Abandonado, Jornalista do SPORTV é condenado a pagar R$ 1,1 milhão de indenização

A AÇÃO É SOBRE UMA REPORTAGEM DE 2001 NA REVISTA PLACAR

O jornalista André Rizek, atualmente no Sportv de acordo o BLOG do Juca Kfouri, foi abandonado pela “Abril” em um processo em que foi condenado a pagar R$ 1,1 milhão. A ação é sobre uma reportagem de 2001 na revista Placar, quando a editora contrariou o repórter e publicou fotos de jogadores menores de idade, da base do Corinthians, que estariam supostamente envolvidos com cocaína. A matéria foi publicada com a assinatura do jornalista, que foi condenado em processo movido pela família dos garotos.
“Importante salientar que Abril é signatária de uma convenção trabalhista de 2001 segundo a qual é a empresa quem paga as ações cíveis, mesmo quando o repórter é réu solidário – caso de Rizek e de tantos outros”, destaca Juca Kfouri em seu texto.
No entanto, após diversos recursos, em que advogados da “Abril” defenderam somente a empresa, o jornalista e a editora foram condenados a pagar a indenização e as custas processuais, que chegam ao valor de R$ 1,1 milhão. A sentença foi dada dias após a empresa decretar recuperação judicial.
Read More

Santo Amaro apresenta comissão técnica comandada por Aroldo Moreira

Por Comunicação FBF, 18 de Jul 2019 - 14h32
Em busca de mais um título do Intermunicipal, Santo Amaro não se reforçou apenas dentro das quatro linhas para a 62ª edição da competição. Na beira do gramado, no comando do elenco recheado de grandes nomes do campeonato, estará uma comissão técnica de time profissional.
 
O líder será o conhecido Aroldo Moreira. Ex-jogador, com passagens por Bahia, Fluminense de Feira, Galícia, Ypiranga, Camaçari entre outros, ele fez também construiu uma bonita carreira como treinador.
Aroldo passou por clubes como Vitória, Juazeiro, Juazeirense, Flu de Feira, Galícia, Asa de Arapiraca, Camaçari, Juazeirense. Atuou tanto com elencos de base, como profissionais.
 
Ao seu lado estarão outros profissionais de nome no futebol do estado. O preparador de goleiros será Paulo Musse, ex-arqueiro de Vitória e Bahia e ex-treinador de goleiros da base do Rubro-Negro. Já o preparador físico será Vinícius Foca, também com passagem no Leão da Barra.
A nova comissão técnica foi apresentada ao elenco nesta quarta-feira (17). O evento contou com participação do presidente da Liga Santamarense de Futebol, Luís Rogério Sena, e do prefeito da cidade, Flaviano Bonfim.
 
O grupo de jogadores é composto, até o momento, por 23 atletas. Confira abaixo a relação:
 
Goleiros:
Edvan Araci (Euclides da Cunha em 2018)
Nathan (Cachoeira em 2018)
 
Zagueiros:
Willian Santana (Santo Amaro em 2018)
George (Cachoeira em 2018)
Fabrício (Eunápolis em 2018)
Yupi (Santo Amaro em 2018)
 
Laterais-esquerdos:
Thiago (Santo Amaro em 2018)
Geraldo (Saubara em 2018)
 
Laterais-direitos:
Levy (Santo Amaro em 2018)
Neném (não atuou em 2018)
 
Volantes:
Leo Fay (Cachoeira em 2018)
Kadinho (Santo Amaro em 2018)
Samuel (não atuou em 2018)
 
Meias:
Iltinho (Santo Amaro em 2018)
Paulo César (Santo Amaro em 2018)
Gajão (Euclides da Cunha em 2018)
Pitchaco (Cachoeira em 2018)
 
Atacantes:
Pelezinho (Santo Amaro em 2018)
Mychel Douglas (Santo Amaro em 2018)
Junior Bahia (estreia no Intermunicipal)
Luka (Cachoeira em 2018)
Terrestre (não atuou em 2018)
Icaro (não atuou em 2018)

Fotos: Divulgação

Read More

Em dia de treino tático e de bola parada, Vitória finaliza preparação para pegar o Criciúma


por Glauber Guerra
Em dia de treino tático e de bola parada, Vitória finaliza preparação para pegar o Criciúma
Foto: Divulgação / Vitória
O Vitória encerrou na tarde desta quinta-feira (18) a preparação para a partida contra o Criciúma, marcada para sexta (19), às 21h30, no Barradão, pela 10ª rodada da Série B.

Durante as atividades, realizadas no CT Manoel Pontes Tanajura, o técnico Osmar Loss promoveu um treino tático e esboçou a equipe titular que deverá entrar em campo. O treinamento foi fechado à imprensa e o comandante rubro-negro não deu pista dos onze iniciais.

Com Febre, Felipe Gedoz não participou das atividades. Porém, ele foi relacionado para a partida (veja aqui).

A tendência é que o Vitória entre em campo com: Martín Rodriguez; Matheus Rocha, Ramon, Everton Sena e Chiquinho; Baraka, Léo Gomes, Gedoz e Ruy; Wesley e Anselmo Ramon.

Read More

Duelo decisivo pela Série D terá temperatura incomum para os atletas da Juazeirense

PREVISÃO DO TEMPO MOSTRA UMA VARIAÇÃO ENTRE 14°C E 24°C NA CIDADE CATARINENSE

Estádio Augusto Bauer, em Brusque, recebe duelo decisivo — Foto: Assessoria Figueirense FC
Após vencer o jogo de ida por 1 a 0 com golaço de Cesinha no Estádio Adauto Moraes na última segunda-feira, a Juazeirense reencontra o Brusque no próximo domingo (21), às 16h, no Estádio Augusto Bauer, em Santa Catarina. O Cancão de Fogo joga pelo empate para conquistar o acesso à Série C e a vaga nas semifinais. A partida terá uma temperatura incomum para os atletas do time baiano. A previsão do tempo mostra uma variação da temperatura entre 14°C e 24°C na cidade catarinense. Para superar o frio, o Cancão conta com um técnico com experiência em baixas temperaturas.
“Eu joguei no Paraná e tive alguns jogos em Santa Catarina contra Joinville e Avaí em momentos de frio. Joguei muito tempo também no Juventude, no Grêmio, aonde peguei frios intensos, com jogos a 1°C, 2°C, 3°C, muito frio mesmo… O atleta tem que se desdobrar. Aquecer bem, manter uma boa concentração e dentro de campo não dá pra parar”, observa Maurílio Silva, recordando dos tempos de atleta.
O técnico, inclusive, tem olhado diariamente a previsão do tempo da cidade catarinense para domingo. “Tenho acompanhado o climatempo. Vai estar intermediário e acredito que os atletas não vão sentir. Se bem que para o Nordestino 14° já é muito frio. Mas estamos prontos para superar. Nossa preocupação maior é o adversário”, ressalta o técnico do Cancão, que vai para o seu terceiro jogo a frente da equipe. Até aqui, um empate (0x0 com o Iporá) e uma vitória, sobre o próprio Brusque.
Focado no jogo, o elenco trabalhou na quarta-feira no campo do Adauto Moraes. Os atletas que não atuaram na segunda fizeram um treino técnico, que teve a participação do meia Clebson, suspenso do jogo de ida por conta do terceiro amarelo – Maurílio conta com todos os atletas a disposição. Os jogadores que atuaram no jogo de ida fizeram um trabalho regenerativo. O Cancão realiza o último treino em Juazeiro nesta quinta-feira e segue para a cidade de Brusque na sexta-feira.
Read More

Jacuipense x Floresta: Procura por ingressos é grande para a decisão no Valfredão

TORCIDA DO LEÃO DO SISAL PROMETE LOTAR O ELIEL MARTINS
Foto: Jacuipense 
Após conquistar um bom resultado no jogo de ida, empatando por 2 a 2 no Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza (CE), o Jacuipense depende agora de um simples triunfo diante do seu torcedor para garantir o acesso inédito à Série C do Campeonato Brasileiro. O jogo de volta das quartas de final da Série D será será no próximo domingo (dia 21), às 15h, com promessa de casa cheia no Estádio Eliel Martins, Valfredão, em Riachão do Jacuípe. Os ingressos para a partida já estão à venda a procura é grande. Segundo informação da assessoria do clube, a venda ocorre na bilheteria a partir das 15h e no Universo das Antenas em horário comercial.
Na fase anterior, o Jacuipense enfrentou o América-RN, clube de maior tradição e estrutura. Ainda assim, segurou um empate sem gols na Arena das Dunas, e jogando na Arena Valfredão, em Riachão do Jacuípe, venceu pelo placar de 1 a 0 e garantiu a classificação para enfrentar o Floresta nesta fase.
https://futebolbahiano.org/2019/07/jacuipense-x-floresta-procura-por-ingressos-e-grande-para-a-decisao-no-valfredao.html
Read More

Bahia perde para o Grêmio na Fonte Nova e está eliminado da Copa do Brasil


por Leandro Aragão
Bahia perde para o Grêmio na Fonte Nova e está eliminado da Copa do Brasil
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Pela segunda vez consecutiva, o Bahia é eliminado nas quartas de final da Copa do Brasil. O Tricolor baiano perdeu do Grêmio por 1 a 0, na noite desta quarta-feira (17), na Arena Fonte Nova, pelo jogo de volta do confronto. No segundo tempo, Alisson marcou o gol da vitória que garantiu o time gaúcho na semifinal do torneio nacional. O adversário da próxima fase será o vencedor do confronto entre Athletico-PR e Flamengo.

Agora, as atenções do Bahia voltam-se ao Campeonato Brasileiro, única competição que ainda disputa nesta temporada. Ocupando a 11ª colocação na tabela com 14 pontos, o Tricolor baiano encara o Cruzeiro no próximo sábado (20), às 17h, novamente na Fonte Nova. O jogo vale pela 11ª rodada do certame.

O JOGO
As duas equipes começaram se estudando, mas foi o Grêmio que tomou logo a iniciativa atacando o Bahia. Aos quatro minutos, Cortez pega o rebote e abre com Jean Pyerre pela esquerda. Ele cruza e Moisés toca para trás mandando para escanteio. Na cobrança do próprio Jean Pyerre, Moisés desvia e a bola sobra com Matheus Henrique, que chuta por cima da meta de Douglas.

O jogo seguiu bem disputado pelas duas equipes. O Bahia começou a se soltar mais e chegar no ataque, mas sem conseguir romper a retaguarda gaúcha e levar perigo ao gol de Paulo Victor. Enquanto o sistema defensivo baiano também impedia as investidas do ataque visitante.

Aos 25, o Bahia criou sua primeira grande chance. Ramires levantou a bola, Kannemann desviou e a bola sobrou para Lucas Fonseca. O zagueiro bateu rasteiro e Paulo Victor caiu para fazer a defesa.

O Grêmio chegou aos 33 minutos. Everton recebe de costas para o gol e ajeitou de peito para André. O centroavante gremista finalizou, mas Douglas, bem posicionado, fez a defesa. O goleiro do time baiano lançou rapidamente ao ataque. Gilberto raspou de cabeça. Artur dominou, deixou Cortez para trás na velocidade e chutou com perigo. A redonda passou perto da trave esquerda de Paulo Victor.

O jogo continuou acelerado. Aos 37, Artur recebeu na direita, cortou para o meio e chutou da entrada da área. A bola ficou na defesa gremista, que saiu no contra-ataque com Everton e André. Na sequência, Cebolinha tentou a enfiada para Maicon, mas Douglas saiu e ficou com a pelota.

Douglas desviou com a ponta dos dedos uma finalização rasteira de André no minuto 42. Jean Pyerre e Matheus Henrique armaram boa trama até a bola chegar nos pés do centroavante gremista que chutou no canto direito do goleiro do Esquadrão.

Já com dois minutos a mais do tempo regulamentar, André divide pelo alto e a bola sobra para Alisson. Ele entrega para Jean Pyerre, pelo lado esquerdo, que parte para a jogada individual e ganha o escanteio.

Segundo tempo
Os dois times voltaram dos vestiários com as mesmas formações que iniciaram a partida. O Bahia voltou um pouco nervoso e já começou errando a saída de bola entregando-a para o Grêmio, mas a jogada não deu em nada.

Assim como na etapa inicial, o Grêmio começou melhor. Aos cinco minutos, Jean Pyerre penetrou pelo meio e recebeu a falta na entrada da área do time baiano. O mesmo Jean Pyerre cobrou na barreira.

O primeiro bom ataque do Bahia neste segundo tempo foi com Arthur Caíke aos 14. Ele recebeu de Artur, já dentro da área, deu um lençol em Cortez. Mas na hora do jogador do Esquadrão finaliza, o lateral gremista se recuperou, conseguiu o desvio e Paulo Victor ficou com a bola.

Grêmio marca
O Grêmio abriu o placar aos 18 minutos com Alisson. Ele recebeu uma enfiada de bola de Matheus Henrique pela direita, passou por Moisés, cortou dois marcadores e chutou forte e rasteiro colocando o time gaúcho na frente. Bahia 0x1 Grêmio

Aos 27 minutos, o Grêmio encaixou um contra-ataque rápido com Alisson. Ele disparou ganhou na velocidade de Moisés e foi derrubado caindo na área. O árbitro Bráulio da Silva Machado assinalou o pênalti no primeiro momento e recorreu ao VAR. No caminho ao vídeo, ele mostrou o cartão amarelo para Renato Gaúcho. Ao rever o lance, ele percebeu que a falta foi fora da área, cancelou a penalidade máxima e mostrou o cartão vermelho para Moisés. Na cobrança, Luan bateu de cavadinha por cobertura e Douglas desviou com os dedos para escanteio.

Fernandão desperdiçou uma boa chance aos 38. Artur cobrou a falta tocando de lado para Nino Paraíba que levantou a bola na grande área. O camisa 20 subiu e cabeceou para fora.

Aos 43, Luan vai ao fundo pela direita e cruza com uma cavadinha. André domina e tenta o lance, mas esbarra em Lucas Fonseca. O centroavante gremista reclama de pênalti por toque de mão. O árbitro recorre mais uma vez ao VAR e após rever o lance mandou o jogo seguir.

FICHA TÉCNICA
Bahia 0x1 Grêmio
Copa do Brasil - Quartas de final (2º jogo)

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador
Data: 17/07/2019 (quarta-feira) 
Horário: 19h15
Árbitro: Bráulio da Silva Machado (SC)
Auxiliares: leber Lucio Gil (SC) e Bruno Raphael Pires (GO)
VAR: Bruno Arleu de Araujo, auxiliado por Alexandre Vargas Tavares de Jesus e Daniel do Espirito Santo Parro (todos do RJ)
Cartões amarelos: Elton, Gilberto, Fernandão, Gregore (Bahia) / Kannemann, Maicon, Everton, Matheus Henrique (Grêmio)
Cartão vermelho: Moisés (Bahia)
Gol: Alisson (Grêmio)

Bahia: Douglas; Nino Paraíba, Lucas Fonseca, Juninho e Moisés; Gregore, Elton (Shaylon) e Eric Ramires (Fernandão); Élber (Arthur Caíke), Artur e Gilberto. Técnico: Roger Machado.


 
Grêmio: Paulo Victor; Leonardo, Kannemann, Geromel e Bruno Cortez; Maicon (Romulo), Matheus Henrique e Jean Pyerre (Luan); Alisson (Pepê), Everton e André. Técnico: Renato Gaúcho. 

Read More

Falta de mobilidade e proteção da defesa: os motivos do Fluminense perder tantos pontos

Equipe de Fernando Diniz tem muita posse de bola e quase sempre domina seus jogos, mas tem poucos movimentos para furar as defesas adversárias e sofre com contra-ataques.

16/07/2019 13h25 
Falta de mobilidade e proteção da defesa: os motivos do Fluminense perder tantos pontos
foto: Mailson Santana 
“O que mais incomoda no nosso time é a gente criar e não concluir em gol”. É assim que Fernando Diniz resume o sentimento do torcedor do Fluzão desde março, quando apesar das dificuldades financeiras, a equipe começou a mostrar sua cara: ofensiva, ocupando o campo de ataque e rodando a bola do goleiro até o atacante. O problema é que a equipe finaliza muito mal - e para piorar, vem levando muitos gols.
Os números mostram que o Fluminense teve 23 finalizações no empate de 1 a 1 contra o Ceará, nesta segunda (15). Apenas 7 certas, o que resulta num aproveitamento de 30%. Essa é, inclusive, a média de finalizações dos últimos cinco jogos, no qual o time fez apenas 4 gols. Em apenas uma oportunidade o Fluminense conseguiu ter um aproveitamento próximo de metade das chances criadas, contra o Cruzeiro, na qual heroicamente levou o duelo para os pênaltis.
Aproveitamento de finalizações nos últimos cinco jogos
AdversárioFinalizaçõesFinalizações no golAproveitamento
Ceará23730%
Chapecoense10330%
Flamengo18633%
Cruzeiro12542%
Athletico9222%
O problema começa na falta de mobilidade. O ataque sempre está espetado na frente, perto da linha defensiva. No meio-campo, apenas Ganso dá um toque de mobilidade e chama os marcadores, com Yuri mais recuado entre os zagueiros. Diante desse cenário, os adversários se sentem mais confortáveis em recuar, fechar a área e sair em velocidade.
Fluminense em boa parte de 2019: no campo de ataque, mas com pouca gente livre — Foto: Leonardo Miranda
Fluminense em boa parte de 2019: no campo de ataque, mas com pouca gente livre — Foto: Leonardo Miranda
É como se o Fluminense criasse sua própria retranca, ao invés de quebrar a que o adversário apresenta
Vamos explicar didaticamente como se dá essa “auto-retranca”. No início das jogadas ofensivas, quando a bola está saindo do meio-campo do Flu e indo ao ataque, o desenho é claro: Yuri afunda entre os zagueiros para que os laterais Gilberto e Caio Henrique possam ir mais à frente. O restante do time avança pra receber a bola lá na frente, perto do gol. Ofensivo, futebol bonito, não? Veja a imagem abaixo e pense: quem está livre para receber o passe dos zagueiros e dar continuidade à jogada? Há um clarão imenso no meio-campo, e logo atrás, metade do time do Ceará fechando a conexão entre os atacantes. Ganso, que assim como Nenê foi contratado para pensar a jogada, está longe. Quando ele não se movimenta para buscar a bola, o Fluminense simplesmente não consegue construir.
Buraco no meio-campo quando Daniel ou Ganso não se movimentam — Foto: Leonardo Miranda
Buraco no meio-campo quando Daniel ou Ganso não se movimentam — Foto: Leonardo Miranda
Com o time tão avançado assim, o Flu toca, gira…e quase sempre não consegue furar o bloqueio. O ataque composto por Pedro, Yony e João Pedro vai para a área, na cola dos zagueiros. Os laterais ficam abertos, e Daniel e Ganso se revezam entre avançar e recuar. Ninguém se movimenta nos espaços que os adversários deixam, o chamado espaço entrelinhas. A lógica de ocupar o vácuo entre as linhas do adversário é ficar livre para receber a bola e criar dúvida no outro lado: o defensor deve sair para acompanhar ou ficar no espaço? No lance abaixo, apenas João Pedro se desloca para receber a bola. Muito pouco.
Fluminense com poucos movimentos entrelinhas — Foto: Leonardo Miranda
Fluminense com poucos movimentos entrelinhas — Foto: Leonardo Miranda
Quando há poucos movimentos nesse sentido, o jogo fica pouco vertical, zagueiros geralmente conseguem espanar as bolas que chegam e sobram os cruzamentos para a área. É a principal forma de concluir as jogadas do Fluminense de Fernando Diniz. Seja pelo alto, arma que ficou forte com a volta de Pedro, ou o cruzamento rasteiro, geralmente pelo lado. O time consegue fazer alguns gols assim, mas muitas vezes falta movimentação para sair do setor no qual os zagueiros conseguem chegar e ficar livre para finalizar.
Cruzamento para a área é a principal arma de ataque — Foto: Leonardo Miranda
Cruzamento para a área é a principal arma de ataque — Foto: Leonardo Miranda
Na imagem abaixo, você consegue contar sete jogadores do Fluminense no ataque. Parece ofensivo…mas e se essa bola não for finalizada? E se o Ceará (ou qualquer outro time, pequeno ou grande) conseguir retomar a bola e avançar? O resultado é um espaço imenso, coberto por apenas três jogadores. Apesar de muitas vezes pressionar e conseguir “matar” a jogada antes de virar contra-ataque, o Fluminense corre riscos demais. E leva gols demais. Imagens como a abaixo, com o adversário saindo e pouquíssimos jogadores do Flu defendendo a área, são comuns. E vem rendendo pontos perdidos.

O Fluminense tem a pior defesa da Série A, com 17 gols tomados em 9 partidas - quase 2 por partida
Transição defensiva muitas vezes é lenta e prejudica o time — Foto: Leonardo Miranda
Transição defensiva muitas vezes é lenta e prejudica o time — Foto: Leonardo Miranda
O Fluminense vive um momento financeiro complicado, e o torcedor já aceitou - e abraçou - a ideia de que a meta do time é não cair. Não há problema em admitir isso. Mas o time tem uma ideia de jogo tão bem aceita pelos jogadores que pode sonhar em conquistar uma vaga na Sul-Americana e conseguir um campeonato mais seguro se traduzir a posse de bola e a divertida troca de passes em mais gols e mais movimentação. Será que Nenê conseguirá resolver esse problema? Dor de cabeça para Diniz.
Acompanhe o autor nas redes sociais
Siga no Twitter
Curta a fanpage no Facebook
Assine nossa newsletter

Read More

LUTO NO FUTEBOL DE JEQUIÉ E DA BAHIA

Informação que o Torcedor símbolo da A.D.Jequié Argeu Porto (Vaqueiro), 
faleceu no começo da tarde desta quarta-feira (17).
O velório será na Pax Internacional perto do colégio social.
A todos familiares os meus sinceros sentimentos.
Estou no aguardo de outras informações.

Read More

Pragmáticos sonhadores


 Jorge Jesus, assim como Sampaoli, gosta de correr riscos calculados 
Uma correção. Escrevi que a dupla de atacantes e o sistema tático 4-4-2 começaram com os ingleses, na Copa do Mundo de 1966. Foi o início do 4-4-2, mas a dupla de atacantes já existia bem antes, como na seleção brasileira de 1958.
Das quatro partidas decisivas desta quarta (17) pela Copa do Brasil, apenas o Cruzeiro tem uma enorme vantagem. A turma do “eu acredito” que encontro pelas ruas me lembra sempre que o Barcelona ganhou do Liverpool, por 3 a 0, e, logo depois, perdeu por 4 a 0. Tudo é possível.
Jorge Sampaoli, técnico do Santos
Jorge Sampaoli, técnico do Santos - Carlos Garcia - 13.dez.2018/Reuters
Na primeira partida, Mano Menezes, acertadamente, colocou o time atrás, para contra-atacar, e trocou o paradão Fred pelo rápido Pedro Rocha, com a finalidade de atrair o adversário, diminuir os espaços dos velozes meias do Galo e aproveitar os deixados pela lenta defesa do Atlético. O gol logo no início potencializou a estratégia de Mano. Provavelmente, o técnico vai manter a conduta, o que não significa que tudo se repetirá.
Se o Cruzeiro for eliminado, entrará em crise, por ser contra o grande rival, por fazer mais uma péssima campanha no Brasileiro, por ter salários atrasados e pelas graves e contundentes denúncias contra o clube, que culminaram com o afastamento do vice-presidente Itair Machado. Ele deveria ter renunciado antes de ser tirado. Segundo vários especialistas, é ruim –e só piora– a situação financeira do clube.
Flamengo, eufórico com Jesus e com o 6 a 1 sobre o Goiás e por jogar em casa, é o favorito, a não ser que o Athletico-PR faça uma grande partida, para esquecer, para sempre, os fantasmas da dependência do gramado artificial e da paralisia emocional, quando joga fora de casa.
Jorge Jesus, assim como Sampaoli, é um técnico que gosta de correr riscos, calculados, pela convicção de que vale a pena. São dois pragmáticos sonhadores. A ousadia é bem-vinda, ainda mais se tiverem sucesso, por estimular os técnicos brasileiros a serem menos medrosos. Isso melhora a qualidade do espetáculo.
Discordo apenas do maniqueísmo de rotular os técnicos estrangeiros como supermodernos e os brasileiros como superultrapassados. Há técnicos bons e ruins, dentro e fora do Brasil, com variadas ideias. Não podemos ser também tendenciosos, parciais e achar que tudo o que preferimos é o melhor e o mais correto.
O Flamengo, além de jogar com os zagueiros adiantados e marcar mais à frente, utilizou, nos dois jogos com Jorge Jesus, um sistema tático mais ousado que o dos grandes times europeus. Equipes como Manchester City, Barcelona, Liverpool e outras jogam também com apenas um volante, mas possuem um meio-campista de cada lado, que marca e ataca. Nas duas partidas, o time deixou muitos espaços à frente e nas costas dos defensores. O Athletico pode aproveitar isso, como já fez no primeiro jogo, quando perdeu muitos gols.
O futebol é mais que um esporte. É a união do entretenimento com a competição, da emoção com a razão, da organização com a improvisação, da técnica com a fantasia, da ousadia com a prudência, da ciência com o acaso.
Bahia e Grêmio e Palmeiras e Internacional devem fazer jogos equilibrados. O Palmeiras, pela vantagem de um gol e pela segurança e regularidade, tem mais chance, embora o Internacional se transforme quando atua em casa. Queria ver as quatro partidas, na íntegra. Deveriam ser duas na quarta-feira e duas na quinta-feira, em horários diferentes. O calendário do futebol brasileiro foi feito para faturar. O restante é secundário.
Tostão
Cronista esportivo, participou como jogador das Copas de 1966 e 1970. É formado em medicina.

Read More

WALDEMIR VIDAL SANTOS DRT-BA 4.260 - ABCD-BA 544

Tecnologia do Blogger.

Capim, do Águia Clube | Eneas Brito, da Liga Desportiva de Jequié - Falando de Esportes - 29/04/26