Inexistência de aeroporto regular na cidade é dificuldade maior para a disputa da Copa do Brasil para o Doce Mel/Jequié

A não existência de um aeroporto com o oferecimento de linhas regulares em Jequié, é apontada pela diretoria do Doce Mel/Jequié, como a dificuldade principal para que a equipe dispute a Copa do Brasil de Futebol Feminino, após ter conseguido em campo, a conquista histórica do acesso. Pelo fato não dispor da modalidade aérea de transporte, a equipe terá que conviver som esse obstáculo extra campo o que obriga a delegação a realizar longos deslocamentos terrestres até aeroportos com voos comerciais, disponíveis no estado, a exemplos de Vitória da Conquista, Ilhéus e principalmente Salvador, “isso aumenta tempo de viagem e desgaste físico, tornando a logística um fator determinante na competição, mesmo a logística sendo paga pela CBF”, aponta.
Diferente do Doce Mel/Jequié, outras equipes do interior que também estão fora das capitais ou regiões metropolitanas contam com aeroporto dentro da cidade ou muito próximo, o que facilita o deslocamento e reduz o impacto das viagens, como Ferroviária (Araraquara/SP), Juventude (Caxias do Sul/RS) e Itacoatiara (AM).
Apesar dessas dificuldades, o Doce Mel/Jequié chega em 2026 a um novo patamar, alcançando um espaço de destaque no cenário nacional e passando a competir entre as gigantes do futebol feminino brasileiro, representando com orgulho o interior da Bahia e do Brasil nas principais competições organizadas pela CBF.
Outro ponto importante é que, nas Séries A1 e A2, todas as equipes se enfrentam em diferentes regiões do Brasil, o que exige grandes deslocamentos. Já na Série A3, apesar de também existir forte concentração de clubes em capitais, a competição é disputada em formato regionalizado, justamente para reduzir custos e facilitar a logística dos participantes.
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