Da Fonte Nova para o Mundo: Como Salvador Formou Bebeto, Dida e Daniel Alves — e Qual Legado a Bahia Carrega Para 2026

 


Por INFORME PUBLICITARIO

Da Fonte Nova para o Mundo: Como Salvador Formou Bebeto, Dida e Daniel Alves — e Qual Legado a Bahia Carrega Para 2026
Foto Divulgação

Tem um número que resume tudo, e ele quase nunca aparece reunido num lugar só: desde 1950, em vinte e duas edições de Copa do Mundo, treze jogadores nascidos na Bahia vestiram a camisa da Seleção Brasileira. A conta tem peso. Significa que, das vinte e duas Copas que o Brasil disputou, a Bahia esteve representada em quase todas — as ausências se concentram nas edições mais antigas, e dos cinco títulos mundiais, só o de 1970 não teve um filho da terra em campo. Não é folclore de torcedor. É uma linhagem — e, em tempos de futebol cada vez mais conectado a dados, odds e plataformas digitais, esse tipo de histórico também ajuda torcedores a analisar melhor mercados oferecidos por casas de apostas com saque no mesmo dia e sem taxas.

 

E é uma linhagem com hierarquia própria. Quatro nomes — Aldair, Bebeto, Dida e Daniel Alves — fizeram o que pouquíssimos brasileiros de qualquer estado fizeram: estiveram em três Copas do Mundo cada um. Quatro baianos, três Mundiais cada. Quando se olha de perto, a pergunta deixa de ser “por que a Bahia produz craque?” e passa a ser outra, mais interessante: o que, exatamente, estava montado por trás disso?

 

O primeiro a abrir a porta

Antes de tudo, é justo começar por quem chegou primeiro. O meia-atacante Maneca, soteropolitano que vestiu a camisa do Galícia antes de brilhar no Vasco do "Expresso da Vitória", foi o primeiro baiano a disputar uma Copa — a de 1950, aquela que terminou no silêncio do Maracanã. Maneca sofreu um estiramento e ficou de fora dos dois últimos jogos, justamente a final contra o Uruguai. Sua história pessoal teve um fim trágico, mas seu lugar é o de pioneiro: foi ele quem mostrou que dava para sair de Salvador e chegar ao maior palco do futebol.

 

Depois vieram os outros. Zózimo, nascido em Plataforma, no subúrbio ferroviário de Salvador, foi bicampeão mundial em 1958 e 1962 — reserva na Suécia, titular no Chile. Luís Pereira, de Juazeiro, foi o titular absoluto da zaga brasileira na Copa de 1974, elegante na saída de bola num tempo em que zagueiro não saía jogando. Toninho, cria do Galícia, esteve na Argentina em 1978. A lista atravessa as décadas: Júnior Baiano, de Feira de Santana, e Aldair, de Ilhéus, na França em 1998; a "chuva de baianos" do penta em 2002; Dante, soteropolitano, na Copa em casa de 2014.

 

Treze nomes — Maneca, Zózimo, Luís Pereira, Toninho, Aldair, Bebeto, Dida, Júnior Baiano, Vampeta, Júnior Nagata, Edílson, Daniel Alves e Dante. Cada um com uma rota diferente, mas quase todos passando por um número pequeno de portas de entrada. E é aí que a história fica concreta.

 

A porta tinha nome: Vitória, e um trabalho de base

Não dá para contar essa história sem o Barradão — e, mais do que o estádio, sem o que foi construído dentro do clube a partir do começo dos anos 1990.

 

O caso de Bebeto ilumina bem a transição. José Roberto Gama de Oliveira, nascido em Salvador em 1964, formou-se no futsal da Associação Atlética da Bahia e nos "babas" do Colégio Central antes de chegar ao Vitória, aos 15 anos. Estreou como profissional em 1982. Mas a estrutura que o cercava ali ainda era, nas palavras do próprio Paulo Carneiro, "incipiente" — uma ou duas categorias, tocadas quase no sacrifício pelo técnico Antonivaldo Campos. Bebeto virou tetracampeão do mundo em 1994 saindo de uma base que ainda não era uma fábrica. Era talento bruto encontrando uma fresta.

 

A fresta virou porteira a partir de 1991. O Vitória havia caído para a segunda divisão e passava por aperto financeiro — e foi exatamente nesse momento que o trabalho de divisões de base, que teria em Newton Mota uma de suas figuras centrais, ganhou outro patamar. O resultado apareceu rápido e em série. Dida, que chegou à base rubro-negra em 1992 e foi titular na campanha do Vitória na Copa São Paulo de Júnior de 1993, virou campeão do mundo em 2002 e ainda disputou três Copas. Vampeta, de Nazaré das Farinhas, chegou aos 16 anos, despontou na mesma Copinha e também levantou a taça em 2002. A base do Leão passou a ser conhecida, sem exagero, como "Fábrica de Talentos" — e a lista de quem passou por ali nos anos seguintes inclui gente como Hulk e David Luiz, que não nasceram na Bahia mas se formaram no estado.

 

Vale a precisão aqui, porque ela importa: nem todo baiano da Seleção é cria do Vitória, e nem todo cria do Vitória nasceu na Bahia. Aldair, de Ilhéus, foi revelado na base do Flamengo. Edílson, soteropolitano, não se formou no Barradão. Mas o padrão geral é inconfundível — durante os anos 1990, o Vitória foi um dos pontos de partida mais produtivos do futebol brasileiro, e o Bahia, historicamente, cumpriu papel parecido como vitrine e trampolim.

 

Juazeiro, a cidade do interior que cabe duas vezes nessa história

Há um detalhe que merece destaque próprio, porque é singular. Entre as treze histórias, duas começam na mesma cidade do interior: Juazeiro. Luís Pereira nasceu lá em 1949. Daniel Alves nasceu lá em 1983. Nenhuma outra cidade do interior baiano colocou mais de um jogador em Copas do Mundo. Só Juazeiro.

 

São dois mundos separados por mais de três décadas. Luís Pereira foi criado em São Caetano do Sul, em São Paulo, trabalhou como torneiro mecânico e ensacador de farinha antes de se profissionalizar, e construiu a carreira inteira longe da Bahia, no Palmeiras da Segunda Academia e no Atlético de Madrid. Daniel Alves despontou ainda garoto no Juazeiro Social Clube, foi comprado pela base do Bahia e, de Salvador, partiu para o Sevilla e depois para o Barcelona. Caminhos completamente diferentes — mas a mesma certidão de nascimento. Para uma cidade do sertão baiano, é um feito que merece estar escrito.

 

O fio que não se rompe: sair da Bahia sem deixar de ser baiano

Há uma coisa em comum entre quase todos esses nomes, e ela é menos sobre futebol e mais sobre identidade. Praticamente todos saíram cedo. Bebeto foi vendido ao Flamengo logo depois do Mundial Júnior de 1983. Dida seguiu para o Cruzeiro, o Corinthians e o Milan. Daniel Alves saiu adolescente rumo à Espanha. Aldair fez carreira na Roma. Dante construiu nome no Bayern de Munique.

 

Nenhum deles fez carreira na Bahia. E, ainda assim, nenhum deles deixou de ser identificado como baiano no momento em que pisou no gramado pela Seleção. É um traço curioso da relação do estado com seus jogadores: a Bahia exporta cedo, perde o atleta para clubes maiores muito antes do auge — e mesmo assim mantém o vínculo simbólico intacto. O jogador vira do Flamengo, do Milan, do Barcelona, mas continua sendo "o nosso" quando veste a amarelinha. A formação fica. A naturalidade não se transfere junto com o passe.

 

Esse é, talvez, o legado mais real que a Bahia carrega — mais do que os títulos individuais, é o padrão de pertencimento. Por isso esses nomes ainda são compartilhados, em época de Copa, por baianos espalhados por Salvador, São Paulo, Londres e Miami. Não é nostalgia. É um jeito de dizer de onde se vem.

 

E 2026? A pergunta que a Bahia faz há mais de uma década

Aqui a história encontra o presente, e ela exige honestidade.

 

O último jogador nascido na Bahia a integrar uma delegação de Copa do Mundo foi Dante, em 2014. São, portanto, mais de dez anos sem um baiano de nascimento numa Copa. E se o recorte for mais rigoroso ainda — o último baiano a fazer parte de um elenco campeão —, é preciso voltar a 2002, quando Dida, Vampeta, Júnior Nagata e Edílson levantaram a taça. Por esse ângulo, são mais de vinte anos. A linhagem que parecia ininterrupta, na verdade, vive sua maior estiagem desde que começou.

 

O que 2026 oferece é uma resposta de contornos mais complexos do que um simples sim ou não. A grande novidade vem do Esporte Clube Bahia, que voltou ao mapa da Seleção depois de muito tempo: em agosto de 2025, o meia Jean Lucas foi convocado e quebrou um jejum de mais de trinta anos sem um atleta do clube na equipe nacional — o último havia sido Luiz Henrique, em 1991. E, para a Copa, o nome em evidência é o do lateral-esquerdo Luciano Juba, destaque do Tricolor de Aço e presente na pré-lista de 55 nomes enviada por Carlo Ancelotti à Fifa. A convocação final está marcada para 18 de maio.

 

Mas é justo separar as duas coisas, porque elas se confundem com facilidade. Luciano Juba não é baiano de nascimento — nasceu em Serra Talhada, no sertão de Pernambuco, e se formou no Sport. O que ele representa, e não é pouco, é o Bahia clube de volta ao protagonismo nacional, projetando um jogador do futebol baiano para o maior palco do esporte. Se Juba for confirmado, a Bahia estará na Copa pela via do clube — pelo trabalho feito em Salvador, pela vitrine que o estado voltou a ser. Não será, no entanto, o fim da estiagem do baiano de nascimento, que segue de pé desde Dante.

 

São duas tradições distintas correndo lado a lado: a do jogador nascido na Bahia e a do jogador formado ou consagrado no futebol baiano. Durante décadas, elas andaram quase sempre juntas — o craque nascia no estado e saía pelas portas do Vitória ou do Bahia. Hoje, elas se separaram um pouco. E talvez seja essa a pergunta de fundo que a Bahia leva para 2026: o estado ainda é uma terra que forma para o mundo, ou virou sobretudo uma terra que recebe e projeta? Essa leitura também interessa a quem acompanha o futebol por dados, projeções e mercados emergentes, inclusive em operadoras de apostas recém-cadastradas na SPA em 2026.

 

A resposta definitiva não virá no dia 18 de maio. Virá nas próximas safras das divisões de base, na decisão de Vitória e Bahia de voltarem a investir como investiram nos anos 1990, no próximo garoto de Juazeiro, de Ilhéus, de Feira de Santana ou de um bairro qualquer de Salvador que apareça num “baba” e seja visto a tempo. A linhagem que vai de Maneca a Dante não acabou. Está esperando o próximo nome. E a Bahia, que já mandou treze dos seus para o mundo, sabe melhor do que ninguém reconhecer um craque quando ele aparece.

https://www.bahianoticias.com.br/esportes

Read More

Neymar chega à convocação para Copa com 45 jogos, 18 gols e 9 assistências

 


Por Bruno Lima | Folhapress

Neymar chega à convocação para Copa com 45 jogos, 18 gols e 9 assistências
Foto: Lucas Figueiredo / CBF

Depois de 45 jogos oficiais, 18 gols marcados e nove assistências distribuídas nesta segunda passagem pelo Santos, Neymar tem o seu sonho de disputar a quarta Copa do Mundo nas mãos de Carlo Ancelotti.
 

O treinador italiano revelará os 26 convocados da seleção brasileira para a disputa do torneio a partir das 17h (de Brasília) desta segunda-feira (18).
 

À espera do anúncio, o atacante torce para que seus números nesse retorno ao futebol brasileiro tenham sido suficientes para carimbar o seu passaporte.
 

O desejo de estar no grupo é tão grande que Neymar se emocionou e foi às lágrimas durante a execução do hino nacional, antes da derrota do Santos para o Coritiba, neste domingo (17), na Neo Química Arena.
 

Após o apito final, o craque deixou o estádio vestindo um casaco estilizado do Brasil.
 

NEYMAR CONTA COM APOIO DE PESO
 

Ídolo de uma geração, o atacante conta com o apoio de algumas lideranças que estarão no Mundial. Atletas como Marquinhos, Raphinha e Casemiro, por exemplo, já se manifestaram publicamente pedindo a convocação do camisa 10 santista.
 

Neymar ainda tem a seu favor a vontade de lendas e campeões do mundo, como Cafu, capitão do penta, Romário, referência técnica do tetra, além de diversos outros nomes históricos do futebol nacional.
 

A TAÇA QUE FALTA NA SUA CARREIRA
 

Maior artilheiro da história da seleção brasileira nas contas da Fifa, com 79 gols marcados, Neymar acumula 13 jogos em Copas do Mundo, com um retrospecto de oito gols e quatro assistências distribuídas.
 

Campeão das principais competições do planeta, como a Libertadores e a Champions League, além de títulos nacionais por Santos, Barcelona e PSG, o atacante, atualmente com 34 anos, entende que falta apenas a Copa do Mundo para coroar de vez a sua carreira.
 

E tentar buscá-la pela última vez está diretamente atrelado às escolhas que Ancelotti revelará nesta segunda-feira.

https://www.bahianoticias.com.br/esportes

Read More

Mourinho aceita proposta e encaminha retorno ao Real Madrid, diz jornalista

 


Por Redação

Mourinho aceita proposta e encaminha retorno ao Real Madrid, diz jornalista
Foto: Divulgação

José Mourinho está próximo de iniciar sua segunda passagem pelo Real Madrid. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (18) pelo jornalista Fabrizio Romano, o treinador português aceitou os termos verbais para retornar ao clube espanhol.

 

O acordo ainda depende da assinatura dos documentos, incluindo o contrato definitivo. A previsão é de que Mourinho assuma o comando da equipe após a última rodada de La Liga, no confronto entre Real Madrid e Athletic Bilbao. O vínculo será válido por dois anos.

 

A volta marca o reencontro do técnico com o clube que comandou entre 2010 e 2013. Na primeira passagem pelo Real Madrid, Mourinho conquistou um Campeonato Espanhol, duas Supercopas da Espanha e uma Copa do Rei.

 

Naquele período, o português trabalhou com um elenco que contava com nomes como Cristiano Ronaldo, Mesut Özil, Sami Khedira, Kaká, Ángel Di María, Karim Benzema, Pepe, Sergio Ramos, Xabi Alonso e Iker Casillas.

 

Antes de encaminhar o retorno ao Real Madrid, Mourinho comandava o Benfica na atual temporada europeia. O treinador havia chegado ao clube português depois de deixar o Fenerbahçe, da Turquia.

 

Somando os trabalhos por Benfica e Fenerbahçe na temporada, Mourinho acumula 51 partidas, com 29 vitórias, 12 empates e 10 derrotas.

https://www.bahianoticias.com.br/esportes

Read More

“Responsabilidade é nossa”: Gilberto assume culpa por jejum do Bahia e valida protestos da torcida na Fonte Nova

 


Por Bia Jesus

“Responsabilidade é nossa”: Gilberto assume culpa por jejum do Bahia e valida protestos da torcida na Fonte Nova
Foto: Rafael Rodrigues / EC Bahia

Após o empate do Bahia em 1 a 1 com o Grêmio, na tarde deste domingo (17), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, o lateral-direito Gilberto comentou o momento vivido pelo Tricolor.

 

O Esquadrão chegou ao sexto jogo consecutivo sem vencer na temporada e voltou a ouvir cobranças da torcida. Na zona mista, o jogador afirmou que o elenco precisa assumir a responsabilidade pela sequência negativa.

 

"Esse é o ponto principal [assumir a responsabilidade], principalmente nós, jogadores mais experientes, temos que saber que a responsabilidade é nossa. Tudo que vem de fora é fruto daquilo que a gente faz dentro de campo. A gente não tem que falar do torcedor, uma das torcidas com maior média de público do Brasil. Dentro de todas as dificuldades que cada um passa para chegar até aqui, pagar ingresso, alimentação, transporte... Temos que entender quando eles cobram a gente e saber que a única maneira de mudar isso é dentro de campo. Não adianta tudo que eu falar aqui, sei que eles vão continuar irritados e que não vai mudar nada. Dentro de campo a gente hoje a gente tentou, criamos bastante oportunidades, mas infelizmente o segundo gol não saiu", declarou.

 

Gilberto também projetou a semana de preparação e destacou a necessidade de buscar uma reação fora de casa.

 

"A gente vai conversar agora dentro dessa semana que é uma semana grande para trabalhar, e temos que buscar os três pontos mesmo fora de casa, sabendo que é um jogo difícil, a gente tem totais condições", afirmou.

 

O próximo compromisso do Bahia será contra o Coritiba, no Couto Pereira, na próxima segunda-feira (25), às 20h, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro.

https://www.bahianoticias.com.br/esportes

Read More

Vitória perde para o Bragantino em Bragança Paulista e chega ao oitavo jogo sem vencer fora de casa no Brasileirão

 


Por Thiago Tolentino

Vitória perde para o Bragantino em Bragança Paulista e chega ao oitavo jogo sem vencer fora de casa no Brasileirão
Foto: Victor Ferreira / EC Vitória

O Vitória viajou a Bragança Paulista para enfrentar o Red Bull Bragantino na noite deste domingo (17), no Estádio Cícero de Souza Marques, em partida válida pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, e mais uma vez não conseguiu conquistar a primeira vitória fora de casa na competição nesta temporada. A partida terminou em 2 a 0 para os donos da casa, com gols marcados pelo goleiro Tiago Volpi, de pênalti, e Lucas Barbosa.

 

Esse foi o oitavo jogo do Leão como visitante no Brasileirão de 2026 sem vencer. Com o resultado, a equipe permanece com 19 pontos, na 14ª colocação, apenas um ponto acima da zona de rebaixamento. Para o Bragantino, o triunfo foi importante para colocar a equipe na sexta posição, com 23 pontos, se aproximando do grupo dos cinco primeiros colocados, que brigam por vaga na Libertadores.

 

Depois deste compromisso, o Rubro-Negro Baiano volta as atenções para mais um confronto eliminatório. Na quarta-feira (20), às 21h, o Rubro-Negro recebe o ABC, no Barradão, pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Nordeste. Já pelo Brasileirão, a equipe encara o Internacional no sábado (23), às 17h, no Beira-Rio, pela 17ª rodada.

 

Já o Massa Bruta viaja para a Argentina para enfrentar o River Plate pela quinta rodada da Copa Sul-Americana. O confronto será disputado no Monumental de Núñez, em Buenos Aires. O time paulista ocupa atualmente a terceira colocação do grupo, com seis pontos, quatro a menos que o River.

 

O JOGO
O Bragantino foi quem começou ditando o ritmo da partida e assustou o Vitória logo aos cinco minutos. Pela esquerda, Mosquera acionou Juninho Capixaba na entrada da área. O lateral-esquerdo bateu chapado no ângulo direito de Lucas Arcanjo, mas a bola carimbou a trave. 


Gustavo Marques assusta o Vitória
Aos 21 minutos, durante troca de passes, Gustavo Marques acionou Mosquera pela esquerda, que devolveu para o zagueiro dominar e arriscar uma bomba em direção ao gol do Vitória. Lucas Arcanjo espalmou e jogou para escanteio. 

 

Arcanjo salva mais uma, mas o juiz marca pênalti!
Mosquera, mais uma vez muito acionado pela esquerda, cruzou a bola na área, para Pedro Henrique cabecear e a bola bater no braço de Zé Vitor. Na sobra, Isidro Pitta pegou de primeira, e Arcanjo defendeu aos 34. O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães conferiu o lance no VAR e assinalou pênalti para o Bragantino. 


Gol do Bragantino
Após o juiz marcar penalidade para o Bragantino, Tiago Volpi foi para a cobrança, bateu no canto direito de Lucas Arcanjo e marcou o primeiro do Bragantino aos 40 minutos.

 


O Vitória pouco ficou com a bola na primeira etapa e não causou perigo ao gol de Tiago Volpi | Foto: Victor Ferreira / EC Vitória

 

SEGUNDO TEMPO
A segunda etapa começou "espelhando" o que foi a primeira parte da partida, com o Bragantino tendo maior posse da bola e chegando com perigo nos minutos iniciais. A primeira ofensiva do Massa Bruta veio nos pés de Mosquera, que recbeu no lado direito da área, limpou o marcador e chutou de esquerda em direção ao gol do Vitória, mas a bola saiu pelo lado direito. 

 

Vitória chega pela primeira vez com perigo
Aos dez minutos, Emmanuel Martínez pegou a sobra do escanteio, conduziu até a entrada da área e rolou para Renê, que ajeitou, girou e chutou em direção ao goleiro Tiago Volpi, mas ele ficou com a bola. 

 

Gustavinho quase amplia o placar
Juninho Capixaba recebeu na esquerda, disparou ate´a linha de fundo e na área para Gustavinho, que cabeceou firme, mas mandou a bola para fora rente à trave aos 16 minutos.

 

Herrera desperdiça mais uma chance de ampliar
Pelo meio, Juninho Capixaba recebeu e enfiou em profundidade para Herrera passar pela esquerda. Com chance de bater cruzado, ele arriscou um passe dentro da área e perdeu mais uma chance de marcar o segundo para o Bragantino aos 18. 

 

DEFENDEU, ARCANJO!
Aos 43, Rodriguinho invadiu a grande área e Caíque Gonçalves deixou a perna direita, derrubando o meio-campsta. O árbitro apitou pênalidade máxima. Na cobrança, Eduardo Sasha bateu no lado direito e Lucas Arcanjo voou para defender. 


Bragantino amplia o placar
No último minuto, Fernando recebeu pela esquerda no contra-ataque e rolou para área até Lucas Barbosa bater de primeira e marcar o segundo do Massa Bruta.
 

 


FICHA TÉCNICA

RB Bragantino 2 x 0 Vitória 
Campeonato Brasileiro - 16ª rodada 
Local:
Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista
Data: 17/05/2026 (domingo)
Horário: 18h30
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Anne Kesy Gomes de Sa (AM) e Luiz Claudio Regazone (RJ)
VAR: Antonio Magno Lima Cordeiro (CE)
Transmissão: Premiere
Cartões amarelos: Henry Mosquera, Juninho Capixaba, Pedro Henrique e Sant'Anna (RB Bragantino) / Jamerson, Jair Ventura e Zé Vitor (Vitória)
Gols: Tiago Volpi e Lucas Barbosa(RB Bragantino)

 

RB Bragantino: Tiago Volpi; Sant'Anna, Pedro Henrique, Gustavo Marques e Juninho Capixaba; Gabriel (Alix Vinicius), Gustavinho (Eric Ramires) e Lucas Barbosa; Herrera (Fernando), Isidro Pitta (Rodriguinho) e Henry Mosquera (Eduardo Sasha). Técnico: Vagner Mancini. 

 

Vitória: Lucas Arcanjo; Edenilson (Claudinho), Caíque Gonçalves e Cacá; Jamerson, Zé Vitor (Lucas Silva), Baralhas, Martínez e Erick (Diego Tarzia); Matheuzinho (Renzo López) e Renê (Fabri). Técnico: Jair Ventura

https://www.bahianoticias.com.br/esportes

Read More

Ceni fala em “momento difícil”, pede apoio e descarta deixar comando do Bahia: “Os atletas acreditam em mim”

 


Por Bia Jesus

Ceni fala em “momento difícil”, pede apoio e descarta deixar comando do Bahia: “Os atletas acreditam em mim”
Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias

Após o empate do Bahia em 1 a 1 com o Grêmio, na tarde deste domingo (17), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico Rogério Ceni concedeu entrevista coletiva e comentou o momento de pressão vivido pelo clube.

 

O treinador analisou a atuação do Esquadrão, falou sobre os protestos feitos pela torcida antes, durante e depois da partida, e descartou pedir demissão do comando técnico tricolor.

 

"Em matéria do que nós geramos de jogo, de oportunidade, tudo, eu acho que nós merecemos sair vencedores no jogo de hoje. Temos que conviver, essa bola que dá na trave sai com aqueles cinco centímetros de diferença, eles [adversário] dão uma direção, e o torcedor está chateado com os resultados. Eu entendo que é um torcedor que vem ao estádio, que comparece, tem sempre uma questão, compra ingresso caro e quer ver o time vencer... Desde que eu estou aqui, ao menos, eu não lembro antes, desde que eu estou aqui, está sempre entre as 4, 5 maiores torcedores do Brasil. Eu gostaria que eles gostassem do trabalho, como eu também gosto deles, é uma atmosfera muito bacana que se cria aqui sempre. Se os jogadores sentem, é claro, só se você se colocar como profissional, eu entendo o lado do torcedor, entendo o lado jogadores, o que eles sentem também, lamento, mas é um momento abaixo que a gente tem que tentar fazer, transformar essas chances de voo, o mais rápido possível em voo, e conseguir conquistar um triunfo para que também o torcedor venha estar presente durante o jogo com a gente", afirmou.

 

Questionado sobre os protestos dentro e fora da Fonte Nova, Ceni disse compreender o direito de manifestação da torcida e reconheceu o peso da eliminação para o Remo, na Copa do Brasil.

 

"Vejo como uma democracia as pessoas expressarem as suas opiniões. Entendo a tristeza do torcedor. A gente também carrega. Hoje, com tantas oportunidades, a bola não entra. Momento difícil, de baixa. Hoje a gente fez muito bom jogo, melhor que na Copa do Brasil, mas não conseguiu vencer. Isso é frustrante. A gente tenta jogar de acordo com o que o jogo pedia. Eu lamento porque trabalho muito todos os dias, me dedico muito. Uma torcida que vem, comparece, está sempre presente. A gente não pode tirar o mérito, entendo a frustração. Essa eliminação para o Remo pesou bastante. É um momento difícil que a gente tem que tentar se manter firme. O Brasileiro está muito equilibrado", destacou.

 

O treinador também foi perguntado se poderia deixar o cargo em razão das vaias, cobranças e xingamentos. Ceni descartou a possibilidade e afirmou que não pretende abandonar o trabalho por causa das críticas.

 

"Eu vou em pouquíssimos lugares. Trabalho 12h por dia e fico muito em casa. A minha vida é trabalhar. Isso é o que eu penso da vida. Claro que eu sustento família, todos. E o mais importante é que eu gosto do que eu faço. Com todo respeito, eu quero poder trabalhar e desenvolver o que eu gosto. Gostaria que o torcedor voltasse, apoiasse. A cada vez que eles me ofenderem, mas eu não vou pegar na bola. Não é agradável. Eu sei como é. É sempre mais difícil trabalhar com vaia. Gostaria que o torcedor estivesse com a gente para a gente repetir o sonho que tivemos. A gente tem que tentar provar valor, trabalho. Não levo para o pessoal. A vida do treinador é essa. Entendo tudo isso porque o torcedor vem para extravasar. E ele quer o seu time vencer. Não acho justo uma pessoa abandonar o que ama por uma ofensa. Isso é para gente fraca, que desiste fácil", afirmou.

 

"Você abandonaria sua profissão se alguém te ofendesse? Fechar o canal por alguém te ofender. Se você fosse ofendido, você largaria? Claro, se você ama o seu trabalho. A vida consiste muito no que você é apaixonado. Eu sei que eu tenho capacidade, que os atletas acreditam em mim", completou.

 

Ceni também respondeu sobre a possibilidade de o trabalho ou o elenco terem chegado ao limite. O treinador defendeu a produção ofensiva da equipe e voltou a citar as chances criadas.

 

"Acho que o elenco trabalha muito. Se o meu limite for o que aconteceu hoje, esse é o meu limite, com oito oportunidades claras de gols. O que eu não consigo controlar é a bola entrar ou não. O resultado é preponderante. Eu trabalho muito todos os dias. Eu dou treino, assisto ao treino, assisto o adversário, apresento as correções. Em casa somos preponderantes, dominantes, temos sempre as melhores chances. Mas às vezes enfrentamos times superiores, como foi o Cruzeiro. Se o teto é você ter todas as possibilidades e a bola não entrar, por ter mais quatro ou cinco oportunidades, é um teto".

 

"Eu tenho 36 anos de carreira, e se tem uma coisa que nunca fui foi ser acomodado. Gosto muito do Bahia. Entendo o torcedor vaiar, pedir a saída. O que eu posso dizer é que eu gosto do trabalho e do desafio. É pesado para cada um não vencer os jogos. Estou aqui à disposição. Gostaria do apoio do torcedor, mas entendo quando o resultado não vem. A estratégia de jogo foi boa hoje e contra o Remo. Tivemos três gols anulados contra o Remo. Hoje tivemos mais chances que contra o Remo. Mas, se acomodar, se perguntar a qualquer atleta, todos vão dizer quem eu fui", finalizou.

 

Com o empate, o Bahia segue sem vencer e volta a campo na próxima segunda-feira (25), às 20h, contra o Coritiba, no Couto Pereira, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro.

https://ipiauonline.com.br/

Read More

Doce Mel/Jequié marca dois gols nos acréscimos e vira partida pelo Brasileirão feminino no Waldomirão

 


Doce Mel/Jequié comemora a virada diante do Pérolas Negras no Waldomirão
O futebol feminino de Jequié vive mais um capítulo histórico e emocionante. Na tarde de sábado (16), no Estádio Waldomiro Borges, o Doce Mel/Jequié mostrou mais uma vez sua força, superação e espírito guerreiro ao conquistar uma virada incrível nos acréscimos diante do Pérolas Negras (RJ), vencendo por 2×1 em uma partida dramática e inesquecível para a torcida presente. A equipe jequieense entrou em campo para seu terceiro jogo em apenas uma semana.
O Pérolas Negras abriu o placar aos 22 minutos do segundo tempo, com Jamile, e quando parecia encaminhar a vitória no Waldomirão, veio a reação da equipe local nos sete minutos de acréscimos. Aos 49 minutos, Flávia empatou a partida e aos 51 minutos, após belo cruzamento de Nega, que também saiu do banco, a camisa 10 Flávia apareceu de cabeça e colocou a bola no cantinho, decretando uma virada histórica para o Doce Mel/Jequié.
Foi a segunda grande comemoração da semana. Primeiro, a classificação heroica na Copa do Brasil diante do Penarol (AM), fora de casa. Agora, a virada emocionante que afasta a equipe da zona de rebaixamento do Brasileiro A2 e dá um importante respiro na competição nacional.
O mês de maio será um verdadeiro teste de resistência para o Doce Mel/Jequié. Serão oito jogos no mês, sendo seis deles fora de casa, entre Campeonato Brasileiro A2 e Copa do Brasil Feminina. A delegação viaja novamente neste domingo (17) e ficará mais 11 dias longe de Jequié.
Pela frente, mais desafios gigantes: enfrenta o Paysandu no dia 20, o Vasco — líder do Brasileiro A2 — no dia 23, e depois encara o Cruzeiro, atual vice-campeão brasileiro e dono de várias atletas convocadas para a Seleção Brasileira Feminina, pela 3ª fase da Copa do Brasil, em Minas Gerais.
A maratona termina apenas no dia 31 de maio, quando o Doce Mel volta ao Waldomirão para enfrentar o 3B.
https://jequiereporter.com/
Read More

Jovem é preso suspeito de matar pai e madrasta a tiros dentro de casa no interior da Bahia

 


Reprodução/Redes Sociais

Um jovem de 23 anos foi preso em flagrante suspeito de matar o pai e a madrasta a tiros dentro de casa, na noite de sábado (16), no bairro Kennedy, em Alagoinhas, cidade a cerca de 75 km de Feira de Santana.

Segundo a Polícia Civil, as vítimas foram identificadas como Adriano da Silva Nogueira, de 44 anos, e Nailda Batista Leite da Silva, de 51.

De acordo com a ocorrência, vizinhos acionaram a Polícia Militar após ouvirem disparos de arma de fogo vindos da residência da família, localizada na Rua Porto Alegre. Quando os policiais chegaram ao imóvel, encontraram as duas vítimas sem sinais vitais.

Ainda conforme as investigações, após atirar contra o pai e a madrasta, o suspeito fugiu e se escondeu em um bar da região. Ele foi localizado por equipes da PM, confessou o crime e foi conduzido para a

Durante as diligências, os policiais militares apreenderam uma espingarda artesanal, uma espingarda de ar comprimido, 11 munições intactas, três estojos e uma machadinha.

A 1ª Delegacia Territorial de Alagoinhas autuou o suspeito em flagrante por duplo homicídio. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar perícia e encaminhar os corpos para o Instituto Médico Legal (IML), para passar por necropsia. Não há informações sobre velório e sepultamento.

g1

https://ipiauonline.com.br/

Read More

WALDEMIR VIDAL SANTOS DRT-BA 4.260 - ABCD-BA 544

Tecnologia do Blogger.

[TRANSMISSÃO AO VIVO] ATLÉTICO ALAGOINHAS X CSA - BRASILEIRO SÉRIE D - 10ª Rodada