Mostra coletiva de arte homenageia o mestre Carybé dia 19/03 em Salvador

Um seleto grupo de 62 artistas de diferentes gerações e linguagens, estará expondo seus trabalhos na Mostra 477 Anos da Cidade da Bahia, exposição coletiva que celebra a força e a história, homenageando o mestre Caribé, que eternizou com o seu talento, a cultura baiana.
Com curadoria dos artistas Chico Mazzoni e Ângela Petitinga, a Mostra acontece a partir de 18h, do dia 19/03, no Museu da Misericórdia, no Centro Histórico de Salvador.
Entre os artistas que estarão expondo seus trabalhos, inclui-se o talentoso fotógrafo Gabriel Pinheiro, “Gabí”, jovem residente em Salvador, graduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, filho do professor e ex-prefeito de Jequié, Reinaldo Pinheiro e da psicóloga Ana Lúcia Moraes Passos.
Através de suas lentes e clicks Gabí, não apenas registra imagens, como também, exerce a comunicação de ideias, sentimentos e mensagens. “O olhar sensível do jovem fotógrafo, transforma momentos cotidianos em expressões artísticas”, afirmamos em busca de síntese para o seu trabalho.

“Nos seus 477 anos de existência, a primeira capital do Brasil, fundada em 29 de março de 1549, e primeira cidade do Brasil, elevada em 25 de fevereiro de 1551, atualmente madura o suficiente e jovem o necessário, se revela nos surpreendentes traços e formas destes 62 talentosos artistas, com suas novas criações inspiradas na terra mater, ou adotiva, que tanto inspira quanto compromete e provoca, desafiando suas inesgotáveis criatividades.
Nascidos ou naturalizados baianos, de várias gerações, estes artistas, tão plurais e diversos nas suas linguagens, regionalmente universais, expressaram-se em distintos suportes, materiais e técnicas, adotadas para homenagear Salvador, uma cidade onde os limites não encontram obstáculos para suas explosões artísticas, ecoando como uma voz uníssona na mente, no coração e na alma do povo soteropolitano, com absoluta liberdade de expressão.
Suas artes se revestem de um simbolismo, subjetivo e de caráter humano, individual e coletivo, como reflexo de uma vivência imersiva na efervescência desta metrópole que atravessa a sua história com muita personalidade, como nenhuma outra no mundo, no encontro de povos e culturas, de diversas”, traduz em seu texto sobre a Mostra 477 Anos da Cidade da Bahia, o historiador, arquiteto, professor e escritor brasileiro, Chico Senna imortal da Academia de Letras da Bahia-ALB.
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