São Francisco goleia Coaraci e coloca a mão na taça



Postado por Comunicação FBF em 09/12 - em Competições













O bicampeonato ficou cada vez mais perto de São Francisco do Conde. Jogando no Estádio Junqueira Ayres, na tarde deste domingo (9), a Seleção de São Francisco do Conde goleou Coaraci por 3 a 0 e colocou a mão na taça.
 
Com o resultado, São Francisco pode perder por até dois gols de diferença, no jogo de volta, que conquista seu segundo título consecutivo na competição. 

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Coluna do Tostão



'A linha reta não sonha'

A antiga e inapropriada discussão entre futebol-arte e futebol de resultados será ainda mais frequente até a Copa, por causa do fim do sonho de trazer Guardiola, símbolo do futebol bem jogado e bonito, e do retorno de Felipão à seleção, representante do futebol de resultados, embora, como todo bom técnico, tenha sucessos e fracassos.
Após a Copa de 1966, vencida pelos ingleses, só se falava, no Brasil, do fim do jogo moleque, inventivo e imprevisível das seleções de 1958 e 1962 e do novo futebol dos europeus, de resultado, força, disciplina tática, velocidade e objetividade.
Apenas quatro anos depois, após a Copa de 1970, o grande cineasta italiano Pasolini disse que a poesia brasileira tinha vencido a prosa italiana. Chico Buarque escreveu que os europeus eram os donos do campo, e os brasileiros, da bola. Hoje, não somos mais os donos do campo nem da bola. Não aprendemos a utilizar os espaços e damos a bola com facilidade ao adversário.
Entre 1974 e 1994, o Brasil não ganhou a Copa do Mundo, porque havia seleções melhores. A de 1982 foi exceção. Encantou, mas não venceu. José Miguel Wisnik, em seu excepcional livro "Veneno remédio", escreveu sobre esse período: "Predominava a ideia de que era preciso adotar um jogo eminentemente coletivo, tecnicamente responsável, compactamente defensivo, fisicamente forte e que abrisse mão de devaneios individualistas".
De 1994 até hoje, nas vitórias e nas derrotas, continuaram as discussões sobre o futebol-arte e de resultados.
As maiores equipes de todos os tempos, com vários estilos, sempre atuaram, primeiro, para vencer. A seleção de 1970 jogava um futebol de prosa e de poesia. Unem o pragmatismo criativo e o jogo coletivo com o talento individual e as fantasias. "A linha reta não sonha" (Oscar Niemeyer). Quando as grandes equipes perdem não é porque não são competitivas. Dezenas de detalhes, que, muitas vezes, duram uma fração de segundos, mudam a história de um jogo. "A vida é um sopro" (Oscar Niemeyer).
A arte necessita da técnica. Já a técnica sem a arte tende ao tecnicismo e à ineficiência. O que não se pode é confundir firula, habilidade sem técnica, com arte.
Infelizmente, um grande número de pessoas envolvidas profissionalmente com o futebol apenas se preocupa com o resultado, com os estereótipos, com o imediatismo e com as manchetes bombásticas.
A discussão entre futebol-arte e de resultados transcende o futebol. Faz parte das eternas dúvidas humanas entre a razão e a imaginação, o desejo e a ética, o real e o simbólico, e tantas outras dualidades. Quando vejo o Barcelona jogar, um time que une o individual com o coletivo, a beleza com o resultado e a utopia com a realidade, atenuam- -se minhas dúvidas futebolísticas e existenciais.

Muitos gols de placa

DE SÃO PAULO
Ganha-se e perde-se um jogo, uma Copa do Mundo, também por causa de uma bola que bate na trave e entra ou sai, por um erro do árbitro, a favor ou contra, e por dezenas de outros detalhes. Como os jogadores não param de correr, está ultrapassado analisar a maneira de jogar de uma equipe pelo sistema tático. Até o presidente da CBF sabe desenhar em uma prancheta o 4-2-3-1, o sistema dito moderno. O mais importante é discutir os conceitos.
Terminou o Brasileirão. Como mostrou a Folha, diminuiu o número de gols, principalmente os de bolas paradas. Como aumentou o número de faltas, os times devem ter treinado mais e melhorado as jogadas defensivas pelo alto. De qualquer maneira, é nítida a preocupação dos técnicos nas bolas aéreas. Isso é mais fácil de ser ensaiado. Qualquer treinador medíocre aprende a fazer isso.
O Grêmio ficou em terceiro lugar. Discordo da bajulação a Luxemburgo por seus simpatizantes e amigos. O Grêmio contratou excelentes jogadores e, mesmo assim, foi eliminado na Copa do Brasil pelo rebaixado Palmeiras, na Copa Sul-Americana, pelo pobre time do Millonarios, e ainda não conseguiu, com dois jogadores a mais, vencer o Inter, o que seria importante para a Libertadores.
A derrota do Corinthians para os reservas do São Paulo não diminui as boas chances de o time ganhar o Mundial de Clubes, já que o Chelsea venceu apenas duas das últimas dez partidas e corre grandes riscos hoje de ser eliminado na primeira fase da Copa dos Campeões.
Chelsea e Corinthians têm estratégias e sistemas táticos parecidos. Quando perdem a bola, costumam defender com oito ou nove jogadores no próprio campo. Um meia de cada lado marca os laterais. Em alguns momentos, os dois times marcam por pressão. São equipes que deixam poucos espaços entre os setores. O Corinthians é o mais europeu dos times brasileiros.
Por falar em espaços, os técnicos, reunidos na Footecon, deveriam assistir, na íntegra, ao jogo de sábado entre Palmeiras e Santos, como exemplo de como não se deve jogar coletivamente. A maioria dos times brasileiros atua do mesmo jeito. Os zagueiros, dos dois times, não saíam de perto da área, os meias e atacantes não saíam de perto da outra área, e mais ou menos três jogadores de meio-campo corriam de uma área à outra, para preencher os enormes espaços.
Neymar, que é diferente dos outros, voltava para receber a bola, driblava um, corria com a bola, driblava outro, corria com a bola, driblava novamente, até chegar à grande área. Ele, com seu extraordinário talento, capaz de fazer gols maravilhosos contra os melhores times e seleções do mundo --ainda não fez--, será, pela facilidade e magia, todo ano, o mais forte candidato ao gol de placa. Neste ano, deve ser bi. Voto em seu gol.

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Escalação do Corinthians contra o al ahly (12/12/2012) Mundial de Clubes




O Corinthians vai fazer sua estréia no mundial contra o Al Ahly do Egito no dia 12/12 (quarta feira). Tite já tem uma escalação pré definida para a partida. O jogo é às 8h30 e a escalação do Corinthians na semi final do Mundial de Clubes é a seguinte:
Cássio; Alessandro, Chicão, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Douglas e Danilo; Émerson e Paolo Guerrero

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Com casa cheia, Marcos se despede do futebol em partida festiva


No adeus, ídolo promove encontro entre Palmeiras de 1999 e seleção brasileira de 2002 no estádio do Pacaembu


Um dos maiores ídolos da história do Palmeiras se despede do futebol nesta terça-feira. “São Marcos de Palestra Itália”, como é chamado pelos alviverdes, é a estrela do jogo festivo marcado para o estádio do Pacaembu, às 22h (horário de Brasília). De um lado, um combinado de ex-jogadores do Verdão. Do outro, uma equipe formada por craques que brilharam na seleção brasileira..Mais de 36 mil ingressos foram vendidos para a festa do ex-goleiro, prova de que o rebaixamento à segunda divisão do Campeonato Brasileiro não desanimou o palmeirense para a última oportunidade de ver o eterno camisa 12 em campo. Na partida, ele jogará apenas pelo Verdão, já que o estatuto prevê: para ganhar um busto no clube, o atleta não pode atuar jamais contra o Palmeiras.
Marcos palmeiras (Foto: Gustavo Tilio / Globoesporte.com)
O time será um misto da equipe de 1999, que venceu a Taça Libertadores da América. Nomes como Arce, Cleber, Edmilson, Euller, Evair, Galeano, Júnior, Oséas, Paulo Nunes, Rivarola, Sérgio, Veloso e Zinho estão confirmados. Pela Seleção, Belletti, Cafu, Denilson, Edilson, Juninho Paulista, Luizão, Ricardinho, Vampeta e Ronaldo vão marcar presença.
Há a expectativa de que Marcos termine a partida jogando no ataque, como sempre brincava nos treinos, mas a organização do evento não confirma e diz que tem algumas surpresas para o dia da festa. O ex-goleiro receberá uma placa da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) pela "brilhante atuação" na conquista da Copa do Mundo de 2002. O técnico Luiz Felipe Scolari, comandante da Seleção naquela oportunidade e recém-contratado novamente para o cargo, estará no Pacaembu.
A patrocinadora de Marcos lançou um kit, que será utilizado por ele na partida de despedida e que também pode ser adquirido pelo torcedor. Nele há uma réplica da chuteira que o "Santo" utilizará em sua despedida, além de um par de luvas e de uma camiseta com a imagem do ex-atleta. Foram colocadas à venda 532 unidades - mesmo número de jogos que Marcos teve com a camisa do Palmeiras.Longe dos gramados há mais de um ano, o “Santo” mal teve tempo de ficar em casa nesta temporada. Ele acompanhou o Palmeiras em diversas viagens ao longo da Copa do Brasil e já perdeu a forma que tinha durante os tempos de jogador: com oito quilos a mais, ele aparecerá com o visual um pouco mais “gordinho” diante do torcedor no estádio do Pacaembu.
Uma camisa especial também exalta a trajetória de Marcos com a camisa alviverde: além das partidas disputadas pelo clube, um patch estampado ainda lembra os 12 títulos conquistados no período entre 1992 e 2012.
Dores nos joelhos, jeito irreverente, sorriso fácil... Marcos Roberto Silveira dos Reis estará em campo pelo Palmeiras pela última vez na noite desta terça-feira. Diferente em alguns aspectos, mas idêntico à carismática figura que ganhou o respeito de todas as torcidas
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Notícias do Flamengo


Paulo Pelaipe: ‘O que marca é colocar


 faixa no peito do torcedor’

Do ‘resgate’ de Renato Gaúcho ao nascimento da Arena gremista: conheça a trajetória do novo diretor executivo de futebol do Flamengo

Por Alexandre Alliatti e Richard SouzaRio de Janeiro

paulo pelaipe grêmio (Foto: JEFFERSON BOTEGA/Agência RBS)Paulo Pelaipe chega ao Flamengo nesta terça
(Foto: Jefferson Botega/Agência RBS)
Paulo Pelaipe, de 61 anos, chega ao Flamengo nesta terça-feira para comandar o futebol do clube pelas próximas duas temporadas. A equipe do presidente eleito, Eduardo Bandeira de Mello, classifica o diretor executivo como um dos três maiores nomes da gestão profissional do futebol do Brasil na atualidade. Pelaipe trata o desafio como o auge da carreira, marcada por quase três décadas de trabalho no Grêmio. Uma trajetória iniciada na gestão do futebol de salão do clube, no fim da década de 70, e nas categorias de base.

- Esse convite do Flamengo foi o maior presente que eu recebi. Tenho uma gratidão enorme por esse reconhecimento. Chego revigorado, renovado – disse.
Pelaipe presenciou e participou diretamente do nascimento do maior ídolo gremista. Oito meses depois de chegar ao clube, integrou a comitiva tricolor que foi a Bento Gonçalves na calada da noite para contratar Renato Portaluppi, o Renato Gaúcho. A promessa do Esportivo interessava ao Internacional, daí a urgência na viagem para a serra gaúcha.
- Considero um dos episódios mais marcantes da minha carreira no Grêmio, pois foi o início da minha trajetória, estava há oito meses no clube. Fui convidado para ir a Bento Gonçalves buscar o Renato, chegamos lá umas 22h. O pessoal do Grêmio tinha pressa porque sabia que o Internacional também queria o Renato. E em 1983 ele foi protagonista no título mundial do Grêmio (fez os dois gols da vitória sobre o Hamburgo, em Tóquio) e tornou-se o maior ídolo do clube.
Antes de ser executivo, Paulo Pelaipe foi dirigente não remunerado do Grêmio. Atuou como diretor de futebol quando o clube precisou se reestruturar para retornar à Série A. Em 2005, foi campeão da Série B com um elenco montado, em grande parte, por ele. Foi pessoalmente a Caxias do Sul contratar Mano Menezes, então técnico do Caxias - com quem voltaria a trabalhar no Corinthians, no qual atuou como consultor em 2009. A volta do Tricolor Gaúcho à Primeira Divisão é apontada pelo dirigente como um dos momentos mais emblemáticos na passagem pelo Olímpico.

- Foi o maior desafio. O Grêmio tinha meia dúzia de jogadores, enfrentava uma dificuldade enorme de montar o time. Foi todo aquele drama e havia um temor muito grande, pois não sabíamos se o clube teria condições de montar um time se não subisse naquele ano.
Esse convite do Flamengo foi o maior presente que eu recebi. Tenho uma gratidão enorme por esse reconhecimento. Chego revigorado, renovado"
Paulo Pelaipe
Continuou no clube, como dirigente político, até 2008. Da Série B, ajudou a colocar o Grêmio em uma final de Libertadores, em 2007. Foi bicampeão gaúcho - 2006 e 2007. Voltou ao clube em agosto de 2011, desta vez como executivo. Assim, retomou a parceria com Paulo Odone, que também presidia o clube em sua passagem anterior. Com a derrota de Odone para Fábio Koff na última eleição, Pelaipe não seguiria no clube. Despediu-se há pouco com a equipe classificada para a Libertadores da América e com a Arena inaugurada.
- Você pode ser um grande dirigente, mas o que marca são os títulos, o que marca é colocar faixa no peito do torcedor.

Teia de contatos, perfil centralizador e pulso firme
Pelaipe foi responsável por contratações marcantes nas duas passagens pelo Grêmio, como Victor, Réver, Diego Souza, Gilberto Silva, Elano, Zé Roberto. No Grêmio, sempre foi centralizador. As negociações passam necessariamente por ele. Chegou a trabalhar com Rodrigo Caetano, com quem teria se desentendido - o que explicaria a saída de Caetano para o Vasco - atualmente diretor do Fluminense.
- Tenho uma relação muito boa com muitos empresários, mas não sou preso a nenhum empresário. Sempre antes de contratar converso com o treinador. Não adianta contratar por contratar. Não se pode contratar jogador comum, nós vamos procurar contratar titulares para o Flamengo. O clube tem que se abastecer na base. Muitas equipes vencedoras surgem da mescla de experientes e jovens.
Uma das marcas do dirigente é o trabalho de vestiário. Pelaipe é querido pelos atletas, mas tem pulso firme. Jogador desinteressado tende a se dar mal com ele. Teve problemas com atletas como Miralles e Douglas, que deixaram o Grêmio.
Não se pode contratar jogador comum, nós vamos procurar contratar titulares para o Flamengo. O clube tem que se abastecer na base. Muitas equipes vencedoras surgem da mescla de experientes e jovens"
Paulo Pelaipe
- Não faço crítica a jogador, não falo de tática. Não sou dirigente que vai para restaurante com jogador. Respeito a vida dele. Tudo que tenho a dizer eu digo no vestiário, para os atletas. O jogador do Flamengo tem que saber que está vestindo um manto sagrado. Aprendi com meu pai que você tem que saber quem manda. Eu sei quem manda. O Flamengo tem um presidente, tem um grupo gestor e respeito à hierarquia. Ela vem de cima para baixo.
Antes de voltar ao Olímpico no segundo semestre do ano passado, o diretor trabalhou no Fortaleza. Chegou no fim de 2008, conquistou o tricampeonato estadual, mas a saudade da família o fez decidir sair. Passou a fazer consultorias para clubes do Sudeste.
- Espero fazer um grande trabalho para que o Flamengo volte aos títulos. Você pode ser um grande dirigente, mas o que marca são os títulos, o que marca é colocar faixa no peito do torcedor. Espero fazer um trabalho que agrade a direção e torcedores. A maior torcida do Brasil é movida pela paixão, e temos que acender a paixão do torcedor. Sendo campeão, tudo flui melhor no clube. A vitória é uma máquina, impulsiona.
Bronca em Tcheco, chá gelado e rancor com Diego Souza
Alguns episódios curiosos e polêmicos marcaram a passagem de Paulo Pelaipe pelo Grêmio. Casos que dão a dimensão da personalidade do dirigente. Em 2007, antes de um confronto entre Grêmio e São Paulo pelas oitavas de final da Libertadores, o meia Tcheco acusou o clube paulista de falsificar uma assinatura sua em um pré-contrato. Horas antes do segundo jogo, no Olímpico, Pelaipe soube que o jogador ligou para dirigentes do São Paulo para pedir desculpas. Pelaipe ficou revoltado e foi ao quarto do jogador na concentração cobrá-lo pessoalmente.
Duas passagens de 2008 também chamaram a atenção. Demitiu Vagner Mancini logo depois de tê-lo contratado, com o treinador ainda invicto. Ficou preocupado com o clima do vestiário. Não gostou de ver o técnico brindando uma vitória com chá gelado.
Naquele mesmo ano, depois de trazer Diego Souza de volta para o futebol brasileiro, ficou revoltado com a saída do jogador do Grêmio. Em Bento Gonçalves, disse que o jogador era limitado, que só conseguiria jogar bem no Grêmio, e afirmou que o atleta ainda voltaria de graça para o Olímpico. Diego Souza foi para o Palmeiras e acabou eleito craque do Brasileirão.

No último encontro com o Flamengo, em setembro deste ano, Pelaipe teve um problema extracampo no Engenhão. Impedido de entrar no gramado por um segurança, o dirigente envolveu-se numa discussão e foi acusado de ofender o funcionário com palavras racistas. Porém, o caso não foi adiante.
- Isso ficou no passado. No Sul é normal usar o termo negrão – explicou.
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Coluna do Jornalista Wilson Novaes Jr.


“Jogo das Estrelas” trouxe a Jequié atletas de grandes equipes brasileiras

Val Baiano trouxe convidados para jogo de futebol no Waldomirão
Fotos João Lourenço
Cumprindo mais uma vez o que anunciou e prometeu ao torcedor de Jequié e região, o jogador Val Baiano, trouxe vários jogadores  com atividades em equipes das séries A e B do Campeonato Brasileiro na temporada 2012, para participarem do denominado “Jogo das Estrelas”, de cunho beneficente, realizado na tarde de domingo (09/12) no Estádio Waldomiro Borges. As duas equipes em campo,  “Amigos de Val Baiano” e “Combinado do Brasileirão”, [placar final 8x4] estiveram  contaram ainda com jogadores que atuam fora do Brasil e outros com origem na própria cidade, além do convidado, Luisinho, vocalista da banda Trio da Huanna, que marcou um dos gols da partida. Um dos destaques em campo  foi o baiano, de Buerarema, Neto Berola (Atlético-MG), que fez belas jogadas e marcou gols. O árbitro central foi o paranaense Paulo Alves, do quadro da CBF.  Participaram do jogo:  Marcos Assunção e Tadeu (Palmeiras), Ewerton Silva,  Wellington, Ramon e Tomáz (Flamengo), Railan (Atlético-GO), Pierre e Neto Berola (Atlético-MG), Denilson (São Paulo), Alan Bahia (Atlético-PR), Bill (ex-Corinthians e ex-Santos), Ronaldo Angelim (ex-Fortaleza e ex-Flamengo), Somália (São Caetano), Guilherme Santos (Figueirense) e Nenê (Corinthians). O centroavante Elton (Vitória) esteve no estádio mas não atuou. Também estiveram em campo, Itacaré (futebol coreano), Marcos Leandro (futebol do Catar), além dos goleiros Lupito, João Gabriel e Bonitinho; Igor, Tite, Paulinho, Leomir, Boneca, Gilmar, Hamilton Bó, Giba, Giliard, Paulo Almeida e Inho Baiano. O técnico Paulo Sales  comandou o combinado do brasileirão  e Osvaldo Cerezzo, o time dos  amigos de Val Baiano. Muitos torcedores prestigiaram o evento e a tietagem em torno do gramado foi intensa prejudicando inclusive o desenrolar normal da partida, subdividida em dois tempos de 40 minutos.
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Técnico do Galatasaray descarta Diego e Sneijder e diz: 'Quero Kaká'


Equipe turca lidera o campeonato local e está nas oitavas de final da Liga
dos Campeões, mas Fatih Terim quer reforço. Presidente promete tentar


Kaká Real Madrid (Foto: AFP)Kaká interessa ao Galatasaray (Foto: AFP)
O Galatasaray, da Turquia, é o mais novo candidato à contratação de Kaká. No sábado, o técnico da equipe, Fatih Terim, revelou que pediu à diretoria o reforço do meia brasileiro, que é pouco aproveitado no Real Madrid, já admitiu deixar o clube em janeiro de 2013 e também está na mira do Los Angeles Galaxy, dos Estados Unidos.
Caso acerte com o Galatasaray, Kaká vai reencontrar o volante Felipe Melo, com quem atuou pela seleção brasileira na Copa do Mundo de 2010, além do zagueiro Cris. Para ter o meia brasileiro, Terim rejeitou outros dois nomes de peso: Diego, do Wolfsburg, e Wesley Sneijder, encostado no Inter de Milão.
Atualmente, o time turco lidera o campeonato local e está classificado para as oitavas de final da Liga dos Campeões. Apesar de saber que Kaká não poderia atuar na competição europeia, pois já jogou pelo Real, o presidente do Galatasaray, Ünal Aysal, afirmou que não medirá esforços para realizar o desejo de Terim. O mandatário, entretanto, ressaltou a dificuldade da negociação.- O presidente me perguntou se eu queria Diego ou Sneijder. Eu lhe disse que não queria nem um nem outro. Quero Kaká – afirmou o treinador após a vitória sobre o Sivasspor.
- Nós trabalhamos com todas as nossas forças para cumprir os desejos de Terim. Ele me disse que precisava de um jogador, e, como é preciso contratar em janeiro, faremos isso, porque Terim é muito importante para nós e queremos que seja feliz. Agora só falta que o clube esteja disposto a vender o jogador.
Felipe Melo Galatasaray Braga (Foto: EFE)Felipe Melo é um dos destaques da equipe turca (Foto: EFE)
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Conheça a História Auto-Biografada do Grande Comentarista Waldemir Vidal




COLUNA VIDAL FUTEBOL I PARTE Eu, nos meus mais de 45 anos de vivencia no Esporte em Jequié  de uma maneira geral, já que comandei equipes de Futsal Mas- culino e Feminino, equipes de Futebol Soçaite sendo o Futebol  fui Técnico de duas Seleções de Bairros, Equipes Amadoras to - talizando 28, chegando a 32 final vencendo 26 e perdendo 6. Fui Técnico da Seleção de Futebol de Jequié por 4 vezes. Na Cidade de Jitaúna comandei a Seleção local 1 vez. Em 1985 depois de 8 anos sem conquistar nenhum título coman- dei a Equipe Amadora do AJAX de Jitaúna e fomos Campeões. Nunca cobrei 1 centavo para ser Técnico destas Seleções e Equi- pes, sempre fiz sem buscar nenhum cargo político e sem preten- ções políticas. Sempre fiz e farei por gostar! O Esporte em Jequié não deve nada a minha pessoa. Pelo contrario devo a todos os Presidente de Equipe e Seleções  por permitirem a minha pequena colaboração. Fui eleito por mais de 9 vezes o melhor Técnico de Futebol Ama- dor até receber o convite do meu Amigo e Jornalista Ari Moura  para que eu fosse comentarista da partida entre A.D.Jequié e  Mocidade Independe de Manoel Vitorino sendo o Técnico da ADJ  o meu Amigo e Radialista Innaldo Sardinha, o qual conquistou o Título de Campeão Municipal de Futebol Amador de Jequié.  Lembrado comentei pela nossa saudosa Rádio Bahiana de Jequié.  Depois disso participei de vários Programa Esportivos e Jornalistí-  nas Emissoras de Jequié, já comentei na Rádio Bahiana de Jequié,  Rádio Povo de Jequié e Ubatã, 95 fm, 93FM, 104,9 de Jequié, Cida- de FM 105,5 de Jequié, Rádio AM de Poções, FM de Itagibá, FM de  Ibirataia, Rádio Educadora AM de Jaguaquara.  Nunca cobrei e exigir nada de todas as referidas Rádios.  Tive o prazer de trabalhar com vários Narradores Esportivos como  Moacir Frank, Lima Muniz, José Mariano, Wilson Senhorinho, Os - valdo Batista, Souza Andrade, Toni Silva e Wando Pereira meu com- panheiro a mais de 5 anos.
Eu, nos meus mais de 45 anos de vivencia no Esporte em Jequié 
de uma maneira geral, já que comandei equipes de Futsal Mas-
culino e Feminino, equipes de Futebol Soçaite sendo o Futebol 
fui Técnico de duas Seleções de Bairros, Equipes Amadoras to -
talizando 28, chegando a 32 final vencendo 26 e perdendo 6.
Fui Técnico da Seleção de Futebol de Jequié por 4 vezes.
Na Cidade de Jitaúna comandei a Seleção local 1 vez.
Em 1985 depois de 8 anos sem conquistar nenhum título coman-
dei a Equipe Amadora do AJAX de Jitaúna e fomos Campeões.
Nunca cobrei 1 centavo para ser Técnico destas Seleções e Equi-
pes, sempre fiz sem buscar nenhum cargo político e sem preten-
ções políticas.
Sempre fiz e farei por gostar!
O Esporte em Jequié não deve nada a minha pessoa.
Pelo contrario devo a todos os Presidente de Equipe e Seleções
por permitirem a minha pequena colaboração.
Fui eleito por mais de 9 vezes o melhor Técnico de Futebol Ama-
dor até receber o convite do meu Amigo e Jornalista Ari Moura
para que eu fosse comentarista da partida entre A.D.Jequié e
Mocidade Independe de Manoel Vitorino sendo o Técnico da ADJ
o meu Amigo e Radialista Innaldo Sardinha, o qual conquistou o
Título de Campeão Municipal de Futebol Amador de Jequié.
Lembrado comentei pela nossa saudosa Rádio Bahiana de Jequié.
Depois disso participei de vários Programa Esportivos e Jornalistí-
nas Emissoras de Jequié, já comentei na Rádio Bahiana de Jequié,
Rádio Povo de Jequié e Ubatã, 95 fm, 93FM, 104,9 de Jequié, Cida-
de FM 105,5 de Jequié, Rádio AM de Poções, FM de Itagibá, FM de
Ibirataia, Rádio Educadora AM de Jaguaquara.
Nunca cobrei e exigir nada de todas as referidas Rádios.
Tive o prazer de trabalhar com vários Narradores Esportivos como
Moacir Frank, Lima Muniz, José Mariano, Wilson Senhorinho, Os -
valdo Batista, Souza Andrade, Toni Silva e Wando Pereira meu com-
panheiro a mais de 5 anos.
Continuando quando era o Presidente da Sindicato dos Radialista
Innaldo Sardinha conseguiu trazer para Jequié dos Cursos, o pri-
meiro de Radialista e segundo dos Cronistas Esportivos os quais
fiz os Cursos além de ser Formado como Técnico Administrativo
até hoje sempre estou atualizando-me dos mesmos.
Quando recebi convite de Innaldo Sardinha para participar do Pro-
grama Falando de Esportes na Rádio Bahiana AM de Jequié já na
Av; Franz Gideon como fazer reportagem dos Campeonatos dos
Bairros em Jequié de futebol e de Salão.
Sempre de Moto Táxi com meu dinheiro sem querer 1 centavo.
Os Motos Taxistas são testemunhas vivas do que estou falando.
Os Campeonatos eram realizados 5 pela manhã, 3 a tarde eu
sempre presente.
O Innaldo Sardinha pediu várias vezes para gravar entrevistas
com Governadores, Senadores, Secretários, Prefeitos, Deputa-
dos, Delegados e muitos outros entre eles entrevistei várias ve-
zes a Secretária de Saúde Drª Tânia Brito quando nos encon -
tramos a mesma ainda lembra e diz você é o Repórter entrevis -
tador devido ter realizado muitas entrevista buscando ouvir o
que a Secretária tinha a dizer das revindicações dos Pacientes.
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Al Ahly será o adversário do Corinthians na semifinal do Mundial



Egípcios derrotaram o Sanfrecce Hiroshima por 2 a 1 em Toyota

Publicado:9/12/12 - 10h45
Atualizado:9/12/12 - 10h55
 Aboutrika é abraçado pelo técnico Hossam El Badry e por outros jogadores do Al Ahly após marcar o gol da vitória sobre o Sanfrecce Hiroshima Foto: Toru Hanai / Reuters
Aboutrika é abraçado pelo técnico Hossam El Badry e por outros jogadores do Al Ahly após marcar o gol da vitória sobre o Sanfrecce HiroshimaTORU HANAI / REUTERS
RIO - O Corinthians já sabem quem será o seu adversário na estreia no Mundial de Clubes na quarta-feira. O Al Ahly derrotou neste domingo o Sanfrecce Hiroshima por 2 a 1 e se classificou para a semifinal do torneio. A partida de quarta também será disputada no Toyota Stadium.
A outra semifinal será disputada na quinta-feira entre o Chelsea e o Monterrey, do México, que mais cedoderrotou o Ulsan Hyundai por 3 a 1. Os vencedores dos jogos fazem a final no próximo domingo, em Yokohama.
Numa partida disputada em boa parte do tempo debaixo de muita neve e acompanhada por 13 jogadores do elenco do Corinthians, o Al Ahly foi melhor no início e abriu o placar com 15 minutos de jogo com Al Hamdy.
Após o gol, o time egípcio ficou postado na defesa aguardando o Sanfrecce, que estreara no torneio eliminando o Auckland City com uma vitória por 1 a 0. Mas o Al Ahly dava espaços atrás que foram aproveitados pelos japoneses. Aos 32, Sato empatou a partida. Na sequência, Takahagi teve a chance de virar o jogo, mas perdeu de frente para o goleiro Ekramy.
Na etapa final, os egípcios foram a frente e conseguiram o gol da vitória. Após o lançamento de Nagieb, o veterano atacante Aboutrika, de 34 anos, fez uma jogada de corpo e concluiu para definir o placar.
Sanfrecce Hiroshima 1 x 2 Al Ahly
Local: Estádio Toyota, Toyota (JAP)

Árbitro: Carlos Vera (Equador).
Gols: Hamdi, 15/1T (Al Ahly), Sato, 32/1T (Sanfrecce Hiroshima), Aboutrika, 12/2T (Al Ahly).
Cartões amarelos: Soliman, Trezeguet, Gomaa (AAL).
Sanfrecce Hiroshima: Nishikawa (Masuda), Chiba, Mizumoto, Moriwaki (Hwang) e Takahagi; Aoyama, Koji Morisaki, Shimizu, Kazu Morisaki e Mikic; Shimizu e Sato. Técnico: Hajime Moriyasu.
Al Ahly: Ekramy, Ahmed Fathi, Gomaa, Nagieb e Kenawi; Ghaly (Aboutrika), Ashour, El Said, Hamdi (Barakat) e Soliman; Gedo. Técnico: Hossam El Badry.
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Sanfrecce Hiroshima vence o frágil Auckland City e avança no Mundial


O Mundial de Clubes de 2012 já tem uma equipe eliminada. Nesta quinta-feira, na primeira partida do torneio, o Sanfrecce Hiroshima contou com a fragilidade técnica do Auckland City para vencer por 1 a 0 e avançar no lado da chave em que está o Corinthians. Aoyama marcou o único gol do jogo após uma falha do goleiro Williams em chute de fora da área, no segundo tempo.
Depois de desclassificar o time da Nova Zelândia em Yokohama, os japoneses do Sanfrecce Hiroshima enfrentarão o Al-Ahly, do Egito, no domingo, em Toyota. O vencedor deste confronto será o adversário do Corinthians em 12 de dezembro, na mesma cidade.
O jogo - Contando com o apoio de uma animada e barulhenta torcida em Yokohama, o Sanfrecce Hiroshima tomou a iniciativa de atacar desde os primeiros minutos de partida. Não poderia ser diferente. O Auckland City deu diversas provas de que tinha grandes dificuldades técnicas para chegar ao campo ofensivo.
Apesar de contar com um treinador espanhol (Ramón Tribulietx) e até com jogadores do país campeão da última Copa do Mundo, o time neozelandês está muito distante de possuir a característica de trocar passes rápidos e envolventes. A solução para encurtar o caminho para o ataque foi chutar a bola para a frente de qualquer maneira, sem direção.Já o Sanfrecce ao menos tinha ao seu lado a velocidade e o vigor físico comum às equipes asiáticas. Mais organizados taticamente, os anfitriões chegaram a acertar a bola na trave aos 18 minutos. Takahagi cobrou escanteio fechado, com bastante força (a cerca de 100 km/h), e quase marcou o gol olímpico. Após ser salvo pelo poste, o goleiro Williams fez boa defesa em chute do bico da área.
O Sanfrecce se entusiasmou com o lance perigoso e manteve-se no ataque. Restava, no entanto, ser mais incisivo. O time japonês só se aproximava do gol com mais efetividade através das trapalhadas da defesa do Auckland City. Como quando Iwata, aos 27 minutos, esticou-se dentro da área e só não marcou um gol contra porque Williams estava atento para evitar.
Nos minutos finais da primeira etapa, o Sanfrecce diminuiu o ritmo e também proporcionou algumas oportunidades de gol ao fraco Auckland City. Feneridis teve seguidas chances de finalizar ou colocar a bola na área em lances de bola parada. Mas faltou pontaria - tanto para ele quanto para seus companheiros.
Já no começo do segundo tempo, o Sanfrecce retomou a pressão do primeiro. Takahagi arriscou a conclusão forte de fora da área aos cinco minutos e mandou a bola novamente na trave. Pouco depois, Koji Morisaki tirou proveito de um cruzamento da direita e cabeceou com estilo na pequena área. Williams, com reflexo apurado, fez a defesa.
Como o Sanfrecce não convertia as suas oportunidades em gol, o técnico Hajime Moriyasu decidiu promover a primeira substituição do Mundial de Clubes. Yamagishi entrou no lugar de Kohei. Deu resultado. Aos 20 minutos, Aoyama bateu de longe e contou com uma falha de Williams, que acabara de fazer outras grandes intervenções, para abrir o placar.
De imediato, Ramón Tribulietx trocou Koprivic por Corrales, de Costa Rica, no Auckland City - e, depois, Exposito pelo argentino Tade. Não adiantou. Mesmo em desvantagem no marcador, o time neozelandês não tinha condições técnicas de mudar seu modo de atuar e passar a incomodar o superior Sanfrecce Hiroshima em Yokohama.
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WALDEMIR VIDAL SANTOS DRT-BA 4.260 - ABCD-BA 544

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