Janela de transferências se aproxima e deixa o torcedor do Bahia ressabiado

"JOGADORES IMPORTANTES DO ELENCO PODEM SER NEGOCIADOS..."

Fotos: Felipe Oliveira 
Passadas oito rodadas do Campeonato Brasileiro, o Esporte Clube Bahia tem na parada da Copa América a oportunidade para aprimorar a parte física dos atletas bem como aperfeiçoar também a parte técnica do time. Com bom início de Série A, o Esquadrão ocupa a oitava colocação na tabela, demonstrando até agora um futebol que empolga seu torcedor. Essa nova fase do time está relacionada a chegada do técnico Roger Machado, que encontrou uma nova forma estrutural para sua equipe. O grande desafio de Roger no entanto, será conseguir os triunfos fora de casa, uma vez que, até agora, o Tricolor não trouxe três pontos de nenhum dos adversários que enfrentou no Brasileiro.
O mês de julho se aproxima e a janela de transferências também, o que deixa o torcedor tricolor ressabiado, jogadores importantes do elenco podem ser negociados, especulações giram em torno dos nomes do meia-atacante Arturque pertence ao Palmeiras e deve receber propostas de fora, do atacante Gilberto que ainda não completou o sétimo jogo pela Série A (e sempre tem aquele receio), do meia Eric Ramires que vem desde o final do ano passado sendo monitorado por clubes europeus e do futebol brasileiro, e sem esquecer do volante Gregore, um dos principais jogadores da equipe e maior ladrão de bolas do Brasileirão, que pode receber propostas. Apesar de todo esforço da diretoria, competir com o mercado internacional ainda é impossível.
Diante da possibilidade da perda de jogadores essenciais ao esquema tático do técnico Roger Machado e não menos importante, diante das carências do elenco tricolor, se faz necessária a busca por novos nomes no mercado. No último jogo do Tricolor de Aço contra o Internacional no Beira Rio, mesmo com o papelão do VAR,  notou-se que o Bahia ainda necessita de peças de reposição com mais qualidade. Reforços pontuais que cheguem para reforçar o elenco que sonha em ir longe no campeonato.
O retorno ao Campeonato Brasileiro está marcado para o dia 13 de julho, na Arena Fonte Nova, sábado, às 19h,  quando enfrenta o Santos,  atual vice-líder do Brasileirão. O torcedor tricolor está ansioso para o retorno do seu time e vai lotar o estádio para apoiar do início ao fim, será uma partida muito importante nos planos do Tricolor. No entanto, antes disso, tem a primeira decisão das quartas de final da Copa do Brasil, contra o Grêmio, em Porto Alegre, no dia 10, um grande teste, onde precisará de muita concentração e inteligência para conquistar um bom resultado e depois decidir em casa.

Marcelo Elói, torcedor do Bahia, amigo e colaborador do Futebol Bahiano.

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Jacuipense brilha novamente, derrota o Central nos pênaltis e avança na Série D

JACUIPENSE VENCEU POR 5 A 3 NA DISPUTA POR PÊNALTIS

O Jacuipense voltou a brilhar no Campeonato Brasileiro da Série D. O time baiano, junto com o Atlético do Ceará, Brusque de Santa Catarina foram os clubes que obtiveram maior desempenho na fase de grupos. O Leão do Sisal, por exemplo, vencendo cinco dos seis jogos disputados produzindo a sensação que poderia alçar com maior altura na sequência da competição, fato que vai se concretizando com a classificação mais do que merecida para as oitavas de final da competição nacional.
No entanto, no primeiro jogo do mata-mata, o Jacuipense fazendo uma partida irreconhecível foi facilmente derrotado pelo Central pelo placar de 2 x 0 em jogo realizado no sábado passado no Estádio Luiz José de Lacerda, na cidade de Caruaru, resultado que veio para permitir que adversário pernambucano atuasse por um simples empate ou até aceitasse uma derrota pelo placar de 1 x 0 no jogo de volta que aconteceu nesta quinta-feira em Riachão de Jacuípe. O time baiano restava apenas devolver o 2 x 0 (ou placar similar) para levar para os pênaltis ou 3 x 0, 4 x 1 para obter a classificação pela via rápida.
E deu certo. Hoje à tarde depois de 90 minutos de um jogo novamente de pleno domínio do Central especificamente no primeiro tempo, o Jacuipense cresceu substancialmente na etapa complementar e de virada venceu pelo placar de 3 x 1 do tempo regulamentar. Com isto, a decisão foi levada para as cobranças das penalidades máxima e depois de erros e acertos, deu Jacuipense venceu pelo placar de 4 x 2 e  desta forma sofrida avança na competição adicionando alegria adicionais ao São João dos torcedores de Riachão de Jacuípe. No tempo normal, Leandro Costa abriu o placar para o time de Caruaru aos 17 minutos, enquanto, Jhulliam, Wesley e Thiago Lima (pênalti) fizeram os gols do time baiano.
O Jacuipense terá como adversário na próxima fase o sobrevivente do duelo entre América-RN e América-PE que se enfrentam no segundo jogo no próximo domingo na Arena das Dunas no Rio Grande do Norte. O primeiro jogo já aconteceu na Arena Pernambuco registrando o triunfo do América-PE pelo placar de 1 x 0.
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Vitória acerta a contratação de goleiro uruguaio para a sequência da Série B


Vitória acerta a contratação de goleiro uruguaio para a sequência da Série B
Foto: Divulgação
O Vitória acertou a contratação do goleiro Martín Rodríguez, de 29 anos, que estava no Racing, do Uruguai. O objetivo é tentar solucionar o problema da meta Rubro-negra, que vem sendo uma dor de cabeça nos últimos tempos.

Rodríguez disputou 15 partidas na atual temporada pela liga nacional uruguaia. Montevideo Wanderers, Juventud e Deportivo Pereira são outros clubes pelos quais o arqueiro passou.

Na última posição da Série B do Campeonato Brasileiro, com quatro pontos, o Vitória volta jogar pela competição no próximo dia 9 de julho, contra o Cuiabá, no Barradão.

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Homenagem Póstuma: Cláudio Roberto

Por Comunicação FBF, 17 de Jun 2019 - 17h01
Consternada com o falecimento do Sr. Cláudio Roberto, radialista e coordenador do departamento de esportes da Rádio Jornal de Itabuna, a Diretoria desta entidade se solidariza neste momento de dor e tristeza com seus familiares e amigos.
 
Em virtude deste sentimento, o Presidente da FBF determina que nos próximos jogos a serem realizados na Bahia seja obedecido um minuto de silêncio em “Homenagem Póstuma” ao falecido.
 
Nossos sinceros sentimentos, aos familiares e amigos.
 
Por fim, enviamos os nossos votos de apreço e elevado respeito.
 
Cordialmente,
 
Ricardo Nonato Macedo de Lima
Presidente 
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Série D: Juazeirense segue preparação para encarar o Patrocinense-MG

Série D: Juazeirense segue preparação para encarar o Patrocinense-MG
Foto: Agência CH
A Juazeirense segue se preparando para o jogo decisivo diante do Patrocinense-MG, que acontece domingo (23), em Patrocínio, pelo jogo de volta da segunda fase da Série D. Na atividade, o técnico Carlos Rabello realizou um treino tático. 

O treinador não poderá contar com o capitão Iran, suspenso pelo terceiro amarelo. Rabello ainda não decidiu o substituto e vem promovendo alguns testes para definir o time titular. 

Como venceu no jogo de ida por 1 a 0, a Juazeirense precisa apenas empatar para garantir vaga às quartas de final do certame nacional. 

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BAHIA PONTO A PONTO E FALANDO DE ESPORTES NA POVO FM 96,3 DE JEQUIÉ

De segunda a sexta das 11hs às 12hs. 
Quinta-feira 20 de junho de 2019 
Programa especial com os convidados: Palestrantes do I Congresso Estadual 

de Gestão do Esporte e Lazer.Professor Tom Silva e Prof. Dr. Giuliano Pimentel (Universidade Estadual de Ma-
ringá) e Prof. Me. Edson Hirata (Campo Mourão Basquete).
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Brasil cria, erra e mostra que falta articulação a um meio-campo que não funciona

Contra a Venezuela, Brasil criou e teve dois gols anulados. Arthur e Casemiro não funcionaram juntos, e Coutinho foi anulado.

19/06/2019 06h01 

Por Leonardo Miranda
Jornalista, formado em análise de desempenho pela CBF e especialista em tática e estudo do futebol
Brasil cria, erra e mostra que falta articulação a um meio-campo que não funciona
foto: Reuters 
O Brasil criou 19 finalizações ao gol, teve dois gols (bem) anulados e trocou 679 passes, o que se traduz em 63% do tempo de jogo com a posse de bola. Além disso, sofreu apenas cinco finalizações, sendo apenas uma certa. Números que ajudam a entender que o empate contra a Venezuela não foi um jogo ruim, ou de baixo nível. Se uma bola tivesse entrado, a narrativa 
e as críticas teriam sido outras. É sempre assim.
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Melhores momentos: Brasil 0 x 0 Venezuela pela segunda rodada da Copa América 2019
O que o jogo foi é um duelo de um time com uma ideia, mas que precisa de ajustes para funcionar em sua plenitude. E isso seria colocar, chutando, umas 8 dessas finalizações ao gol para chegar a um ou dois gols. Se defensivamente o Brasil de Tite é seguro e sofre muito pouco, o ajuste está no meio-campo. Ele passa por nomes, por posicionamento tático e também por ideia de jogo.

O que é e porque falta articulação de jogada na Seleção

Começando pela ideia. Tite já disse diversas vezes que gosta que Daniel Alves e Filipe Luis participem da articulação das jogadas. O momento de articulação é diferente da armação ou conclusão. É a hora que a jogada ganha corpo, toma seus primeiros contornos. Será pelo lado ou por dentro? Quem está melhor encaixado para receber a bola? Temos que tocar rápido ou devagar? Veja que são decisões muito mais mentais que físicas, e Dani e Filipe já mostraram ter esse perfil.
O problema é que falta um jogador no meio com esse tipo de tomada de decisão. Alguém que aproxime dos zagueiros e responda a essas perguntas olhando para o campo do adversário, desenhando essa jogada, fazendo os meias e atacantes trabalharem. Na prática, o 4-1-4-1 do Brasil com a posse de bola tem muita gente dando profundidade ao time (os marcados em amarelo) e pouca gente vindo ocupar a imensa faixa central que a Venezuela deixa.
Quem articula o jogo do Brasil? — Foto: Leonardo Miranda
Quem articula o jogo do Brasil? — Foto: Leonardo Miranda 
Você pode estar se perguntando se esse é o papel de Arthur, contratado pelo Barcelona como uma espécie de substituto do Iniesta. A má notícia é que Arthur não é esse tipo de jogador. Ele não é um articulador de jogadas, é muito mais um jogador que gira e preserva a posse de bola. Para ser um articulador, ele precisa sempre estar à frente da linha da bola, num espaço vazio onde teria espaço e tempo para pensar as jogadas.
Esse jogador também não é Philippe Coutinho. No Barcelona, ele é criticado quando joga por dentro, compondo um dos volantes do 4-1-4-1. Foi a mesma função na qual deu muito errado na Copa, e para ajustá-lo ao time, Tite dá mais liberdade de movimentos, sem compor tanto o alinhamento. Podemos dizer que o Brasil é um misto entre 4-2-3-1 e 4-1-4-1, mas como se defende muito pouco porque é um time seguro, pouco se pode ver o posicionamento.
Thiago Silva Arthur Brasil x Bolívia Copa América — Foto: Pedro Martins / Mowa Press
Thiago Silva Arthur Brasil x Bolívia Copa América — Foto: Pedro Martins / Mowa Press 
Tudo isso, na prática, forma uma cratera no meio-campo. A imagem abaixo é um outro exemplo desse posicionamento. Aqui, Thiago Silva toma para si o papel de articulação e avança na mesma faixa de Casemiro e Arthur. Ele vai dar um passe longo para Richarlison, já que viu que ele começou a se deslocar lá na faixa direita, numa condição em que pode sair na frente do gol. Isso é articulação. Isso é pensar o jogo.
Cratera no meio-campo do Brasil — Foto: Leonardo Miranda
Cratera no meio-campo do Brasil — Foto: Leonardo Miranda 
Agora ficam algumas perguntas:
  • Há um espaço imenso entre Coutinho e Casemiro. Não era para o Arthur ocupar essa região?
  • Contra um time fechado contra a Venezuela, é necessário ter um volante especialista em marcação como Casemiro?
  • Se a ideia é que os laterais tenham liberdade de articulação, porque eles foram pouco para o meio no primeiro tempo?
As respostas ajudam a entender os vinte primeiros minutos promissores, de intensidade e muita criação, e os outros vinte e cinco minutos de muita posse e pouca finalização. O Brasil parece ter um problema de ritmo, o que Tite já identificou em algumas coletivas: começa bem, mas se não faz logo o gol, bate a ansiedade e o time tende a se desorganizar.
Contundência, efetividade, traduzir isso em gols é fundamental. Tivemos um aproveitamento muito abaixo, o goleiro fez uma defesa, tem que trabalhar - Tite, na coletiva após o jogo

Tite busca mudanças no 2º tempo e time melhora

Foi para responder a essas perguntas que Tite mudou. Com Gabriel Jesus no lugar de Richarlison, o time se redesenhou: duas linhas de quatro com Coutinho mais perto de Firmino. Os dois ficavam mais na frente sem a bola, e Gabriel entrou como um típico ponta esquerdo, fechando o lado como na imagem.
Brasil se reorganizou com duas linhas de quatro — Foto: Leonardo Miranda
Brasil se reorganizou com duas linhas de quatro — Foto: Leonardo Miranda 
Com a bola, a ideia era abrir o campo. E aqui vale reconhecer o bom trabalho defensivo que a Venezuela fez: duas linhas de quatro bem coladas entre si, sempre com muita gente ao redor da bola para evitar uma saída de qualidade e zagueiros atentos para interceptar e sair na linha de impedimento, evitando que os passes dos laterais encontrassem os atacantes livres. Tite tentou quebrar essa organização com dois jogadores bem abertos, recebendo já na linha lateral e trocando com Coutinho ou Firmino.
Pontas bem abertos e laterais vindo por dentro no segundo tempo — Foto: Leonardo Miranda
Pontas bem abertos e laterais vindo por dentro no segundo tempo — Foto: Leonardo Miranda

O momento é de ajustes no meio-campo. Quem sai?

Os dois anulados saíram de jogadas assim, é verdade. Mas foram anulados, e o resultado sempre contra. O Brasil não foi mal no segundo tempo, e Arthur fez um grande jogo quando teve Fernandinho ao seu lado, melhorando muito a saída e permitindo que ele ficasse numa faixa mais à frente. O mesmo com os laterais, que procuraram mais o meio-campo.
Everton Brasil Venezuela — Foto: Edgard Garrido/Reuters
Everton Brasil Venezuela — Foto: Edgard Garrido/Reuters 
Mas o Brasil segue sem articular bem suas jogadas. O torcedor vive uma espécie de divórcio nada amigável com Tite, e na grande sessão descarrego que é um jogo de futebol da seleção quando ela não vence, sobra sempre pra alguém. Mas Renato Augusto não é esse jogador de articulação que o time tanto precisa? E como fisicamente vem caindo, não é Lucas Paquetá quem melhor desempenha esse papel?
Num elenco com tantos atacantes que sabem jogar na base do drible, com Éverton como importante peça no segundo tempo, com uma defesa tão forte, falta o ajuste do meio-campo. Ele pode vir com Casemiro, que entrega muito sem a bola, e com Arthur, que sempre será importante. O quebra-cabeças é quem sai para a entrada desse articulador. Ou se Coutinho consegue preencher esse papel. Perguntas para o duelo agora decisivo contra o Peru.
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Capim, do Águia Clube | Eneas Brito, da Liga Desportiva de Jequié - Falando de Esportes - 29/04/26