quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Jequieense Maribel Barreto toma posse na Academia de Letras e Artes do Salvador (ALAS)

 


Crédito: Instagram

 

A educadora jequiense Maribel Barreto, tomou posse na condição de acadêmica, em cadeira de nº 24, tendo como patrono Magalhães Neto, da Academia de Letras e Artes do Salvador (ALAS). A cerimônia aconteceu na última segunda-feira (11),  no Salão Nobre do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB). O evento, que reforça o compromisso da instituição com a preservação e o fomento à cultura baiana, contou com a presença de intelectuais, artistas e personalidades do cenário literário local.

Fundada em 1999 pelo advogado e escritor Benjamin Batista — reconhecido por seu papel no Movimento Acadêmico dos Municípios Baianos e pela criação de mais de 100 instituições similares no Brasil e no exterior —, a ALAS consolida-se como um dos pilares da difusão cultural em Salvador. Sob a presidência do acadêmico Sérgio Faria, a cerimônia marcou a entrada de nomes ilustres, cada um homenageando um patrono de relevância histórica:

  • Antônio Tadeu Bahia Menezes (patrono Jair Ribeiro de Brito)
  • Celso Cunha Neto (patrono Estácio de Lima)
  • José Carlos Barbosa Modesto (patrono Adonias Filho)
  • Maribel Barreto (patrono Magalhães Neto)
  • Sérgio Schlang (patrono Carlos Coqueijo da Costa)
  • Walter Pinheiro de Queiroz (patrono Orlando Gomes)
Ao ser empossada Maribel Barreto afirmou que sua  missão na Casa, é – atuar com sabedoria, força e beleza como princípios essenciais para alinhar interesses individuais ao bem comum; promover o aperfeiçoamento da consciência humana, através da literatura, da cultura e da educação; contribuir para uma Salvador mais justa, harmônica e consciente.
Maribel agradeceu a sua família, aos amigos, ao padrinho Benjamin Batista, ao Presidente da ALAS, Sérgio Faria, ao Secretário Rozendo Neto, ao Confrade Aleilton Fonseca, Presidente da ALB, “pela rica presença e entrega do meu Diploma, e a todos que caminham comigo nesta jornada”.

Legado e renovação

Para o presidente Sérgio Faria, a cerimônia reforçou o papel da ALAS como “guardiã da memória intelectual de Salvador e espaço de estímulo à criação artística”. Já Benjamin Batista, fundador da Academia, destaca a importância da instituição na formação de redes culturais: “Cada novo acadêmico é um elo que amplifica nossa voz no cenário literário”.

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