Um milhão de franceses recebem os campeões da Copa do Mundo em Paris


Os jogadores franceses campeões mundiais de 2018 já estão em Paris. A delegação chegou na Cidade Luz menos de 24 horas depois da conquista do título. O avião com a delegação chegou ao aeroporto Charles de Gaulle com muita festa. O presidente Emmanuel Macron também estava presente. Uma multidão compacta, estimada em mais de um milhão de franceses, se reuniu e ao longo de mais de cinco horas na tarde desta segunda-feira para receber os bicampeões da Copa do Mundo da Rússia.
O time do técnico Didier Deschamps foi aclamado na Avenida Champs-Elysées aos gritos eufóricos de duas gerações de torcedores, uma que conheceu a equipe de Zinedine Zidane em 1998, e outra que reverencia um novo ídolo: Kylian Mbappé.
Ao desembarcar em território francês, o avião recebeu o tradicional banho com duas mangueiras na pista do aeroporto. Havia uma bandeira França na janela da aeronave, enquanto os espectadores aplaudiam. Quando a porta abriu, o capitão Lloris surgiu com a taça na mão, ao lado do técnico Didier Deschamps.

Veja as fotos da chegada

 
 

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A Copa do Mundo da bola parada

Organização das defesas, acesso à informação e evolução do atacante explicam por que a Copa marcou o sucesso das jogadas nas quais a bola não passa de pé em pé

A bola parada foi decisiva na Copa do Mundo de 2018. 71 dos 169 gols marcados saíram de escanteios, faltas ou pênaltis - Shaun Botterill / Getty Images
O árbitro apita a parada do jogo. A bola é posicionada no canto do campo. No miolo da área, bem em frente ao gol, nove jogadores se empurram, puxam e esperam a cobrança do escanteio. Na batida da bola, Harry Kane se desloca para a esquerda e espera a bola encontrar sua testada com a direção das redes. Dos seis gols do artilheiro da Copa, cinco vieram em lances de bola parada. Radiografia que dá o tom de um torneio recheado de gols construídos em jogadas onde a bola não rolou de pé em pé.
Não foram poucos os jogos decididos por escanteios, cobranças de falta ou pênaltis. Juntos elas formam a bola parada, momento do jogo responsável pela maior fatia de tentos nesta Copa. Dos 169 gols marcados no torneio, 72 foram marcados dessa forma. É uma participação de 42% sobre o total. Quase metade. Eis um novo recorde: é a Copa do Mundo com mais gols marcados assim na história, segundo a Fifa. A campeã anterior era a Copa de 1998, com 62 gols oriundos de lances de bola parada, ou 36% do total. A impressão se reforça pelo fato de muitos jogos terem sido decididos em lances assim. O duelo entre Dinamarca e Peru foi decidido por uma cobrança de lateral na área. O Japão venceu a favorita Colômbia num pênalti e num escanteio.
O número é alto se comparado às principais escolas de futebol no mundo. Nas principais ligas da Europa, os gols de bola parada são importantes, mas não tão influentes no resultado final de um jogo. No último Campeonato Inglês, apenas 26% dos gols saíram de lances assim. No espanhol, a participação sobe para 36%. Nem no criticado e faltoso futebol brasileiro o número tão gritante: 32% dos gols. “Bolas paradas se provaram como uma importante alternativa de jogo nesta Copa”, disse Andy Roxburg, membro do Comitê de Estudos Técnicos da Fifa na Copa.


Harry Kane, da Inglaterra, terminou a Copa do Mundo como artilheiro graças à sua capacidade de converter bolas paradas em gols - Ryan Pierse / Getty Images
Num Mundial marcado pela organização das defesas, colocar a bola na rede virou uma missão árdua. Aquele velho clichê, de que "não há mais bobo no futebol", foi renovado pela realidade. De fato, o futebol está mais nivelado. E não se trata de uma queda de qualidade das seleções de mais tradição, mas dcrescimento de seleções como Islândia ou Senegal. Em 2018, elas possuem acesso à softwares de análise de desempenho, acompanhamento dos adversários com vídeos e estatísticas e metodologias mais avançadas de treino. O intercâmbio também é importante. Das 32 equipes da Copa, apenas a Inglaterra foi composta de jogadores em suas ligas locais. A troca de conhecimento amplia o leque de estratégias e possibilidades de se jogar bola.
A arma mais comum para medir forças com os times grandes é a defesa. Equipes como Irã, Dinamarca e Suécia souberam jogar de forma eficiente sem a bola. Deixaram a marcação alta de lado e passaram a fechar a própria área. O objetivo era não sofrer gols e jogar para o lado de lá a responsabilidade de correr atrás do placar. A riqueza das defesas exigiu mais dos favoritos nessa Copa. Foi preciso um plano mais complexo para desequilibrar o adversário. O Mundial castigou os times que valorizaram a posse. A Espanha, ícone do “tiki-taka”, foi campeã de toque de bola. Teve, em média, 780 passes por cada jogo. A questão não é o tempo que se passa com a bola, mas o que se faz com ela. Em seus quatro jogos, os espanhóis chutaram apenas 21 vezes a gol – uma média de 149 passes a cada mísero chute. “As nações pequenas jogam de forma defensiva porque é mais fácil treinar defesa que ataque. Isso faz com que o jogo fique mais difícil para os grandes”, disse Thomas Hitzlpenger, ex-zagueiro da Alemanha, em coletiva de imprensa promovida pela Fifa.
Num contexto em que fazer gols virou um problema exponencial, lançar mão das alternativas que o jogo apresenta é fundamental. Os times grandes viram na bola parada uma forma de causar o desequilíbrio que não conseguiram com a bola no pé. Na bola parada não se mede mais a qualidade com os pés. O jogo vira um xadrez de mínimos detalhes no qual sincronia, estratégia e concentração são valiosos. Foi no detalhismo nas bolas paradas que os grandes conseguiram se sobressair. Dos doze tentos marcados pela Inglaterra, absurdos nove surgiram de faltas, escanteios e pênaltis. “Nós gastamos muito tempo treinando os mínimos detalhes de lances assim”, detalhou o meio-campista Loftus-Cheek, reserva da equipe.
>> Castigada fisicamente, Croácia correu "uma partida" a mais do que a França


Mario Mandzukic abre o placar da final da Copa do Mundo contra a Croácia. O gol contra partiu de uma bola parada cobrada pela França - Pool / Getty Images
A insistência também foi outro fator preponderante. Entrou em campo o know-how de jogos grandes que só as seleções de peso têm. Varane e Umtiti jogam no Real Madrid e Barcelona, respectivamente. A cada semana, competem no mais alto nível do futebol europeu. Sabem que todo momento do jogo pode ser proveitoso. Logo, não têm medo ou se abalam com erros técnicos. Na batida da bola contra Uruguai e Bélgica, os dois fizeram os tentos que levaram a França até a final. Uma vivência fundamental também para impedir os gols de bola parada do adversário. Se o futebol se desenha como um árduo jogo de bolas paradas, saber sofrer e usar recursos a seu favor é ouro.
Harry Kane é o artilheiro da Copa do Mundo, com seis gols. Abaixo dele, Cristiano Ronaldo e Lukaku aparecem com quatro. Cavani e Dzyba têm três. Em comum, todos possuem gols de bola parada de um típico centroavante: impulsão para subir mais do que os zagueiros e força para testar a bola. Nenhum deles é aquele tanque na área, paradão, só na espera pela bola. Surge aí um novo tipo de atacante, mais completo do que o antigo camisa nove. Ele é forte o suficiente para ganhar bolas dos zagueiros, mas também móvel para sair da área e tabelar com quem chega de surpresa. Esse hibridismo é mais uma arma para enganar os beques na bola parada. Muitas vezes, o nove faz o chamado pivô – quando fica de costas, prende a marcação e abre uma lacuna para quem aparece. Tático e goleador, a Copa mostrou que o camisa nove ainda está vivo, mas mais completo.
O novo centroavante foi fundamental na eliminação do Brasil, nas quartas de final. Ninguém imaginaria que Lukaku, no alto de seu 1,9metro de altura, começaria o jogo como um ponta rápido e driblador. A movimentação provocou uma pane na defesa brasileira, que viu Fernandinho fazer um gol contra logo na primeira etapa. Se você rever o lance, verá que não foi mero acaso. O zagueiro Kompany corre para tampar a visão de Jesus e Fernandinho, os dois jogadores no chamado primeiro pau na área. No outro gol, o Brasil bate um escanteio e quem ganha a bola é Lukaku, que faz festa nos volantes brasileiros e entrega para De Bruyne fazer um golaço. Duelo que funciona como pastiche da Copa do Mundo: decidido nos mínimos detalhes e na estratégia.


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Time japonês anuncia Zico como novo diretor de futebol

Terça, 17 de Julho de 2018 - 15:30


por Folhapress
Time japonês anuncia Zico como novo diretor de futebol
Foto: Renata Farias/ Bahia Notícias
O Kashima Antlers (JAP) anunciou a contratação de Zico nesta terça-feira (17). O ex-jogador brasileiro chega ao clube japonês para exercer a função de diretor de futebol.

De acordo com comunicado emitido pelo Kashima Antlers, Zico tem chegada prevista no dia 3 de agosto. A nota diz que, entre as funções do brasileiro, estão "continuar apoiando a formação e o fortalecimento das equipes".

Este passa a ser mais um capítulo da relação entre Zico e o Kashima Antlers. O brasileiro encerrou sua carreira de jogador no clube, que defendeu entre 1991 e 1994. Ele ainda foi dirigente da equipe entre 1996 e 2002, e foi treinador do clube em 1999.

"Depois de 16 anos, estou voltando ao Kashima Antlers, como diretor técnico, onde vivi grandes momentos de minha vida. A vida nos reserva momentos quando menos a gente espera, e agora é colocar em prática todo o aprendizado em benefício do clube. Que Deus me ilumine a tomar as decisões corretas. Em agosto já estarei lá trabalhando. Saudações nipônicas", escreveu Zico em sua conta no Instagram.

Zico não trabalhava em um clube desde 2016, quando deixou o cargo de treinador do FC Goa (IND). O brasileiro vinha apresentando um canal no YouTube.

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CBF anuncia novo patrocinador e muda o nome oficial do Brasileirão já para esta quarta


CBF anuncia novo patrocinador e muda o nome oficial do Brasileirão já para esta quarta
Foto: Romildo de Jesus/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
Além dos novos reforços contratados pelos clubes durante a pausa para a Copa do Mundo, o torcedor terá uma novidade neste retorno do Campeonato Brasileiro. A competição ganhou um novo nome e passará a se chamar, oficialmente, Brasileirão Assaí - Série A 2018, já a partir desta quarta-feira (18), quando começa a 13ª rodada. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que promove o Brasileirão, anunciou a mudança nesta terça (17).

De acordo com o comunicado, a entidade máxima do futebol brasileiro firmou contrato com a rede de atacado, Assaí, válido até o fim do Brasileirão de 2019 e com possibilidade de prorrogação. A marca passará a se associada ao logo da competição na divulgação de conteúdos oficiais e nas propriedades comerciais. O diretor de marketing da CBF, Gilberto Ratto, falou do novo acordo.

"Estamos anunciando este novo passo com grande satisfação porque o Campeonato mais equilibrado do mundo ganha um parceiro com enorme apelo e sucesso no relacionamento com público que consome futebol no Brasil. O compromisso é baseado no interesse da empresa em relacionar sua marca ao Brasileirão, uma das competições mais importantes e vitrine de talento para todo o mundo", disse.

A nova marca do Brasileirão será vista em Salvador, nesta quarta (13), no Barradão, na partida entre Vitória e Paraná. A bola rola a partir das 21h. O Leão aparece fora da zona de rebaixamento, na 16ª posição com 12 pontos, na tabela de classificação. O clube de Curitiba tem dois a menos e ocupa a 18ª.

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Jorginho critica postura do Bahia em campo e acusa atleta rival de cuspir em diretor


Jorginho critica postura do Bahia em campo e acusa atleta rival de cuspir em diretor
Foto: Rafael Ribeiro/ Vasco.com.br
O Vasco ganhou do Bahia por 2 a 0, na noite da última segunda-feira (16), no estádio de São Januário, mas acabou eliminado da Copa do Brasil. O Cruz-Maltino havia perdido o primeiro jogo por 3 a 0. Após o duelo válido pela volta das oitavas de final, o técnico Jorginho criticou a postura de jogadores do Tricolor que caíram em campo para ganhar tempo.

"Foi um absurdo. Algo que precisa ser coibido, até mesmo por nós, treinadores. Temos que falar sobre isso. Atrapalhou demais. Tivemos mais dois minutos de acréscimo, mas não jogamos", afirmou durante a entrevista coletiva.

A partida terminou em confusão dentro de campo após o apito final. O comandante vascaíno acusou um jogador do Tricolor de cuspir num diretor do clube carioca. "Aquela confusão que houve ali, um dos jogadores do Bahia cuspiu num dos nossos diretores. Uma atitude reprovável. Não se cospe na cara de ninguém. É pior que um soco. É esse nível que a gente precisa coibir", revelou sem citar o nome do atleta.

Apesar da eliminação, Jorginho elogiou sua equipe pela entrega ao longo da partida. "A gente não conseguiu, mas quero parabenizar nossos atletas pela entrega e pela disciplina tática. Até o fim a equipe não se perdeu taticamente, continuou organizada", disse.

Sobre a expulsão do atacante André Ríos, o treinador do Vasco saiu em defesa do atleta. Jorginho considerou a expulsão injusta. "Ríos não deu cotovelada. Foi expulso injustamente. Não é esse tipo de jogador. Quero defender o meu atleta aqui", defendeu.

Fora da Copa do Brasil, o Vasco volta suas atenções para o Campeonato Brasileiro. Na quinta-feira (19), a equipe encara o Fluminense, no clássico carioca, novamente em São Januário. A bola rola a partir das 20h pela 13ª rodada do nacional. No mesmo dia, mas às 19h30, o Bahia visita a Chapecoense, na Arena Condá, em Chapecó. O Cruz-Maltino ocupa a 11ª posição com 15 pontos. Enquanto o Tricolor é o 17º com 12.

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Bahia perde para o Vasco, mas avança para as quartas de final da Copa do Brasil

Segunda, 16 de Julho de 2018 - 22:01


por Leandro Aragão
Bahia perde para o Vasco, mas avança para as quartas de final da Copa do Brasil
Foto: Rafael Ribeiro/ Vasco.com.br
O Bahia foi ao Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (16), com o intuito de administrar a boa vantagem de 3 a 0 conquistada no primeiro jogo das oitavas de final da Copa do Brasil. O Tricolor conseguiu segurar o ímpeto do ataque do Vasco, perdendo a partida por 2 a 0, o suficiente para deixar as terras cariocas classificado para as quartas de final. Yago Pikachu, de pênalti, e Andrey marcaram os tentos do duelo disputado no estádio de São Januário.

Classificado com o placar agregado de 3 a 2, o Bahia vai enfrentar o Palmeiras no confronto da próxima fase do torneio. O primeiro duelo acontece em Salvador, enquanto a volta será em São Paulo. As datas ainda serão definidas pela CBF.

Sem tempo para visitar a família em casa e comemorar a classificação, o Bahia segue viagem para Chapecó, onde encara a Chapecoense, nesta quinta-feira (19), às 19h30, na Arena Condá. Desta vez o compromisso será pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor é o 17° colocado com 12 pontos na tabela.

O JOGO

Precisando do resultado, o Vasco tomou a iniciativa da partida. Tocando a bola, a equipe carioca buscava o ataque. Em situação completamente contrária, o Bahia procurava dificultar as ações ofensivas, administrar o resultado e o tempo para sair do Rio de Janeiro classificado para as quartas de final. Logo no terceiro minuto, o goleiro Anderson se chocou com Yago Pikachu e caiu no chão pedindo atendimento médico. O Tricolor se segurava na defesa, afastando o perigo e acionando Zé Rafael na velocidade, na tentativa de pegar o setor defensivo adversário desprevenido.

O primeiro cartão amarelo da partida saiu aos 23 minutos para o meio-campista Vinícius por retardar a cobrança de escanteio. O técnico Jorginho, do Vasco, foi obrigado a fazer uma alteração. Ele tirou Rafael Galhardo que se machucou numa disputa de bola com Zé Rafael.

Vasco abre o placar
Aos 31 minutos, o árbitro assinalou um pênalti a favor do Vasco. Depois do avanço de Ramon, Nino Paraíba conseguiu fazer um bom desarme. No entanto, Andrés Ríos ficou com a sobra e fez o corte em Nino, que deixou o pé e derrubou o atacante da equipe carioca. Yago Pikachu pegou a bola e deslocou Anderson, batendo no canto direito da meta para inaugurar o placar aos 33. Vasco 1 a 0 Bahia.

Com o gol e correndo contra o tempo, o Vasco se animou mais e continuou buscando o ataque. Já o Tricolor, manteve a sua estratégia de se defender, brigar por todas as bolas e explorar os contra-ataques. Jorginho foi obrigado a fazer outra substituição por questão física. Ramon sentiu dores e deu lugar a Henrique.

Segundo tempo

Os dois times retornaram do vestiário sem nenhuma alteração. Assim que o juiz apitou para o reinício do jogo, Kelvin puxou o ataque, fez boa jogada, mas foi desarmado pela defesa do Tricolor, que afastou o perigo. A resposta do Bahia veio aos quatro minutos. O goleiro Anderson fez o lançamento longo para Edigar Junio. O atacante da equipe baiana conseguiu tomar a frente da marcação, mas acabou sendo desequilibrado por Breno, com o braço direito, mas o juiz não assinala a falta. No lance, o defensor vascaíno ainda dá um pisão em Edigar, que recebe atendimento médico em seguida.

O Bahia seguiu se defendendo, mas sem conseguir criar jogadas de ataque. Precisando do resultado, o Vasco continuou em cima, buscando mais três gols para reverter a vantagem baiana. Aos 15, Nino Paraíba sentiu e pediu para ser substituído. Sem um substituto da posição no banco e reservas, o técnico Enderson Moreira improvisou o jovem volante Flávio em campo. No minuto seguinte, o Esquadrão conseguiu construir uma boa trama pela direita. No entanto, ao receber passe já dentro da grande área, Edigar Junio chutou muito fraco para a tranquila defesa de Martin Silva.

Vasco faz o segundo
Na cobrança de falta pelo lado direito do ataque, Yago Pikachu levantou a bola no segundo pau. Andrey subiu sozinho e cabeceou, Anderson ainda chegou a fazer a defesa, mas a bola bateu na trave e entrou aos 19 minutos. Vasco 2 a 0 Bahia.

Por pouco o Vasco não marcou o terceiro logo em seguida. A defesa tricolor cortou para trás uma bola levantada na área, ela enganou Anderson. Andrey se esticou, mas não conseguiu tocar para o gol vazio. Aos 21, Yago Pikachu sentiu dores na coxa, jogou a bola para fora e caiu no gramado para receber atendimento.

Aos 25, o lateral Léo recebeu um cartão amarelo de graça. Ele tabelou com Mena, recebeu na frente e na disputa de bola com o marcador acabou caindo. Ao reclamar com o árbitro, recebeu a advertência. Três minutos depois, aconteceu uma invasão insuitada. Um rato foi flagrado correndo pelo campo.

Aos 32, Elton fez belo passe para Edigar Junio, que colocou velocidade e ia saindo de cara para o goleiro Martin Silva. Mas o bandeira assinalou um impedimento inexistente. No minuto seguinte, o Tricolor chegou bem no ataque. Desta vez, Elton foi quem recebeu bom passe. No entanto, o volante preferiu chutar para o gol, mas finalizou mal e Martin Silva não teve trabalho para fazer a defesa.

A resposta do Vasco veio em seguida. Andrés Rios recebeu e na hora de fazer o giro recebeu falta de Tiago na entrada da grande área. Na cobrança, Pikachu carimbou a barreira.

Mais um vez o Vasco quase marca o terceiro. Bola levantada na área do Tricolor, Andrés Rios bateu de primeira, mas errou na finalização e a bola saiu pelo lado direito da trave de Anderson.

O Bahia ainda teve um chance com uma cobrança de falta de Régis. Mas o meio-campista não bateu bem. Depois, o ataque Tricolor ainda desperdiçou outra oportunidade. Enquanto isso, o Vasco ainda foi para cima do Tricolor, mas a defesa baiana afastou o perigo.

Aos 48 minutos, Andrés Rios recebeu o cartão vermelho direto. Na disputa de bola aérea na intermediária, o argentino deixou o braço no rosto do zagueiro Tiago. No minuto seguinte, o juiz expulsou o lateral Léo. Na disputa de bola entre Edson e Yago Pikachu. O volante tricolor fez o desarme, junto com o lateral. o juiz expulsou Léo e mostrou o amarelo para Edson.

FICHA TÉCNICA
Vasco 2 x 0 Bahia
Copa do Brasil - Oitavas de final (2º jogo)

Local: São Januário, no Rio de Janeiro
Data: 16/07/2018 (segunda-feira)
Horário: 20h
Árbitro: Rafael Traci (PR)
Assistentes: Ivan Carlos Bohn e Rafael Trombeta (ambos do PR)
Cartões amarelos: Desábato, Ricardo (Vasco) / Vinicius, Edigar Junio, Lucas Fonseca, Zé Rafael, Léo, Edson (Bahia)
Cartões vermelhos: Andrés Rios (Vasco) / Léo (Bahia)
Gols: Yago Pikachu, Andrey (Vasco)

Vasco: Martin Silva; Rafael Galhardo (Kelvin), Breno, Ricardo e Ramon (Henrique); Desábato, Andrey, Wagner (Thiago Galhardo), Yago Pikachu e Giovanni Augusto; Andrés Rios. Técnico: Jorginho.

Bahia: Anderson; Nino Paraíba (Flávio), Tiago, Lucas Fonseca e Léo; Gregore, Elton (Edson), Mena, Vinicius (Régis) e Zé Rafael; Edigar Junio. Técnico: Enderson Moreira.

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Conmebol divulga logo oficial da Copa América de 2019

Segunda, 16 de Julho de 2018 - 21:40


por Folhapress
Conmebol divulga logo oficial da Copa América de 2019
Foto: Divulgação
A Conmebol divulgou nesta segunda-feira (16) o logo oficial da Copa América, que será realizada no Brasil em 2019. A imagem tem as cores verde e amarela predominantes, com detalhes em azul e branco.

O torneio contará com 12 seleções. Além dos 10 países sul-americanos filiados à Conmebol, o Qatar e o Japão foram convidados.

O torneio acontecerá entre 14 de junho e 7 de julho do próximo ano e terá sete sedes: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Porto Alegre —a última vaga é disputada entre Fortaleza e Recife.

O Chile é o atual bicampeão do torneio. A equipe conquistou os títulos em 2015, no próprio Chile, e 2016, nos Estados Unidos.

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Polícia age rápido e frustra sequestro da mãe de Taison; suspeitos foram presos


Polícia age rápido e frustra sequestro da mãe de Taison; suspeitos foram presos
Foto: Reprodução / Instagram
A Brigada Militar e a Polícia Civil resolveram rapidamente o sequestro da mãe do atacante Taison na tarde desta segunda-feira (16) em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Rosângela Freda estava amarrada dentro do porta-malas de um carro na área rural do município. Dois suspeitos foram presos e um terceiro fugiu. Três veículos, dois deles roubados, foram apreendidos.

De acordo com a capitã Vanessa Wenitt, da Brigada Militar de Pelotas, testemunhas informaram que os suspeitos foram a casa do jogador para entregar um buquê, e acabaram forçando a mãe do atleta a entrar no carro. A polícia conseguiu localizá-la cerca de 40 minutos após a denúncia.

“Foi uma ação rápida e cirúrgica”, destacou a capitã, segundo o GloboEsporte.com.

O jogador do Shaktar Donestk, da Ucrânia, passa férias em sua cidade natal após disputar a Copa do Mundo na Rússia. No entanto, atleta não chegou a entrar em campo na competição.

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União vai antecipar metade do 13º salário dos aposentados em agosto

O presidente Michel Temer editou nesta segunda-feira (16) um decreto para antecipar o pagamento de metade do valor do 13º salário dos aposentados e pensionistas, informou o Palácio do Planalto. De acordo com a Presidência, o decreto será publicado na edição desta terça (17) do “Diário Oficial da União”. A primeira parcela corresponderá a 50% do valor do benefício e será paga no mês de agosto. A segunda metade, correspondente à diferença entre o valor total do abono anual e o valor da parcela antecipada, será paga em novembro. Segundo as estimativas do governo federal, a medida representará a injeção de R$ 21 bilhões na economia.
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4 pessoas assaltadas em Jequié

ublicado em 17/07/18 | 0 comentários
4 pessoas assaltadas em JequiéPelo menos 4 pessoas foram assaltadas em Jequié na segunda feira a noite. Por volta das 19 horas o assalto foi no Loteamento Sol Nascente, bairro Joaquim Romão, dois indivíduos armados com arma de fogo, a bordo de uma motocicleta FAN, preta, subtraíram da vítima de 14 anos um celular Samsung, vermelho. O segundo assalto ocorreu no Brasil Novo, dois elementos armados com arma de fogo, a bordo de uma motocicleta de cor preta, modelo Biz roubaram uma bolsa contendo R$ 300,00, cartões de crédito e documentos da vítima. A PM foi acionada até o Mutirão São Judas, Rua ACM, nº 11. Dois assaltantes armados com arma de fogo e a bordo de uma motocicleta Biz, branca, subtraíram da vítima um celular Asus Zenfone 3. O quarto assalto ocorreu em plena luz do dia na Rua Corredor Costa Brito, Centro de Jequié. A vítima contou aos policiais que um indivíduo a bordo de uma bicicleta, armado com revólver, subtraiu um aparelho celular da marca Motorola moto G play. Em todos os casos as vítimas foram orientadas a prestar queixa na delegacia.http://juniormascote.com.br/
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Jogar e vencer: a França impõe sua história na Copa do Mundo

Existe o futebol sonhado e o futebol jogado. A França pouco imaginou, mas jogou muito para impor respeito com dois títulos de Copa do Mundo

Jogar e vencer: a França impõe sua história na Copa do Mundo

REUTERS/Darren Staples
Por Leonardo Miranda
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Existe o futebol sonhado e o futebol jogado. O primeiro não tem fim. Começa no apito do árbitro e povoa um imaginário de história e jogadas que acontecem apenas na fértil imaginação de quem sente o jogo como torcedor. A cada Copa do Mundo, alguns times entram para o futebol imaginado como um suspiro de poesia. Donos de jogadas fantásticas que elevam a imaginação até o gol, a catarse do jogo.
O futebol jogado é diferente. Ele é mais cru, real e nem sempre justo. Aliás, quase sempre não é justo. Há momentos chatos onde a bola precisa ser tocada de lado. Momentos onde até o craque erra tudo. E momentos de puro êxtase, que só nos damos conta que são preciosos depois. O futebol sonhado é como um bom filme: recorta os momentos chatos e joga luz sob os momentos legais, manipulando a imagem para causar uma sensação que a realidade não nos dá.
Se fosse filme, a França seria um documentário. Direto, objetivo, nu. Não há nada de muito romântico num time que sai da Copa do Mundo e cumpre seu principal objetivo: vencer. É o que há de mais nobre e mais real que o futebol e a vida nos oferece. A medalha no peito cria histórias e rende carreiras e famas que serão reprisadas ao longo da história. Daqui a 20 anos, lembraremos daquela França de Kanté ou de Pogba que ganhou da Argentina e do Uruguai e brecou o sonho de duas surpresas - Bélgica e Croácia. Lembraremos sim que o time não jogou tão bem e foi pragmático quando há talento e contexto para render mais.
Mas pergunte ao francês mais ranzinza na Champs Elysees hoje: pouco importa se o time não encantou ou deu matéria para nossos sonhos. A França sempre quis a taça e jogou para tal. A trajetória durante a Copa mostra uma equipe muito madura e consciente de si. Em 7 jogos, os franceses manipularam seus adversários como um cirurgião corta uma veia. Contra os pequenos, gols em momentos decisivos. Se não precisava forçar contra a Dinamarca, mata o jogo num insosso empate.
Viu uma Argentina na frente e precisava fazer mais gols que ela para passar. Pavard, o lateral, apareceu no bico da área num lance que se desenhava para um escanteio. Ele não sabia se a bola ia cair no seu pé ou não, e um chute a gol daquela distância seria muito improvável. Mas o simples fato de correr uns metros a mais e surgir lá, de surpresa, já o credencia a algo a mais.
É esse detalhe que separa um time campeão de outro. O time campeão não joga sob a expectativa de encantar, mas sim de vencer. Toma o encantamento ou o jogar bem como um reflexo do casamento entre suas peças. Dentro desse contexto, a França casou suas peças com perfeição. Se você olhar bem, não há condições para o time jogar com longas trocas de passes ou em contra-ataques bonitos de ver. Pogba, Matuidi e Kanté são jogadores de força e marcação, que saem e finalizam bem. Griezmann não é um camisa 10, tampouco um segundo atacante.
O time fica no meio-termo entre contra-ataque e ataque. Uma equipe que pressiona e morde com intensidade. Faz os gols em saídas bem rápidas, mas também sabe pensar suas jogadas. NO tatiquês, podemos chamar esse tipo de futebol de “reativo”. Pois reage ao adversário. Dá campo para um Modric ou um Rakitic. Parece que eles têm liberdade, mas é tudo brincadeira. É uma teia para que eles tenham a bola e algum francês chegue, roube a bola e saia bem rápido ao ataque. A imagem abaixo ilustra esse movimento, que também tem um nome bem técnico: “pressing”.
Pogba marcando em cima de Rakitic (Foto: Leonardo Miranda)
Pogba marcando em cima de Rakitic (Foto: Leonardo Miranda)
É um estilo hermético. A França deixa que o adversário tente imaginar mais e opera sob a lógica da realidade. Quer vencer, nada mais. Um estilo mais duro, mas não intencional. A França bi-campeã do mundo é um time sobretudo forjado na derrota. A dura eliminação para a Alemanha, em 2014, se deu num lance fortuito no Maracanã, onde Hummels pulou mais que todo mundo. 4 anos depois, Varane fez o mesmo contra a Bélgica. Mas nenhuma dor foi maior que perder a Eurocopa para uma trágica Portugal na própria França. Ali, o elenco entendeu que a França não precisava apenas jogar: precisava vencer.
E venceu, com justiça.
A Copa do Mundo não termina hoje. Ela será imaginada e interpretada para sempre. Iremos fantasiar cada toque mágico de Modric ou cada roubada de bola de Kanté. Precisamos desse futebol imaginado para viver. Porque o futebol fora da imaginação é chato, dramático, surpreendente, injusto, maluco e sofrido. Ou seja: é o esporte mais próximo de nossas vidas. 
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Com boa vantagem, Bahia tenta segurar o Vasco para avançar na Copa do Brasil

Segunda, 16 de Julho de 2018 - 07:15


por Ulisses Gama
Com boa vantagem, Bahia tenta segurar o Vasco para avançar na Copa do Brasil
Foto: Felipe Oliveira/ EC Bahia
É o momento de mais uma decisão para o Bahia. Após a perda da Copa do Nordeste para o Sampaio Corrêa, o Esquadrão de Aço tenta nesta segunda-feira (16) se reabilitar diante do Vasco, às 20h, em São Januário, pela segunda partida das oitavas de final da Copa do Brasil. A equipe de Enderson Moreira pode até perder por dois gols de diferença, que mesmo assim avança.

A boa vantagem surgiu de um grande resultado do Esquadrão de Aço sobre o cruz-maltino no primeiro jogo, realizado no último dia 9 de maio, na Arena Fonte Nova. Porém, a margem não é algo que ilude os jogadores. Foi o que disse o goleiro Anderson. 

 
"A gente não pensa em derrota. A gente tem que jogar para cima, não pode esperar muito a equipe do Vasco. A gente conhece o Jorginho, sabe que a equipe dele busca ter a posse de bola a todo momento para sair jogando e chegar no ataque. É marcar lá em cima, fazer o que o professor vem pedindo e buscar vencer", declarou.

Autor de um dos gols no jogo de ida, o atacante Edigar Junio crê em um jogo difícil.

"A gente sabe que não será um jogo fácil. Eles vêm muito fortes, acreditam nessa virada. A gente sabe que tem totais condições de chegar lá e vencer. Por que não? Temos que ter os pés no chão. Vejo como vantagem boa, vantagem grande, mas não podemos nos apegar a isso. Vamos nos focar nos treinos, melhorar, para chegar lá da melhor maneira possível e aí sim sacramentar nossa classificação", indicou o atacante.

Para a partida, o Esquadrão de Aço não terá o goleiro Douglas, que ainda se recupera de uma lesão no cotovelo, e o atacante Kayke, com um problema na coxa.

Vasco

Sob o comando do técnico Jorginho, o Vasco da Gama espera fazer jus ao apelido de "time da virada" e conseguir a classificação diante do Esquadrão de Aço. Apoio não vai faltar de um São Januário que promete estar cheio. Lateral-direito do time, Lenon pregou uma postura ofensiva.

"Precisamos ter a postura ofensiva. Sabemos da dificuldade de reverter um placar de 3x0. Temos de colocar isso na cabeça. A atitude jogando dentro de casa é importante", explicou.

FICHA TÉCNICA

Vasco x Bahia
Copa do Brasil - Oitavas de final (2º jogo)

Local: São Januário, no Rio de Janeiro
Data: 16/07/2018 (segunda-feira)
Horário: 20h
Árbitro: Rafael Traci (PR)
Assistentes: Ivan Carlos Bohn e Rafael Trombeta (ambos do PR)

Vasco: Martin Silva, Lenon, Breno, Ricardo Graça e Ramon; Leandro Desábato e Andrey; Wagner, Yago Pikachu e Giovanni Augusto; Andrés Rios (Evander). Técnico:Jorginho.

Bahia: Anderson; Nino Paraíba, Tiago, Lucas Fonseca e Léo; Gregore, Elton, Régis, Zé Rafael; Élber e Edigar Junio. Técnico: Enderson Moreira.

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Modric é eleito o melhor jogador da Copa e Mbappé a revelação; confira os premiados

Domingo, 15 de Julho de 2018 - 14:51


por Leandro Aragão
Modric é eleito o melhor jogador da Copa e Mbappé a revelação; confira os premiados
Modric (E) e Mbappé | Foto: Getty Images/ Fifa
O meio-campista croata Luka Modric foi eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 2018, neste domingo (15). A Croácia acabou derrotada pela França por 4 a 2, na final do Mundial da Rússia, no Estádio Luzhniki, em Moscou. O camisa 10 levou o prêmio de Bola de Ouro do torneio superando o belga Eden Hazard e o francês Antoine Griezmann que ficaram, respectivamente, na segunda e terceira posição.

O jovem atacante Kylian Mbappé, de 19 anos, foi o jogador revelação da Copa de 2018. O prêmio de chuteira de ouro ficou com o centroavante inglês Harry Kane, artilheiro do Mundial, com seis gols. O belga Thibaut Bourtois foi escolhido como melhor goleiro do torneio. E a seleção da Espanha ganhou o troféu Fair Play.

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