Prefiro a instabilidade do São Paulo à regularidade de Palmeiras e Corinthians
Para a maioria dos times brasileiros, faltam aproximações, triangulações, passes decisivos e talento individual

Por outro lado, é preciso reconhecer que alguns técnicos brasileiros tentam marcar por pressão e jogar com os zagueiros mais adiantados, como é frequente em todo o mundo, para diminuir os espaços entre a defesa e o meio-campo. Mas isso ainda é feito irregularmente, timidamente.
O Flamengo, contra o Bahia, voltou a encantar, com belos lances coletivos e individuais. Faltou a intensidade na marcação por pressão do ano passado.
A equipe mudou o desenho tático nos últimos três jogos e passou a jogar de uma maneira parecida com a do Manchester City, dirigido por Guardiola.
Nas duas partidas anteriores à contra o Bahia, o Flamengo jogou com um volante, um meia de cada lado do campo, dois pontas abertos e um centroavante. Contra o time nordestino, o meia Arrascaeta atuou mais perto do centroavante Pedro.
Já com Jorge Jesus, não havia pontas abertos. A equipe jogava com um volante, uma linha de três armadores e dois atacantes.
As referências de Éverton Ribeiro e do uruguaio Arrascaeta eram pelos lados, porém, sem posições fixas.
O Flamengo enfrentaria o Fortaleza neste sábado (5).
O antigo conceito de que o treinador precisa organizar o sistema defensivo e deixar que os jogadores do meio de campo para frente encontrem soluções individuais está ultrapassado.
É fundamental unir a inventividade, a técnica e a fantasia com a disciplina tática.






0 comments:
Postar um comentário