigar não significa condenar.
Relatar denúncias não equivale a sentença judicial.
Mas existe algo igualmente perigoso no extremo oposto: a naturalização da invisibilidade. A ideia de que determinadas estruturas de poder se tornam grandes demais para serem confrontadas publicamente.
Casos como esse não revelam apenas possíveis crimes.
Revelam os mecanismos que permitem que determinadas histórias permaneçam enterradas por tanto tempo, mesmo quando atravessam décadas, instituições, testemunhos e memórias.
Porque há fatos que podem prescrever juridicamente.
Mas há perguntas que continuam existindo muito depois do fim dos prazos legais.
E talvez a mais desconfortável delas seja justamente esta:
quantas histórias semelhantes ainda permanecem protegidas não pela ausência de relatos, mas pela força social de quem jamais deveria ser questionado?
Sobre o autor:
Estudante de Letras pela Universidade do Estado da Bahia, Thomas Leuri Souza atua como escritor, apresentador e entrevistador, documentarista, produtor e diretor audiovisual, além de produtor artístico. Desenvolve seu trabalho a partir do interesse por narrativas que atravessam memória, cultura e experiência social.
É criador do canal, Café com Prosa, espaço de diálogo e reflexão que reúne entrevistas e conversas sobre temas contemporâneos, cultura, educação e sociedade, e também do Podcast Narrativas Invisíveis, (Spoify) por meio do qual se dedica a dar visibilidade a histórias frequentemente silenciadas, promovendo reflexões sobre diversidade e inclusão.
No campo do jornalismo, trabalhou no site Editoria Livre e assina a coluna Fora do Script, publicada aos domingos no portal Ipiaú Online
O Bahia registrou público total de 26.927 torcedores no empate por 1 a 1 com o Grêmio, neste domingo (17), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2026.
De acordo com o demonstrativo de público e renda da partida, o público pagante foi de 26.800 pessoas. O número é dividido entre 8.038 torcedores pagantes, 2.221 pagantes corporativos e 16.541 sócios.
Além disso, o borderô apontou 127 não pagantes, todos registrados na categoria criança. Com isso, o total geral de público chegou a 26.927 presentes no estádio.
A renda total da partida foi de R$ 771.758,50. Do valor, R$ 438.717,50 correspondem ao público pagante, R$ 2.221,00 ao público pagante corporativo e R$ 330.820,00 ao público sócio.
Como próximo desafio, o Tricolor terá pela frente o Coritiba, no Couto Pereira, na próxima segunda-feira (25), às 20h, pela 17ª rodada do Brasileirão.
Em jogo válido pela 16ª rodada, o Bahia recebeu o Grêmio na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, às 16h deste domingo (17). Em campo, o Tricolor teve boas chances criadas no primeiro tempo, mas perdeu gols claros com Pulga e Everton Ribeiro. Na segunda etapa a equipe comandada por Rogério Ceni viu o time gaúcho abrir o placar com Viery, o que resultou em protestos na Fonte. Sanabria empatou para o Esquadrão e foi só isso. 1x1 na Fonte.
Com o resultado, o Bahia segue em queda na tabela de classificação, e agora ocupa a 7ª colocação, com 23 pontos conquistados em 15 rodadas. Já o Grêmio continua na parte de baixo da tabela, mas deixa a zona de rebaixamento, com 18 pontos conquistados em 16 jogos.
Como próximo desafio, o Tricolor terá pela frente o Coritiba, no Couto Pereira, na próxima segunda-feira (25), às 20h, pela 17ª rodada do Brasileirão. O Grêmio encara o Palestino na Arena do Grêmio, nesta quarta-feira (20), às 21h, pela Sul-Americana.
O JOGO PERDE UM GOL INCRÍVEL O BAHIA! Aos quatro minutos, Willian José desviou de cabeça após lançamento, Erick Pulga ganhou na velocidade da defesa do Grêmio e partiu sozinho em contra-ataque. De cara a cara com Weverton, ele limpou a marcação e tentou driblar Weverton, mas na hora do chute foi travado em escanteio.
Grêmio no ataque No minuto 14, Marcos Rocha acha bela bola enfiada para Enamorado, que chuta buscando o contra-pé de Léo Vieira, mas a bola vai para fora.
Boa chegada do Bahia Aos 15 minutos, após cobrança de escanteio a bola segue com o Tricolor no lado esquerdo. Luciano Juba limpa a marcação e cruza para David Duarte, que ganha da defesa do Grêmio e cabeceia firme, mas Weverton defende sem sustos. Segue 0x0.
MAIS UM GOL PERDIDO PELO BAHIA Aos 20 minutos, Erick Pulga recebe passe de Acevedo, limpa a marcação e faz o cruzamento para a área. Willian José ajeita de cabeça e deixa Everton Ribeiro sozinho na pequena área, mas o camisa 10 manda em cima de Weverton, que faz a defesa.
Quase o primeiro do Grêmio No minuto 22, Willian lança Enamorado pela ponta direita, que sai em velocidade adentrando a área. O atacante cruza para o centro da área, Léo Vieira afasta com um tapa na bola. Carlos Vinicius, por pouco, não pega o rebote e a defesa do Bahia afasta.
Acevedo finaliza sem perigo Aos 38 minutos, Acevedo recebe passe na intermediária, corta e bate para o gol, mas a bola sobe demais, sem perigo ao gol do Grêmio.
Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias.
SEGUNDO TEMPO Aos seis minutos da segunda etapa, o Bahia chega primeiro. Chegada de perigo do Bahia, Willian José aproveita falha da defesa do time gaúcho e divide com Weverton após Wagner Leonardo não conseguir fazer o corte. A bola ia entrar, mas Marcos Rocha tirou em cima da linha.
NA TRAVE Pulga trabalha com Juba pelo lado esquerdo, aos dez minutos. Após tabela, o lateral-esquerdo bate para o gol e a bola vai na trave. Na sequência, Acevedo arrisca de longe e o goleiro gremista faz a defesa em escanteio.
Gol do Grêmio Aos 16 minutos, Pedro Gabriel cobra escanteio, e Viery sobe na primeira trave para tocar de cabeça e abrir o placar em Salvador.
UUUUUH! No minuto 25, Rodrigo Nestor limpa Viery e Leonel Pérez e bate com perigo para o gol. A bola passa perto! Weverton estava batido na jogada.
GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL DO BAHIA! Sanabria empata para o Bahia aos 26 minutos! Rodrigo Nestor cruza para Sanabria, que aparece sozinho dentro da área e apenas empurra para o gol vazio! O Bahia empata na Fonte Nova.
NA TRAVE!! A bola não entra! Cabeçada de Everaldo acerta o travessão de Weverton. Quase a virada do Bahia. Foi uma grande jogada do Caio Suassuna pelo lado direito.
FICHA TÉCNICA Bahia 1x1 Grêmio Campeonato Brasileiro - 16ª rodada Local: Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador. Data: 17/05/2026 (domingo) Horário: 16h Árbitro principal: Fernando de Salles (PA) Assistentes: Neuza Ines Back (SP) e Acacio Menezes (PA) VAR: José Claudio Rocha Filho (SP) Onde assistir: Premiere (Pay-per-view), GETV (YouTube) e TV Globo (Canal aberto) Cartões amarelos: Enamorado, Pedro Gabriel, Gabriel Mec (Grêmio); Duda Varjão, Kanu, Erick e Nestor (Bahia) Gols: Viery (Grêmio); Sanabria (Bahia)
Bahia: Léo Vieira; Gilberto, Kanu, David Duarte e Luciano Juba (Iago Borduchi); Acevedo, Erick e Everton Ribeiro (Nestor); Erick Pulga, Ademir (Sanabria) e Willian José (Everaldo). Técnico: Rogério Ceni.
Grêmio: Weverton; Marcos Rocha (Vitor Ramon), Wagner Leonardo e Luis Eduardo; Viery, Pedro Gabriel, Noriega (Vortea), Leo Pérez e Willian (Gabriel Mec); Enamorado (Amuzu) e Carlos Vinícius (Braithwaite). Técnico: Luís Castro.
O Ministério da Fazenda emitiu alerta sobre a existência de um site falso criado para aplicar golpes em pessoas interessadas na renegociação de dívidas por meio do Novo Desenrola Brasil.
Os golpistas condicionam a renegociação a um pagamento e solicitam transferências via Pix sob a justificativa de “taxas administrativas” e “processamento eletrônico”.
Contudo, o governo federal não cobra taxas para participar do Novo Desenrola Brasil. A renegociação é gratuita.
O site fraudulento alega que o usuário consegue “limpar o nome” em até cinco dias.
A página solicita a consulta de CPF para verificar uma suposta elegibilidade ao programa e utiliza um chat para coletar informações sobre o tipo de dívida, como cartão de crédito.
Os interessados em participar do Desenrola 2.0 devem procurar diretamente os bancos e instituições financeiras com as quais possuem dívidas para verificar as condições de renegociação.
Vinícius Almeida, no detalhe estava desaparecido (Foto: Blog Marcos Frahm – reprodução)
Um jovem de 24 anos, Vinícius Fontes Almeida, morreu vítima de um acidente do tipo saída de leito carroçável envolvendo uma motocicleta que ela conduzia, por volta das 2h30 deste domingo (17/05) em uma curva da BR-420.
De acordo com o Blog Marcos Frahm, o acidente aconteceu na altura do KM 353 da rodovia, tendo a vítima permanecido no local durante horas, quando o acidente foi percebido por populares que acionaram os órgãos competentes. O registro do ministro foi registrado pela Polícia Rodoviária Federal – PRF e o corpo de Vinícius, que era morador do distrito Stela – Entroncamento de Jaguaquara, foi removido pelo Departamento de Polícia Técnica-DPT, para o IMLde Jequié.
As causas do acidente ainda estão sendo apuradas pela PRF. O jovem morto era considerado desaparecido nas últimas horas e procurado pelos familiares.
A Polícia Civil da Bahia divulgou neste domingo (17), as identificações das três pessoas que morreram após o desabamento no sábado (16), de um prédio de quatro andares na Rua Baixa das Pedrinhas, no bairro de Luís Anselmo, em Salvador – Raimundo Brito dos Santos, de 59 anos e Maurício Santos Lima, de 51 anos, Roberto Carlos Evangelista da Silva, de 58 anos. Os três homens eram pedreiros e trabalhavam no local contratados pelo dono do imóvel.
Os três pedreiros trabalhavam no imóvel que desabou (Reprodução)
Segundo a polícia, seis pessoas estavam no imóvel no momento do desabamento, três conseguiram sair com vida e outras três ficaram soterradas. O caso foi registrado pela 6ª Delegacia Territorial de Brotas.
Equipes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) seguem realizando perícias no local. Os trabalhos contam com apoio de peritos da área de engenharia, topografia e modelagem, além do uso de drone termal para auxiliar nas análises.
Segundo o diretor-geral do DPT, Osvaldo Silva, os laudos devem ajudar a esclarecer as causas do desabamento. A operação mobilizou equipes da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Samu e Defesa Civil de Salvador.
Luciana Pereira, de Ipiaú ganha o prêmio “Me Leva GB” -Foto: Marcelo Batista
A dedicação, o talento e a conexão com os clientes levaram a ipiauense Luciana Pereira de Souza Santos a viver uma experiência inesquecível fora do país. Colaboradora da franquia O Boticário do Grupo Pestana, em Ipiaú, há sete anos, Luciana foi uma das profissionais selecionadas nacionalmente na campanha “Me Leva GB – Juntos pelo Mundo”, iniciativa de reconhecimento promovida pelo Grupo Boticário.
Aos 44 anos, Luciana embarcou para Punta Cana, na República Dominicana, onde desfruta de uma viagem internacional com tudo pago e hospedagem em resorts paradisíacos — prêmio reservado aos profissionais que alcançaram resultados expressivos e mantiveram constância nas metas de vendas ao longo da campanha.
Registro das vencedoras da campanha nacional “Me Leva GB”, do Grupo Boticário, no embarque para Punta Cana. Entre os destaques do Brasil, a baiana Luciana Pereira representando Ipiaú. Foto: Marcelo Batista
Entre milhares de colaboradores da rede em todo o Brasil, apenas 35 profissionais conquistaram a premiação, sendo quatro representantes da Bahia. A conquista coloca a unidade de Ipiaú em destaque nacional e reforça a força do trabalho desenvolvido pela equipe local, marcada pelo atendimento próximo, relacionamento com os clientes e compromisso com resultados.
Nas redes sociais, amigos, familiares e colegas comemoraram o reconhecimento de Luciana, que passa a representar não apenas a cidade de Ipiaú, mas também o potencial dos profissionais do interior baiano em grandes campanhas corporativas de alcance nacional.
O “Me Leva GB” integra as ações de incentivo do Grupo Boticário voltadas para colaboradores e consultores que se destacam no desempenho comercial e no relacionamento com o público. Além de premiar resultados, a iniciativa busca fortalecer o engajamento das equipes e valorizar histórias de dedicação e superação dentro da empresa.
Fundado em 1977 pelo empresário Miguel Krigsner, o Grupo Boticário nasceu como uma pequena farmácia de manipulação e se transformou em uma das maiores referências do setor de beleza no Brasil. Atualmente, a marca mantém como propósito criar oportunidades para transformar vidas por meio da beleza, do cuidado e das relações humanas.
A Nota Premiada Bahia vai sortear R$ 1 milhão no dia 16 de julho. Para quem ainda não está cadastrado e quer concorrer à bolada milionária, basta fazer a inscrição a partir da plataforma de serviços ba.gov.br, do Governo do Estado, e começar a inserir na nota fiscal, na hora da compra, o CPF cadastrado. Concorrem ao sorteio especial os bilhetes eletrônicos gerados a partir das compras realizadas até o dia 31 de maio.
A partir deste alerta sobre o prazo final para participar do sorteio, uma campanha publicitária lançada pela Nota Premiada Bahia compara as expectativas quanto à premiação e aquelas relacionadas à participação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de futebol. A campanha convida quem ainda não é cadastrado na Nota Premiada a entrar no páreo, e lembra os quase 900 mil participantes inscritos que é preciso seguir incluindo o CPF na nota para concorrer ao grande prêmio.
O sorteio do milhão da Nota Premiada Bahia levará em consideração os bilhetes eletrônicos gerados a partir de compras realizadas entre 1º de junho de 2025 e 31 de maio de 2026. De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-Ba), responsável iniciativa, os sorteios especiais realizados anualmente já premiaram sete pessoas, das quais três residentes no interior da Bahia e quatro na capital.
Premiação mensal
Foto: Matheus Lens – Ascom/Sefaz-BA
Além da premiação milionária, a campanha de educação fiscal do Governo da Bahia também realiza ao longo do ano 12 sorteios mensais regulares, cada qual distribuindo um prêmio de R$ 100 mil e outros 90 de R$ 10 mil. Esses sorteios já premiaram, desde fevereiro de 2018, 6.961 pessoas, das quais 4.155 moram na capital, 2.802 no interior e quatro fora do Estado.
O participante da Nota Premiada também escolhe duas instituições filantrópicas, uma da área de saúde e outra da área social, para ajudar por meio do programa “Sua Nota é um Show de Solidariedade”. A cada quatro meses, R$ 5 milhões são distribuídos entre as entidades ativas no programa, que hoje somam 538.
Professores das quatro universidades públicas estaduais da Bahia – Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs),decidiram paralisar atividades na quarta-feira (20/maio), num protesto de 24h, no qual, os decentes “denunciam à sociedade sobre a falta de diálogo do governo estadual que, há quase dez meses, recusa-se a negociar a pauta de reivindicações da categoria docente”, afirmam.
Os professores afirmam que não são recebidos em reunião desde julho do ano passado. A pauta unificada de reivindicações foi protocolada junto ao governo do estado em dezembro de 2025 pelo Fórum das ADs, que reúne as seções sindicais dos docentes das universidades estaduais baianas.
Entre os principais pontos estão: a regularização de adicionais de insalubridade e periculosidade; a recomposição de direitos retirados nos últimos anos, a exemplo dos anuênios; a revogação da reforma da previdência estadual; a qualificação do Planserv, com ampliação do investimento do governo; o aumento do repasse orçamentário do Estado para, no mínimo, 7% da Receita Líquida de Impostos; e o cumprimento integral do orçamento aprovado.
[TRANSMISSÃO AO VIVO] ATLÉTICO ALAGOINHAS X CSA - BRASILEIRO SÉRIE D - 10ª Rodada
LANÇAMENTO DO LIVRO O DIÁRIO DA FIBRO E AUTOGRAFO!
O Diário da Fibro. Um presente que nasceu no coração de Deus e que agora pode chegar até as suas mãos. Será um momento único para compartilhar, se inspirar e conhecer de perto esse livro que carrega tanto propósito. Autora Dra. Yanne Moutino!
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