quarta-feira, 5 de novembro de 2025

“Treinadores não ganham jogo: o talento ainda decide dentro de campo”, comenta o ex-jogador Tostão em sua coluna

 


Tostão, nos tempos de atleta e o comentarista esportivo nos dias atuais (Reprodução)

 

“Os treinadores ajudam muito, mas não ganham jogo sozinhos. O talento e o entrosamento ainda decidem”. A citação é do ex-jogador de futebol Tostão, tricampeão do Mundo pela seleção brasileira em 1970, ao analisar os primeiros embates da seleção canarinho, sob o comando do técnico italiano Carlos Ancelotti, na preparação para a Copa do Mundo de 2026.

Na coluna que assina em diversos veículos de imprensa do país, Tostão considera que “Mesmo com Ancelotti, a Seleção ainda não é compacta. A derrota para o Japão mostrou falhas na saída de bola e na pressão pós-perda. Esse é um problema recorrente também em times brasileiros”.

O ex-jogador que fez sucesso na carreira envergando a camisa do Cruzeiro, Eduardo Gonçalves de Andrade,  “Tostão”, é reconhecido como  peça fundamental na conquista da Copa do Mundo de 1970 pela Seleção Brasileira sendo considerado um dos maiores craques do país. Após encerrar a carreira precocemente aos 26 anos devido a um problema na retina, Tostão se tornou médico e, nos dias atuais, sem desligar-se totalmente do futebol tornou-se um respeitado comentarista esportivo e cronista.

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