Morador denuncia e pede providência da prefeitura em relação ao acúmulo de materiais na Cachoeirinha
O acúmulo incorreto de material descartado em um espaço aberto, na lateral do cemitério municipal da Cachoeirinha, continua causando reclamações por parte de alguns moradores do local. O material acumulado no local, é destinado à comercialização para a reciclagem. Os terrenos baldios, espaços abertos, como a exemplos de calçadas e córregos, é considerado descarte irregular e configura um crime ambiental. Essa prática gera diversos impactos negativos para a saúde pública e o meio ambiente.
O lixo acumulado atrai animais vetores de doenças, como ratos, baratas e mosquitos (incluindo o Aedes aegypti), facilitando a propagação de dengue, zika, chikungunya, leptospirose e infecções diarreicas. Esses resíduos liberam substâncias tóxicas e chorume, que contaminam o solo e os lençóis freáticos, prejudicando a agricultura e o abastecimento de água. O lixo obstrui bueiros e galerias pluviais, resultando no transbordamento de cursos d’água e inundações durante períodos de chuva. Além de toda essa situação degradante, essa atividade gera poluição visual, mau cheiro e aumenta os custos públicos com limpeza urbana.
A legislação brasileira, através da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98), prevê penalidades como multas e detenção para quem descarta lixo incorretamente. O correto é a separação dos resíduos e o descarte no horário e local adequados para a coleta, evitando acúmulo em vias públicas.
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