Atlético, Grêmio e Bragantino querem entidade para negociação coletiva de direitos de transmissão
Super Esportes

Os presidentes de Atlético, Grêmio e Red Bull Bragantino lançaram a ideia da necessidade de criar uma entidade que represente os interesses do futebol brasileiro, fortalecendo a gestão executiva dos clubes. O plano foi defendido durante painel na 4ª Conferência Nacional do Futebol (Conafut).
A sugestão de uma organização foi levantada, segundo Fernando Trevisan, um dos coordenadores da Conafut, como resposta às grandes questões enfrentadas pelo futebol brasileiro, que vive um momento de transformação completa em decorrência da pandemia do coronavírus e também por questões legais em curso, como o projeto de lei que pretende incentivar os clubes a virarem empresa e também a alteração trazida pela MP 984/2020, que altera os direitos de transmissão, que hoje respondem 70% da receita dos clubes.
“É um momento ímpar, em geral há muitas discussões que ficam na intenção. Mas, na prática, é uma oportunidade para nos aprofundarmos na questão de que realmente devemos aproveitar esse momento de pandemia, de crise, quando aparentemente os clubes estão mais próximos, para criar uma espécie de entidade coletiva”, disse Trevisan, especialista em marketing esportivo, também mediador do debate com os presidentes dos clubes.
Antes da promulgação da MP 984/2020, os direitos de transmissão pertenciam aos dois clubes protagonistas da partida. A partir de agora, esse direito é dado de forma exclusiva à equipe mandante do confronto, até o fim da pandemia. A medida provisória causou grande imbróglio na final do Campeonato Carioca. :: LEIA MAIS »
http://www.cidadeesportes.com.br/v1/
Os presidentes de Atlético, Grêmio e Red Bull Bragantino lançaram a ideia da necessidade de criar uma entidade que represente os interesses do futebol brasileiro, fortalecendo a gestão executiva dos clubes. O plano foi defendido durante painel na 4ª Conferência Nacional do Futebol (Conafut).
A sugestão de uma organização foi levantada, segundo Fernando Trevisan, um dos coordenadores da Conafut, como resposta às grandes questões enfrentadas pelo futebol brasileiro, que vive um momento de transformação completa em decorrência da pandemia do coronavírus e também por questões legais em curso, como o projeto de lei que pretende incentivar os clubes a virarem empresa e também a alteração trazida pela MP 984/2020, que altera os direitos de transmissão, que hoje respondem 70% da receita dos clubes.
“É um momento ímpar, em geral há muitas discussões que ficam na intenção. Mas, na prática, é uma oportunidade para nos aprofundarmos na questão de que realmente devemos aproveitar esse momento de pandemia, de crise, quando aparentemente os clubes estão mais próximos, para criar uma espécie de entidade coletiva”, disse Trevisan, especialista em marketing esportivo, também mediador do debate com os presidentes dos clubes.
Antes da promulgação da MP 984/2020, os direitos de transmissão pertenciam aos dois clubes protagonistas da partida. A partir de agora, esse direito é dado de forma exclusiva à equipe mandante do confronto, até o fim da pandemia. A medida provisória causou grande imbróglio na final do Campeonato Carioca. :: LEIA MAIS »
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