Conheça Villadônega, ex-jogador do Vasco que batia o baba debaixo da Ponte no Jequiezinho.

Viladônega de Souza Rodrigues jogava pelada debaixo de uma ponte no bairro de Jequiezinho, em Jequié, cidade do sudoeste baiano a 365 quilômetros de Salvador, quando foi descoberto pelo médico e diretor de hospital Sebastião Azevedo. Sócio benemérito do Vasco, Azevedo moveu céu e terra para levar o menino de 12 anos para fazer um teste no infanto-juvenil do clube pelo qual torcia.
Primeiro, o médico procurou os pais do garoto, Adélia e Expedito Rodriguez, que só concordaram em deixar o pequeno craque ir para o Rio de Janeiro, depois que Azevedo prometeu que ele não deixaria de estudar. Pesou também o prestígio que tinha na cidade. Sendo assim, Viladônega botou a pouca roupa que tinha em uma mala de papelão e pegou um avião.
- Foi a aeromoça que me levou à casa da família de Sebastião Azevedo, que morava na Praia de Botafogo. Quando cheguei lá, cabreiro, ligaram a televisão para eu assistir. No interior da Bahia não tinha tevê naquela época. Quando ouvi Ângela Maria falar em um programa “vou acender o cigarro”, fiquei doidinho procurando a caixa de fósforo. Três dias depois fui levado para São Januário! – conta o meio-campista, que pisou pela primeira vez no estádio em 1954.

ENCONTRO COM BELLINI
Ainda é bem nítida a cena de sua chegada no clube carioca. Os aspirantes treinavam e os jogadores do time principal assistiam na arquibancada. Foi aí que o menino de nome incomum foi apresentado ao zagueiro Bellini, esboçando timidamente um “Como vai, senhor Bellini?”. Tempos depois quando fez uma brincadeira com o defensor, o bicampeão mundial de futebol retrucou:
- Quando chegou aqui me chamava de senhor, agora está me gozando! – revela o ex-atacante.
Na peneira para o time infanto-juvenil havia 18 times, 198 jogadores. Apenas três foram aprovados: o volante Maranhão, o lateral esquerdo Edílson e Viladônega.
Nascido em 1942, em Euclides da Cunha (BA), o meio-campista passou pelas categorias juvenil, aspirante e profissional do Vasco. Ainda era adolescente quando estreou no time principal em um jogo contra o Peñarol, no Uruguai, no qual a equipe cruzmaltina venceu por 2 a 1. Na época, os técnicos, segundo Viladônega, evitavam estreias de jogadores da base no Maracanã para não queimar os guris.
Foi no juvenil, aos 16 anos, que Vila, como também era conhecido, conquistou o único título pelo Vasco. A decisão contra o Flamengo, na Gávea, nunca foi esquecida:
- Cruzaram a bola e sem querer ela bateu na minha cabeça e entrou. Um a zero contra o Flamengo de Gérson! – celebra.
Villadônega participava de excursões internacionais, jogando entre os titulares. Participou de um torneio no México, onde ressalta a atuação do goleiro Ita. Na volta, foi convocado para a seleção brasileira amadora que disputaria o Pan-Americano de 1959, em Chicago, nos Estados Unidos. Estavam entre os convocados Gérson, Beirute, Germano e Maranhão.
Os brasileiros venceram quatro das seis partidas, incluindo a goleada de 9 a 1 sobre o Haiti. Perderam para os Estados Unidos (5 a 3) e empataram com a campeã Argentina (1 a 1). Foram vice-campeões. A medalha de prata, perdeu. Restou uma medalha de bronze entregue na cerimônia de encerramento da competição, uma das duas que o craque guarda consigo. A outra é do primeiro campeonato brasileiro de futebol amador (1961) que, de acordo com Villa, foi disputado por seleções estaduais.

BRIGAS ENTRE RIVAIS
O baiano foi efetivado como titular pouco antes de vencer a idade de aspirante. Ele dividiu o campo com Lorico, Da Silva e Pinga, no qual se espelhava. De seu ídolo ouviu o conselho para nunca dar pancada, pois quem jogava no ataque não precisava bater em ninguém.
Nos anos 50 pouca gente seguia a recomendação daquele que viria a ser o quarto maior artilheiro da história do Vasco. Muitas vezes, a rivalidade terminava em pancadaria. A briga entre jogadores como a que houve entre o Almir (Vasco) e Pavão (Flamengo) ficou famosa. E foi após pancadaria generalizada, no ano da inauguração do Mineirão, que a carreira de Viladônega entrou em declínio.
A transferência para o Atlético (MG), que lutava para ser bicampeão, aconteceu em 1963. A princípio por empréstimo, mas efetivada após ele marcar um golaço contra o Cruzeiro.
“Tive a sorte de fazer um gol do meio da rua, no campo do Cruzeiro. O goleiro adversário chutou, a bola bateu no chão, subiu, eu peguei de primeira, do meio de campo. A redonda viajou, viajou, viajou, rodou, pegou carona no vento e foi lá dentro. Ganhamos de 1 a 0.” – narra.
Além do bicampeonato, Villadônega foi o artilheiro do campeonato mineiro com 12 gols em 22 jogos. De seus companheiros de time, o meio-campista lembra de Bueno (cabeça de área), Peres, Marcelino (lateral), Nilson (centroavante) e Bougleaux (autor do primeiro gol da história do Mineirão). Dentre os adversários, sobram elogios para Tostão e Dirceu Lopes. Eles valorizam a conquista do título.
SUSPENSÃO DE UM ANO
No dia 24 de outubro de 1965, aconteceu o primeiro superclássico no Mineirão, que havia sido inaugurado há pouco mais de um mês. Na versão do atleticano "o juiz roubou" e provocou um tumulto generalizado em campo:

- O Atlético não podia perder. O ponta direita recebeu um lançamento e ajeitou a bola com a mão. Ele cruzou para dentro da área e o juiz marcou pênalti. Foi uma correria. Todo mundo queria pegar o juiz achando que ele roubou. Perdemos de um a zero. Eu não bati em ninguém, mas toquei no capacete de um guarda, ele caiu e o soldado não pode ficar sem capacete. O chefe do policiamento era da diretoria do Cruzeiro e fez carga contra mim. Aí eu fui suspenso um ano: eu, Nílson e uma porrada de gente! - conta
No site cruzeiropedia.org a história é diferente. Ele conta que a superioridade do adversário deixou o Galo tonto e os jogadores alvinegros irritados. Aos 35 minutos do primeiro tempo, Tostão abriu o placar após receber passe de Marco Antônio.
Na segunda etapa, Wilson Almeida invadiu a área e foi derrubado por um carrinho do lateral Décio Teixeira. O juiz Juan De La Pasión Artés. O autor do texto prossegue:
"Vander agrediu o juiz, que pediu proteção à Polícia Militar. Como ela não atendeu prontamente, outros termocéfalos (cabeças quentes) se animaram. Virou linchamento. O treinador Marão invadiu o gramado e também bateu no árbitro. Só aí os soldados saíram de sua letargia para proteger a vítima. Seguiu-se uma batalha campal entre jogadores emplumados, inclusive reservas, e policiais. Artés expulsou o time inteiro do Atlético e pôs fim à partida."
Parte do período da suspensão, Viladônega continuou a receber o salário, mas depois, conta, pediu rescisão por não estar sendo útil ao time. Enquanto estava no Atlético, o jogador fez um curso de aprimoramento na Escola Politécnica, sem saber que isto seria de grande valência no futuro.
ACIDENTE NA ESTRADA
O último clube de Villa foi o URT (União Recreativa dos Trabalhadores), de Patos de Minas. Após uma partida contra o Tupi, o ônibus que transportava os jogadores virou na estrada.
No meio do caminho, um animal atravessou na pista. O motorista desviou bruscamente e o veículo capotou três vezes. Os vidros caíam em cima da gente, eu imaginava todo mundo ensanguentado. Alguns se feriram, mas nenhum de forma grave. Eu só tive escoriações, graças a Deus! O motorista passou dois dias desacordado! – relata.
No final da temporada, o URT dispensou todo mundo e não pagou a ninguém. Vila, que estava há 11 anos sem visitar a família na Bahia, escreveu pedindo dinheiro para retornar. Ainda passou por Pontalina (GO) para ver um amigo que levara para fazer um teste no Vasco. Tinha esperança de encontrar um time em Goiás, mas ela acabou quando soube que o parceiro desistira do futebol e estava trabalhando de motorista.
No final dos anos 60, o reencontro com a família se deu em Itapetinga, cidade para a qual o pai tinha se mudado. Ainda tentou continuar jogando no Bangu local, mas a liga municipal não permitia jogadores profissionais entre amadores. Largou de vez o futebol, recusando convites para ser treinador da seleção municipal e de clubes locais.
- Nunca quis ser técnico. O cara que paga entrada para ir ao estádio, principalmente no interior, acha que tem o direito de xingar todo mundo e eu nunca gostei disso! – justifica.
ARTISTA PLÁSTICO

O curso de aprimoramento na Escola Politécnica não chegou a ser concluído, mas permitiu que Viladônega, que desenhava desde criança, aprendesse novas técnicas. Longe da bola, passou a fazer a decoração da cidade para festas como o São João e a extinta micareta, além de serviços particulares.
A arte aproximou Vila do pedreiro e escultor autodidata Júlio de Souza Barbosa, o São Félix, cujas obras estão espalhadas por praças da cidade e pela Matinha, área verde onde fica o zoológico de Itapetinga.
São Félix foi assassinado a facadas e pedradas em 2010, aos 83 anos, por um casal de adolescentes que acreditaram no boato espalhado por um radialista de que ele guardava grande quantia em dinheiro em casa. O escultor pedia ajuda ao ex-jogador para acertar a proporção de suas obras.
Aproveitando convite do filho de São Félix, Cabo Barbosa, e a presença do repórter do Museu da Pelada/Meus Sertões, Vila voltou à Matinha, hoje fechada ao público para se adequar à legislação ambiental. Foram oito anos longe das obras que ajudou a criar.
- São Félix era gozador, engraçado e gostava de piadas. Enquanto enchia a massa, eu ia cortando, modelando. Ele não estudou arte. Tinha um talento natural. – conta.
Viladônega também é o autor de um painel no muro do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), na rua Macarani. Feito com tinta óleo, o quadro retrata uma paisagem imaginada pelo artista para a cidade, cuja economia está fincada na criação de gado leiteiro e de corte. A concessionário prometeu pagar R$ 1.000 pelo mural, mas cinco meses depois da conclusão não tinha feito a quitação.
Além do que recebe pelas decorações que faz, o ex-jogador recebe aposentadoria de um salário mínimo mensal.
RESENHA

Ao falar em valores, o assunto volta a ser futebol. No tempo em que Viladônega se destacava nos gramados, o salário de atleta era baixo. De tudo o que ganhou na carreira, ele comprou uma casa simples para o pai, que casou quatro vezes, e um aparelho de medição para o velho Expedito continuar trabalhando como arquiteto.
Para ele mesmo, não comprou nada:
- Fiz o barraco onde moro há 15 anos com o dinheiro que ganhei como artista plástico! – revela
Se não fez fortuna, o meio-campista guardou histórias, que conta com prazer. Lembra de um Vasco x Santos, no qual Pelé virou o jogo no último minuto. Cita o nome dos companheiros – Orlando, Coronel, Sabará, Almir, Vavá, Pinga e Barbosinha – com o mesmo prazer que fala dos adversários, como Babá, do Flamengo.
Conta casos divertidíssimos sobre o goleiro Barbosa (veja o vídeo), que era chamado de Tio pelos jogadores mais novos e era viciado em “Biotônico Fontoura”.
Outro que faz parte de seus “causos” é Laerte, amigo inseparável de Sabará. Os dois moravam na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro.
- Uma passagem que morro de rir até hoje é do meio de campo Laerte. Nas excursões do Vasco para o exterior, todo mundo comprava presentes para a família e mostrava de noite para os companheiros no hotel. A sensação da época era o rádio de pilha. Aí o Laerte apareceu com um arco e flecha imenso, dizendo que tinha comprado para o Veinho, como ele chamava o filho. “Mas Laerte, você não está vendo que isso não vai caber na mala”, disse um jogador. Ele falou assim: “Vocês são burros”. Foi lá e quebrou o arco. Depois disse: “Chegando no Brasil, boto esparadrapo. Quando o Veinho for brincar, pow, quebra. Aí eu falo: Tá vendo, eu não compro mais nada para você” (risos).
O volante Laerte, segundo Viladônega, gostava muito de faroeste. Um dia convidou Sabará para ir ao cinema. Quando o filme estava no meio, chamou o amigo para ir embora. O ponta-direita tentou fazer ele mudar de ideia, mas o amigo disse haver esquecido que tinha visto o filme há muito tempo. Sabará ficou retado.
O craque do passado lembra com saudades do tempo que morou em São Januário, no alojamento debaixo da arquibancada. Seu jogo inesquecível, no entanto, foi Atlético x Cruzeiro, no dia 15 de setembro de 1963.  Era o 11º jogo do campeonato e o último do primeiro turno, no Estádio Independência, e ele fez o gol da vitória.
- O Atlético venceu por 1 a 0 e arrancou para o bi! - enfatiza
A DESPEDIDA
Em data que não soube precisar, Viladônega Rodriguez conta que o Vasco foi fazer um amistoso em Itapetinga e enviou para ele uma camisa oficial e o convite para dar o pontapé inicial da partida. Em agradecimento pela camisa, o Vila deu ao emissário dois cágados que tinha no quintal. Falou também que o convite estava aceito.
No sábado seguinte, pouco antes do jogo começar, foram buscá-lo em casa, mas ele não estava:
- É que eu tinha uma pescaria marcada e não podia faltar! – justifica.
Equipe Bola de Ouro

https://www.solaresportes.com/noticias/conhe%C3%A7a-villad%C3%B4nega-ex-jogador-do-vasco-que-batia-o-baba-debaixo-da-ponte-no-jequiezinho
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Veja os melhores momentos de Liverpool 0 x 0 Bahia pela Sul-Americana

ESQUADRÃO NÃO CONSEGUIU FURAR O BLOQUEIO URUGUAIO

O Esporte Clube Bahia frustrou o seu torcedor e na noite desta quinta-feira foi eliminado precocemente da Copa Sul-Americana ao ficar no empate sem gols com o Liverpool-URU, em Montevidéu, no Uruguai. Na partida de ida, o Tricolor perdeu por 1 a 0 em plena Arena Fonte Nova e necessitava ao menos devolver o placar para levar a decisão para a disputa por pênaltis. Com isso, o Esquadrão se despede do torneio continental e o time uruguaio, mesmo não apresentando absolutamente nada nos 180 minutos, avança de forma inédita para a segunda fase.
O próximo compromisso do Bahia, mais uma vez fora fora de casa, será no domingo (24), contra o Fortaleza, às 19h, na Arena Castelão, pela quarta rodada da Copa do Nordeste, precisando do triunfo para retornar à zona classificatória do Grupo B. Depois disso, ainda terá mais três partidas como visitante: Jacuipense (Campeonato Baiano), Altos-PI (Copa do Nordeste) e Santa Cruz de Natal (Copa do Brasil), e só volta a jogar em Salvador no dia 10 de março justamente no clássico BA-VI e outra vez na Arena Fonte Nova com torcida única e somente os tricolores por recomendação do Ministério Público.

Veja os melhores momentos abaixo:

https://futebolbahiano.org/2019/02/veja-os-melhores-momentos-de-liverpool-0-x-0-bahia-pela-sul-americana.html

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Ingressos à venda para o jogo Bahia de Feira x Jequié na Arena Cajueiro


A fase de classificação do Campeonato Baiano está chegando ao seu final restando apenas três rodadas. O Bahia de Feira entra em campo neste sábado (23), para enfrentar contra o Jequié pela 7ª rodada do Baianão, em jogo que acontece na Arena Cajueiro, às 16h. Os ingressos estão à venda na recepção da sede por R$30.
Após 6 jogos, onde o venceu 3, empatou 2 e perdeu 1, o Bahia de Feira se mantém em 3º lugar no Campeonato, empatado com o Bahía (líder) e o Vitória (vice-líder) com 11 pontos, em desvantagem apenas pelos critérios de desempate.
A partida contra o Jequié será a última realizada em casa na fase de grupos. As outras duas seguintes são contra o Fluminense, que acontece no Joia da Princesa; e em seguida contra o Juazeirense, no Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro.
SERVIÇO:
Próximo jogo: Bahia de Feira x Jequié
Quando: 23/02, sábado, às 16h.
Local: Arena Cajueiro – R. Excelson, 58 – Bairro 35º BI, Feira de Santana – BA.
Valor do ingresso: R$30.
Local de vendas: Bilheteria da Arena Cajueiro
https://futebolbahiano.org/2019/02/ingressos-a-venda-para-o-jogo-bahia-de-feira-x-jequie-na-arena-cajueiro.html
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Juazeirense finalmente vence no Baianão. Fluminense cai pela primeira vez

FLUMINENSE DE FEIRA PERDE A INVENCIBILIDADE NO CAMPEONATO BAIANO

Em jogo de complemento da 4ª rodada do Campeonato Baiano realizado na noite desta quarta-feira, no Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro, finalmente a Juazeirense conquistou seu primeiro triunfo no Campeonato Baiano. Em jogo fraco rondando a casa do sonolento, contando apenas com 300 torcedores no estádio, a Juazeirense com um gol do lateral direito Everton, marcado aos 24 minutos do segundo tempo, venceu e quebrou a invencibilidade do Fluminense de Feira no Campeonato da Federação Baiana. Placar injusto para o time de Feirense de Santana que esteve melhor durante os 90 minutos, porém, não soube aproveitar as oportunidades criadas, notadamente no primeiro tempo. Já o Juazeirense, aproveitou um arremesso de longa distancia e venceu a partida.
O resultado abre uma nova perspectiva para a Juazeirense que com triunfo contabiliza seu quinto ponto, supera a Jacuipense e se aloja na 9ª posição. Vale lembrar que o clube de Juazeiro ainda tem uma partida a menos que os demais clubes. Ainda com a derrota, o Fluminense de Feira não teve alterada a sua quarta posição na tabela de pontuação.
Na sequência da competição, o Fluminense de Feira agora retorna para casa e no próximo Domingo encara o Vitória da Conquista às 16h no Estádio Joia da Princesa valendo pela sétima rodada do Campeonato promovido pela Federação Baiana de Futebol. Já a Juazeirense, agora atuando em OUTRO jogo atrasado, desta vez pela 6ª rodada vai encarar o Esporte Clube Vitória novamente no Adauto Morais às 17h
A primeira fase será disputada pelos dez clubes em turno único. Os quatro primeiros passarão para as semifinais. Nesta fase, o primeiro colocado encara o quarto, enquanto o segundo e terceiro se enfrentarão. Os dois confrontos serão no sistema de ida e volta. O mando de campo da segunda partida será do time de melhor campanha. Havendo empate em número de pontos ganhos e saldo de gols, as vagas na final serão decididas nas cobranças de pênaltis. A final também será decidida em jogos de ida e volta, seguindo os mesmos critérios.
O campeão baiano garante uma das vagas na Copa do Nordeste 2020. A segunda vaga será do clube melhor classificação no ranking nacional de clubes da CBF divulgado pela entidade nacional no final da temporada 2019. A terceira vaga, para a pré Copa do Nordeste será do será do segundo clube melhor colocado no ranking nacional. Os três primeiros colocados do Baianão levarão as vagas na Copa do Brasil de 2020
Jogos da 7ª rodada do Baianão
Sábado (23/02)
16h00- Bahia de Feira x Jequié
Domingo (24/02)
16h – Fluminense de Feira x Vitória da Conquista
17h – Juazeirense x Vitória (jogo da sexta rodada)
Quarta-feira (27/02)
20h30 – Vitória x Atlético de Alagoinhas
21h30 – Jacuipense x Bahia
https://futebolbahiano.org/2019/02/juazeirense-finalmente-vence-no-baianao-fluminense-cai-pela-primeira-vez.html
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GILSON FONSECA: UMA VIDA A SERVIÇO DA ADJ

Caia chuva ou faça sol, rebaixado ou na elite do futebol baiano, a cena se repete há décadas: o médico Gilson Fonseca atravessando os gramados a serviço da Associação Desportiva Jequié – ADJ. Desde os idos de 1969 até os dias atuais, sua presença jamais passou despercebida aos olhares mais atentos dos que frequentam os estádios. Sua atuação é de protagonista. Já em 1970, quando estudava em Salvador, foi o representante do time profissional do Jequié na Federação Baiana de Futebol em reunião importante em torno do Baiano daquele ano.
Como médico, atende atletas do Jequié e dos adversários com a mesma presteza. Se ocorrer alguma coisa com o arbitro, dirigente ou até mesmo com o torcedor, lá está ele pronto para servir. Sua atuação, no entanto, não se resume a assistência médica. Gilson Fonseca também escreveu seu nome na história do futebol regional como presidente do time. Foi em 1976, ocasião em que o time fez uma ótima campanha no campeonato baiano, participando de dois quadrangulares decisivos no Estádio da Fonte Nova.
Gilson Fonseca. Foto: Emanuel Júnior / Agência Facilita Digital
http://jequieeregiao.com.br/site/
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Jovem comete suicídio e deixa bilhete para a mãe

“Minha rainha perdoe sua filha pelas besteiras ditas mais que são só da boca pra fora saiba que te amo e nunca vai ter mãe melhor que a senhora te amo tanto minha rainha que o meu peito não se aguenta as vezes erramos em não dizer o que sentimos mais você é joia mais preciosa que tenho Sei que pra tudo posso contar contigo. E nesse momento eu só te peço que olhe pelos nossos pequenos. Te amo rainha eternamente”. Esse é o texto deixado no celular para a mãe, pela jovem Fernanda dos Santos, 24 anos que cometeu suicídio na manhã desta quinta-feira (21), ingerindo medicamentos. A jovem também encaminhou ao seu companheiro um vídeo comunicando que iria dar fim à própria vida. De acordo com a mãe de Fernanda, que era mãe de três crianças, a maior delas com oito anos, a separação do companheiro teria sido o pivô do ato extremo. O fato ocorreu na Rua C, Quadra 13, Condomínio Vida Nova 1, Jequiezinho, Baixa do Bonfim, em frente ao Bar Califórnia. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal-IML.
http://www.jequiereporter.com.br/blog/
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Por que o Corinthians sofre tanto para criar e depende de Gustagol?

Com mais posse de bola em sete dos dez jogos em 2019, Corinthians ainda não consegue transformar sua posse de bola em gols. Confira uma explicação tática.

Por Leonardo Miranda
18/02/2019 13h46 
Por que o Corinthians sofre tanto para criar e depende de Gustagol?
foto: Marcos Riboli
Acompanhe o autor no Twitter @leoffmiranda e na página do Facebook
Autor de sete dos dez gols do Corinthians em 2019, a fase de Gustagol impressiona. Com confiança e tempo de bola, ele converte jogadas de bola parada, como escanteios e faltas, em gols salvadores. Mas depender tanto dos cruzamentos revela também um Corinthians que vem sofrendo para chegar ao gol pelo chão. Algo que Carille identificou e prometeu: “vou soltar mais o time”.
Tudo começou no Bem, Amigos! com Fabio Carille, quando ele revelou que pensava a equipe como um time que trabalha mais a bola. As chegadas de Ramiro e Sornoza preencheram o elenco com mais jogadores associativos, ou seja, que gostam de ter a bola e procuram os adversários. A ideia era fazer o Timão mais ofensivo e com bola no chão.
A ideia de Carille para o Corinthians em 2019 — Foto: Leonardo Miranda
A ideia de Carille para o Corinthians em 2019 — Foto: Leonardo Miranda
O jogo curto e de aproximações já é visto em campo, mas está longe do funcionamento ideal. Sornoza, Ramiro ou Pedrinho sempre procuram a bola, dão opções de jogo. Carille até afirmou que encontrou a forma ideal no clássico, num 4-1-4-1 com Pedrinho de armador. Falta o próximo passo, que Carille chama de “soltar”: tocar e ultrapassar, procurar o espaço vaio e dar suporte para quem está com a bola. Veja o exemplo abaixo: Júnior Urso está com a bola. Pedrinho e Sornoza aproximam para criar uma triangulação e continuar o jogo. O que falta?
Corinthians sem profundidade contra o São Paulo — Foto: Leonardo Miranda
Corinthians sem profundidade contra o São Paulo — Foto: Leonardo Miranda
Há um espaço imenso, atrás da linha de meio-campo do São Paulo, que está vazio. Estar lá significa receber a bola sem marcação, com mais tempo para dominar e pensar a sequência. Também significa causar um problema ao adversário, pois ele precisa combater o jogador livre. É o zagueiro que tenta roubar a bola? Ou a defesa prefere esperar e guardar o espaço?
Na imagem abaixo, Fagner está com a bola e as aproximações também acontecem. Júnior Urso se soltou, Pedrinho se movimentou. Mas quantos jogadores estão na frente da linha da bola, prontos para receber perto da defesa? Apenas três, e só Urso perto da bola. Empurrar o rival pro gol e preencher sua defesa é o conceito da profundidade. Aqui, o Corinthians tem muito apoio, mas pouca profundidade.
Corinthians com a bola e poucas opções de jogo — Foto: Leonardo Miranda
Corinthians com a bola e poucas opções de jogo — Foto: Leonardo Miranda
Combinar esses dois conceitos - apoio e profundidade - é o que dá dinâmica ao time. É o que desorganiza o adversário, tira os zagueiros de lugar e abre espaço para a finalização. A imagem abaixo mostra o Corinthians com apoio - a triangulação entre Urso, Pedrinho e Fagner. E pouco apoio: você só vê o Clayson, lá pelo centro, meio perdido. Em amarelo, o São Paulo monta uma linha de meio-campo e faz o toque de bola do Timão ficar mais perto de Cássio que de Volpi.
Corinthians com apoio, mas pouca profundidade — Foto: Leonardo Miranda
Corinthians com apoio, mas pouca profundidade — Foto: Leonardo Miranda 
O Corinthians precisa de mais profundidade. Mas, como nada é fácil, não basta só ir lá perto do gol e esperar a bola. É preciso movimento. É preciso que os jogadores entendam bem quando se aproximar, quando tocar e quando ultrapassar. Uma combinação entre bola, espaço e tempo. Um time mais solto, mais rápido e dinâmico para fazer o Corinthians versão 2019, com dois meias, depender menos das subidas de Gustagol.
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https://globoesporte.globo.com/blogs/painel-tatico/post/2019/02/18/por-que-o-corinthians-sofre-tanto-para-criar-e-depende-de-gustagol.ghtml?fbclid=IwAR1HZMGFPCZVtlz4QTPLb-QA6ieAr78rcfiNW9hFRRoYOuMjD18a_O552v4
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Claudinha e Itacaré são as novas contratadas do Vitória; atletas defenderam as cores da ADJ em 2018

Visando a estreia no Campeonato Brasileiro que começa no próximo mês o departamento de futebol feminino do Esporte Clube Vitoria anunciou a contratação de duas atletas que defenderam as cores da Associação Desportiva Jequié (ADJ) no estadual da categoria. São elas a meio campista Claudinha, 18 anos e a atacante Gabriela Itacaré, de 23 anos.
Claudia foi revelada pelo Jequié Esporte Clube, equipe que disputou diversas competições de futsal e é dirigida pelo vereador Emanuel Campos Junior (Tinho de Waldeck) que depois numa fusão com a ADJ disputou nos dois últimos anos o campeonato baiano de campo, ficando com o vice campeonato em 2017 e eliminado na semifinal pelo Vitoria em 2018.
Já Gabriela Itacaré tem passagens por outras agremiações como o Juventude de Vitoria da Conquista e São Francisco do Conde e em 2018 atuou com a camisa do Jequié sendo destaque na competição ao marcar diversos gols.
Além das duas com passagens por Jequié, o Vitoria também anunciou a contratação da lateral-esquerda Joyce, que estava no América Mineiro.
Equipe Bola de Ouro
https://www.solaresportes.com/noticias/claudinha-e-itacare-sao-as-novas-contratadas-do-vitoria-atletas-defenderam-as-cores-da-adj-em-2018
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Após equívoco, CBF corrige adversário do Bahia na 1ª fase da Copa do Brasil Sub-20

ESQUADRÃOZINHO IRÁ ENFRENTAR O FAST CLUB DO AMAZONAS

Foto: Divulgação / EC Bahia 
No último dia 18 de fevereiro, a Confederação Brasileira de Futebol divulgou os confrontos da primeira fase da Copa do Brasil Sub-20 de 2019, colocando o Nacional-AM como adversário do Esporte Clube Bahia em partida marcada para acontecer no dia 13 de março, em Salvador. No entanto, nesta quarta-feira (20), a CBF corrigiu o adversário do tricolor baiano, que será o Fast Club do Amazonas e não o Nacional. A confusão aconteceu por causa do nome “Nacional Fast Clube”.
Essa primeira fase da competição será disputada em partida única, onde em caso de empate, a decisão vai para a disputa de pênaltis. A partir da segunda fase, serão partidas de ida e volta, com mandos a serem sorteados. Em caso de igualdade nos pontos, os critérios de desempate serão o saldo de gols, seguido de disputa de pênaltis.
Participam da Copa do Brasil Sub-20 todos os campeões estaduais da categoria Sub-20 em 2018, além dos cinco vice-campeões estaduais da categoria em 2018, pertencentes às cinco federações melhores colocadas no Ranking Nacional de Federações da CBF. O Esquadrão conquistou o título do Baiano da categoria desbancando o Vitória na final.
https://futebolbahiano.org/2019/02/apos-equivoco-cbf-corrige-adversario-do-bahia-na-1a-fase-da-copa-do-brasil-sub-20.html
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Jaguaquara e Manoel Vitorino abrem a 6ª edição da Copa Inter Vale em 2019

A COMPETIÇÃO ACONTECE NOS MESES DE MARÇO A JUNHO

Principal competição do Vale Jiquiriçá e segunda maior competição de futebol amador do Estado da Bahia, atrás apenas do Intermunicipal, a COPA INTER VALE, que é certeza de sucesso absoluto e conta com o apoio da Federação Bahiana de Futebol (FBF) e da SUDESB, começa no dia 16 de março, com 39 seleções em disputa e uma premiação que chega aos R$ 30 mil, umas das maiores premiações entre as competições amadoras do Estado.
Organizador e idealizador do torneio, o vereador de Ubaíra-BA, Laelson Leal, confirmou em contato ao site Futebol Bahiano a partida de abertura da 6ª edição do torneio na temporada 2019. Atual campeã, a Seleção de Jaguaquara inicia a caminhada em busca do bicampeonato diante da Seleção de Manoel Vitorino, a maior e melhor estreia de todos os tempos da competição conhecida como a Copa América do Futebol Amador. A partida acontecerá em Jaguaquara, às 15h, no Estádio Menandro Menahir.
Laelson Leal segue se movimentando em busca de parcerias e apoio para a Copa Inter Vale. Recentemente esteve na sede da emissora TVE, onde participou de reunião com o diretor do IRDEB e da TVE, Flávio Gonçalves, para tratar de apoio e parceria entre a emissora de TV e a Copa Inter Vale (Taça Lubrijau). Além disso, juntamente com o presidentes das Ligas de Cruz das Almas e Ubaíra, Hebert Cruz e Anderson Santos, foram recebidos pelo presidente Ricardo Lima, o vice-presidente Manfredo Lessa e a diretora de competições da entidade, Taíse Galvão, para tratar de uma parceria com a TV FBF.
Seleções das seguintes regiões já estão confirmadas: Vale do Jiquiriçá, Chapada Diamantina, Piemonte do Paraguaçu, Costa do Cacau, Costa do Dendê, Recôncavo Baiano, Sul da Bahia e Médio Rio de Contas. Em 2018, a Seleção de Jaguaquara sagrou-se campeã desbancando na grande final a Seleção de Laje.
https://futebolbahiano.org/2019/02/jaguaquara-e-manoel-vitorino-abrem-a-6a-edicao-da-copa-inter-vale.html
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Presidente da FBF cumpre agenda de reuniões na CBF

Por Comunicação FBF, 20 de Fev 2019 - 08h00
O presidente da Federação Bahiana de Futebol, Ricardo Lima, embarcou nesta quarta-feira (20) para o Rio de Janeiro. Na capital carioca ele cumprirá uma série de compromissos.
 
A agenda será aberta com o Conselho Técnico da Série B do Brasileirão 2019. A reunião, na Confederação Brasileira de Futebol, acontecerá ainda nesta quarta.
 
Na quinta-feira (21), o dirigente terá um encontro com a diretoria da entidade para tratar de projetos para o futebol baiano.
 
Já na sexta (22), Ricardo Lima encerrará sua agenda com a participação no Conselho Técnico da Série A do Brasileirão 2019. A reunião também será realizada na sede da CBF e contará com a presença de representantes de federações e clubes de todo o país.
http://www.fbf.org.br/noticias/5825,presidente-da-fbf-cumpre-agenda-de-reunioes-na-cbf.html
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Liberada por ex-atacante do Flamengo, Manoel Vitorino disputará pela 1ª vez a Copa Inter Vale

COPA INTER VALE COMEÇA NO DIA 16 DE MARÇO

Crescendo de forma muito positiva nos últimos anos, e agora com o apoio da TVE e da TV FBF, a COPA INTER VALE, chega com muitas novidades para a sua sexta edição que terá início no dia 16 de março com a Seleção de Jaguaquara (atual campeã) enfrentando a Seleção de Manoel Vitorino, a maior e melhor estreia de todos os tempos da competição que terá 39 seleções em disputa e uma premiação que chega aos R$ 30 mil. A partida de abertura acontecerá em Jaguaquara, às 15h, no Estádio Menandro Menahir.
Uma das novidades da competição em 2019 será a Seleção de Manoel Vitorino, que confirmou a participação e disputará pela primeira vez a Copa Inter Vale. A equipe vem liderada pelo ex-atacante do Flamengo, Val Baiano, que é um grande incentivador do esporte na cidade de Manoel Vitorino.
A reunião contou com a presença de varias lideranças esportivas da cidade, em especial o Prefeito Municipal Silvaniy Barros, o vereador Jairo, o Secretário de Educação, Sandro, diretor de Esportes Gilmar e os desportistas Del, Jânio, Dodô, Bagaceira, Amaranto, Sérgio e Carlito.
Na oportunidade, o prefeito de Manoel Vitorino, Silvany Barros, garantiu dar total apoio a seleção, que fará sua estreia na competição na cidade de Jaguaquara-BA no dia 16 de março, e uma outra notícia muito importante, principalmente para os moradores de Manoel Vitorino, é que a primeira partida da seleção dentro de casa, acontecerá no dia 31 de março, e na oportunidade, será inaugurado o Estádio Municipal de Futebol.
Laelson Leal segue se movimentando em busca de parcerias e apoio para a Copa Inter Vale. Recentemente esteve na sede da emissora TVE, onde participou de reunião com o diretor do IRDEB e da TVE, Flávio Gonçalves, para tratar de apoio e parceria entre a emissora de TV e a Copa Inter Vale (Taça Lubrijau). Além disso, juntamente com o presidentes das Ligas de Cruz das Almas e Ubaíra, Hebert Cruz e Anderson Santos, foram recebidos pelo presidente Ricardo Lima, o vice-presidente Manfredo Lessa e a diretora de competições da entidade, Taíse Galvão, para tratar de uma parceria com a TV FBF.
https://futebolbahiano.org/2019/02/liberada-por-ex-atacante-do-flamengo-manoel-vitorino-disputara-pela-1a-vez-a-copa-inter-vale.html
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Programa Falando de Esportes - 12/06/2026