Estádio do Vitória agora tem gramado padrão FIFA

Vitória viveu uma noite histórica, nesta terça-feira, 15, ao inaugurar o gramado padrão FIFA do campo do Estádio Manoel Barradas. Dirigentes, dezenas de conselheiros, sócios, funcionários e convidados, dentre eles o presidente da Federação Bahiana de Futebol, Ednaldo Rodrigues, participaram do evento.

Foram mostradas ainda as novas instalações do vestiário, também seguindo padrão das arenas inauguradas para a Copa do Mundo, e apresentados os novos contratados do clube para o segundo semestre.

Um torneio reunindo quatro equipes marcou a inauguração do gramado e o troféu Ivan Smarcevski, homenagem à família deste consagrado arquiteto rubro-negro, ficou em casa. O time reunindo dirigentes e funcionários do Vitória conquistou o título após bater o da imprensa, por 3 x 1, no primeiro jogo, e na final derrotar os sócios por 2 x 0.

Ednaldo Rodrigues participou juntamente com o diretor de Registro e Transferências da FBF, Ricardo Nonato, e do assessor e presidente da Comissão de Arbitragem, Wilson Paim.

Visivelmente emocionado, o presidente Carlos Falcão agradeceu a participação de todos na noite que celebrou a qualificação do equipamento do Vitória com a inauguração do gramado. “Vamos continuar procurando qualificar mais ainda o nosso estádio para dar conforto aos nossos torcedores”, disse Falcão, parabenizando. 


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Vasco 4 x 1 Santa Cruz: Veja os gols da partida

O Campeonato Brasileiro da Série B recomeçou nesta terça-feira com 10 jogos, com o Joinville assumindo a liderança isolada, ao bater o antigo líder, o Ceará, pelo acachapante placar de 3 x 1, dentro do Estádio Presidente Vargas. Já o Santa Cruz, desta vez não resistiu e depois de 10 rodadas circulando entre vitórias e empates, perdeu a invencibilidade ao ser derrotado pelo Vasco da Gama de virada pelo placar de 4 x 1, na Arena Pantanal, em Cuiabá, em jogo que marcou a estreia do atacante Cleber ex-Grêmio e Palmeiras, no time carioca. Danilo Pires abriu o placar para o Santa, Fabrício (2) Douglas Silva e Cleber, fizeram os gols do triunfo vascaíno.

Com o resultado, o Vasco da Gama, agora com 17 pontos, sobe para a sétima posição, enquanto o Santa Cruz, mantido e estacionado em 16 pontos, cai para a décima primeira colocação 


Veja os gols da partida e os resultados da rodada

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Vitória investe e aposta na recuperação no Brasileiro

Para o time voltar a vencer e dar novamente alegria ao torcedor, a direção do Vitória não mediu esforços e aproveitou a paralisação do Brasileiro por causa da Copa do Mundo, para qualificar o elenco. Investiu alto em contratações de sete jogadores, dois deles estrangeiros, e todos com sucesso pelos clubes que passaram.

As duas últimas aquisições foram as do meia uruguaio Luís Aguiar, 28 anos, e do goleador paraguaio Guillermo Beltrán, 30 anos. 

Eles juntaram-se ao zagueiro Kadu, titular do time ano passado no Brasileiro e que este ano jogou o primeiro semestre pelo Sporting Braga, de Portugal; os volantes Adriano, do Grêmio, campeão da Libertadores pelo Santos,  e Richarlyson, campeão da Libertadores pelo Atlético MG em 2013; o meia Marcinho, que no Brasil defendeu Flamengo e Cruzeiro e estava há cinco ano no Qatar; e o atacante Marcos Junio, do Fluminense (RJ).

Além das sete contratações, o clube repatriou a jovem promessa Romário. Lateral-direito revelado nas divisões de base, o jogador ficou um ano no Hoffenheim, da Alemanha, e o Vitória conseguiu seu retorno no início deste segundo semestre

Com passagens pelo futebol chileno, argentino, russo e português, Luís Aguiar iniciou a carreira no Liverpool, de Montevidéu. É definido como um jogador habilidoso, bom finalizador e armador de jogadas. Estava no Peñarol, do Uruguai, e chega com a missão de ser o meia que o time precisa.

Goleador pelos clubes que passou, o paraguaio Guillermo Beltrán atuou na Colômbia e na Argentina, e vinha defendendo o Cerro Porteño.

Kadu, Adriano, Richarlyson e Marcinho se integraram ao grupo faz alguns dias e participaram da intertemporada realizada pelo Vitória durante o período da Copa do Mundo. 

O rubro-negro foi dos 20 clubes da Série A o que mais contratou para o recomeço do Brasileiro, pois o objetivo é alcançar uma posição melhor que a do ano passado – quinto colocado – e carimbar uma vaga na Copa Libertadores. 

Com a abertura da janela de transferências internacionais, na segunda-feira, 14, o departamento de futebol se apressou e já colocou Kadu à disposição do técnico Jorginho. 

Richarlyson, Adriano e Marcos Junio já estão registrados na CBF. O atacante Marcos Junio, neste primeiro momento, não terá ainda condições de estrear porque sofreu um problema muscular e ficou um tempo em tratamento.

“Apesar das dificuldades financeiras fizemos um esforço para reforçar o time com jogadores talentosos e consagrados e neste segundo semestre buscar os nossos objetivos. Pretendemos alcançar uma ótima classificação  na Série A e entrar na Sul-Americana para brigar pelo título”, afirma o presidente Carlos Sergio Falcão.

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Inauguração do Espaço Judô Ação



Na última sexta-feira 11/07/2014, Associação Judô Ação fez o seu primeiro treino na nova sede que será no Rotary Club Jequié Norte, a cerimônia de abertura contou com a presença de vários pais, atletas, do Presidente do Rotary Club Jequié Norte - Marcio Roberto, da Professora Milena Bahieense representando a FTC-Faculdade de Tecnologia e Ciências, da Presidente da APAE-Jequié - Moana Meira e do Instrutor e Coordenador do Projeto Social Judô Ação - Arlon Ferreira. 

" É muito importante para a entidade do Rotary ter uma parceria dessa, através do esporte podemos ter uma inclusão social de várias crianças, adolescente para um futuro melhor" afirmou o presidente do Rotary Marcio Roberto.

"Com mais essa parceria a Associação Judô Ação, tende a se fortalecer cada dia mais em buscar da formação de vários campeões no tatame e na vida, e mostrar aos jovens um mundo melhor através do esporte" comentou o professor Arlon Ferreira.

Associação Judô Ação, conta com o apoio da FTC-Faculdade de Tecnologia e Ciências, Rotary Club Jequié Norte, APAE-Jequié e Secretaria de Esportes do Município de Jequié



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Sucessor de Felipão terá ciclo movimentado até a Copa de 2018

CBF, presidida por José Maria Marin, anunciou oficialmente o desligamento do técnico Luiz Felipe Scolari na tarde desta segunda-feira. O sucessor do treinador gaúcho, ainda indefinido, terá um ciclo movimentado até a Copa de 2018, a ser disputada na Rússia.
Quarto lugar no Mundial, o Brasil já tem quatro amistosos programados ainda em 2014. Em setembro, a Seleção enfrenta Colômbia e Equador, nos Estados Unidos. No mês de outubro, pega a Argentina em uma nova edição do Superclássico das Américas, em Pequim. Já em novembro duela com a Turquia, em Istambul.
José Maria Marin concederá entrevista na próxima quinta-feira, mas a CBF não informou se o novo treinador será anunciado. A série de quatro amistosos pode marcar os primeiros testes do sucessor de Felipão, além de um novo encontro entre Neymar e Camilo Zúñiga, seu algoz na Copa.
Como sede do Mundial de 2014, o Brasil não precisou passar pelas Eliminatórias sul-americanas. Para participar da edição da Rússia, será necessário disputar o torneio seletivo que em sua última edição contou com um total de 16 rodadas e nove equipes.
Com quatro vagas para o Mundial em jogo - o quinto lugar segue para a repescagem -, o time pentacampeão do mundo não deve ter vida fácil nas Eliminatórias sul-americanas. Além dos tradicionais Uruguai e Argentina, o Brasil terá a concorrência dos ascendentes Colômbia e Chile.
O sorteio das Eliminatórias será realizado em julho de 2015. Antes, de 11 de junho a 4 de julho, a Seleção Brasileira participa da Copa América do Chile. Na última edição do torneio, o time nacional, então comandado por Mano Menezes, perdeu do Paraguai nas quartas de final.
Fernando Dantas/Gazeta Press
José Maria Marin, presidente da CBF, ainda não definiu o sucessor do técnico Luiz Felipe Scolari na Seleção
Para inchar ainda mais o ciclo até o Mundial de 2018, será realizada em 2016 uma edição especial da Copa América para comemorar o centenário do torneio. A competição juntará seleções da Conmebol e da Concacaf de 3 a 26 de junho, nos Estados Unidos.
No ano de 2016, com atletas sub-23, a Seleção Brasileira tenta conquistar a inédita medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, de 5 a 21 de agosto, possivelmente sob o comando de Alexandre Gallo. Se tiver vencido a Copa América, em 2017 ainda precisará disputar a Copa das Confederações, já na Rússia.
No ciclo entre os Mundiais de 2010 e 2014, fora das Eliminatórias sul-americanas, a Seleção Brasileira precisou recorrer aos amistosos, alguns contra adversários de baixo nível técnico. Na preparação para a Copa de 2018, o sucessor de Felipão não terá o mesmo problema.
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Marin aceita pedido de demissão de Felipão e comissão técnica

O técnico Luiz Felipe Scolari e o restante da comissão técnica da Seleção Brasileiraentregaram seus cargos à diretoria da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O pedido de demissão foi aceito pelo presidente José Maria Marin, que agradeceu à comissão, aos jogadores e aos torcedores pela campanha do Brasil no Mundial.
"O Scolari e toda a sua comissão técnica merecem o nosso respeito e agradecimento. Eles foram responsáveis por devolver ao povo brasileiro o seu amor pela Seleção, mesmo não tendo conseguido o nosso objetivo maior", declarou Marin.
Ao lado do vice-presidente Marco Polo del Nero, Marin acompanhou a Seleção durante a Copa. Eles exaltaram a paixão demonstrada pelos torcedores à camisa verde-amarela e creditou o orgulho do povo à Felipão e seus companheiros.
"Claro que essa comissão técnica e esses jogadores contribuíram decisivamente para que esse sentimento voltasse. A todos eles, portanto, o nosso renovado agradecimento."
Na próxima quinta-feira, às 11 horas, Marin dará uma entrevista coletiva na sede da CBF.
Fernando Dantas/Gazeta Press
Pedido de demissão de Felipão e comissão técnica é aceito por José Maria Marin
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Nelson observou Brasil que “jamais foi um time”, mas recusou imitação

Marcos GuedesSão Paulo (SP)
A Seleção Brasileira não levou 7 a 1 em 1966, mas sofreu dura derrota ao ser eliminada na primeira fase da Copa do Mundo após dois títulos consecutivos. Se a situação era evidentemente diferente da atual, há semelhanças claras, como as críticas ao treinador e a propalada necessidade de reciclagem na busca por um futebol moderno, aos moldes do apresentado pelo campeão.
“Amigos, eis 80 milhões de brasileiros numa humilhação feroz. Eu diria que a vergonha de 50 foi mais amena, mais cordial”, publicou Nelson Rodrigues, no dia seguinte ao adeus. O jornalista culpou a comissão técnica de Vicente Feola pelo vexame, usando uma frase que o alemão Schweinsteiger praticamente repetiria sobre a equipe de Felipão de 2014: “O Brasil não jogou como um time e jamais foi um time”.
Entre as reclamações do cronista – que, otimista, havia mostrado confiança no tri –, estava a de que a Seleção chegou à Inglaterra “sem um projeto tático e sem saber como ia jogar”. “E 80 milhões de sujeitos estão aí, pagando pela burrice alheia. Não apareceu ninguém para amarrar a Comissão num pé de mesa, dizendo-lhe: ‘Bebe água numa cuia de queijo Palmira’.”
Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Para Schweinsteiger, os comandados de Luiz Felipe Scolari "não jogaram como um time"
Nelson não embarcou, no entanto, no caminho apontado pelo futebol-força dos campeões ingleses, com sua “saúde de vaca premiada”, nem duvidou do talento verde-amarelo. “Seria injusto, monstruosamente injusto. Porque o jogador brasileiro continua o melhor do mundo Nada descreve e nada se compara à graça, ao sortilégio, à flama do nosso craque.”
É impossível imaginar o que pensaria o escritor hoje, mas é repetido o cenário de 1966, com a Alemanha ocupando o lugar da Inglaterra como modelo. Não se trata, porém, de um modelo propriamente estranho aos brasileiros, pois os germânicos conquistaram o tetra tocando a bola à brasileira, enquanto os pentacampeões apostaram em chutões contra todos os seus adversários.
Sejam quais forem os conceitos táticos, a sensação após os 7 a 1 é de inferioridade. Nelson Rodrigues remou contra esse sentimento em 1966, rebatendo os que queriam “fazer do futebol brasileiro uma miserável colônia do futebol inglês”. Quatro anos mais tarde, durante a campanha do tricampeonato, zombou dos que haviam apontado o fim da linha para o futebol brasileiro.
“O que é o ‘entendido’? Veremos se posso caracterizá-lo. É o cronista que esteve, em 66, na Inglaterra, e voltou com a seguinte descoberta: – o futebol europeu em geral e o inglês em particular eram muito melhores do que o nosso. Estávamos atrasados de quarenta anos para mais”, escreveu, antes de concluir: “O ‘entendido’ só não se torna abominável porque o ridículo o salva”.
AFP
As feridas do doloroso 8 de julho de 2014 levarão muito tempo para ser cicatrizadas
O conceito de ridículo não é algo com que tem lidado bem os brasileiros nos últimos dias. Os próximos anos mostrarão se de fato há um atraso em relação aos alemães proporcional à goleada no Mineirão. Enquanto isso, o povo que fez a Copa das Copas, encantando especialmente os campeões da Alemanha, lambe feridas que demorarão a cicatrizar.
“As grandes humilhações nacionais são temas permanentes e obsessivos. Assim como não esquecemos Canudos, nem esquecemos 50, assim continuamos atrelados à vergonha de 66”, afirmou Nelson, em pensamento que se aplica ao fracasso de 2014. “Daqui a duzentos anos, a derrota ainda será uma ferida a chorar sangue, e repito: – sangue vivo e perene.”
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Novo técnico do Brasil será um estrangeiro


Não é a primeira opção, não é a prioridade, mas a cúpula da CBF admite, agora, avaliar a ideia de contratar um técnico estrangeiro para dirigir a seleção brasileira. A mudança de postura se dá muito mais por pressão popular e da imprensa do que por convicção de quem toma as decisões na confederação.

Depois de ver a seleção brasileira tomar 10 gols em dois jogos e concluir de maneira humilhante a Copa do Mundo em casa, a CBF decidiu "dissolver" a comissão técnica de Luiz Felipe Scolari - o mesmo termo "dissolver" foi usado quanto a entidade anunciou a demissão de Mano Menezes, em novembro de 2012.
 
Na época, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero repeliram a ideia de chamar um treinador estrangeiro - houve quem pedisse a contratação de Pep Guardiola. Os cartolas argumentaram então que o Brasil ganhou seus cinco títulos com brasileiros no banco de reservas e que não havia nada que um gringo pudesse ensinar aos pentacampeões.
 
Além disso havia Felipão e Carlos Parreira disponíveis no mercado, e unir dois campeões do mundo foi uma solução prática para quem buscava nomes fortes nos quais pudessem se apoiar. Até o fim, Felipão e Parreira cumpriram esse papel. 
 
De terça-feira, quando tomou 7 a 1 da Alemanha, até domingo, dia da demissão, Felipão deu nada menos do que quatro entrevistas coletivas - deu as caras, respondeu a tudo o que lhe foi perguntado, explicou-se enfim. Marin e Del Nero não deram nenhuma.

Entre os brasileiros, o preferido é Tite, que ganhou tudo com o Corinthians entre 2011, 2012 e 2013, e que passou o último semestre sem trabalhar, apesar dos convites que recebeu. Alexandre Gallo, coordenador das categorias de base da CBF, pode assumir de forma interina - a CBF pensa nele para dirigir o time olímpico em 2016. 

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Bahia terá quer fazer 2 jogos com portões fechados

Péssima noticia para o Esporte Clube Bahia. O clube foi condenado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) a jogar duas partidas com portões fechados por conta da superlotação nas arquibancadas do estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana, em partida realizada no dia 29 de maio, contra o Santos, pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro. O público anunciado no confronto foi de 16.842 torcedores (16.089 pagantes). 

A punição não vale para o duelo desta quarta-feira, contra o São Paulo, marcado para a Arena Fonte Nova, e também não será aplicada a jogos válidos pela Copa do Brasil. Além de condenado a mandar duas partidas sem torcedores, o Bahia também precisará pagar multa de R$ 30 mil. Os jogos serão contra o Internacional e Goiás, nos dias 26 de julho e 9 de agosto.


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UFC: Chris Weidman quer lutar com Vitor Belfort

Pouco mais de uma semana após derrotar o ex-campeão meio pesado do UFC, Lyoto Machida, em duelo pelo cinturão dos médios, o campeão da divisão, Chris Weidman já tem em mente quem deseja encarar em sua próxima defesa de título, como revelou em entrevista ao 'MMA Hour'. "Quero lutar com Vitor Belfort. Ele é um cara que tem estado entre os melhores há algum tempo já. Ele é outra lenda. Passei a gostar de enfrentar lendas que entrei no esporte assistindo e admirando. É claro que ele tem o problema com o antidoping acontecendo. Espero que ele consiga resolver isso de alguma maneira, que consiga a licença, não sei como está isso. Mas este é o cara que eu gostaria de enfrentar", disse.

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Brasil recebeu um milhão de turistas na Copa

Um levantamento realizado pelo Ministério do Turismo revela que o país recebeu turistas de 203 nacionalidades durante o Mundial. A maioria (61%) ainda não conhecia o país e elogiou os serviços de infraestrutura e turismo. Os itens mais bem avaliados foram a hospitalidade e a gastronomia, com 98% e 93% de aprovação, respectivamente. Segundo informações divulgadas pelo governo federal durante o balanço da Copa do Mundo, nesta segunda-feira (15.07), um milhão de estrangeiros passaram pelo país durante o período da Copa.

A segurança pública brasileira foi avaliada positivamente por 92% deles. Os táxis, informações turísticas e transporte públicos foram aprovados por nove em cada 10 visitantes internacionais e os aeroportos por oito em cada dez. “O Brasil se mostrou preparado para sediar um evento desse porte. Agora temos o desafio de transformar o interesse do estrangeiro em negócios para o país e benefícios para a população, com a geração de emprego e renda”, afirma o ministro do Turismo, Vinicius Lages.


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Confirmado: Arena Fonte Nova foi a melhor da Copa

Pelo segundo ano consecutivo, Copa das Confederações FIFA 2013 (FCC) e Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 (FWC), os torcedores que compareceram às 12 Arenas do mundial de 2014, elegeram a Arena Fonte Nova com a nota média 9.7, como a melhor operação e o melhor estádio da Copa do Mundo do Brasil. Aspectos como mobilidade, segurança, alimentação, voluntariado, telefonia e limpeza foram destacados na pesquisa realizada pelo site UOL.

O Secretário Estadual da Copa, Ney Campello, destacou a satisfação pela colocação. “Quanto orgulho e consciência do dever cumprido nos ocupa nesse momento para dizer que quem verdadeiramente ganhou a Copa foi o POVO BRASILEIRO.

Nossa paixão pelo futebol, a nossa inigualável hospitalidade, a nossa contagiante alegria derrotaram o medo e o pessimismo, a mentira e o embuste, o complexo de inferioridade e a manipulação da grande mídia”, comentou.

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'“As cobras se recolheram durante a Copa” diz Aldo

O ministro do Esporte, Aldo Rabelo, tem o direito de dizer o que desejar depois do sucesso que foi a Copa do Mundo no Brasil. Na coletiva para balanço do Mundial, Aldo Rebelo usou e abusou da ironia e do deboche, para rebater aqueles que fizeram autêntico terrorismo, querendo minar a Copa no Brasil, alguns afirmando que turistas voltariam aos locais de origem carregando a dengue. Outros afirmando que: “a Copa do mundo vai revelar ao mundo a nossa incompetência”, e que a maior competição do futebol teria uma sede “dentro do mato”, em uma alusão depreciativa ao Estado de Manaus. Esse pessoal, todos eles, indistintamente, quebraram a cara e o ministro brincou:

- As cobras se recolheram durante a Copa e ninguém foi mordido. Não teve nenhum cachorro louco mordendo turista - brincou Rebelo, que ainda acrescentou:

- Sempre dizia que nós tínhamos feito coisas importantes e seríamos capazes de realizar a Copa. Acho que conseguimos fazer. Quero agradecer mais uma vez a paciência e dizer aos estrangeiros que nos deixaram que voltem um dia. Aos brasileiros, que quem sabe, sem perder espírito crítico, tenham pouco mais de confiança na nossa capacidade.

O ministro ainda creditou à imprensa certo pessimismo exagerado durante os preparativos para o evento.

- Compreendo o espírito crítico da imprensa. Não contesto essa função da imprensa. Houve, no caso da Copa, um estado de espírito de pessimismo, de descrença e desconfiança. Mas o Brasil superou. Era fácil perceber porque tínhamos passado pela Copa das Confederações. Poderíamos imaginar que, por esse parâmetro, realizaríamos uma Copa do Mundo à altura do que o mundo e nós próprios esperávamos. Nunca fiz crítica aos parceiros no esforço de realizar a Copa - completou

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WALDEMIR VIDAL SANTOS DRT-BA 4.260 - ABCD-BA 544

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Vitória vence na ida e coloca o Jequié na rota da Copa do Brasil - FE - 03/06/2026