sábado, 22 de setembro de 2012

Coluna do Professor Sérgio Nogueira



Palavras como ‘polen’, ‘item’ e ‘hifen’ não recebem acento

qua, 19/09/12

por Sérgio Nogueira |
categoria CuriosidadesDicasGramática


Deu no jornal: “Por causa destes cinco ítens, que causaram a reprovação…”
Observação de um leitor: “Desconheço as regras que permitam acentuar a palavra ítens.”
Eu também.
As palavras paroxítonas terminadas em “em” ou “ens” não recebem acento gráfico: jovem, jovens; ordem, ordens; nuvem, nuvens; homem, homens; modem, modens; item, itens; polens, abdomens, liquens, hifens…

O PLURAL DE BRASIL É BRASIS?
É isso mesmo.
As palavras terminadas em “il” fazem plural segundo a posição da sílaba tônica:
a)    Palavras oxítonas = a terminação “il” vira “is”: funil – funis; barril – barris; Brasil – Brasis;
b)    Palavras paroxítonas = a terminação “il” vira “eis”: projétil – projéteis; estêncil – estênceis; fóssil – fósseis.
MAGÉRRIMO ou MACÉRRIMO?
Internauta quer saber se a forma “magérrimo” já é aceitável.
O Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras, registra duas formas: magérrimo e macérrimo.
O dicionário Aurélio registra, mas classifica “magérrimo” como um superlativo anormal.
O dicionário Michaelis também registra. Classifica “magérrimo” como anormal e diz que o certo é macérrimo.
Não é uma questão de certo ou errado. As duas formas são aceitáveis.
A forma “magérrimo” é característica da linguagem coloquial brasileira. Sem dúvida, é a variante mais usada.
Em textos formais, que exijam o padrão culto, o melhor é usar macérrimo.
FEMURAL ou FEMORAL?
Comentário de um leitor: “Na reportagem sobre a internação de um artista, o texto explicativo e o desenho ilustrativo do procedimento médico de cateterismo para a cinecoronariografia indicam a artéria “femural”, quando o correto é FEMORAL”
O nosso leitor está certíssimo. Embora o osso da coxa seja o FÊMUR com “u”, o adjetivo a ele relacionado deve ser escrito com “o”, ou seja, o certo é FEMORAL.
ATEMPORAL ou INTEMPORAL?
Internauta quer saber se a palavra ATEMPORAL está errada, pois, segundo ele, não encontrou em nenhum dicionário pesquisado.
Até bem pouco tempo, ensinava aos meus alunos que, embora a forma ATEMPORAL fosse de uso corrente, o certo era usar o adjetivo INTEMPORAL. Mas a língua é viva…
O novo dicionário Aurélio e o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, publicado pela Academia Brasileira de Letras, já registram a palavra ATEMPORAL.
Assim sendo, não se considera “erro” o uso do adjetivo ATEMPORAL. Temos oficialmente as duas opções: INTEMPORAL ou ATEMPORAL. Você decide.
IR A ou IR PARA?
Leitor quer saber qual é a distinção entre “eu vou a São Paulo” e “eu vou para São Paulo”.
As duas formas são corretas. A regência do verbo IR aceita tanto a preposição “a” quanto a preposição “para”. A diferença é semântica, ou seja, há uma pequena alteração no sentido da frase.
O uso da preposição “a”, nesse caso, dá uma ideia de “transitoriedade”, de algo “passageiro”; a preposição “para” dá uma ideia de “permanência”, de algo “definitivo”.
Se você viajar a São Paulo, eu imagino uma viagem a serviço, que você vai e volta no mesmo dia, que se trata de uma viagem rápida.
Caso você viaje para São Paulo, eu posso imaginar que você foi transferido e vai ficar morando em São Paulo ou que se trata de uma viagem longa, sem data para voltar.
É interessante observar que, na linguagem popular, quando alguém é demitido ou um jogador é expulso de campo, dizemos que ele “foi pra rua” ou “foi pra fora”. É a ideia de “coisa definitiva”, e não transitória.
Assim sendo, no seu trabalho, uma “saidinha” é “ir à rua”. Quem “vai pra rua” geralmente não volta. É como a garotada que vai “pra noite” ou “pra praia”. É quem não tem hora para voltar.
É a velha dúvida de quem não sabe se manda alguém “a” ou “para” algum lugar.


Saiba quando usar e quando evitar as palavras estrangeiras

qua, 12/09/12

por Sérgio Nogueira |
categoria CuriosidadesDicasGramática


Na nossa campanha contra os modismos, chegou a hora de analisarmos o uso excessivo dos estrangeirismos.
Por muito tempo, em nossas escolas, os professores ensinavam como “erro” o uso de galicismos (palavras de origem francesa). Era proibido falar ou escrever abajur, chofer, detalhe… Éramos obrigados a substituir por quebra-luz, motorista e pormenor. E o tempo provou que estávamos enganados. Hoje, todos nós usamos – sem culpa ou pecado – abajur, chofer e detalhe. Temos até um belíssimo réveillon, na sua forma original.
Agora o inimigo são os anglicismos. Palavras e expressões inglesas infestam e poluem a nossa fala. Temos um festival de beach soccerplay offdeliveryshoppingbrainstormingsoftware,marketing e tantos outros.
A presença de termos estrangeiros no uso diário de uma língua não é crime nem sinal de fraqueza. Ao contrário, é sinal de vitalidade. Só as línguas vivas têm essa capacidade de enriquecimento. A forte presença do inglês na língua portuguesa é reflexo da globalização, do imperialismo econômico, do desenvolvimento tecnológico americano etc. Poderíamos citar muitas outras causas, mas há uma em especial que merece destaque: a paixão do brasileiro em geral pelas “coisas estrangeiras”. Nós adoramos a grife, o carro importado, a palavra estrangeira. Tudo dá status.
É, portanto, um problema muito mais cultural do que simplesmente linguístico.
Valorizar a língua portuguesa, sim; fechar as portas, não.
Há no congresso um projeto de valorização da língua portuguesa. Valorizar nosso idioma é louvável, mas é um absurdo criar uma lei que possa vir a punir o seu João da esquina porque escreveu hot dog em vez de cachorro-quente.
Se aprovada, será mais um péssimo exemplo de lei a não ser cumprida neste país. Quem vai fiscalizar?
Não precisamos de lei para proteger a nossa língua. Necessitamos, sim, é de recursos para melhorar o nosso ensino, investir na educação, talvez criar um Instituto Machado de Assis, semelhante ao Instituto Camões, de Portugal, e ao Instituto Cervantes, da Espanha.
E aí você me pergunta: e a Barra da Tijuca? Eu respondo: qualquer semelhança com Miami não é mera coincidência.
E é contra isso, contra os exageros, contra os modismos, que devemos lutar. A nossa crítica deve concentrar-se no ridículo, no “desnecessário”. Para que sale”, se sempre vendemos? Por questartar”, se podemos começar, iniciar, principiar? Se podemos entregar em domicílio, para que serve o ridículo delivery”?
O modismo a ser criticado é esta lista imensa de palavras e expressões inglesas para as quais a nossa língua já está bem provida: beach soccer (futebol de areia), paper (documento), printar (imprimir)…
O aportuguesamento de termos estrangeiros também é uma boa saída. É só lembrar o futebol, o blecaute, o estresse, o balé, o filé, o chope, o espaguete…
E o que fazer com o dumping? Não conseguimos aportuguesar e não há em português uma palavra para traduzi-la: “é quando uma empresa faz preços abaixo do mercado para quebrar o concorrente”. É demais. Nestas horas, o termo estrangeiro é bem-vindo, pois enriquece a língua. E há outros bons exemplos: rankingshowmarketingimpeachment. São palavras devidamente incorporadas à nossa língua cotidiana.
Portanto, nada de radicalismos. É importante valorizar a língua portuguesa, mas nada de purismo e xenofobia.

TRIBUTO, TAXA e IMPOSTO
O internauta diz: “Na sua coluna você informa que taxa é ‘tributo, imposto; ou razão de juro’. No art.5, o Código Tributário Nacional distingue: ‘Os tributos são impostos, taxas, e contribuições de melhoria’. Vale dizer: tributo é gênero; impostos, taxas e contribuições de melhoria são espécies. Ou seja, taxa é tributo; mas não é imposto, que é outra modalidade de tributo.”
A definição da palavra taxa publicada nesta coluna é aquela que a maioria dos nossos dicionários apresenta.
Os meus amigos advogados já haviam me ensinado a diferença.
Usando uma linguagem mais simples para que todos nós, leigos, possamos entender:
  1. TAXA – Tipo de tributo para o qual há uma contrapartida, a prestação de um serviço por exemplo. Nós pagamos a taxa do lixo para que a prefeitura retire o lixo; pagamos a taxa de iluminação pública para que haja iluminação nas vias públicas…
  2. IMPOSTO – Tipo de tributo para o qual não há uma contrapartida específica. Nós pagamos Imposto de Renda porque temos renda; pagamos IPTU, porque temos uma casa, um apartamento, um terreno; pagamos IPVA, porque temos um automóvel, um barco, um avião…
  3.  TRIBUTO – É um termo genérico. Engloba taxas, impostos e contribuições.  É tudo aquilo que pagamos para viver na “tribo”, ou seja, em sociedade. Daí o tribuno para nos representar e o tribunal para julgar os que vivem na tribo.

Qual é o plural de SEM-TERRA?
Pergunta de vários leitores: “Muitos usam a palavra “sem-terras” no singular, outros no plural. Qual é o certo?”
As palavras compostas com a preposição SEM, tipo sem-terra e sem-teto são invariáveis. Devemos dizer “os sem-terra” e “os sem-teto”.
Não seguem, portanto, a regra que manda flexionar o segundo elemento (=substantivo) quando o primeiro for invariável (=preposição): contra-ataques, vice-campeões.


Aonde ou onde? Entenda as diferenças e veja dicas para não errar

qua, 05/09/12

por Sérgio Nogueira |
categoria DicasGramática


“Esta é a rua ONDE ou AONDE fica o nosso depósito”?
O mais adequado é: “Esta é a rua ONDE fica o nosso depósito.” ONDE significa “no lugar” (=o depósito fica NA RUA).
AONDE significa “ao lugar”. Só pode ser usado com verbos cuja regência pede a preposição a”(IR, CHEGAR, DIRIGIR-SE, LEVAR…): “Esta é a praia AONDE fomos no sábado passado” (=fomos À PRAIA).
Observe a diferença: “Esta é a cidade ONDE ela nasceu” (=ela nasceu NA CIDADE); “Este é o bairro ONDE ele mora” (=ele mora NO BAIRRO); “Esta é a sala ONDE estamos” (=estamos NA SALA); “Esta é a cidade AONDE gosto de ir nas férias” (=gosto de ir À CIDADE); “Este é o estádio AONDE fui ontem” (=fui AO ESTÁDIO); “Este é o lugar AONDE ele quer chegar” (=ele quer chegar AO LUGAR).

CÂMARA OU CÂMERA
Carta do internauta: “A língua portuguesa vive me surpreendendo. Eu sempre acreditei que CÂMARA e CÂMERA tinham significados diferentes. Após o jornal O Globo ter informado que serão instaladas câmaras de vídeo no Túnel Rebouças, recorri ao Aurélio para confirmar o equívoco. Mas lá consta o seguinte: CÂMERA variante de CÂMARA.”  
Meu caro internauta, você fez muito bem em recorrer ao Aurélio. É pesquisando que muitas vezes destruímos certas “verdades” que um dia aprendemos como sendo o “certo”.
Só discordo da sua primeira afirmativa. Neste caso, não é a língua portuguesa que nos causa a surpresa. A verdade é que a palavra CÂMERA sempre foi uma variante de CÂMARA. Não são apenas o novíssimo Aurélio e o dicionário Michaelis  que fazem tal afirmação. Na edição do grande Caldas Aulete, de 1970, já estava registrado CÂMERA como variante de CÂMARA.
Isso significa, portanto, independentemente do que aprendemos um dia no nosso passado próximo ou distante, que podemos dizer “câmera de vídeo e câmera fotográfica” ou, se preferirmos, “câmara de vídeo e câmara fotográfica”.
É como costumo dizer: nem sempre é uma questão de certo ou errado, muitas vezes é uma questão de preferência, é uma questão de estilo.

Curiosidade
Você sabia que DEPREDAR nada tem a ver com PEDRA. Não existe “depedração”, mas sim DEPREDAÇÃO.
DEPREDAR significa “destruir, devastar, saquear”. Para depredar não é necessário usar pedras.


O internauta quer saber
Por que a palavra TÁXI tem acento?
TÁXI é uma palavra paroxítona terminada em “i”. Todas as palavras paroxítonas terminadas em “i” ou “is” devem receber acento gráfico: táxi, táxis, júri, lápis, tênis…

A frase “As escolas melhores colocadas na pesquisa recebem prêmios” está correta?
Está errada. São as escolas MELHOR ou MAIS BEM colocadas. Advérbio é invariável. A palavramelhor só tem plural quando é adjetivo: “as melhores escolas…”
Melhore o seu vocabulário
“Parar, suster, aguentar” é …
(a)  pairar;
(b) abranger;
(c) angariar.

Resposta: letra (a). Quando ouvimos que “uma dúvida ainda pairava no ar”, significa que ainda “existia uma dúvida”, é como se uma dúvida ainda “voava, aguentava no ar”. ABRANGER é “conter em si, incluir” e ENGARIAR é “obter, pedindo a um e a outro; alcançar, granjear, recrutar”.

Teste da semana
Que opção completa corretamente as lacunas da frase “Os motivos __________ ele não veio foram ______ explicados”?
(a)  porque / mal;
(b)  por que / mal;
(c) porque / mau;
(d) por que / mau;
(e) por quê / mal.

Resposta do teste: letra (b). A palavra PORQUE deve ser escrita separadamente sempre que pudermos substituí-la por POR QUAL, PELO QUAL, PELA QUAL… Como são os motivos PELOS QUAIS ele não veio, devemos escrever “Os motivos POR QUE ele não veio”. E se os motivos não foram BEM explicados, é porque foram MAL explicados. MAL se opõe a BEM. MAU é o adjetivo que se opõe a BOM.

COLUNA DO PROFESSOR SÉRGIO NOGUEIRA

O ‘certo’ e o ‘errado’ andam lado a lado na língua portuguesa

por Sérgio Nogueira |

categoria CuriosidadesDicasGramática


Carta de um leitor indignado: “Não entendo por que o senhor não responde às minhas dúvidas. O que eu quero saber é se está certo ou errado.”
Carta de um leitor interessado: “Gostaria de entender melhor o conceito de adequação. Muitos professores já me disseram que a história do certo e do errado está ultrapassada, mas eu não entendi direito.”
Carta de um leitor irado: “Professor, se o senhor não sabe dizer se está certo ou errado, diga logo. Não fique enrolando. Vá estudar mais.”
Como todos podem constatar, escrever em um portal como o G1 não é fácil. A exposição aos diferentes tipos de leitores provoca as mais variadas reações. É muito difícil agradar a todos. Todos nós, falantes da língua portuguesa, trazemos uma opinião formada sobre o assunto. A verdade é que todos nós, gostando ou não gostando, passamos anos e anos na escola, e, bem ou mal, usamos diariamente a língua portuguesa. Por tudo isso, temos a tendência a nos rebelar sempre que vemos ou ouvimos alguma coisa que vá contra o que um dia aprendemos como certo.
É importante lembrarmos que a normatização da linguagem corresponde, em geral, ao jogo do certo ou errado. Assim sendo, a norma é a regra daquilo que pode ou não ser usado na língua oral ou escrita. O perigo é transformar o conhecimento destas regras num mecanismo para discriminar os que não as dominam.
A norma é a marca do chamado padrão culto da língua, que é apenas uma das variantes linguísticas. O professor André Valente, em A linguagem nossa de cada dia, afirma: “Não há, em essência, variante linguística que seja superior a outras. Existe, sim, a que tem mais força e prestígio, a variante dos detentores do poder: da elite (econômica, política ou intelectual).”
Quanto aos gramáticos, é sempre bom lembrar que não há uniformidade de pensamento. Eles próprios não estão de acordo sobre o que significa correção na língua falada ou escrita. Há dois extremos perigosos: o conservador, que toma como padrão os textos considerados clássicos da nossa literatura, e o anárquico, que aceita tudo, que considera a língua um organismo que se desenvolve com total liberdade, abandonando completamente o conceito do certo ou do errado.
Entre o conservador e o anárquico, está o moderado. Eu, por exemplo. E como é difícil ser moderado!
Ser moderado é respeitar a tradição gramatical, quando há consenso entre os estudiosos, e estar com a mente aberta para as novidades, para os novos conceitos. Se a língua é viva, ela evolui, ela se transforma. Radicalizar é perigoso. E é impossível “engessar” qualquer língua.
Sou defensor do conceito da “aceitabilidade”, mas tenho total consciência de que é muito difícil estabelecer o que é obrigatório, o que é facultativo, o que é inapropriado, o que é grosseiro, o que é inadmissível…
Vamos ver um exemplo. Na minha opinião, o uso da expressão “a gente”, em vez do pronome “nós” é aceitável em qualquer texto coloquial. Na sentença de um juiz, em que a sociedade exige uma linguagem formal, a chamada linguagem “culta ou padrão”, o uso de “a gente” seria inapropriado, inadequado. Tão inadequado quanto eu dizer “ela esteve aqui conosco” num bate-papo informal na beira da praia. Como já disse outras vezes, “conosco” na beira da praia mais parece nome de biscoito: “Dá um conosquinho aí”.
Sei muito bem que o assunto é polêmico e que não se esgota com facilidade.

SÔGROS ou SÓGROS?
Carta de leitor: “Na sua coluna foi dito que certas palavras sofrem metafonia quando vão para o plural, tendo-se dado exemplos fogoporco e sogro. Ora, segundo os gramáticos, o plural de sogro NÃO sofre metafonia. É uma exceção.”
Meu caro leitor tem alguma razão. Segundo a gramática do professor Evanildo Bechara e a do professor Rocha Lima, a palavra sogro não sofre metafonia no plural, ou seja, a vogal “o” mantém o som fechado (=“sôgros”).
Agora, veja o que dizem os professores Celso Cunha e Lindley Cintra na Nova Gramática do Português Contemporâneo: “Por vezes diverge, na formação desses plurais, a norma culta de Portugal e a do Brasil. É o caso, por exemplo, dos substantivos almoçobolso e sogro, que, no plural, apresentam a vogal aberta em Portugal e fechada no Brasil.”
É como eu vivo repetindo: não é uma questão de certo ou errado, e sim de adequação. Na fala lusitana, a vogal é aberta (=”sógros”); no Brasil, falamos “sôgros”. Devemos é respeitar as variantes linguísticas.

O DESAFIO
Qual é a forma correta?

1º) alejado ou aleijado?
2º) bandeja ou bandeija?
3º) colisão ou colizão?
4º) coalisão ou coalizão?


Respostas: aleijado, bandeja, colisão e coalizão

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