Troca de ataques entre Lula e Bolsonaro bate-boca e acusações apimentam último debate entre presidenciáveis
30/09/2022

O presidente Jair Bolsonaro (PT) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que polarizam as intenções de votos, da corrida ao Palácio do Planalto, protagonizaram trocas de ataques e acusações no debate entre candidatos à Presidência na TV Globo iniciado na quinta-feira (29) e encerrado nas primeiras horas desta sexta-feira (30). O mediador do debate foi o jornalista Willian Boner, que várias vezes repreendeu os candidatos, no sentido de respeitarem as normas nos momentos em que falaram fora de seu tempo e as tentativas de interrupção quando não tinham o direito de fala. Também participaram do último debate na TV, os candidatos Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Soraya Thronicke (União Brasil), Padre Kelmon (PTB) e Felipe D’Avila (Novo), que mencionaram casos de corrupção na era PT como o mensalão e o petrolão e a derrocada econômica da gestão Dilma Rousseff (PT). Os candidatos Bolsonaro e Lula que se sentiram incomodados fizeram sucessivos pedidos de resposta por ofensas pessoais, ofuscando os outros cinco candidatos no estúdio. O clima geral foi de nervosismo e tumulto, com participantes se atropelando nas falas.
Bolsonaro também recebeu ataques de Ciro, Tebet e Soraya, mas teve apoio de Padre Kelmon e D’Avila ao longo do debate. Ele não fez pergunta diretamente ao seu principal adversário quando teve a oportunidade.
“O presidente quando aparecer aqui, por favor, minta menos”, disse Lula ao questionar Bolsonaro, sobre o sigilo de cem anos adotado por acerca de questões sensíveis para aliados e familiares, as denúncias de desvios no MEC e a “quadrilha da vacina”, que tentou negociar imunizantes contra a Covid-19 com cobrança de propina.
Bolsonaro rebateu: “O ex-presidiário diz que eu decretei o sigilo da minha família. Qual o decreto, me dá o número do decreto? […] Para de mentir”. Bolsonaro afirmou que faz “um governo limpo, sem corrupção, orgulho nacional”.

O presidente Jair Bolsonaro (PT) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que polarizam as intenções de votos, da corrida ao Palácio do Planalto, protagonizaram trocas de ataques e acusações no debate entre candidatos à Presidência na TV Globo iniciado na quinta-feira (29) e encerrado nas primeiras horas desta sexta-feira (30). O mediador do debate foi o jornalista Willian Boner, que várias vezes repreendeu os candidatos, no sentido de respeitarem as normas nos momentos em que falaram fora de seu tempo e as tentativas de interrupção quando não tinham o direito de fala. Também participaram do último debate na TV, os candidatos Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Soraya Thronicke (União Brasil), Padre Kelmon (PTB) e Felipe D’Avila (Novo), que mencionaram casos de corrupção na era PT como o mensalão e o petrolão e a derrocada econômica da gestão Dilma Rousseff (PT). Os candidatos Bolsonaro e Lula que se sentiram incomodados fizeram sucessivos pedidos de resposta por ofensas pessoais, ofuscando os outros cinco candidatos no estúdio. O clima geral foi de nervosismo e tumulto, com participantes se atropelando nas falas.
Bolsonaro também recebeu ataques de Ciro, Tebet e Soraya, mas teve apoio de Padre Kelmon e D’Avila ao longo do debate. Ele não fez pergunta diretamente ao seu principal adversário quando teve a oportunidade.
“O presidente quando aparecer aqui, por favor, minta menos”, disse Lula ao questionar Bolsonaro, sobre o sigilo de cem anos adotado por acerca de questões sensíveis para aliados e familiares, as denúncias de desvios no MEC e a “quadrilha da vacina”, que tentou negociar imunizantes contra a Covid-19 com cobrança de propina.
Bolsonaro rebateu: “O ex-presidiário diz que eu decretei o sigilo da minha família. Qual o decreto, me dá o número do decreto? […] Para de mentir”. Bolsonaro afirmou que faz “um governo limpo, sem corrupção, orgulho nacional”.
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