segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Charles se coloca na briga pelo cargo: "tenho amor, identidade"

Após empate Charles enalteceu a boa receptividade do grupo e se colocou à disposição para seguir no comando
Angelo Paz (angelo.paz@redebahia.com.br)
Atualizado em 04/08/2014 07:38:30
  
Gilson Kleina é favorito, Márcio Araújo perdeu força.  Muitas informações de bastidores e nada de oficial. Essa é a situação da busca pelo novo treinador tricolor. Enquanto isso, Charles assumiu a panela de pressão na segunda e ontem, seis dias depois, conseguiu escalar um time equilibrado no empate de 1x1 com o Palmeiras, no Pacaembu.  
Após o resultado, Charles enalteceu a boa receptividade do grupo e se colocou à disposição para seguir no comando. “Sou funcionário do clube, . Até quando acharem que tenho que ficar, vou defender de todas as formas esse clube. Estou aqui pra ajudar, fazer do bom e do melhor. Não estou preocupado se vai chegar hoje, amanhã... Vou trabalhar”, comentou o treinador interino, campeão brasileiro em 1988 como jogador. “O grupo me aceitou muito bem. Essa questão de treinador fica a cargo da diretoria”.
Consciente das limitações da equipe, Charles admitiu a deficiência na criação das jogadas. “Faltou um pouquinho de transição de meio e ataque. Nos postamos bem. Os volantes cumpriram bem a função. Os três homens de frente também. Em alguns momentos Marcos (Aurélio) ainda não tinha essa condição física, mas tinha que aguentar ele. Se tivesse que sair um vencedor, seria o Bahia”, destacou, após ter mantido o estilo de jogo até o final da partida.
MotivaçãoClaro no discurso, Charles revelou uma conversa que teve com os jogadores na semana. “Disse a eles: ‘Não existe isso de estar desmotivado, independente  da situação do clube’. Eles entenderam”, acredita.

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