Prefeitura e concessionária do transporte coletivo urbano de Jequié prometem melhoria da qualidade do serviço a partir desta segunda (19)

Um dos segmentos de prestação de serviço público, historicamente mais deficiente em Jequié, o do transporte de passageiros em ônibus, está prometendo, pelos seus responsáveis estabelecer um novo ciclo, a partir dessa segunda-feira (19/fevereiro/2024) Pelo menos é isso que está sendo anunciado e garantido em entrevistas, o presidente da Coobma, Edgar dos Santos, empresa habilitada pela prefeitura para operar o sistema nos próximos 5 anos. A empresa que teve origem como Cooperativa de Transporte de Escolares, alterou sua constituição ao longo dos últimos três anos, assumindo por força de contrato emergencial com a Prefeitura de Jequié, o serviço público, sendo a única participante com proposta, da licitação de transporte de passageiros, no Edital aberto pela gestão do município e concluído a partir de dezembro do ano passado.
O dirigente da empresa que recentemente, ainda no modelo anterior prometia suspender o serviço, alegando déficit operacional, decorrente da concorrência exercida pelo transporte clandestino, agora parece ter ganho “novo fôlego”, ao anunciar “modernização da frota, implantação de tecnologias de monitoramento e controle, e a otimização das rotas para garantir um serviço mais pontual e eficaz”. Uma grande dúvida, que ainda suscita melhor nível de esclarecimento, por parte da permissionária e da empresa, é com relação a itens como transporte gratuito de idosos, deficientes e a meia-passagem..
Da parte da gestão, a Superintendência Municipal de Trânsito (SUMTRAN), assegura que a orientação recebida, é desenvolver a partir desta segunda (19), operação estratégica, em conjunto com o 19º Batalhão da Polícia Militar e a Guarda Civil de Jequié, visando intensificar a fiscalização e, “erradicar de vez o transporte clandestino em Jequié, não permitindo mais a circulação desses veículos na cidade”, como disse enfatizou em uma emissora de rádio, a superintendente municipal de trânsito, engenheira Karl Geambastiani. Vale lembrar que o setor de mototáxi, que foi regulamentado mas, ainda não colocado em pratica, também concorre, pela quantidade de prestadores do serviço, uma influência negativa em relação ao número de passageiros transportados diariamente na cidade.
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