Função de Felipe Melo, marcação e Éverton centralizado: os detalhes táticos de Grêmio 0 a 1 Palmeiras

Com mudanças de cobertura depois do golaço de Scarpa, Palmeiras negou espaços ao ataque do Grêmio. Entenda na análise.

21/08/2019 06h01
Função de Felipe Melo, marcação e Éverton centralizado: os detalhes táticos de Grêmio 0 a 1 Palmeiras
foto: Wesley Santos/Agência PressDigital 
Como neutralizar um time conhecido por ter excelentes volantes e um jogo envolvente, com muita troca de passes? Com mudanças sutis de estratégia ao longo do jogo, o Palmeiras mostrou como quebrar a criatividade de uma equipe com mais tempo de trabalho e mais conjunto e leva uma grande vantagem para o jogo de volta, semana que vem.
É claro que o golaço de Gustavo Scarpa colabora. Uma coisa é o resultado, que nada mais é do que a soma de gols, outra é o desempenho. Nem sempre o resultado é lógico e controlável. Já o desempenho é sempre de responsabilidade do treinador. Por isso, o técnico coloca uma ideia de jogo, treina, repete e cobra o desempenho dessa ideia em campo. Um bom desempenho aproxima a vitória. Em termos de desempenho, o Palmeiras foi superior ao Grêmio no conjunto dos 90 minutos porque colocou mais de sua ideia em campo.
dos 90 minutos porque colocou mais de sua ideia em campo.
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Pela Copa Libertadores, o Palmeiras derrotou o Grêmio em Porto Alegre com golaço de Scarpa
Vamos esmiuçar esse jogo:

Grêmio começa rodando a bola por dentro, com os volantes

Os vinte primeiros minutos foram todos do Grêmio. O time rodou a bola e jogava com paciência frente à fechada defesa do Verdão. Maicon e Matheus Fernandes trabalharam próximos entre si, bem centralizados, e conseguiram achar vários bons passes ao ataque. A defesa do Palmeiras não entendeu esse posicionamento e muitas vezes avançava demais para roubar a bola. Isso gerava um efeito dominó: muitos jogadores deixavam suas posições e abriam o setor na frente da defesa, como na imagem.
Palmeiras avançando a marcação — Foto: Leonardo Miranda
Palmeiras avançando a marcação — Foto: Leonardo Miranda

Éverton começa a jogar mais por dentro

Quando um jogo começa, há uma grande pressão psicológica nos jogadores. Tudo é novo, tudo pode acontecer. Lá para os cinco, seis minutos, os cenários vão ficando mais sólidos e os caminhos aparecem. Para o Grêmio, esse caminho foi Éverton. Ele saía da esquerda e buscava ficar mais pelo centro, recebendo a bola dos volantes e explorando aquele espaço que a defesa do Palmeiras dava. O mapa de calor mostra o posicionamento mais perto da área:
Mapa de calor de Éverton: saindo bastante da esquerda — Foto: Leonardo Miranda
Mapa de calor de Éverton: saindo bastante da esquerda — Foto: Leonardo Miranda

Movimentação bagunça a defesa do Palmeiras

O Palmeiras ficou encurralado. Não saía do próprio campo, mesmo com Dudu na direita para receber contra-ataques. Felipe Melo não estava bem. Deixava a frente da zaga o tempo todo para pressionar Matheus ou Jean Pyerre, tanto que levou amarelo aos 8 minutos. A explicação está na ideia do Palmeiras ao se defender. O time atua com encaixes no setor, ou "abordagens": cada jogador tem uma área, e quem invade esse terreno deve receber a marcação até o fim. Na imagem abaixo, Felipe "aborda" quem cai no seu setor, como manda o manual.
Felipe Melo encaixando em Éverton — Foto: Leonardo Miranda
Felipe Melo encaixando em Éverton — Foto: Leonardo Miranda 
O problema é que ele desprotegia zagueiros avançando tanto. Como Éverton é rápido, tabelava direto com Jean Pyerre e todos saíam livres, na cara do gol, justamente no espaço que Melo e Bruno Henrique não conseguiam cobrir. Como na imagem: Melo não consegue matar a jogada, Éverton faz uma tabela rápida e ataca o espaço. Os zagueiros do Palmeiras estão correndo para trás, longe da jogada. Se o Grêmio tivesse caprichado, poderia abrir o placar - Éverton errou todas as finalizações que tentou.
Tabelas do Grêmio deixam Palmeiras sem reagir — Foto: Leonardo Miranda
Tabelas do Grêmio deixam Palmeiras sem reagir — Foto: Leonardo Miranda

Palmeiras equilibra e faz o gol

Depois da substituição de Cortez, o Grêmio diminui um pouco o ímpeto. Tem o papel psicológico aí, já que o gol não veio e o Palmeiras ganhou confiança. Já eram alguns minutos de equilíbrio até a falta do gol do Scarpa. Lembre-se sempre que o papel dos técnicos é controlar o imponderável. Felipão sempre pede para seus jogadores testarem o goleiro, porque uma hora eles falham. Scarpa resolveu testar....

Felipão muda a função de Felipe Melo

Felipão promoveu uma sutil mudança de posicionamento depois do gol: mudou a função de Felipe Melo. Ao invés de pressionar quem invadia o setor o tempo todo, ele passou a jogar apenas na cobertura. Assim, ele tinha que estar próximo do local onde a jogada estava acontecendo, sempre com o corpo posicionado para a bola. Um exemplo abaixo:
Felipe Melo muda de função no segundo tempo — Foto: Leonardo Miranda
Felipe Melo muda de função no segundo tempo — Foto: Leonardo Miranda 
Felipe Melo virou cobertura da defesa e o Palmeiras conseguiu matar todos os ataques do Grêmio. A cobertura é importante porque ela é o recurso que o sistema de encaixes tem para se proteger. Aqui vale a reflexão: sempre vai dar errado. Perseguir individualmente jogadores é um risco grande, e ter alguém na sobra, preparado para ajudar quando as coisas dão errado torna o time mais seguro. O encaixe deixa o jogador muito passivo ao adversário. Se há grandes driblares do outro lado, as chances de um jogador ficar atrás e perder a bola são imensas.
Felipe Melo cobrindo uma jogada — Foto: Leonardo Miranda
Felipe Melo cobrindo uma jogada — Foto: Leonardo Miranda

Grêmio com a bola, mas sem criatividade

O roteiro do jogo depois do gol foi o mesmo até o fim do apito final: o Grêmio com a posse, mas sem criar nada de perigo com um Palmeiras extremamente seguro na defesa. O número de finalizações prova: o Grêmio finalizou 17 vezes e o Palmeiras chutou 10. Na qualidade dessas finalizações, os times foram iguais: 4 chances para cada lado. A mais perigosa foi a bola do Dudu na trave.
É aquela velha questão: não adianta ter a posse se ela não produz jogo. O objetivo da posse de bola é criar chances de gol, ocupar o campo ofensivo e controlar o jogo com essa agressividade. Se um time "de posse" não cria nada, como podemos falar que joga bem? O Grêmio não jogou bem. Foi lento, forçou poucos passes para o gol, tocou muito de lado. Isso tirou Maicon e Matheus do jogo. O primeiro foi líder de passes na partida: 114. Mas apenas um gerou finalização. Olha o mapa de calor:
Maicon longe do gol — Foto: Leonardo Miranda
Maicon longe do gol — Foto: Leonardo Miranda

Tudo em aberto

Felipão diz que tudo está em aberto, que o Grêmio faz jogos melhores fora de casa. Renato acredita na vitória. Só sabemos que esses dois rivais farão mais um capítulo de uma grande história no futebol na próxima terça-feira, dia 27, no Pacaembu.

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Mulher comete suicídio no Brasil Novo; IML diz que foram seis casos registrados este mês em Jequié

Uma mulher de 35 anos de idade é a sexta vítima de suicídio na cidade [dados registrados pelo IML de Jequié] nos 21 dias de agosto de 2019. Em menos de 24 horas, três pessoas foram quatro ocorrências. No início da  noite desta quarta-feira (21), Roseane Almeida Calheira (foto/reprodução WhatSapp), foi encontrada dentro de casa na Rua Cidade do Amapá, Brasil Novo, bairro Jequiezinho, dependurada por uma corda amarrada no pescoço. Equipes das polícias Civil e Militar, do Departamento de Polícia Técnica e IML, foram ao local para realizarem o levantamento cadavérico e ouvirem pessoas que possam revelar indícios acerca do ocorrido.
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Com Nino de volta, Bahia segue preparação para duelo contra o Atlético-MG

Autor(a): Redação Galáticos Online (Twitter - @galaticosonline) em 21 de Agosto de 2019 13:00
Foto: Felipe Oliveira / ECBahia

O elenco do Bahia voltou aos trabalhos na manhã desta quarta-feira (21), visando o Atlético Mineiro, em jogo que acontece neste sábado, às 11h, na Arena Independência. O técnico Roger Machado contou com a volta do lateral-direito Nino Paraíba, que treinou normalmente.
O comandante do Esquadrão fez um trabalho em campo reduzido, com um trabalho técnico e na segunda parte, Roger fez um treino tático e escalou a seguinte equipe: Douglas; Nino Paraíba, Lucas Fonseca, Juninho e Giovanni; Gregore, Flávio e Ronaldo (Guerra); Artur, Lucca e Fernandão.
O zagueiro Ernando segue em recuperação de uma cirurgia e os atacantes Iago e Rogério fizeram um trabalho físico. Enquanto isso, Gilberto deu continuidade à sua recuperação sob o camando do preparador Paulo Paixão.
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Com um jogador a mais, Vitória empata com o América-MG no Barradão


por Glauber Guerra
Com um jogador a mais, Vitória empata com o América-MG no Barradão
Foto: Romildo de Jesus/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
O Vitória empatou em 0 a 0 com o América-MG, nesta quarta-feira (21), no Barradão, válido pela 17ª rodada da Série B. Mesmo com o adversário com um jogador a menos na maior parte do segundo tempo, o time comandado por Carlos Amadeu não conseguiu superar a defesa do Coelho.

Apesar do empate, o Vitória subiu duas posições e agora ocupa o 14ª lugar com 18 pontos.

O próximo duelo do Vitória é contra o Operário, sábado (24), às 16h30, novamente no Barradão.

O JOGO
O Vitória apresentou dificuldades para atacar, já que o América-MG fez uma forte marcação nos minutos iniciais da partida.

Aos 13, Júnior Viçosa tentou arriscar de fora da área e a bola saiu sem perigo.

O time rubro-negro só conseguiu criar chance de gol aos 21. E quase abriu o placar. Gedoz fez grande jogada pela esquerda, passou por Leandro Silva e bateu de perna esquerda. Jori defendeu e salvou o América-MG.

O jogo foi morno no primeiro tempo. O América-MG ainda teve duas oportunidades em arremates de fora da área, mas sem muito perigo.

SEGUNDO TEMPO

O técnico Carlos Amadeu fez uma mudança no intervalo. Sacou Ruy e colocou Jordy Caicedo em campo.

O América-MG tentou pressionar o Vitória no começo da etapa final. Aos quatro, Matheusinho chutou e Martín Rodriguez conseguiu espalmar. Um minuto depois, foi a vez de Geovane, que bateu de primeira e a bola explodiu na trave.

O Vitória ficou com um jogador a mais a partir dos 20 minutos, após a expulsão de Zé Ricardo. O time rubro-negro passou a pressionar, mas pecou nos passes e nas finalizações e o jogo terminou empatado em 0 a 0.

FICHA TÉCNICA
Vitória 0 x 0 América-MG
Série B – 17ª rodada
Local: Barradão, em Salvador (BA)
Data: 21/08/2019 (quarta-feira)
Horário: 19h
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF)
Assistentes: Luciano Benevides de Sousa (DF) e Lucas Torquato Guerra (DF)
Cartões amarelos: Lucas Cândido (Vitória); Zé Ricardo (América-MG)
Cartão vermelho: Zé Ricardo (América-MG)

Vitória: Martín Rodriguez; Van, Ramon, Everton Sena e Capa; Baraka, Lucas Cândido, Ruy (Jordy Caicedo) e Felipe Gedoz; Thiaguinho (Marcelo) e Anselmo Ramon (Eron). Técnico Carlos Amadeu.

América-MG: Jori; Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva e João Paulo; Zé Ricardo, Juninho e Geovane (Willian Maranhão); Matheusinho (Diego Ferreira), Felipe Azevedo e Junior Viçosa (Neto Berola). Técnico: Felipe Conceição.

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Ex-vice-prefeita Cinara Abreu comete suicídio; dois suicídios nesta terça (20) em Jequié

Sob a suspeita de ter cometido suicídio foi encontrada sem vida dentro de sua própria casa, a enfermeira Cinara dos Santos Abreu, 51 anos. A ocorrência foi registrada por volta das 18h30, quando os policiais foram acionados para irem até o imóvel localizado na Rua Professor Antonio Félix de Brito (próximo a Caixa D’Água). Exames a serem realizados durante a autopsia no IML de Jequié, revelarão a causa da morte. Cinara Abreu, era funcionária aposentada da Secretaria de Saúde do Estado-Sesab dirigiu a 13ª Diretoria Regional de Saúde-Dires e foi eleita vice-prefeita de Jequié, no período 2001 a 2004, segundo mandato do ex-prefeito Roberto Britto. No dia 8 de março de 2001, quando acontecia na cidade um encontro de prefeitos da Bahia, em que estava sendo homenageado o senador Antonio Carlos Magalhães (já falecido), Cinara Abreu foi uma das 27 pessoas acidentadas com queda do palanque das autoridades, na praça em frente ao aeroporto Vicente Grillo. A partir dessa data ela teria passado a conviver com problemas físicos e psicológicos e, fazia a ingestão de muitos medicamentos. Muito querida por familiares e muitos amigos, Cinara concluiu curso de Artes Cênicas na Uesb, participando ativamente das atividades ao lado dos colegas.
Blog Jequié Repórter envia ao Sr. Francisco Abreu, pai de Cinara e aos seus filhos votos de profundo pesar.
Outra ocorrência –  Por volta do meio dia desta terça-feira (20), o Centro de Comunicação da Polícia tomou conhecimento de que um homem estava enforcado em uma residência na Rua P, do Loteamento Água Branca, bairro Jequiezinho, onde ele morava sozinho. No local, os policiais encontram sem os sinais vitais, dependurado por uma corda envolvendo o pescoço, o servidor público estadual aposentado João Francisco de Souza, de 67 anos. “Joãozinho” como era tratado estava aposentado há cerca de um após ter trabalhado para a Sudesb no Ginásio de Esportes Anibal Brito e, posteriormente foi transferido para o Centro Social Urbano-CSU, de Jequié. Era separado e pai de duas filhas, uma residindo em São Paulo e outra em Jequié. A filha Ivana Pinto de Souza teria tentado falar com o pai, por não conseguir contato foi até dele onde o encontrou enforcado.    O corpo foi removido para o IML de Jequié, onde foram procedidas as formalidades da medicina legal.
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Aula de um mestre


Passes para o lado são improdutivos. Os treinadores deveriam pensar nisso
Nesta semana, houve várias novidades no futebol brasileiro. O espanhol Juanfran mostrou, como já se sabia, que é um lateral sério e eficiente, no comportamento, nos gestos e na maneira de jogar. Parece um professor, um lateral raiz. Daniel Alves jogou de meio-campista, pela direita, como se visse a partida de cima e de frente para o campo. Enxerga mais que os outros.
Rogério Ceni chegou, deu alguns treinos e já sabia tudo do Cruzeiro. Colocou o hábil e rápido lateral Dodô de volante, no lugar de Ariel. O técnico disse que será Dodô ou Robinho. Como o Santos ficou com um a menos, Rogério, sem perder tempo, antes de acabar o primeiro tempo, recuou Thiago Neves, voltou Dodô para a lateral e pôs Fred de centroavante. Ele sabia que, com a vantagem de um jogador, a bola estaria, com frequência, dentro da área.
 
Juanfran durante seu jogo de estreia pelo time do São Paulo
Juanfran durante seu jogo de estreia pelo time do São Paulo - Nelson Almeida - 18.ago.2019/AFP
Outra novidade, que não foi tanta surpresa, foi a demissão de Fernando Diniz, após mais uma derrota. Penso que quando os resultados são ruins por bastante tempo, o desempenho também não é bom, por razões individuais, coletivas ou as duas coisas. Faltam finalizações mais eficientes, uma melhor marcação, com mais trocas rápidas de passe.
Segundo as estatísticas, o Fluminense é um dos times que mais criam chances de gol no Brasileiro. São, realmente, muitas, mas tenho dúvidas sobre os critérios que os estatísticos usam para definir chance de gol. Em 1995, quando comecei a comentar futebol ao vivo pela TV, anotava todas as oportunidades, pois acho o dado mais importante. Porém, tinha muitas dúvidas. O Fluminense é também um dos times que mais trocam passes no Brasileiro.
No programa Resenha, da ESPN Brasil, o mestre Alex, antes da derrota para o CSA, sem se referir ao Fluminense, explicou que, para ele, um bom passe é o feito para o companheiro próximo, a alguns metros do marcador, e não para o jogador livre. Quando o marcador tenta desarmar, chega atrasado, pois a bola já está com outro, e, assim, sucessivamente. Isso desestrutura a marcação.
Quando o passe é dado para o companheiro muito livre, o que acontece na maioria das vezes, o marcador, em vez de tentar desarmar, recua e fecha os espaços defensivos. A troca de passes passa a ser para o lado, lenta e improdutiva. Os treinadores deveriam pensar sobre isso. 

FLA X INTER

Na média, noto uma evolução individual e coletiva dos times brasileiros. O Flamengo tem mais jogadores brilhantes, do meio para frente, e é mais capaz de encantar e de golear, quando encontra situações favoráveis.
Mas, em dois jogos mata-mata, contra o Inter, não há favorito. O time gaúcho é muito forte defensivamente, sem deixar de atacar, e sabe que, no Maracanã, não poderá perder por dois gols de diferença. O Inter eliminou o Palmeiras após perder por 1 a 0, em São Paulo, e venceu o primeiro jogo, no Mineirão, contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil
O Flamengo, com Arão e Cuéllar, sem Diego, fica mais forte no conjunto, pois melhora a marcação, e Arão pode chegar à frente, o que sabe fazer melhor. O Flamengo é o único time brasileiro que tem, habitualmente, dois atacantes pelo meio, hábeis, velozes e artilheiros (Gabigol e Bruno Henrique). Hoje não joga o Gabigol. Se mantiver o desenho tático, Arrascaeta ou Vitinho deve formar dupla com Bruno Henrique.
O Flamengo desperta a saudade da época da tabelinha da dupla de atacantes.
Tostão
Cronista esportivo, participou como jogador das Copas de 1966 e 1970. É formado em medicina.
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Capim, do Águia Clube | Eneas Brito, da Liga Desportiva de Jequié - Falando de Esportes - 29/04/26