Na Argentina, Messi é um heroi sem resultado


 Camisa 10 tem consciência sua incapacidade de dar um título importante ao país
Messi durante derrota para a Colômbia pela Copa América - Rodolfo Buhrer-15.jun.19/REUTERS 
A tendência mundial é a de unir as duas estratégias, pressionar e recuar para fechar os espaços, em um mesmo jogo, de acordo com o momento da partida.
A antiga justificativa de que marcar por pressão provoca muito desgaste físico não faz mais sentido, já que os jogadores são muito bem preparados fisicamente e os elencos são bons e grandes. Quem está cansado é substituído. A outra alegação de que, quando se adianta a marcação, se abre muitos espaços na defesa pode ser evitada se os zagueiros e o goleiro estiverem bem posicionados. Essas justificativas são álibis para técnicos medrosos e preguiçosos.
Nesta quarta (19), a Argentina enfrenta o Paraguai, que empatou e jogou mal contra o Qatar. Porém, uma característica marcante dos paraguaios é jogar mal contra os times medianos e dificultar bastante para as melhores seleções. Sabe fazer uma retranca. Por mais que seja a descrença com a seleção da Argentina, há sempre a esperança de que Messi faça maravilhas e que o time seja campeão.
Sem querer divagar, mas divagando, a frustração e a tristeza de Messi em não dar um título à Argentina me lembra o mito de Sísifo, grande obra do filósofo Albert Camus. Sísifo, personagem grego, é condenado pelos deuses a levar uma pedra até o cume da montanha. A pedra sobe e desce, pelo peso. E, assim, sucessivamente. Sísifo tem consciência de sua limitação, de sua derrota e de seu destino, diante da angústia da finitude humana. A consciência o torna superior ao seu destino e salva-o para viver.
Messi, assim como Sísifo, tem consciência de sua incapacidade de dar um título importante à Argentina.
Sofre muito com isso, cada vez mais, mas não desiste, mesmo que as derrotas comprometam seu prestígio. Isso o torna também mais humano e melhor, dentro e fora de campo. Messi é o herói sem resultado.

BUROCRÁTICO

O Brasil dominou, pressionou, trocou muitos passes, teve muita posse de bola, mas faltou a jogada individual, surpreendente, perto da área.
Richarlison, pela direita, entrava pelo centro, e Daniel Alves não avançava. Não havia jogada por aquele setor. No segundo tempo, entrou Gabriel Jesus da esquerda para o meio, e David Neres passou a jogar pela direita. O time continuou torto, sem um atacante pelo lado, agora pela esquerda, e embolado pelo meio. Éverton entrou e fez duas belas jogadas, como na partida anterior.
A Venezuela marcou muito bem, com duas linhas de quatro, recuadas, próximas, além de um volante entre as duas linhas. Ela não é mais aquele time fraquíssimo do passado.
Assim como no jogo contra a Bolívia, o Brasil foi burocrático e previsível.
Tostão
Cronista esportivo, participou como jogador das Copas de 1966 e 1970. É formado em medicina.

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Bahia divulga os relacionados para o jogo contra o Sport-PE pelo Brasileiro de Aspirantes

BAHIA ATUALMENTE É O 5º COLOCADO NO GRUPO A DO CAMPEONATO DE ASPIRANTES

O Esporte Clube Bahia fechou na manhã desta quarta-feira (19), os preparativos para a partida contra o Sport, que acontece às 15h desta quinta (20), no Estádio Antônio Carneiro, em Alagoinhas. Esse duelo será válido pela 5ª rodada do Brasileiro de Aspirantes. Para essa partida contra o time pernambucano, o técnico Dado Cavalcanti não poderá contar com o lateral-direito Matheus Silva, suspenso, e com o zagueiro Jaques, que está na fase de transição física, após se recuperar de lesão. 
Por outro lado, o comandante terá o retorno do volante Yuri, que ficou de fora da partida contra a Ponte Preta, pois estava a serviço do time principal do Esquadrão. Os atletas relacionados para o duelo seguem no início da tarde desta quarta para a cidade de Alagoinhas.
O Bahia atualmente é o 5º colocado no Grupo A da competição, com seis pontos somados em quatro jogos, e está a três de distância do Coritiba e Grêmio, respectivamente, 1º e 2º colocados na chave.
Confira a lista dos 23 relacionados:
Goleiro: Fabrício e Geovane
Laterais: Max e César
Zagueiros: Ignácio, Pedro Vitor e Brunão
Meio-campistas: Carlinhos, Luciano Buiú, Edson, Lepu, Mateus Issa, Paulinho, Vinicius Garcia e Yuri
Atacantes: Cristiano, Caíque, Gustavo, Érison, Fernandinho, Gabriel Esteves, Jonatas e Geovane Itinga 
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Questionado sobre nepotismo, Tite defende filho em ascensão na seleção


por Danilo Lavieri, Gabriel Carneiro, Marcel Rizzo e Gabriel Carneiro | Folhapress
Questionado sobre nepotismo, Tite defende filho em ascensão na seleção
Foto: Tiago Caldas / Bahia Notícias
A decisão de Tite de colocar seu próprio filho na comissão técnica da seleção brasileira voltou a ser tema de pergunta na coletiva de imprensa após o empate por 0 a 0 nesta terça (18) contra a Venezuela em Salvador, pela 2ª rodada da fase de grupos da Copa América. O treinador foi questionado se o nepotismo é um bom exemplo para a sociedade e se isso não contraria o discurso ético dele próprio.

O fato de Matheus Bacchi estar na comissão técnica tem ficado cada vez mais em evidência por conta de sua ascensão na hierarquia. Depois da saída de Sylvinho para dirigir o Lyon, ele passou a ser o número 2 do técnico, só atrás de Cleber Xavier.

Um reflexo dessa mudança é que Matheus passou a ficar no banco de reservas, com contato direto com os jogadores. Antes, ele ficava nas tribunas, se comunicando com a comissão pelo rádio, como foi durante a Copa do Mundo da Rússia, em 2018.

"Eu tenho muito orgulho da capacidade que o Matheus tem. Ele está guinado em posições em que tem condições para estar", analisou Tite. Pouco depois da resposta, ele olhou para seu filho, que estava sentado na primeira fileira da sala de coletivas.

Quando um outro repórter começava a fazer a pergunta, o gaúcho interrompeu. "Ele foi campeão brasileiro de uma maneira histórica no Corinthians. Tem história comigo", completou. A presença de Matheus na comissão virou debate desde a entrada de Tite na seleção, em 2016. Na época, os bons resultados e os debates sobre a saída de Dunga abafaram o tema.

Vale destacar que a atitude contrariava o código de ética da própria CBF, que não permitia a contratação de parentes. Para diminuir o problema, a entidade "atualizou" suas regras e permitiu a prática no departamento de futebol.

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Tite lamenta finalizações imprecisas após empate sem gols do Brasil com a Venezuela


por Leandro Aragão
Tite lamenta finalizações imprecisas após empate sem gols do Brasil com a Venezuela
Foto: Tiago Caldas / Bahia Notícias
O técnico Tite lamentou as finalizações imprecisas da seleção brasileira no empate sem gols com a Venezuela na noite desta terça-feira (18), na Arena Fonte Nova, pela segunda rodada do Grupo A da Copa América. O treinador criticou seus comandados por não conseguirem furar a defesa venezuelana.

"Ela não teve a criatividade que nós buscamos. Quando não faz o gol, fica batendo e a pressa é um pouco demais, ansiosos um pouco demais e fica traduzido em algumas jogadas. A pressa do passe vertical e a característica de ficar procurando a bola para depois encontrar o passe vertical e o número de finalizações fica imprecisas. Ela tem que ser melhor, principalmente quando uma equipe fica fechada", afirmou na entrevista coletiva.

O Brasil teve três gols anulados pelo árbitro de vídeo. Primeiro com Richarlison, depois com Gabriel Jesus e, por último com Philippe Coutinho. Porém, o treinador do Brasil concordou com todas as marcações. Além de compreender as vaias da torcida.

"Estava impedido, foi falta. [Árbitro] Não fez nada a reclamar. Em relação ao torcedor, ele quer traduzir em gol. É compreensível", concordou.

Questionado se o camisa 10, que se lesionou antes do início da Copa América, seria a peça que faltava para furar o bloqueio venezuelano, o treinador evitou usá-lo como desculpa para justificar o ataque do Brasil ter passado em branco. E negou ter uma dependência do jogador.

"É oportuno para mim para ficar dando desculpa quando a gente não produziu aquilo que ela tem condição de produzir. Ela vai crescer, ela vai produzir. Não vou me ater a esse aspecto, o Neymar faz falta em qualquer equipe do mundo, ele é top 3. Eu quero que ele recupere, que ele esteja bem. Nós temos condições de sermos mais regulares, de termos um pouquinho mais de giro na hora de encontrar a melhor opção do passe, a inversão da jogada, a naturalidade dos movimentos. Nós temos condições independentemente do Neymar ou de qualquer outro jogador", disse.

Com o resultado, o Brasil segue na liderança do Grupo A com quatro pontos. O próximo compromisso será no sábado (22), às 16h, contra o Peru, no Itaquerão.

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Brasil decepciona torcida e fica no empate com a Venezuela pela Copa América


por Glauber Guerra
Brasil decepciona torcida e fica no empate com a Venezuela pela Copa América
Foto: Tiago Caldas/ Bahia Notícias
O Brasil empatou em 0 a 0 com a Venezuela, nesta terça-feira (18), na Arena Fonte Nova, em Salvador, em jogo válido pela segunda rodada do Grupo A da Copa América.

O time comandado pelo técnico Tite criou boas oportunidades, mas não conseguiu furar o bloqueio venezuelano.

A Seleção Brasileira volta a campo no sábado (22) para enfrentar o Peru, às 16h, na Arena Corinthians, em São Paulo (SP).

O JOGO
A torcida brasileira na Arena Fonte Nova incentivou a Seleção Brasileira desde o começo do jogo. Aos nove minutos, Daniel Alves deu um belo drible de corpo em Hernández, mas a defesa conseguiu afastar para fora.

A primeira boa chance do Brasil veio aos 14 minutos. Arthur recebeu na intermediária e acionou David Neres pela esquerda. O atleta do Ajax invadiu a área e chutou cruzado para fora.

O Brasil continuava criando chances. Aos 16, Richarlison recebeu pela direita, entrou na área e chutou rasteiro. O goleiro venezuelano estava atento e espalmou para o lado.

A Venezuela quase abriu o placar aos 18. Herrera cruzou para Róndon, que conseguiu subir mais alto que Marquinhos e cabeceou pertinho da trave direita de Alisson.

Os visitantes apertaram as coisas para o Brasil. O time comandado pelo técnico Dudamel marcou muito forte no meio-campo, e a Seleção teve dificuldades.

Aos 37, Daniel Alves recebeu aberto na direita, cruzou na área, Firmino dominou, chutou e fez o gol. Porém, o árbitro Júlio Bascuñan apitou falta do atacante brasileiro.

Segundo tempo
O técnico Tite fez uma mudança no intervalo. Ele sacou Richarlison e promoveu a entrada de Gabriel Jesus. Logo no seu primeiro lance, aos quatro minutos, ele deu dois chapéus em sequência, e Neres ficou com a sobra na entrada da área e arrematou forte, mas a bola bateu no rosto de Osorio.

Aos 11, Gabriel Jesus ficou com a sobra e chutou colocado de primeira, mas a bola foi para fora.

O VAR entrou em ação aos 15 minutos. O zagueiro da Venezuela rebateu, e Firmino ficou com a bola pelo lado esquerdo, em posição ilegal. A redonda sobrou para Gabriel Jesus, que estufou as redes. Após revisar o lance no monitor, o árbitro Júlio Bascuñan anulou o gol.

O Brasil tinha maior posse de bola, mas tinha dificuldades para furar o bloqueio venezuelano. Aos 23, Arthur soltou a bomba de fora da área, mas a bola subiu foi para fora.

O time carinho tentava, insistia, e a Venezuela se segurava. O VAR entrou em campo novamente aos 42 e anulou um gol de Coutinho. O árbitro viu impedimento de Firmino no lance.

O árbitro deu nove minutos de acréscimos. O Brasil foi superior no jogo, mas pecou nas finalizações e não saiu do zero.

FICHA TÉCNICA
Brasil 0 x 0 Venezuela
Copa América - 2ª rodada

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador
Data: 18/06/2019 (terça-feira) 
Horário: 21h30
Árbitro: Julio Bascuñán (CHI)
Auxiliares: Christian Schiemann e Claudio Rios (ambos do Chile)
VAR: Roberto Tobar(CHI), auxiliado por Fernando Rapallini (ARG) e Alexander Guzman (COL)
Cartões amarelos: Casemiro (Brasil); Murillo e Figuera (Venezuela)

Brasil: Alisson, Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Filipe Luís; Casemiro (Fernandinho) e Arthur; David Neres (Éverton Cebolinha), Coutinho e Richarlison (Gabriel Jesus); Firmino. Técnico: Tite.

Venzuela: Fariñez; Rosales, Osorio, Villanueva e Hernandez; Moreno, Rincón, Herrera (Soteldo) e Machís (Figuera); Rondón (Martínez) e Murillo. Técnico: Dudamel 

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Maurizio Sarri na Juventus: necessidade pela jogo ofensivo, risco pelo legado de Allegri

Treinador chega à Juventus após título com o Chelsea e tem com difícil missão conquistar a Liga dos Campeões, obsessão e trauma da Juventus.

16/06/2019 15h06 
Maurizio Sarri na Juventus: necessidade pela jogo ofensivo, risco pelo legado de Allegri foto: Reprodução / Twitter 
Anunciado na manhã deste domingo (16) como novo treinador da Juventus, a decisão de Maurizio Sarri de deixar o Chelsea, de onde acabou de ser campeão da Liga Europa, é uma daquelas coisas que serão difíceis de entender após um tempo. Mas treinadores são seres humanos e ele preferiu ficar perto da família, algo semelhante ao que aconteceu com Vanderlei Luxemburgo em 1995, que tinha o Brasil à seus pés e trocou o multicampeão Palmeiras pela agitação do Flamengo.
A volta para a Itália representa um duplo desafio para Sarri. Ao mesmo tempo que casa com os anseios por uma mudança de um estilo histórico que acompanha o clube, também é um risco imenso, dado ao legado deixado por Massimiliano Allegri e o histórico de treinadores considerados ofensivos.
Sarri no Chelsea — Foto: Getty Images
Sarri no Chelsea — Foto: Getty Images 

Allegri conquistou títulos e aprimorou sistema tático de Conte

A jornada de Allegri foi de provação o tempo todo. Recebido aos gritos de “você é um homem de m..” pela torcida, logo na primeira temporada, em 2014-15, Allegri chegou à todas as finais que podia. Conquistou o Campeonato Italiano sem sustos, a Coppa Italia e eliminou o Real Madrid para fazer uma improvável final de Liga dos Campeões contra o Barcelona. Havia 11 anos que a Juve não conseguia se impor desse jeito. 
Allegri e Marcelo Lippi são dois dos técnicos mais vencedores pela Juventus — Foto: Getty Images
Allegri e Marcelo Lippi são dois dos técnicos mais vencedores pela Juventus — Foto: Getty Images 
Também foi um ano de experimentações táticas. Enquanto que com Antonio Conte a Juve sempre se portava num 3-4-3 que virava 5-3-2 na defesa, Allegri deu novos componentes e uma multiplicidade imensa de sistemas. Ora era um 3-5-2, com os alas voltando junto aos zagueiros, ora um losango no meio-campo, como a final da Champions, com Pirlo na frente da defesa, Marchisio e Pogba nos lados e Vidal atrás de Tévez e Morata.
A filosofia? Um futebol de controle de espaços, contra-ataques velozes e, sobretudo, controle do jogo. Com a chegada da Daniel Alves, Mandzukic, Higuaín, Allegri reformava o elenco e o jogo da Juve sem perder o domínio interno. A eliminação para o Bayern em 2016 foi menor do que a campanha de 2017, com um chocolate inesquecível no Barcelona conquistado a partir de uma obediência tática invejável. Um time mutante, com Dani Alves ora meia, ora lateral, e um meio-campo igualmente mutável. 
Em cinco anos, Massimiliano Allegri se tornou o 3º treinador com mais títulos pela Juventus, atrás apenas de Marcello LIppi e Giovanni Trapattoni
O problema é que esse pragmatismo também era visto como a razão dos fracassos nas duas finais perdidas. E nos últimos dois anos ficou evidente no péssimo jogo feito contra o Real Madrid ano passado e na eliminação para o Ajax com um segundo tempo onde faltou um ímpeto ofensivo maior para superar um time que atacou mais que os donos da casa em Turim. 
Cristiano Ronaldo jogou bem, mas não conseguiu avançar na Liga dos Campeões — Foto: Getty Images
Cristiano Ronaldo jogou bem, mas não conseguiu avançar na Liga dos Campeões — Foto: Getty Images 
Allegri saiu desgastado psicologicamente, como disse. Porque se foi vencedor, ao mesmo tempo deixou algumas lacunas.

Juventus é conhecida pelo jogo pragmático, e mudanças deram errado

A primeira é vencer a Liga dos Campeões. A Juventus é a maior vice-campeã do continente, com sete dores, e os rivais Milan e Inter tem mais taças. Isso para não comentar de 2003, na única final italiana de Liga dos Campeões...perdida pela Juventus. Internamente, há a impressão de que falta competitividade e um bocado de sorte. O que falar de Buffon? Cristiano Ronaldo foi contratado inclusive para isso.
A Juventus é 3º maior finalista de Liga dos Campeões. Mas tem apenas dois títulos.
Outro trauma é a pecha de clube de futebol feio. A história da Juve é cercada de treinadores brilhantes, mas com fixação pelos três zagueiros, como Giovanni Trapattoni, ou por linhas de quatro bem fechadas e contra-ataques fulminantes, como Ancelotti, Conte ou Marcelo Lippi.
Todas as tentativas de remodelar o futebol da Juve e contratar treinadores com mentalidade ofensiva deram errado. Luigi Deneri era promessa de um 4-3-3 que jogava para frente, mas tornou a temporada 2010-11 bem esquecível. Luis Carniglia não ganhou nada e Luigi Maifredi entrou para a história ao perder seis jogos consecutivos defendendo o “futebol champagne” que seria divertido para a torcida.
Luigi Maifredi chegou como treinador ofensivo, mas saiu após vexames — Foto: Getty Images
Luigi Maifredi chegou como treinador ofensivo, mas saiu após vexames — Foto: Getty Images 
É por isso que Maurizio Sarri tem zilhares de problemas para tratar. Talvez a Juventus procure no técnico a mistura do estilo rápido e direto do Napoli, que realmente fez história na Itália, com a competitividade do Chelsea, que muitas vezes venceu no brilho individual de Hazard nessa temporada.
Também terá o desafio de fazer Cristiano Ronaldo feliz, o que pode não ser bem a de Sarri, que entrou em diversos atritos com o complicado elenco do Chelsea. Algo é claro: Sarri precisará vencer o Campeonato Italiano e ir bem na Liga dos Campeões. E mudar o estilo. Porque o sarrafo deixado por Allegri não é nada baixo.
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Por Leonardo Miranda
Jornalista, formado em análise de desempenho pela CBF e especialista em tática e estudo do futebol
https://globoesporte.globo.com/blogs/painel-tatico/post/2019/06/16/maurizio-sarri-na-juventus-necessidade-pela-jogo-ofensivo-risco-pelo-legado-de-allegri.ghtml?fbclid=IwAR0--EXB6rOL55ePAwSYxHjpf0elbctkPzAoUe0Zjro5Ak_Rqd07b0DZp_4  
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Por 9 x 0, STJD mantém resultado da partida entre Palmeiras e Botafogo

PALMEIRAS SEGUE MAIS LIDER DO QUE NUNCA DO BRASILEIRO 2019

O Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol julgou nesta terça-feira (18) o pedido de impugnação de partida entre Palmeiras e Botafogo, solicitado em um pedido feito pelo time carioca. O processo entrou na pauta da sessão itinerante que aconteceu em Salvador e não houve surpresa. Por 9 votos a 0, STJD manteve o resultado da partida com a vitória da equipe alviverde pelo placar original de 1 x 0. 
Assim, O Palmeiras chega a 25 pontos e fica cinco à frente do vice-líder Santos. Agora, o STJD irá comunicar o resultado à CBF. Assim que a entidade máxima do futebol brasileiro for comunicada, a tabela com os pontos do Palmeiras será atualizada.
Entenda o caso:
No jogo entre Botafogo e Palmeiras, realizado no dia 25 de maio, no Mané Garrincha, o árbitro Paulo Roberto Alves Junior aplicou cartão amarelo ao atleta Deyverson, do Palmeiras, por simulação e determinou o reinício da partida. Na alegação do Botafogo, após a reposição da bola pelo goleiro Gatito, o árbitro interrompeu a partida para consultar o árbitro de vídeo e analisar as imagens da jogada anterior. Alertado pelo VAR, Paulo Roberto voltou atrás e marcou o pênalti a favor do Palmeiras.
No pedido de impugnação, registrado dois dias após a partida, o Botafogo alega erro de direito e se baseia na regra 5 da FIFA e o protocolo 8.12 do VAR alegando que a decisão do árbitro não pode ser alterada após o reinício da partida. O clube entende que o VAR foi utilizado de forma errada no lance que gerou o único gol do jogo.
O item 4 da regra 5 destaca: “Se o jogo for iniciado depois de ser paralisado, o árbitro não poderá realizar uma revisão, exceto em casos de confusão de identidade ou possível infração que leve à expulsão relacionada a comportamento violento, cuspir, morder ou gestos ofensivos, injuriosos ou grosseiros”.
Já o item 8.12 do Manual para Árbitros Assistentes de Vídeo destaca que a decisão após o reinício da partida não pode ser alterada. Nesse sentido, o Botafogo pediu a impugnação com a anulação da partida realizada entre as equipes determinando à CBF que seja realizada outra partida e que não haja a homologação do resultado válido pela sexta rodada da Série A, sem sucesso. 
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Marta converte pênalti, Brasil vence a Itália e se classifica para a próxima fase


por Ulisses Gama
Marta converte pênalti, Brasil vence a Itália e se classifica para a próxima fase
Foto: Vanessa Carvalho/Brazil Photo Press/Folhapress
A Seleção Brasileira está classificada pra a próxima fase da Copa do Mundo Feminina. Nesta terça-feira (18), no Stade du Hainaut, em Valenciennes, a equipe do técnico Vadão fez um jogo de nervos com a Itália, mas venceu por 1 a 0 com gol de Marta, em cobrança de pênalti.

O time brasileiro jogou com Bárbara; Letícia Santos (Poliana), Kathellen, Mônica e Tamires; Thaisa, Ludmila, Andressinha e Marta (Luana); Debinha e Cristiane (Bia Zaneratto).

Já a Itália teve Giuliani; Guagni, Sara Gama, Linari e Bartoli (Boattin); Giugliano, Galli e Cernoia ; Giacinti (Bergamaschi), Girelli (Mauro) e Bonansea.

Agora, as guerreiras do Brasil, que marcaram seis pontos e ficaram em segunda posição no Grupo C, aguardam o desenrolar da primeira fase para descobrir a sua próxima adversária.

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WALDEMIR VIDAL SANTOS DRT-BA 4.260 - ABCD-BA 544

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Capim, do Águia Clube | Eneas Brito, da Liga Desportiva de Jequié - Falando de Esportes - 29/04/26