Planejando 2018 diretoria da ADJ diz que o viés do clube não é político partidário

Conselheiros e dirigentes da ADJ, Adilson Miranda, Jacó Almeida, Jorge Amado e Juarez Sampaio
A empolgação dos torcedores jequieense com a conquista do título de campeão da Série B do Campeonato Baiano 2017 e o passaporte para a Série A no próximo ano, divide desde as horas que antecederam a partida final (Jequié 3×1 PFC Cajazeiras), disputada no domingo, 9, no Waldomirão, com as postagens nas redes sociais e comentários em emissoras de rádio locais, direcionando para as questões de caráter político-partidário. O foco básico de toda a celeuma é nominar qual político “vestiu a camisa do time” desde o início da temporada e, “qual o que subiu no ônibus em movimento”. Nesse particular também se apresentam os que defendem a permanência do atual grupo de dirigentes da equipe e os adeptos a uma mudança a partir do surgimento de novos nomes.
No programa Jequié Urgente (93 FM) desta quinta-feira, 13, entrevistamos o presidente da Associação Desportiva Jequié-ADJ Juarez Sampaio “Bolinha”, o diretor de futebol da equipe Jacó Almeida, o presidente do Conselho Deliberativo, Adilson Miranda e o ex-presidente e conselheiro Jorge Amado. Todos foram prudentes em não direcionar suas opiniões para o tema político partidário, a partir da afirmação de que o foco agora é concluir as finanças e discutir o planejamento para 2018. O presidente Bolinha, que encerra o mandato em dezembro deste ano, declinou de candidatar-se à reeleição e, falou sobre a hipótese de antecipar as eleições para agosto, “afim de dar mais tempo ao novo presidente de se preparar para a Série A que terá inicio em janeiro”, explicou. Estabelece o estatuto da ADJ que elegem a diretoria, os conselheiros. O engajamento no projeto da ADJ pelo prefeito Sérgio da Gameleira e pelo deputado Leur Lomanto Júnior, foi reconhecido pelos quatro dirigentes. Com relação ao pastor Márcio Cerqueira, que participou na condição de empresário de futebol da destinação de parte dos jogadores que formaram o elenco, os dirigentes afirmaram que o seu contrato para a campanha 2017 está encerrado e, que a renovação desse contrato para 2018, dependerá dos interesses do próprio contratado, em comum acordo com a diretoria. Foi informado também, que já está marcada uma reunião com o prefeito e sua assessoria para discutir o projeto de melhorias do estádio municipal, para se adequar às exigências para a disputa dos jogos da Série A. Os dirigentes da ADJ foram unânimes em se queixar de críticas consideradas infundadas, informações inverídicas e xingamentos postados nas redes sociais por algumas pessoas, “com o propósito de desestabilizar a nossa diretoria”, afirmam.

No quadro acima pode-se observar que das cinco equipes que participaram da Série B do Campeonato da Federação Bahiana de Futebol-FBF, em 2017 – PFC Cajazeiras, Atlético de Alagoinhas, Colo Colo e Teixeira de Freitas, apenas o Jequié, campeão do certame não amargou prejuízo garantindo o maior público geral da competição com 11.760 torcedores e a maior arrecadação líquida de R$ 192.315,09, favorecido pela renda do jogo da decisão (bruto de R$ 90.300), com R$ 67.723,99, líquido para o clube.
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