Bahia Notícias

A rescisão do contrato de TV do Estadual do Rio de Janeiro, feita de forma unilateral pelo Grupo Globo e motivada pela transmissão de um jogo do Flamengo nos canais particulares do clube, alimentou ainda mais a discussão sobre a atuação dos diferentes participantes no mercado de direitos de transmissão no país.
A Medida Provisória 984, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em junho, dá ao mandante dos jogos a liberdade de comercializar individualmente sua transmissão. Por isso, o Flamengo exibiu as partidas diante do Boavista, no último dia 1º, e contra o Volta Redonda, dia 5, pela FlaTV, seu canal no YouTube.
Já a Globo entende que a ação flamenguista configurou uma quebra do contrato, celebrado antes da edição da MP. Apesar de não ter acordo com o Flamengo, a emissora tinha vínculo com a federação do Rio de Janeiro e os outros 11 clubes participantes da competição antes de rescindi-lo.
O futebol brasileiro ainda opera, na maior parte do mercado, com um modelo mais tradicional de exibição, em que os contratos são geralmente fechados com emissoras de televisão.
Para o Campeonato Brasileiro, por exemplo, há duas detentoras dos direitos: a Globo, que além da TV aberta transmite no SporTV (TV fechada), no GloboEsporte.com (internet) e no Premiere (pay-per-view e streaming), e a Turner, que transmite o torneio no canal a cabo TNT.
No mercado europeu das grandes ligas, a transmissão dos jogos dos campeonatos nacionais está mais pulverizada e com empresas nativas do streaming. :: LEIA MAIS »

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