Único brasileiro em atuação na NBA, Gui Santos alcança marca de 100 cestas de três pontos na liga

 


Por Redação

Gui Santos
Foto: Reprodução/@guisantos_4

 

Único brasileiro na principal liga mundial de basquete, Gui Santos, do Golden State Warriors, alcançou um marco especial na carreira durante a madrugada deste sábado (14), 100 cestas de três pontos na NBA (National Basketball Association, Associação Nacional de Basquete em português).

 

O ala ainda registrou 8 assistências na partida contra o Minnesota Timberwolves, a maior marca de sua carreira até o momento. Mesmo com a boa atuação do brasileiro, os Warriors perderam em casa por 127 a 117, em noite inspirada de Anthony Edwards, que anotou 42 pontos. Gui marcou 17 pontos na partida, sendo 9 deles convertidos em arremessos de longa distância.

 

Esta é a segunda temporada do brasileiro na maior liga dos Estados Unidos. Santos, como é conhecido no continente norte-americano, tornou-se o terceiro brasileiro com mais cestas de três na história da NBA. O pódio desta lista seleta é composto por Leandrinho (com 988) e Raulzinho (com 258).

 

Os Warriors voltam à quadra contra o New York Knicks no domingo, às 21h (horário de Brasília). Já o Timberwolves encara o Oklahoma City Thunder, líder da Conferência Oeste, no mesmo dia, às 14h.

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Conselho do São Paulo pautará aprovação de crédito de quase R$ 80 mi

 


Por Valentin Furlan | Folhapress

Conselho do São Paulo pautará aprovação de crédito de quase R$ 80 mi
Foto: Divulgação/São Paulo

O São Paulo encaminhará, nos próximos dias, dois contratos de empréstimo para aprovação no Conselho Deliberativo.
 

R$ 74 MILHÕES
A reportagem apurou que o montante total está avaliado em R$ 74 milhões.
 

Serão duas análises de crédito: uma proposta de R$ 30 milhões, costurada com o banco Daycoval; e outra de R$ 44 milhões, esta com o banco Tricury.
 

O UOL conversou com fontes próximas à alta cúpula, que justificam os empréstimos como medidas de incremento no fluxo de caixa.
 

O teto de créditos estabelecido para 2026 é de aproximadamente R$ 270 milhões; no ano passado, foi de R$ 200 milhões.
 

Quórum para aprovação da pauta é de maioria simples.
 

FIDC
Atualmente, o São Paulo opera com um FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) criado para melhorar a liquidez do caixa e auxiliar no pagamento de débitos bancários.
 

Administrado pela Galápagos Capital, o mecanismo — elaborado durante a gestão de Julio Casares —trouxe ao clube um conjunto de regras de gestão, centradas principalmente no controle das finanças. Ainda assim, as normas estabelecidas não vetam a possibilidade de o clube recorrer a novos empréstimos, desde que 'encaixados' no teto previsto.

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FBF divulga tabela básica do Baianão Série B 2026; confira confrontos

 


Por Redação

Troféu Baianão Série B
Foto: Divulgação/FBF

Os primeiros passos para o acesso à elite do futebol baiano foram dados nesta sexta-feira (13), após a Federação Bahiana de Futebol (FBF) divulgar o regulamento e a tabela básica do Baianão Série B 2026. Nesta edição, a competição contará com a participação de dez clubes.

 

Eles formarão um grupo único na primeira fase, que será disputada em sistema de turno único, com pontos corridos. Os quatro melhores colocados disputarão a semifinal, que terá jogos de ida e volta (1º x 4º e 2º x 3º). Os dois vencedores garantirão o acesso à Série A de 2027 e disputarão o título em duas partidas, programadas para os dias 26 de julho e 2 de agosto.

 

A disputa pelo acesso será iniciada em 2 ou 3 de maio. A primeira rodada terá os confrontos: Leônico x SSA, Feira x ECPP VC, Jacobina x Grapiúna, Barreiras x Camaçari e Fluminense x Redenção.

 

Os dez clubes participantes são: Associação Desportiva Leônico, Barreiras Futebol Clube, Camaçari Futebol Clube, ECPP Vitória da Conquista, Feira Futebol Clube, Fluminense de Feira Futebol Clube, Grapiúna Atlético Clube, Jacobina Esporte Clube, Redenção Futebol Clube e SSA FC.

 

CONFIRA OS CONFRONTOS DA PRIMEIRA FASE DO BAIANÃO SÉRIE B

1ª RODADA
02 ou 03/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Leônico x SSA
02 ou 03/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Feira x ECPP VC
02 ou 03/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Jacobina x Grapiúna
02 ou 03/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Barreiras x Camaçari
02 ou 03/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Fluminense x Redenção

 

2ª RODADA 
09 ou 10/05 – Hora, estádio e cidade a definir | SSA x Jacobina
09 ou 10/05 – Hora, estádio e cidade a definir | ECPP VC x Leônico
09 ou 10/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Camaçari x Feira
09 ou 10/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Grapiúna x Fluminense
09 ou 10/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Redenção x Barreiras

 

3ª RODADA
16 ou 17/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Leônico x Redenção
16 ou 17/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Jacobina x ECPP VC
16 ou 17/05 – Hora, estádio e cidade a definir | SSA x Grapiúna
16 ou 17/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Barreiras x Feira
16 ou 17/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Fluminense x Camaçari

 

4ª RODADA
23 ou 24/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Feira x Fluminense
23 ou 24/05 – Hora, estádio e cidade a definir | ECPP VC x SSA
23 ou 24/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Camaçari x Leônico
23 ou 24/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Grapiúna x Barreiras
23 ou 24/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Redenção x Jacobina

 

5ª RODADA
30 ou 31/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Leônico x Feira
30 ou 31/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Jacobina x Camaçari
30 ou 31/05 – Hora, estádio e cidade a definir | SSA x Redenção
30 ou 31/05 – Hora, estádio e cidade a definir | ECPP VC x Grapiúna
30 ou 31/05 – Hora, estádio e cidade a definir | Fluminense x Barreiras

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No norte da Noruega, técnico brasileiro forja atacantes para sensação da Champions

 


Por José Henrique Mariante | Folhapress

Thiago Martins
Foto: Rune Larsen/Divulgação Bodo/Glimt

A delicadeza está nos detalhes. Minutos antes do duelo Bodø/Glimt x Sporting, pela Champions, o impenetrável norueguês que sai dos alto-falantes cede espaço para uma mensagem de boas-vindas e fair play em português, idioma dos visitantes. No estádio Apsmyra, poucos entendem o que está sendo dito, mas a maioria sabe de quem é a voz: Thiago Martins.
 

"Você precisa falar com ele", alertou dias antes John-Håkon Nybakk, que cuida da loja de produtos oficiais do clube, quando soube que o repórter era brasileiro. Organizando um cabide de camisas amarelas que se esgotariam antes da maior partida da história do clube, uma sólida vitória por 3 a 0, na quarta-feira (11), Nybakk explica que Martins cuida das categorias de base do Glimt. "É um cara muito legal."
 

"Eu desenvolvo individualmente atacantes do sub-13 ao sub-19", explica o próprio Martins, há duas décadas na Noruega, a maior parte do tempo em Bodø. Se ter chegado ao futebol norueguês já soa inusitado, o caminho que trilhou desde a rua Javari não deixa por menos.
 

"Comecei no Juventus, no futsal, mas não durou muito." A família trocou a Mooca por Itapevi em busca de mais segurança. Pingando de clube em clube foi parar no São Paulo. "Tomava café com o Cafu. Todos os jogadores do time almoçavam juntos." Acabou dispensado e, sentindo necessidade de trabalhar, abandonou o esporte.
 

Em um escritório de advocacia, alguém lhe falou que estudar inglês melhoraria o currículo e os salários. Convenceu então o pai de que seria mais rápido aprender a língua nos EUA. Viajou. "Depois de três semanas na escola, não estava entendendo nada e abandonei o curso." Sem visto, era difícil conseguir trabalho e, com outros imigrantes, aprendeu a pedir comida em restaurantes na hora do fechamento da cozinha e a dormir na praia.
 

"Estava na Califórnia, achava normal. E, quando eu ligava pro meu pai, eu falava que tava tudo bem, dava uma mentida, entende?"
 

Um dia, o sono na areia foi interrompido por um jogo de futebol sendo armado por mexicanos. "E aí eu falei: ‘porra, meu, vou jogar’, né?" Começou no gol e logo foi alçado para o ataque. O sucesso em campo valeu um convite para dormir em um sofá e uma oferta de duplo emprego do grupo: ajudar a cuidar de jardins durante a semana e em campeonatos de futebol aos domingos.
 

Na liga dominical, chamou a atenção de um zagueiro que, na verdade, era técnico de uma equipe universitária em Santa Barbara. Novo convite, agora para voltar à escola e como atleta. Dois anos mais tarde, seguiu com o treinador para a Universidade da Califórnia, onde Martins obteve uma graduação. "Estudei geografia. Era o curso mais fácil."
 

Já profissional, a vida nos EUA continuou peregrina, passando por sete times da MLS, com altos, como prêmios de melhor jogador, e baixos, duas cirurgias de joelho. Outra guinada na carreira parecia improvável, mas veio. "Consegui um agente norueguês e pedi para tentar algo na Europa." E o agente conseguiu, só que no modesto Glimt, então na segunda divisão da Noruega.
 

"Quando cheguei aqui, em novembro de 2006, só sabia que a cidade tinha 50 mil habitantes."
 

A primeira temporada no Glimt foi a melhor, com 17 gols e o acesso à divisão principal do país. As três seguintes, nem tanto. Nova contusão e dispensa decretaram sua aposentadoria em 2010. Até havia uma oferta para jogar em Oslo, mas, com mulher norueguesa e filho em Bodø, deixar a cidade não era opção para a família. "Fiz então o que já tinha feito nos EUA." Trabalhou em restaurantes, cafés e até em uma escola de crianças com necessidades especiais.
 

Em 2016, sem parar de atuar na instituição, aceitou treinar um time da quarta divisão, com o qual acabou conquistando o título. Dois anos mais tarde, estava de volta ao Glimt, como técnico do sub-17. Foi quando conheceu Kjetil Knutsen, técnico que na mesma época havia levado o time principal de volta à elite do futebol norueguês.
 

"Tinha dois brasileiros na equipe, e eles não falavam inglês. Aí o Kjetil me pediu para ajudar na tradução. Fiquei seis meses trabalhando com ele."
 

Knutsen, artífice da revolução que levou o Glimt nos anos seguintes a quatro títulos nacionais, às ligas europeias e, agora, à surpreendente participação na Champions, virou um modelo para Martins. "Ele é muito bom. A mentalidade é entender o sistema, é como você consegue jogar, mesmo quando está perdendo."
 

O treinador conta que levou um tempo para absorver a lição em seu trabalho na Academia, o departamento que cuida das categorias de base do clube. "Quando eu era técnico, eu pensava em como ganhar o jogo. Se o jogador não estava jogando bem, eu colocava no banco. Mas o trabalho é desenvolver o atleta. Como você vai ensiná-lo só no treino?"
 

Martins ressalta a continuidade do trabalho desenvolvido por Knutsen como chave. "Quando trabalhei diretamente com ele [em 2018], não havia tantos técnicos na equipe. O Glimt não tinha dinheiro. Demorou para desenvolver o sistema e para os jogadores entendê-lo. Demorou um tempo para crescer."
 

Neste 2026, o sistema já bateu Manchester City, Atlético de Madrid e Internazionale e chega ao segundo jogo das oitavas da Champions como favorito —a volta contra o Sporting acontece na terça-feira (17). Em campo, o Glimt repete sua dinâmica como uma máquina, um bloco disciplinado que sobe e desce o campo atrás da bola sem parar. "Ele enfrenta de igual, vai pra cima. Essa mentalidade é muito, muito forte", diz Martins, que tem um atleta de 17 anos treinando com o time principal.
 

Um Glimt bem diferente daquele que o brasileiro conheceu há quase 20 anos. Mas, e a cidade? Bodø, agora com 53.600 habitantes, ainda o surpreende? "Cara, isso aqui é a Disneylândia. É o lugar mais seguro que eu já estive na minha vida. Pelo amor de Deus, meu filho anda pra escola, não tem problema, sabe? Minha mulher não fecha a casa."

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Vitória fará homenagem a Wagner Moura em partida contra Atlético-MG no Barradão

 


Por Sara Santos

Wagner Moura
Fotos: Reprodução/Redes Sociais

Wagner Moura sempre declarou aos quatro cantos do mundo o seu amor pelo Esporte Clube Vitória. Aproveitando que este domingo (15) marca a cerimônia do Oscar, onde o artista concorre ao prêmio de “Melhor Ator” pelo filme “O Agente Secreto”, o Rubro-Negro retribuirá esse carinho já neste sábado (14). Antes de a bola rolar contra o Atlético Mineiro, pela 6ª rodada do Brasileirão, às 18h30, o Leão promoverá uma homenagen no Barradão.

 

O clube utilizou as redes sociais na noite desta sexta-feira (13) para publicar um vídeo emocionante, relembrando a relação entre o artista e o time. Além disso, anunciou que os jogadores entrarão em campo carregando os nomes de personagens marcantes da carreira de Wagner.

 

 

Entre as homenagens, espera-se a menção ao Capitão Nascimento (Tropa de Elite), Pablo Escobar (Narcos), Boca (Ó Paí, Ó) e, claro, o personagem Armando, de O Agente Secreto.

 

Na postagem, o Vitória destacou que o ator sempre esteve presente nas arquibancadas, acompanhando batalhas e vibrando com conquistas como um torcedor comum. Ao finalizar, o clube enviou energias positivas para a premiação. 

 

“Celebramos a trajetória de Wagner Moura e enviamos toda a energia positiva para que esse momento seja inesquecível. Que o talento, a força e a paixão que sempre marcaram sua carreira brilhem mais uma vez”.

 

Recentemente, o ator baiano afirmou que se importa mais com o Vitória do que com a Seleção Brasileira. A declaração viralizou nas redes sociais, expressando a essência da paixão rubro-negra.

 

TRANSMISSÕES
Para acompanhar a homenagem e o jogo, Vitória e Atlético Mineiro entram em campo neste sábado (14), às 18h30, no Barradão. A partida terá transmissão do Sportv e do Premiere.

 

Já no domingo (15), a 98ª edição do Oscar começa às 20h. Na TV aberta, a TV Globo exibe os destaques após o Fantástico. Na TV fechada, o canal TNT transmite o evento na íntegra, enquanto no streaming, Max e Globoplay fazem a cobertura. 

 

Vale lembrar que, além de Wagner Moura, O Agente Secreto concorre nas categorias de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Elenco. O brasileiro Adolpho Veloso também foi indicado a Melhor Fotografia pelo filme Sonhos de Trem.

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Participação do Nordeste na Seleção Brasileira em Copas do Mundo pode ultrapassar 10% dos convocados; entenda

 


Por Thiago Tolentino

Participação do Nordeste na Seleção Brasileira em Copas do Mundo pode ultrapassar 10% dos convocados; entenda
Foto: Montagem: Vou de Bahêa | Rafael Ribeiro | Yuri Laurindo | Caio Falcão

A participação de jogadores nascidos no Nordeste na história das Copas do Mundo pode alcançar um novo patamar em 2026. Desde o primeiro Mundial, em 1930, até a edição de 2022, o Brasil contou com a influente participação de nomes nascidos na região para erguer suas cinco taças. Ao todo, 35 jogadores e figuras da comissão técnica somam 60 participações em listas oficiais de convocação.

 

O maior símbolo dessa hegemonia é o alagoano Mário Jorge Lobo Zagallo. Sozinho, ele é responsável por 7 convocações em diferentes funções, sendo o único a participar de quatro títulos mundiais. Em seguida, estão outros nomes como Daniel Alves (3 convocações), Bebeto (3 convocações) e o goleiro Dida (3 convocações). 

 

O Nordeste também é protagonista nos momentos de glória da Amarelinha. Entre os ícones estão Vavá e o já citado Zagallo, bicampeões em 1958 e 1962, e o volante Clodoaldo, peça fundamental no Tri de 1970. Nas décadas seguintes, a região manteve sua tradição de revelar campeões mundiais, como Bebeto e Mazinho, em 1994, além de Rivaldo, Dida, Vampeta e Junior Nagata na conquista do Penta em 2002.

 

Ao longo das décadas, a região nordestina formou nove campeões mundiais como jogadores, além de contar com o auxílio em comissões técnicas vencedoras:

  • 1958 e 1962: Vavá (PE), Zagallo (AL), Zózimo (BA) e Dida (AL, atacante);
  • 1970: Clodoaldo (SE) e Zagallo (AL, técnico);
  • 1994: Bebeto (BA), Aldair (BA), Ricardo Rocha (PE), Mazinho (PB) e Zagallo (AL, coordenador);
  • 2002: Rivaldo (PE), Dida (BA, goleiro), Vampeta (BA), Edílson (BA) e Júnior Nagata (BA);

 

Para a Copa do Mundo FIFA de 2026, o radar da Seleção Brasileira conta com um forte contingente da região. Atletas como o zagueiro Bremer (Itapitanga-BA), da Juventus, o meia Joelinton (Aliança-PE), do Newcastle, os laterais Douglas Santos (João Pessoa-PB), do Zenit, e Luciano Juba (Serra Talhada - PE), do Bahia, e os atacantes Matheus Cunha (João Pessoa-PB), do Manchester United, e Kaio Jorge (Olinda-PE), do Cruzeiro, aparecem como candidatos.

 

Se este grupo for confirmado, a representatividade nordestina no histórico de nomes únicos saltará de 35 para 40, consolidando cerca de 10,5% da história total de convocados do Brasil. Vale lembrar que Bremer já disputou a Copa de 2022 e não foi contabilizado. 

 

O recorde da região em uma única edição permanece com o Mundial de 1998, quando cinco nomes integraram a delegação: Aldair, Bebeto, Júnior Baiano, Dida (goleiro) e o Velho Lobo Zagallo comandando o banco de reservas.

 

No recorte por estado, a Bahia aparece como a unidade federativa com maior número de atletas convocados para Mundiais ao longo da história

 

Confira a Lista dos 35 Nordestinos Convocados para as Copas do Mundo, entre 1930 e 2022:

BAHIA (15 NOMES)

  • Zózimo (1958, 1962) – Salvador
  • Maneca (1950) – Salvador
  • Zequinha (1962) – Salvador
  • Luís Pereira (1974) – Juazeiro
  • Toninho Baiano (1978) – Vera Cruz
  • Aldair (1990, 1994, 1998) – Ilhéus
  • Bebeto (1990, 1994, 1998) – Salvador
  • Júnior Baiano (1998) – Feira de Santana
  • Dida (Goleiro) (1998, 2002, 2006) – Irará
  • Vampeta (2002) – Nazaré
  • Edílson (2002) – Salvador
  • Júnior Nagata (Lateral) (2002) – Santo Antônio de Jesus
  • Daniel Alves (2010, 2014, 2022) – Juazeiro
  • Dante (2014) – Salvador
  • Bremer (2022) – Itapitanga

 

PERNAMBUCO (11 NOMES)

  • Armandinho (1934) – Recife
  • Ademir de Menezes (1950) – Recife
  • Vavá (1954, 1958, 1962) – Recife
  • Rildo (1966) – Recife
  • Ricardo Rocha (1990, 1994) – Recife
  • Rivaldo (1998, 2002) – Paulista
  • Juninho Pernambucano (2006) – Recife
  • Josué (2010) – Vitória de Santo Antão
  • Hernanes (2014) – Recife
  • Santos (1966) – Recife
  • Tati (1934) – Recife

 

PARAÍBA (4 NOMES)

  • Índio (1954) – Cabedelo
  • Júnior (Meio-campo) (1982, 1986) – João Pessoa
  • Mazinho (1990, 1994) – Santa Rita
  • Hulk (2014) – Campina Grande

 

ALAGOAS (4 NOMES)

  • Zagallo (Jogador: 58/62 | Técnico: 70/74/98 | Coordenador: 94/06) – Atalaia
  • Dida (Atacante) (1958) – Maceió
  • Mirandinha (1974) – Chã Preta
  • Roberto Firmino (2018) – Maceió

 

SERGIPE (1 NOME)

  • Clodoaldo (1970) – Itabaiana
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Itacaré: Confusão é registrada em manifestação pró-Palestina; israelense é detido pela PM

 


Reprodução

Uma confusão marcou uma manifestação pró-Palestina realizada em Itacaré, no sul da Bahia, na manhã deste sábado (14). O tumulto aconteceu durante o protesto e foi registrado em vídeos que circulam nas redes sociais.

Segundo informações divulgadas pelo portal Plantão de Notícias Itacaré, um israelense foi detido pela Polícia Militar da Bahia após causar tumulto durante a manifestação. As imagens mostram momentos de tensão quando um grupo de israelenses teria confrontado manifestantes pró-palestina.

De acordo com relatos, dois atos com posicionamentos opostos ocorriam simultaneamente na cidade. Enquanto um grupo participava da manifestação pró-Palestina, outro se posicionava em defesa dos turistas israelenses que visitam o destino turístico.

Por um lado, moradores protestavam contra a presença de israelenses que costumam viajar para Itacaré após o período de serviço militar em Israel. Por outro lado, apoiadores afirmavam que a presença desses visitantes faz parte do fluxo turístico local e contribui para a economia de bares, pousadas e restaurantes.

Durante a confusão, manifestantes gritaram “Free Palestine” enquanto expulsavam os israelenses do local, conforme mostram registros divulgados nas redes sociais.

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Jitaúna: Dois homens tombam em confronto com a polícia na zona rural

 


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Dois homens morreram em confronto com policiais do 19º Batalhão na madrugada deste sábado (14), na região da “Pedra de Ripa”, em Jitaúna no Médio Rio de Contas. Durante o confronto, os suspeitos adentraram numa casa abandonada e atitaram contra a guarnição que revidou contra os criminosos.

De acordo informações apuradas pelo site Jitaúna Em Dia, os policiais foram acionadas para averiguar uma denúncia de criminosos armados, ao chegar no local houve uma intensa troca de tiros e no confronto e os dois foram atingidos.

Os dois suspeitos, identificados como Vitor Santos Silva, “Bufão” e Nathan Marinho Barbosa, 17 anos foram socorridos e levados para o Hospital Nossa Senhora de Fátima (HNSF), mas não resistiram aos ferimentos e morreram.

“Bufão” seria um dos alvos da busca, o mesmo vinha sendo procurado por diversos crimes entre eles, é acusado de atirar contra o Cabo PM Thiago no bairro Primavera e ter fugido por um matagal em agosto de 2025.

Com o grupo, os policiais apreenderam armas entre outros objetos. Os corpos serão periciados pelo IML de Jequié e posteriormente liberado aos familiares.

Jitaúna Em Dia

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Filha do cantor Amado Batista, Lorena Batista morre aos 46 anos

 


Reprodução Instagram

A única filha mulher do cantor Amado Batista, Lorena Batista, morreu na sexta-feira (13), aos 46 anos, em Goiânia. Ela estava internada no Hospital São Francisco, onde fazia tratamento para um câncer. A morte foi confirmada por familiares dela, que deixou um filho de três anos.

A doença foi tornada pública em um vídeo publicado nas redes sociais no ano passado. Segundo o que afirmou, a descoberta da doença se deu após o DVD que o pai gravou.

Agora é enfrentar a doença com muita fé, com muita coragem, sem ficar com medo, porque morrer todo mundo vai, né? Então, se dá para protelar isso aí, a gente protela e vamos lutar contra esse câncer, contra esses tumores. Deus no comando sempre”, falou na época.

Em declaração ao Portal Leo Dias, familiares da Lorena afirmaram que o câncer estava localizado no fígado e tratava-se de um tumor maligno que já estava em metástase, ou seja, havia se espalhado para o corpo. “Ela estava em tratamento contra um neoplasia no fígado, que já estava em metástase. Infelizmente não resistiu”, afirmou um familiar ao portal.

O velório de Lorena Batista já tem data marcada, porém, será uma cerimônia destinada apenas a familiares e amigos mais próximos. Ela era a única filha mulher de Amado Batista, fruto da relação dele com sua segunda esposa, Lenice.

Bnews

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Pacientes que perderam a visão após mutirão de catarata em Salvador iniciam reabilitação

 


Reprodução TV Record

A rotina de dezenas de famílias baianas mudou drasticamente após o mutirão de cirurgias de catarata realizado pela clínica Clivan, localizada na Avenida Garibaldi, no fim de fevereiro.

O que deveria ser um procedimento relativamente simples terminou em tragédia para um grupo de pacientes.

Ao todo, 11 pessoas perderam a visão após complicações graves nas cirurgias e tiveram de passar por evisceração ocular, procedimento extremo que remove o conteúdo interno do olho.

Agora, após a fase inicial de tratamento médico, começa uma nova etapa marcada por reabilitação, apoio psicológico e adaptação à vida com deficiência visual.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde de Salvador, a unidade permanece interditada e com o contrato suspenso enquanto os desdobramentos seguem sendo acompanhados pelas autoridades sanitárias.

Dos pacientes submetidos ao procedimento, 26 continuam em acompanhamento pela rede pública de saúde, sem previsão de alta neste momento.

Entre eles estão os 11 casos mais graves, nos quais as complicações evoluíram para a perda definitiva da visão. Esses pacientes precisaram passar pelo procedimento de evisceração ocular e seguem sob acompanhamento especializado. De acordo com a secretaria, todos continuam sendo assistidos pela rede pública, com revisões periódicas definidas individualmente conforme o quadro clínico de cada pessoa.

Se o impacto físico já é enorme, o emocional costuma ser ainda mais profundo. Tanto que das famílias que procuramos, ninguém quis falar, pois estão ainda muito abalados com a situação.

A perda repentina da visão exige um processo complexo de adaptação, que envolve não apenas tratamento médico, mas também suporte psicológico e reabilitação funcional.

É justamente essa etapa que começa agora, com o encaminhamento das vítimas para atendimento especializado no Instituto de Cegos da Bahia, uma das principais instituições do estado voltadas à reabilitação de pessoas cegas ou com baixa visão.

A rotina de dezenas de famílias baianas mudou drasticamente após o mutirão de cirurgias de catarata realizado pela clínica Clivan, localizada na Avenida Garibaldi, no fim de fevereiro por Arisson Marinho

Para quem trabalha diariamente com esse tipo de situação, o impacto de casos como esse também é grande. “Receber uma demanda como essa nos mobiliza muito, tanto do ponto de vista profissional quanto humano. O Instituto de Cegos da Bahia tem uma longa trajetória na habilitação e reabilitação de pessoas com deficiência visual, mas cada caso de perda súbita da visão traz uma carga emocional muito grande”, afirma a coordenadora médica do instituto, Fátima Neri.

Segundo ela, o primeiro passo é garantir acolhimento e avaliação clínica completa para cada paciente. “Em situações como essa, precisamos oferecer acolhimento, suporte oftalmológico por especialista em baixa visão para avaliar as perdas funcionais, além de suporte técnico e humano para que essas pessoas consigam reorganizar suas vidas da melhor forma possível. Nosso papel é mostrar que, mesmo diante de uma mudança tão brusca, é possível reconstruir autonomia, dignidade e qualidade de vida”, explica.

O atendimento dos pacientes seguirá um fluxo estruturado entre a rede municipal de saúde e o instituto. Após o encaminhamento pela Secretaria Municipal da Saúde, cada pessoa passará por uma avaliação oftalmológica detalhada antes de seguir para outras etapas do acompanhamento. O Instituto vai preservar a identidade de todos e todas.

Esse cuidado, segundo a médica, vai muito além do aspecto clínico. “O acompanhamento começa pelo cuidado médico e oftalmológico para avaliar o quadro e verificar se existe alguma possibilidade de recuperação visual ou de estabilização da condição. Também avaliamos as perdas funcionais e orientamos o retorno às atividades diárias. Mas é fundamental oferecer apoio psicológico, porque a perda repentina da visão gera um impacto emocional enorme, com sentimentos de medo, insegurança e luto pela perda da acuidade visual”, afirma.

O processo de reabilitação costuma envolver diferentes profissionais. Psicólogos, terapeutas e especialistas em baixa visão ajudam os pacientes a reconstruir gradualmente a autonomia no cotidiano. Esse trabalho inclui desde a adaptação às atividades básicas até o uso de recursos de acessibilidade que auxiliam na locomoção, comunicação e acesso à informação.

A avaliação clínica também busca identificar se existe algum nível de visão preservada que possa ser aproveitado no processo de reabilitação. “Primeiro fazemos uma avaliação oftalmológica completa para analisar a condição visual, a acuidade em ambos os olhos e a possibilidade de algum tratamento clínico. Depois realizamos uma avaliação psicossocial e, caso exista baixa visão no outro olho, elaboramos um plano terapêutico individual de reabilitação”, explica a médica.

Cada paciente terá um acompanhamento específico, definido a partir das necessidades individuais. O objetivo é permitir que a pessoa consiga retomar atividades diárias com o máximo de independência possível.

“Já temos uma programação estruturada. Vamos fazer uma avaliação oftalmológica minuciosa, analisar a condição visual dos dois olhos e, quando necessário, prescrever correção óptica. Também avaliamos perdas funcionais relacionadas à mobilidade ou ao tipo de trabalho que a pessoa exercia, principalmente quando a atividade exige visão binocular. A partir disso, toda a equipe multidisciplinar participa da definição do plano de reabilitação”, detalha Fátima Neri.

Para especialistas da área, a reabilitação visual é um processo que exige tempo, acompanhamento constante e apoio familiar. Em muitos casos, os pacientes precisam reaprender atividades básicas, desenvolver novas formas de orientação espacial e utilizar tecnologias assistivas para manter a independência.

Enquanto essa nova etapa começa, o caso segue sob investigação e acompanhamento pelas autoridades de saúde. A clínica responsável pelo mutirão permanece interditada, e a Secretaria Municipal da Saúde afirma que continua monitorando todos os pacientes envolvidos.

Para as vítimas e suas famílias, no entanto, o desafio mais imediato está na reconstrução da vida a partir de agora. O processo de reabilitação pode levar meses ou até anos. Será um caminho gradual, feito de adaptação, aprendizado e apoio especializado. É justamente nesse percurso que entram as equipes de reabilitação e acolhimento. Com o encaminhamento para o Instituto de Cegos da Bahia, os pacientes começam agora uma nova fase: transformar uma tragédia médica em um processo de reconstrução da autonomia, da autoestima e da qualidade de vida.

Correio 24hs 

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