UM CHAMADO DO PAI - (UM TESTEMUNHO VIVO) LEIA O TEXTO, PARA UMA REFLEXÃO
Em 1936, no dia 11 de outubro na Região do Guloso, interior do Município de Ipiaú, no Estado da Bahia, nasceu mais um rebento do casal Joviniano Marques dos Santos (ou simplesmente Jóve Marque) e Celsedina Pereira dos Santos, dia festa para o humilde casal, que lhe deram o nome de Hugo, e como toda criança o menino cresceu, com todos os sonhos de criança, e por volta dos seus doze anos, passou a viver com seu avô, no caso meu bisavô, que até hoje só pude conhecê-lo pala alcunha de Mané Marque, um senhor sisudo, de fortes atitudes, firme nas suas decisões. No final dos anos quarenta a família deixa o lugarejo e busca a sorte numa região desconhecida na região de Cajazeiras no município de Ibirapitanga, deixando o filho com o avô. Onde mais tarde já adolescente também ruma para viver ao lado de sua família.
T E S T E M U N H O D E VIDA - Se eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro. Há outro que testifica de mim, e sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro. João 5:31,32
O menino que crescia em meio a muitos sonhos, e como toda criança; queria brincar, estudar, conquistar um espaço, ser gente como costumava dizer as pessoas da época, num tempo que brincar era sinônimo de malandragem, criança para ser homem tinha que trabalhar ajudar em casa, viver sob as ordens dos mais velhos, e sonhava o menino em ter uma bola, coisa simples, que quem já foi criança em especial menino tinha como sonho de consumo, mais, àquele menino não tinha condições de comprar. E numa ida à feira com seu avô Mané Marque, onde se fazia as compras em armazéns, e que era motivo de encontro dos fazendeiros, para um bom papo, troca de experiências, tomar um aperitivo, enfim colocar a prosa em dia enquanto as compras iam sendo feitas e colocadas quase que juntas ali num cantinho do armazém, e num desses dias o menino foi orientado pelo avô a pegar as compras para pôr no animal que conduziria até em casa, e vendo o menino uma bola próximo as compras, ousou também levar o brinquedo, seu sonho de consumo, lembrando que a bola não fazia parte das compras que pertencia a sua família, e lá se foi a bola que não era sua. A bola foi motivo de muita alegria entre a garotada da redondeza, o tempo passou, o menino foi morar com seu pai, mais como havia crescido sob o regime da honestidade, dos bons costumes, da educação do que não é nosso, não se deve pegar, ele descobriu na sua adolescência que havia cometido um erro, e esse erro seu coração se culpou por muitos anos, Aquilo era como algo que em sua vida estava vazio. E muitos anos depois já enfermo, fragilizado a menos de um mês de ser chamado pelo Pai ao Reino Celestial, já com a voz debilitada, chamou algumas pessoas da família querendo fazer um desabafo, uma confissão; e falou que aquilo o afligiu durante toda sua vida, contou que havia roubado uma bola quando criança, e que até aquele dia não se sentia em paz, que precisava externar aquele sentimento, pois seria como um pedido de perdão, para aliviar uma dor de mais de setenta anos. E assim no dia sete de novembro de 2019, com certeza perdoado, com seu coração livre da dor que o afligia, não como filho pródigo, mais como todo bom filho volta a casa do pai, ele recebeu um chamado para voltar: Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão. João 5:25. E desde este dia o céu está em festa, e nós iremos guardar este testemunho para que sirva a quem tiver conhecimento como exemplo, esse testemunho é apenas uma das lições que ele pôde passar como pai, esposo, comerciante e como cidadão que veio à terra não apenas para uma mera passagem, mas sim para deixar seu legado de compromisso com a verdade num momento, em que ser honesto é sinal de ser idiota. Esse foi Hugo Pereira dos Santos, que Deus o acolha em seus ternos braços. (Jean Guto), filho.
T E S T E M U N H O D E VIDA - Se eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro. Há outro que testifica de mim, e sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro. João 5:31,32
O menino que crescia em meio a muitos sonhos, e como toda criança; queria brincar, estudar, conquistar um espaço, ser gente como costumava dizer as pessoas da época, num tempo que brincar era sinônimo de malandragem, criança para ser homem tinha que trabalhar ajudar em casa, viver sob as ordens dos mais velhos, e sonhava o menino em ter uma bola, coisa simples, que quem já foi criança em especial menino tinha como sonho de consumo, mais, àquele menino não tinha condições de comprar. E numa ida à feira com seu avô Mané Marque, onde se fazia as compras em armazéns, e que era motivo de encontro dos fazendeiros, para um bom papo, troca de experiências, tomar um aperitivo, enfim colocar a prosa em dia enquanto as compras iam sendo feitas e colocadas quase que juntas ali num cantinho do armazém, e num desses dias o menino foi orientado pelo avô a pegar as compras para pôr no animal que conduziria até em casa, e vendo o menino uma bola próximo as compras, ousou também levar o brinquedo, seu sonho de consumo, lembrando que a bola não fazia parte das compras que pertencia a sua família, e lá se foi a bola que não era sua. A bola foi motivo de muita alegria entre a garotada da redondeza, o tempo passou, o menino foi morar com seu pai, mais como havia crescido sob o regime da honestidade, dos bons costumes, da educação do que não é nosso, não se deve pegar, ele descobriu na sua adolescência que havia cometido um erro, e esse erro seu coração se culpou por muitos anos, Aquilo era como algo que em sua vida estava vazio. E muitos anos depois já enfermo, fragilizado a menos de um mês de ser chamado pelo Pai ao Reino Celestial, já com a voz debilitada, chamou algumas pessoas da família querendo fazer um desabafo, uma confissão; e falou que aquilo o afligiu durante toda sua vida, contou que havia roubado uma bola quando criança, e que até aquele dia não se sentia em paz, que precisava externar aquele sentimento, pois seria como um pedido de perdão, para aliviar uma dor de mais de setenta anos. E assim no dia sete de novembro de 2019, com certeza perdoado, com seu coração livre da dor que o afligia, não como filho pródigo, mais como todo bom filho volta a casa do pai, ele recebeu um chamado para voltar: Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão. João 5:25. E desde este dia o céu está em festa, e nós iremos guardar este testemunho para que sirva a quem tiver conhecimento como exemplo, esse testemunho é apenas uma das lições que ele pôde passar como pai, esposo, comerciante e como cidadão que veio à terra não apenas para uma mera passagem, mas sim para deixar seu legado de compromisso com a verdade num momento, em que ser honesto é sinal de ser idiota. Esse foi Hugo Pereira dos Santos, que Deus o acolha em seus ternos braços. (Jean Guto), filho.

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