Psicóloga é presa após confessar que matou homem que a estuprou
Norma Patricia Esparza, de 40 anos, assumiu a culpa por matar a facadas seu estuprador
Uma professora de psicologia assumiu a culpa pela morte de um homem que a estuprou há quase 20 anos nos Estados Unidos. Norma Patricia Esparza, de 40 anos, declarou a culpa após um acordo com a Justiça, que reduziria sua pena para seis anos de prisão e a faria testemunhar no julgamento de dois outros suspeitos na morte de Gonzalo Ramirez, de 24 anos.
Norma havia conhecido Gonzalo em 1995 em um bar da Califórnia. Ela afirma que ele a estuprou e, por conta disso, foi morto a facadas por ela. Mais três pessoas foram condenadas pelo assassinato: o então namorado de Norma, Gianni Van, e mais dois amigos.
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Foto: Reprodução/CBS
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Os acusados seguiram Gonzalo em uma van e o sequestraram. O homem foi espancado e esfaqueado até a morte.
Em julgamento, Norma havia afirmado que contou ao ex-namorado sobre o estupro por confiar nele e que nunca quis que Gonzalo fosse morto. Ela disse, ainda, que foi coagida por Gianni para identificar o estuprador.
Norma era professora de psicologia na França e foi presa em outubro de 2012, quando viajou aos Estados Unidos. Ela passou dois meses na prisão antes de pagar uma fiança de US$300 mil. A professora foi presa novamente no ano passado por rejeitar diversos acordos com a Justiça.

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