Missão para matar Moraes foi abortada com militares já posicionados, diz PF; veja passo a passo

A investigação da Polícia Federal sobre o plano para prender e matar o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), aponta que os militares envolvidos na trama usaram codinomes e se posicionaram para uma ação no dia 15 de dezembro de 2022, mas a abortaram na última hora.
A PF fez uma operação, autorizada por Moraes, e prendeu nesta terça-feira (19) quatro militares e um policial federal suspeitos de planejar a morte de Moraes, do então presidente eleito, Lula (PT), e do vice-presidente, Geraldo Alckmin, após as eleição em que o petista derrotou Jair Bolsonaro (PL).
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