Fiorentina oficializa contratação de Pedro, ex-Fluminense

Segunda, 02 de Setembro de 2019 - 15:30


por Gabriel Rios
Fiorentina oficializa contratação de Pedro, ex-Fluminense
Foto: Lucas Merçon / Fluminense F.C.
A Fiorentina oficializou a contratação do atacante Pedro. O anúncio foi feito por meio da sua conta oficial no Twitter, nesta segunda-feira (2). Segundo o GloboEsporte.com, o clube italiano irá pagar 11 milhões de euros (R$ 50,2 milhões) para ter o atleta, em um contrato de cinco anos. 

Pedro viajou na tarde deste domingo (1º) para Roma, na Itália (veja aqui). Após chegar na manhã desta segunda (2), realizou exames médicos e assinou contrato com a equipe italiana. 

Ex-clube do atacante, o Fluminense ficará, inicialmente, com 8 milhões de euros (R$ 36,5 milhões) e o restante ficará com a Artsul, clube-empresa dona de 50% dos direitos econômicos do jogador.

O Flu ainda manteve 20% dos direitos do centroavante, e poderá lucrar em uma futura venda. O clube carioca aceitou dividir o valor com a Artsul. 

Cria da base Tricolor, o atacante disputou 93 partidas pelo profissional e anotou 31 gols. O último jogo pelo Fluminense foi contra o Atlético-MG, pela 14ª rodada do Brasileirão, quando o jogador saiu lesionado. 

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Baraka traça meta para o Vitória: 'Primeiro passo é se afastar de vez do Z-4'


Baraka traça meta para o Vitória: 'Primeiro passo é se afastar de vez do Z-4'
Foto: Glauber Guerra/ Bahia Notícias
O Vitória tem 21 pontos e ocupa a 15ª posição na tabela de classificação da Série B. Capitão do time, o volante Baraka traçou uma meta: se afastar da zona de rebaixamento e depois focar em outros objetivos.

“Acredito que vamos evoluir ainda mais Série B. O primeiro passo é se afastar de vez do Z-4 para começarmos a projetar outros objetivos na disputa”, afirmou.

O próximo jogo do Vitória é contra o Vila Nova, nesta terça-feira (3), às 19h15, no Olímpico, em Goiânia. Baraka espera um jogo complicado, mas confia na capacidade do time para conquistar os três pontos.

“Enfrentar o Vila Nova é sempre uma missão difícil. Jogar diante do seu torcedor é complicado. Vamos procurar fazer um jogo seguro, sem erros, para sairmos de lá com os três pontos, o que seria muito importante para o elenco”, finalizou.

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Enderson avalia trabalho e não teme demissão: 'Mais do que natural no futebol brasileiro'

Domingo, 01 de Setembro de 2019 - 10:30


por Gabriel Rios
 Enderson avalia trabalho e não teme demissão: 'Mais do que natural no futebol brasileiro'
Foto: Albari Rosa / Gazeta do Povo
O Ceará perdeu para o Athletico Paranaense por 1 a 0, na noite deste sábado (31), e chegou ao terceiro revés seguido no Brasileirão. Após a partida, o técnico Enderson Moreira avaliou seu trabalho no Vozão e disse não se surpreender caso seu trabalho seja interrompido. 

"Todo mundo passa por isso (derrotas). No dia em que o presidente achar que o trabalho não está bom... É uma coisa mais do que natural no futebol brasileiro, não tem espanto, não tem pressão excessiva", destacou Enderson.

O ex-treinador do Bahia ainda citou o argentino Sampaoli, técnico do Santos, para questionar a pressão vivida por resultados no futebol nacional: "Não acho também que está tudo errado. O Campeonato Brasileiro é extremamente difícil, tem equipes poderosas que também passam por momentos de dificuldades. O Santos vinha de quantos resultados ruins? Por que ninguém falou que o Sampaoli estava pressionado? Porque faz parte do campeonato". 

Agora o Vozão se prepara para enfrentar o Corinthians, no próximo sábado (7), às 11h, na Arena Corinthians, em São Paulo. 

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Cada um faz de seu jeito

Treinadores são importantes, mas Grêmio e Fla vencem por qualidade de atletas.

Hoje é dia de festa no Maracanã, no confronto em Flamengo e Palmeiras, dois fortes candidatos ao título do Campeonato Brasileiro. 
Há outros bons jogos, como Cruzeiro contra Vasco e Corinthiansversus Atlético, separados apenas por um ponto e que têm grandes chances de fazerem a final da Copa Sul-Americana.
Após dois jogos entre brasileiros pela Libertadores, Renato Gaúcho e Jorge Jesus têm sido bastante elogiados, com razão, enquanto Luiz Felipe Scolari e Odair Hellmann, muito criticados, merecidamente.
Porém, isso não significa que os técnicos perdedores são os péssimos dos péssimos e que os vencedores são os máximos dos máximos.
Jogadores do Grêmio comemoram vitória sobre o Palmeiras que levou a equipe do RS às semifinais da Libertadores
Jogadores do Grêmio comemoram vitória sobre o Palmeiras que levou a equipe do RS às semifinais da Libertadores - Rahel Patrasso/Reuters
Na eliminação para o Grêmio, o Palmeiras, além dos erros técnicos e táticos, mostrou fragilidade emocional, paralisado em campo, surpreendentemente, por ser comandado pelo grande chefe Felipão, embora os fatores psicológicos tenham sido também marcantes no 7 a 1. 
O Palmeiras, com Felipão, foi eliminado, sucessivamente, nos últimos dois anos, da Copa do Brasil, da Libertadores e até do Paulista.
Tenho a impressão que os atletas brasileiros, na média, são mais frágeis emocionalmente nas decisões do que os europeus e até que os argentinos. Em vez de buscarem soluções nas adversidades do jogo, os jogadores ficam paralisados, à espera das ordens do professor, do paizão.
Scolari errou feio nas mudanças do intervalo. O centroavante Luiz Adriano, contratado como reforço e que jogava bem, foi para a ponta direita, onde ficou perdido, enquanto Deyverson brigava com a bola no centro do ataque. 
O Palmeiras possui vários meias de ligação caros, que não se firmam na posição. Nem poderiam, já que a bola não passa por eles.
Odair também errou ao não arriscar nada desde o início, com medo de levar um gol, para, depois, tentar fazer dois, e errou novamente, quando, a dez minutos para o fim, trocou um zagueiro por um atacante, uma ousadia suicida, já que o Inter pressionava e poderia fazer o segundo. Sem o zagueiro, o Flamengo empatou.
Já Renato Gaúcho acertou ao mostrar que o Grêmio sabe jogar com e sem a bola. No segundo tempo, ganhando por 2 a 1, recuou e deu a bola para o Palmeiras, que não sabia o que fazer com ela.
Jorge Jesus também acertou ao mudar novamente o desenho tático da equipe, com a escalação de Arrascaeta, pela direita (costuma jogar pela esquerda), de Éverton Ribeiro pelo meio (geralmente, atua pela direita) e de Bruno Henrique, pela esquerda (costuma fazer dupla, pelo meio, com Gabigol). Além disso, escalou o habilidoso e ofensivo Gerson de segundo volante, o que também deu certo.
Os treinadores são importantíssimos, pelo comando, pela estratégia e por dar condições coletivas para os jogadores atuarem bem, mas, a principal razão de Grêmio e Flamengo vencerem está na qualidade dos atletas e nas escolhas feitas durante as partidas. O Flamengo, após a chegada de Jorge Jesus, trouxe vários jogadores de grande destaque.
Renato Gaúcho merece ainda mais elogios pelo trabalho de preparação de jovens promessas para substituir os melhores que vão embora. Matheus Henrique possui características de Maicon e de Arthur. 
Renato parece um artista, brincando, sonhando e lapidando suas obras, à espera do momento certo para mostrá-las ao público. Já Jorge Jesus parece um artista inquieto, explosivo, insatisfeito, que mistura as partes, até chegar ao que deseja.
Cada um faz de seu jeito. O maior compromisso de um artista é com sua arte.
Tostão
Cronista esportivo, participou como jogador das Copas de 1966 e 1970. É formado em medicina.

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/tostao/2019/09/cada-um-faz-de-seu-jeito.shtml
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Os muitos problemas do Manchester United para propor o jogo

Contra equipes mais fechadas, a equipe mostra poucas ideias com a bola, como lentidão nos passes no ataque e Pogba longe do gol.

31/08/2019 13h58  
Os muitos problemas do Manchester United para propor o jogo
foto: Getty Images
A goleada na estreia da Premier League, contra o Chelsea daria a impressão que o United faria uma temporada mais tranquila. Impressão. O time repete os problemas de abril e maio e entra em pane contra times mais fechados, o que já custou os últimos dois jogos do nacional e uma considerável distância para os protagonistas Liverpool e City.
Solskjaer, seguindo a filosofia de Ferguson, promove não apenas um rodízio, mas protagonismo da base no time. Contra o Southampton, Daniel James novamente teve boa atuação, dessa vez com Lingard no banco e um 4-2-3-1 no time inicial, com Mata centralizado e Rashford na referência, como na imagem. O estilo de jogo? Sempre reativo. Roubar a bola e explorar os espaços. Da defesa, passes mais verticais e muito contra-ataque. O elenco pede isso, já que Rahsford, Lingard e Pogba são jogadores que gostam de espaços para conduzir e aparecer de surpresa.
United jogou no 4-2-3-1 contra o Southampton — Foto: Leonardo Miranda
United jogou no 4-2-3-1 contra o Southampton — Foto: Leonardo Miranda 
Só que espaço à vontade não é o cenário que o time costuma enfrentar. Todo mundo joga contra o maior vencedor da Premier League fechadinho, “dando a vida”. Por isso o United precisa furar retrancas, desafio que Van Gaal sabia muito bem, que Mourinho solucionou de outras formas e Solskjaer tenta achar o modo.

O principal problema é a dinâmica da construção

A ideia para que o time construa suas jogadas ofensivas é ter Pogba mais perto da defesa, fazendo a saída de três junto aos zagueiros. McTominay aparece como elo de ligação para que os atacantes busquem a flutuação por dentro, e junto aos laterais, recebam a bola já no campo de ataque. Até aí tudo muito lógico, mas falta movimento. O time faz o desenho e não o cumpre. A movimentação desses meias é sempre distante da bola, como na imagem, e McTominay frequentemente não busca sair da marcação e preencher um espaço vazio para dar prosseguimento na jogada.
Meias distantes da bola quando o time ataca — Foto: Leonardo Miranda
Meias distantes da bola quando o time ataca — Foto: Leonardo Miranda
Contra o Crystal, escalação e adversários diferentes, mas o mesmo problema. O United constrói com Pogba mais recuado, os zagueiros avançam para empurrar o time e os meias vem e buscam a bola. Aqui é Rashford que aparece livre, exatamente como manda o manual.
Veja que Rashford aparece livre. Ele é a melhor opção para passar a bola — Foto: Leonardo Miranda
Veja que Rashford aparece livre. Ele é a melhor opção para passar a bola — Foto: Leonardo Miranda
E Maguire escolhe de forma pobre seu companheiro de jogo. McTominay estava entre dois adversários, que sabidamente agem para encurtar o espaço do volante. Lhe tiram o tempo de jogar curto, e Rashford passa a ficar marcado e não mais livre. Esse lance é um claro exemplo do que o United tem uma ideia, mas ainda não sabe executá-la. Tudo vem da cabeça: o time ainda precisa “pensar para jogar”. Por isso é lento, porque não faz tudo de cabeça, quase que automático. E isso só vem com o tempo - que foi negado a Moyes e dado a Van Gaal e Mourinho.
Tocando pra McTominay, time não consegue furar as linhas rivais — Foto: Leonardo Miranda
Tocando pra McTominay, time não consegue furar as linhas rivais — Foto: Leonardo Miranda 

Sem rapidez, United força o jogo pelos lados

A linha de defesa dos times sempre estão protegendo a área, e forçar o jogo por ali aumenta as probabilidades de encontra uma bola que passe imune à essa marcação. Por isso é tão difícil jogar por dentro. Com essa frente da defesa fechada e sem conjunto nos passes, o United força o jogo por fora, com os laterais. Veja o mapa de passes do time no ataque, no jogo contra o Southampton. Azuis são os passes certos, vermelhos os errados e amarelo é a assistência. Veja como há um clarão na frente da defesa, justamente a área de finalização.
Mapa de passes contra o Southampton — Foto: Leonado Miranda/Stats Zone
Mapa de passes contra o Southampton — Foto: Leonado Miranda/Stats Zone
A mesma coisa se repete contra o Crystal Palace, um jogo em casa. Bate a pressão, o time se sente obrigado a vencer e essa ansiedade custa mais erros - veja quantos passes errados para a área! E ainda há um bolo azul pelos lados, que é esse jogo curto de lateral pra ponta, sem sentido. É justamente o passe falso que Guadiola pedia para que Daniel Alves não desse a Messi….
Mapa de passes contra o Crystal Palace — Foto: Leonado Miranda/Stats Zone
Mapa de passes contra o Crystal Palace — Foto: Leonado Miranda/Stats Zone

Pogba, longe da área, é o construtor do jogo?

Campeão da Copa do Mundo sendo decisivo, decisivo no último título do United, a Liga Europa, não há dúvida que Paul Pogba é o melhor jogador do United. Ou ao menos o com mais nome. Mas Solskjaer vem tirando ele de onde costumava brilhar na Juventus e com Mourinho, que é a zona de chegada. Esse clarão dos mapas acima poderia ser resolvido com a perigosa infiltração do francês, que Solskjaer sinaliza que será menos frequente porque ele é o primeiro volante: aproxima dos zagueiros, pensa o jogo de frente e tem como missão construir.
Pressão feita em Pogba — Foto: Leonardo Miranda
Pressão feita em Pogba — Foto: Leonardo Miranda
No primeiro tempo contra o Southampton ele foi o pior em campo: 16 toques na bola, 9 bolas perdidas. Se o United já é um time distante, imagina quando o jogador não tem o controle ou virada para manter a bola…ele foi presa fácil para a marcação e não conseguiu encaixar nenhum passe mais direcionado aos homens de frente, que são chamados de passes verticais.
O United já teve tantos problemas. Era Moyes, Van Gaal, Rooney, Falcao, as lesões de Ibra, a defesa, Smalling, a defesa ou Smalling de novo. Parece até time brasileiro. Dessa vez, os reforços de Wan-Bissaka e Maguire reforçaram o setor mais carente, que era a defesa. Mas aí a diretoria permite as saídas de Lukaku e Sanchéz para a Inter, e hoje o United tem um elenco carente e subaproveitado. Um ano que requer soluções táticas e uma certa calma: a reconstrução pós-Ferguson não tem nada para acabar.

Por Leonardo Miranda
Jornalista, formado em análise de desempenho pela CBF e especialista em tática e estudo do futebol

https://globoesporte.globo.com/blogs/painel-tatico/post/2019/08/31/os-muitos-problemas-do-manchester-united-para-propor-o-jogo.ghtml?fbclid=IwAR3vv50ArMCGDYJP7AHG9p7tqwJDP8PAhR5Aolxq-wqW8vAW6bqDoRjrTvk
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