Carnaval 2026 confirma força econômica da festa e consolida Salvador como vitrine global de marcas

O Carnaval 2026 reforçou aquilo que há anos especialistas do trade turístico e da indústria do entretenimento já observam: a festa é um dos maiores motores econômicos do Brasil. Segundo estimativa do Ministério do Turismo, apenas o mês de fevereiro movimentou R$ 18,6 bilhões no país.
Em São Paulo, foram 16,5 milhões de foliões. Em Salvador, a projeção ultrapassou 12 milhões de pessoas nas ruas, consolidando a capital baiana como epicentro cultural e turístico da temporada. A cidade foi oficialmente reconhecida como o maior evento de rua do planeta, enquanto o estado registrou recordes históricos de fluxo turístico.
De acordo com balanço divulgado pelo Governo da Bahia, mais de 3,8 milhões de turistas circularam pelas 13 zonas turísticas durante o período, injetando R$ 8,1 bilhões na economia. A taxa média de ocupação hoteleira em Salvador chegou a 95%, com picos de 100% nos meios de hospedagem próximos aos circuitos. O Aeroporto Internacional de Salvador operou com 365 mil assentos — um crescimento de 19% em relação ao ano anterior.
O secretário estadual de Turismo, Maurício Bacelar, destacou que o evento consolida a “globalização da festa”, com visitantes de mais de 80 países.
Carnaval como plataforma estratégica
Em um cenário que reúne multidão, consumo imediato, circulação intensa e experiência ao ar livre, o Carnaval se transforma também em laboratório de experimentação de marcas, comportamento e posicionamento.
É nesse contexto que a Aice estruturou sua presença no Brasil por meio do Circuito Aice, um roteiro proprietário que organizou a atuação da marca entre Bahia e São Paulo. A empresa patrocinou nomes tradicionais da música baiana, como Cheiro de Amor e o bloco Os Internacionais (É o Tchan), além de apoiar o projeto Mulheres no Comando, conectando entretenimento, diversidade e presença contínua nos principais eixos da festa.
A estratégia dialoga diretamente com o conceito de cluster turístico: marcas, artistas, blocos, poder público e cadeia produtiva operando de forma integrada em um ambiente de alto impacto cultural e econômico.
Segundo informações de Sandro Zeppi, jornalista responsável da REC Comunicação, a marca apostou em uma participação estruturada, acompanhando desde o pré-Carnaval até os circuitos oficiais. A proposta foi inserir o produto na rotina real da folia — calor intenso, deslocamento constante e consumo prático — transformando a experiência em conexão espontânea.
A Aice, que está presente em 34 países e chegou ao Brasil em 2024, amplia assim sua presença em grandes eventos populares. Mais informações podem ser acompanhadas no perfil oficial da marca no Instagram: @aicebrasil.
Economia criativa em escala global
O Carnaval da Bahia vai além do espetáculo. Ele mobiliza hotelaria, transporte aéreo e rodoviário, comércio informal, grandes patrocinadores, serviços de segurança, reciclagem e iniciativas sustentáveis — como o recorde na coleta de latinhas registrado nesta edição.
A força dos números mostra que o Carnaval deixou de ser apenas festa: é política pública de turismo, vitrine internacional de marcas e ativo estratégico da economia criativa brasileira.
E, ao que tudo indica, 2026 não foi apenas mais um ano de celebração — foi a consolidação definitiva do Carnaval como plataforma global de cultura, negócios e posicionamento.
Fontes: SeturBA – Governo da Bahia; Ministério do Turismo – GOVBR; informações de release enviadas por Sandro Zeppi (REC Comunicação).
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