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A Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, e a Universidade de Tecnologia de Eindhoven, na Holanda, fizeram um estudo fundamental para a volta ou não do futebol no mundo.
Depois de simulações em computadores e laboratórios ficou comprovado que gotículas de saliva, de alguém correndo, contaminado com o coronavírus, pode espalhar o covid-19 até por 20 metros.
E caminhando, até quatro metros.
Já se sabia que um espirro pode atingir o raio de oito metros.
Esses dados chegaram até a Fifa pela Organização Mundial da Saúde.
Por isso, Gianni Infantino refreou sua ansiedade em promover a volta do futebol, mesmo pressionado por bilionários contratos com patrocinadores e as mais poderosas redes de tevês do mundo.
“Nenhum jogo de futebol vale mais do que uma vida.
“Seria mais do que irresponsável obrigar as competições a recomeçar.
“Se tivermos de esperar mais um pouco, vamos esperar.”
A postura do presidente da Fifa foi clara, firme.
E ele estava se referindo aos torneios mais importantes do mundo, a Champions League e os Campeonatos Nacionais da Inglaterra, Espanha, Alemanha, Itália.
Infantino já demostrou publicamente na semana passada, que a Fifa não vai se dobrar.
Mas na América do Sul, mais precisamente no Brasil, o movimento é antagônico.
A CBF, pressionada pelas Federações e clubes, querem o retorno do futebol o mais rápido possível. :: LEIA MAIS »
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