Presidente do Vitória explica fatia do clube em provável venda de Alisson Santos; veja valores

 


Por Hugo Araújo

Presidente do Vitória explica fatia do clube em provável venda de Alisson Santos; veja valores
Foto: Pietro Carpi/EC Vitória

Revelado pelo Vitória e atualmente no Napoli, da Itália, o ponta Alisson Santos pode voltar a gerar receita para os cofres do clube. Segundo o jornalista Fabrizio Romano, especializado no mercado de transferências, o time italiano deve exercer a opção de compra do jogador por 15,5 milhões de euros (R$ 83,7 milhões), valor que renderia 13% ao Rubro-Negro, cerca de R$ 10,9 milhões.

 

Hoje com 23 anos, Alisson está emprestado ao Napoli pelo Sporting, de Portugal, que adquiriu o atleta junto ao Vitória em abril do ano passado por cerca de 2,1 milhões de euros, aproximadamente R$ 13 milhões à época. Na negociação, o clube baiano manteve 10% dos direitos econômicos do jogador, que assinou contrato com os portugueses até 2030.

 

Além dessa fatia, o Vitória também tem direito a 3% como clube formador. A soma dos percentuais foi detalhada pelo presidente Fábio Mota, em entrevista ao Bahia Notícias, nesta segunda-feira (7).

 

"Vendemos para o Sporting e ficamos com 10%. Com mais 3% do clube formador, viram 13%. Não temos ainda a confirmação da venda, mas, pelas notícias, ele deve ser negociado por 15,5 milhões de euros. Em resumo, nessa segunda venda o Vitória tem direito a 13% desse valor, mas até agora não recebemos nada. Estamos falando com base nas informações recentes", explicou o dirigente.

 

 

Formado nas divisões de base do Vitória desde o sub-17, Alisson estreou como profissional em 2021, quando fez 13 partidas. Nas temporadas seguintes, entre 2022 e 2023, entrou em campo mais 31 vezes, antes de ser emprestado ao Náutico e depois ao Figueirense. Em 44 jogos, foram dois gols com a camisa rubro-negra. 

 

Em 2024, o jogador foi emprestado para o União Leiria, da segunda divisão portuguesa, etapa que antecedeu sua venda ao Sporting. Já em fevereiro deste ano, foi emprestado ao Napoli, onde soma dois gols em oito partidas até aqui.

 

Alisson Santos, em 2022, no treino do Vitória | Foto: Pietro Carpi/EC Vitória 

 

Após o empate por 1 a 1 com a Chapecoense no último domingo (5), o Vitória volta a campo nesta quarta-feira (8), às 19h, contra a Juazeirense, no Barradão, pela terceira rodada da Copa do Nordeste. 

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CBF quer usar liga para abolir discurso de 'roubo' no Brasileirão

 


Por Igor Siqueira e Rodrigo Mattos | Folhapress

CBF quer usar liga para abolir discurso de 'roubo' no Brasileirão
Foto: Lucas Figueiredo / CBF

"O árbitro veio aqui e nos roubou dentro da nossa própria casa". A CBF quer abolir esse tipo de discurso usado pelo zagueiro David Duarte, do Bahia, para contestar o resultado do jogo contra o Palmeiras.
 

E um meio para isso é o debate a respeito da liga única e dos pontos relativos ao produto que podem ser aprimorados por toda a cadeia do futebol brasileiro.
 

Não que a arbitragem seja perfeita. Mas a entidade apontou aos clubes na reunião desta segunda-feira (06) que a percepção de valor para o campeonato precisa vir com participação deles. E as palavras, para a CBF, têm poder.
 

A entidade já percebeu em pesquisas que há uma parcela dos torcedores deixando de assistir aos jogos porque perdeu a confiança na arbitragem.
 

Para a CBF, há muitas falas que associam erro a uma suposta má intenção dos árbitros. Consequentemente, isso gera a percepção do público sobre falta de qualidade e confiabilidade.
 

No universo ideal defendido pela CBF junto aos clubes, as críticas muito acima do tom devem, inclusive, render punições que viriam de um tribunal administrativo — não necessariamente do STJD.
 

Essa crítica/preocupação no contexto da liga faz parte do item que aborda a análise do tempo de bola em jogo no Brasileirão e a necessidade de ter um espetáculo mais fluído.
 

Na comparação com Inglaterra, Espanha e Alemanha — as top 3 ligas do mundo —, o Brasil é quem registra o maior número de cartões amarelos e vermelhos, mais faltas por jogo e a duração mais longa de intervenção do VAR. Ao fim das contas, a menor aprovação da arbitragem pelos torcedores.
 

A CBF fez questão de ressaltar que "o jogo também é responsabilidade dos clubes. E não só da arbitragem".
 

Por isso, apontou que as simulações e o antijogo são decisões dos atletas. Alertou também que pressão institucional influencia o comportamento em campo e que a cultura da reclamação afeta decisões e tempo de jogo.
 

Há ainda críticas ao comportamento das comissões técnicas no banco de reservas. Nesta semana, o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, será julgado duas vezes em um mesmo dia no STJD por expulsões no início de Brasileirão.
 

"Com o Palmeiras é sempre assim. Todas as vezes que o Palmeiras vence, é 'escândalo', arbitragem. Eu, presidente, não reclamo de arbitragem. A presidente não reclamou do resultado da final da Libertadores. Nunca terceirizo responsabilidade. 'Nossa, Leila, você falando de dirigentes que reclamam da arbitragem. E o seu treinador?' Ele é punido, tem cartão para ele, pode ser julgado. E os dirigentes e treinadores que reclamam e não acontece nada? Isso é injusto. Eu queria que tivesse punição também para dirigentes e jogadores que desrespeitassem arbitragem em entrevistas", disse Leila Pereira, presidente do Palmeiras, depois da reunião entre clubes e CBF.

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Torcedor de 87 anos morre após passar mal em jogo entre Eintracht Frankfurt x Köln pela Bundesliga

 


Por Redação

Torcedor de 87 anos morre após passar mal em jogo entre Eintracht Frankfurt x Köln pela Bundesliga
Foto: Divulgação / Eintracht Frankfurt

Um torcedor de 87 anos morreu após passar mal durante a partida entre Eintracht Frankfurt e 1. FC Köln, pela Bundesliga, disputada no último domingo (5). A informação foi confirmada pelo clube alemão na manhã desta terça-feira (7).

 

 

O homem sofreu um mal súbito no segundo tempo do jogo, que terminou empatado em 2 a 2. Ele estava localizado na parte inferior das arquibancadas quando precisou de atendimento imediato.

 

Equipes médicas iniciaram procedimentos de reanimação ainda dentro do estádio. Para facilitar a atuação dos socorristas, torcedores próximos deixaram seus lugares, abrindo espaço para o atendimento.

A situação gerou comoção geral. Diante da gravidade do caso, as torcidas de ambas as equipes cessaram qualquer tipo de manifestação, mantendo silêncio até que o torcedor fosse retirado do local.

 

Segundo o Eintracht Frankfurt, o idoso chegou a ser reanimado ainda no estádio, mas não resistiu após ser encaminhado a uma unidade hospitalar.

 

"O Eintracht Frankfurt lamenta informar que o torcedor que precisou de atendimento médico de emergência durante o segundo tempo da partida contra o 1. FC Köln, no domingo de Páscoa, faleceu no hospital", disse o clube.

 

"Quando uma pessoa é tirada do nosso convívio diante dos nossos olhos, é quase impossível expressar em palavras. A família Eintracht está profundamente entristecida. Nossos pensamentos e condolências estão com a família e os amigos afetados", acrescentou.

 

Na mesma nota, o clube também destacou e agradeceu o trabalho das equipes de emergência e a postura solidária dos torcedores presentes durante o ocorrido.

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Ex-Bahia, Vitor Jacaré é afastado do Londrina por decisão institucional

 


Por Redação

Ex-Bahia, Vitor Jacaré é afastado do Londrina por decisão institucional
Foto: Instagram / @jacare_10

O atacante Vitor Jacaré, ex-Bahia, foi afastado do elenco do Londrina. O jogador não faz mais parte dos planos do clube para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro. A informação foi confirmada pelo técnico Allan Aal, após o duelo contra o Sport, no último sábado (4), no Estádio Vitorino Gonçalves Dias (VGD).

 

"A questão do Vitor [Jacaré] é institucional, é de dentro do clube. A decisão foi tomada e, como treinador, eu tenho que acatar. A partir do momento em que o clube não conta com o jogador, eu não tenho como contar com ele", explicou Allan.

 

Jacaré já não vinha sendo relacionado para as partidas da Série B. Segundo informações do repórter Rafael Ribeiro, da Clube FM Londrina, a postura do atacante no dia a dia não condizia com as diretrizes do clube. Além disso, o atleta estaria abaixo do nível físico ideal e apresentando falta de comprometimento nos treinamentos em comparação ao restante do elenco.

 

Aos 26 anos, Vitor Jacaré soma apenas oito partidas oficiais com a camisa do Tubarão, tendo sido titular em apenas uma oportunidade. Durante sua passagem, não marcou gols nem distribuiu assistências.

 

Vale lembrar que a SAF do Londrina pertence a Guilherme Bellintani, ex-presidente do Bahia. Bellintani geria o Tricolor de Aço justamente no período em que Jacaré atuou em Salvador.

 

Pelo Bahia, o atacante foi peça importante no acesso à Série A em 2022, com seis gols em 40 jogos. Em 2023, repetiu o número de partidas e gols, somando quatro assistências antes de deixar o clube.

 

Antes de desembarcar no Paraná, Jacaré teve uma passagem pelo América-MG, onde disputou 25 jogos, marcou dois gols e deu duas assistências.

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Filha de Michael Schumacher revela como lidou com acidente que afastou pai da F1: "Precisava fazer alguma coisa"

 


Por Redação

Filha de Michael Schumacher revela como lidou com acidente que afastou pai da F1: "Precisava fazer alguma coisa"
Foto: Instasgram / @gina_schumacher

A amazona Gina Schumacher abordou publicamente o impacto do acidente sofrido por seu pai, Michael Schumacher, em dezembro de 2013. Em depoimento ao documentário Horsepower: The World of Gina Schumacher, da emissora alemã ZDF, a atleta detalhou como a colisão nos Alpes Franceses — que resultou em uma grave lesão cerebral para o heptacampeão de Fórmula 1 — influenciou sua trajetória pessoal e profissional.

 

Aos 29 anos, Gina relatou que a equitação se tornou sua principal atividade e mecanismo de superação após o ocorrido.

 

"Depois do acidente de papai, me dediquei completamente a isso porque precisava fazer alguma coisa. Os cavalos sempre foram importantes, mas desde então passaram a ser tudo. Não poderia viver sem eles. Me ajudaram a superar tudo", afirmou a atleta.

 

O documentário acompanha a rotina de Gina no hipismo e explora como a prática, que já fazia parte de sua vida antes de 2013, tornou-se o centro de sua carreira. A produção apresenta bastidores da relação familiar e o incentivo recebido de seus pais para ingressar no esporte.

 

"Estou agradecida por poder fazer isso, porque não é algo garantido. Meus pais tornaram isso possível. Por isso sempre foi importante trabalhar duro e fazer o melhor possível", destacou Gina.

 

Michael Schumacher segue em recuperação em sua residência na Suíça sob sigilo familiar absoluto desde o acidente de esqui há mais de uma década. Além de Gina, o ex-piloto é pai de Mick Schumacher, que atua no automobilismo.

 

O documentário da ZDF tem estreia prevista para o dia 17 de abril, focando na evolução de Gina Schumacher como atleta e nos reflexos do acidente na rotina da família ao longo dos últimos anos.

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BN na Copa: Saiba como chega a América do Sul para a disputa da Copa do Mundo de 2026

 


Por Thiago Tolentino

BN na Copa: Saiba como chega a América do Sul para a disputa da Copa do Mundo de 2026
Foto: Rafael Ribeiro / CBF | Reprodução / Redes Sociais

A América do Sul chega à Copa do Mundo de 2026 inserida dentro de um cenário de transição. A ampliação do torneio para 48 seleções elevou o número de vagas da Conmebol para seis classificações diretas e uma na repescagem, influenciando no peso das Eliminatórias.

 

Ao fim da disputa, garantiram vaga direta Argentina, Brasil, Uruguai, Equador, Colômbia e Paraguai. A Bolívia terminou na sétima colocação e foi à repescagem intercontinental, mas acabou eliminada ao perder por 2 a 1 para o Iraque, que ficou com a última vaga do Mundial.

 

FORÇA HISTÓRICA
A Conmebol é, historicamente, uma das principais forças do futebol mundial. Em 22 edições de Copa do Mundo até 2022, seleções sul-americanas conquistaram 10 títulos, número que só fica atrás da Europa.

 

O Brasil lidera o ranking global com cinco conquistas (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002) e é a única seleção presente em todas as edições do torneio. A Argentina aparece como segunda maior potência continental, com três títulos (1978, 1986 e 2022), enquanto o Uruguai completa a lista com duas conquistas (1930 e 1950).

 

Além dos títulos, a América do Sul também acumula campanhas consistentes. Desde 1930, ao menos uma seleção do continente esteve presente em 15 finais de Copa do Mundo, incluindo sequências históricas como entre 1930 e 1950, quando sul-americanos venceram três das quatro primeiras edições.

 


Maior campeão entre as seleções, o Brasil não chega a uma final de Mundial desde 2002, ano em que se sagrou pentacampeão do mundo  | Foto: Divulgação / Fifa

 

DESEMPENHO DAS SELEÇÕES
Entre as seleções classificadas, a Argentina chega ao Mundial como atual campeã e principal referência técnica do continente. A liderança nas Eliminatórias traz a continuidade de um ciclo vencedor, no entanto, com algumas ressalvas: os argentinos não tiveram grandes renovações em relação à Copa de 2022 e pouco competiram com equipes de níveis mais altos no ranking da Fifa.

 


Entre os nomes já experientes, a Seleção Argentina terá mais uma vez — e pela última — um Lionel Messi já envelhecido como o principal astro do grupo | Foto: Divulgação / Seleção Argentina

 

Historicamente, a seleção argentina soma seis finais de Copa do Mundo (1930, 1978, 1986, 1990, 2014 e 2022), consolidando-se como uma das equipes mais regulares do torneio ao longo das décadas.

 

O Brasil, apesar da classificação, vive um momento de instabilidade. A campanha irregular nas Eliminatórias, com a troca de três treinadores, evidencia uma seleção em transição, distante mais uma vez do domínio que marcou décadas anteriores, embora ainda carregue o peso de ser o maior campeão mundial.

 


No ciclo para a Copa de 2026, o Brasil contou com o comando de Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Jr. antes da chegada de Ancelotti. Hoje, corre para recuperar o tempo perdido e mostrar que pode competir com as grandes potências europeias | Foto: Rafael Ribeiro / CBF

 

Em termos históricos, o Brasil também é a seleção com mais participações em finais (7) e a única a conquistar o título em três continentes diferentes (Europa, América do Sul e Ásia), além de manter tradição de chegar, ao menos, às quartas de final em grande parte das edições.

 

O Uruguai mantém sua característica de competitividade e regularidade, sustentando-se como presença frequente em Copas e adversário tradicional em fases decisivas. Bicampeão mundial, o país também soma campanhas relevantes mais recentes, como o quarto lugar em 2010.

 

A Colômbia confirma sua consolidação como força relevante no século XXI. A melhor campanha da seleção em Copas foi em 2014, quando chegou às quartas de final, desempenho que marcou seu maior protagonismo internacional.

 

O Equador se firma como uma das seleções que mais evoluíram estruturalmente nos últimos ciclos. Desde sua primeira participação em 2002, a equipe tem presença constante em Mundiais e alcançou seu melhor resultado em 2006, ao chegar às oitavas de final.

 

Já o Paraguai representa um retorno importante ao cenário mundial. Após ausência nas últimas edições, a seleção volta a disputar a Copa, resgatando um protagonismo que marcou especialmente o período entre 1998 e 2010, quando participou de quatro edições consecutivas e chegou às quartas de final em 2010, sua melhor campanha.

 

Abaixo, veja como se encerrou a disputa das Eliminatórias. Os dados são fornecidos pela DataFactory, parceira do Bahia Notícias:

 


AUSÊNCIAS E QUEDA DE RENDIMENTO
Se o novo formato ampliou o número de classificados, também evidenciou o declínio de seleções tradicionais. Chile e Peru ficaram fora da Copa de 2026, ampliando um cenário de queda de rendimento.

 

O Chile, que viveu seu auge recente com os títulos da Copa América em 2015 e 2016, já teve participações marcantes em Copas, como o terceiro lugar em 1962, quando sediou o torneio.

 

O Peru, que voltou à Copa em 2018 após 36 anos de ausência, tem como principal feito histórico o quarto lugar em 1970, além de participações competitivas nas décadas de 1970 e 1980.

 

A Venezuela, por sua vez, permanece como a única seleção sul-americana que nunca disputou uma Copa do Mundo, mantendo um histórico que atravessa gerações desde sua filiação à Fifa em 1952.

 

A Bolívia chegou a um feito relevante ao alcançar a repescagem intercontinental pela primeira vez em décadas, mantendo viva a chance de retornar a um Mundial — algo que não acontece desde 1994, quando disputou sua última Copa. A equipe avançou na fase preliminar, mas acabou derrotada pelo Iraque por 2 a 1, em Monterrey, no México, e ficou fora da Copa.

 

Historicamente, a Bolívia tem participação limitada em Copas do Mundo, com presença apenas em 1930, 1950 e 1994, sendo esta última sua campanha mais recente.

 



Eliminada para o Iraque, a Seleção Boliviana perdeu a chance de voltar a disputar uma Copa do Mundo. A última vez foi em 1994 | Foto: Instagram / @laverde_fbf

 

MUDANÇAS NO FORMATO
Durante décadas, a América do Sul teve apenas quatro vagas diretas e uma na repescagem, o que tornava suas Eliminatórias consideradas as mais difíceis do mundo, com alto índice de seleções tradicionais ficando fora do Mundial.

 

Com a ampliação para seis vagas, o cenário mudou significativamente. A disputa ficou menos excludente e mais aberta, permitindo que seleções intermediárias se mantivessem competitivas até as rodadas finais.

 

Ao longo da história, as Eliminatórias sul-americanas sempre foram marcadas pelo formato de pontos corridos com confrontos de ida e volta entre todas as seleções — modelo adotado de forma contínua desde a década de 1990, após mudanças nos sistemas anteriores.

 

FORMATO DA COPA
A Copa do Mundo de 2026 será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho, com sede compartilhada por Estados Unidos, México e Canadá — a primeira vez na história em que o torneio será realizado em três países.

 

O novo formato prevê 48 seleções divididas em 12 grupos de quatro equipes, com avanço dos dois primeiros colocados de cada grupo e dos oito melhores terceiros colocados para a fase eliminatória, iniciada nos 16 avos de final.

 

Será também a primeira edição com esse modelo ampliado, após sete edições consecutivas com 32 participantes (de 1998 a 2022). A mudança altera a dinâmica da competição, ampliando o número de jogos e o tempo de duração do torneio.

 

DESEMPENHO RECENTE
No histórico recente, a América do Sul teve presença constante nas fases decisivas. Desde 1994, ao menos uma seleção do continente chegou às semifinais em todas as edições, com exceção de 2006.

 

No mesmo período, Brasil e Argentina conquistaram três títulos (1994, 2002 e 2022), enquanto outras seleções também alcançaram campanhas relevantes, como o Uruguai em 2010.

 

Com seis seleções classificadas, a Conmebol iguala sua maior representação em uma edição de Copa do Mundo, considerando formatos anteriores proporcionais ao número de participantes. A distribuição das vagas também mantém a América do Sul como a segunda confederação com mais representantes no torneio, atrás apenas da Uefa.

 

O desempenho das seleções sul-americanas em 2026 também será observado dentro de um recorte histórico mais amplo, considerando a participação do continente em finais, títulos e campanhas em fases eliminatórias ao longo das diferentes eras do Mundial.

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Mais um desfalque: Vitória perde Camutanga por até seis meses após fratura no pé

 


Por Hugo Araújo

Mais um desfalque: Vitória perde Camutanga por até seis meses após fratura no pé
Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

O Vitória ganhou mais um problema sério para a sequência da temporada 2026. Depois de perder o volante Dudu e o zagueiro Edu por praticamente todo o ano, o clube agora também não contará com Camutanga por cerca de seis meses. O defensor sofreu uma fratura no pé no último domingo (5) e ficará afastado dos gramados. A informação foi divulgada pelo canal Canto Rubro-Negro e confirmada pelo Bahia Notícias nesta segunda-feira (6).

 

A lesão aconteceu ainda no primeiro tempo do empate em 1 a 1 contra a Chapecoense, na Arena Condá, pela 10ª rodada do Brasileirão. Aos 11 minutos, Camutanga levou a pior em uma disputa de bola e precisou ser substituído.

 

Na partida em Chapecó, o técnico Jair Ventura optou por Luan Cândido para a vaga do zagueiro. Além dele, o elenco conta com Neris, Edenilson e Ricielli como opções para o setor, sendo que o último ainda está em fase de transição após lesão.

 

Campeão brasileiro da Série B de 2023 e do Campeonato Brasileiro de 2024, Camutanga, de 32 anos, atuou em 15 partidas nesta temporada e vinha formando a zaga titular ao lado de Cacá. O zagueiro soma 105 jogos pelo Leão, com seis gols marcados.

 

DM DO LEÃO 

No departamento médico, além de Edu, Dudu e do próprio Camutanga, o Vitória ainda tem outros nomes: seguem em recuperação os laterais Mateus Silva e Jamerson, além dos atacantes Marinho e Pedro Henrique.

 

Após a derrota por 3 a 0 para o Cruzeiro e o empate fora de casa com a Chapecoense, o Vitória volta ao Barradão nesta quarta-feira (8), às 19h, contra a Juazeirense, pela Copa do Nordeste. Pelo Brasileirão, o time comandado por Jair Ventura ocupa a 13ª colocação, com 11 pontos em nove jogos, e volta a jogar no sábado (11), às 16h30, diante do São Paulo, novamente no Barradão.

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Libertadores inicia fase de grupos com brasileiros e argentinos na briga por hegemonia

 segunda-feira, 06/04/2026 - 21h30

Por Lucas Bombana | Folhapress

Libertadores inicia fase de grupos com brasileiros e argentinos na briga por hegemonia
Foto: Divulgação/Conmebol

Em sua 67ª edição, a Copa Libertadores dá a largada nesta semana às partidas da fase de grupos com 32 times na disputa, com as seis equipes brasileiras e as seis argentinas no páreo para tentar isolar os respectivos países como os maiores vencedores da principal competição de clubes do continente.
 

Com mais dinheiro em caixa para reforçar os elencos com contratações de peso, os times brasileiros ficaram com a taça de campeão nas últimas sete edições —o Flamengo venceu três vezes, e o Palmeiras duas, com Fluminense e Botafogo conquistando o título pela primeira vez.
 

Agora, Brasil e Argentina dividem a liderança no ranking dos países com mais títulos da Libertadores, com 25 cada. O maior vencedor é o Independiente-ARG, com sete títulos conquistados entre os anos 1960 e 1980.
 

A edição de 2026 do torneio conta com a estreia de três equipes, incluindo a do Mirassol, além dos argentinos Independiente Rivadavia e Platense, e tem também a importante ausência do River Plate, última equipe não brasileira a vencer, em 2018, e que não se classificou após onze participações consecutivas.
 

Os seis representantes brasileiros na disputa somam onze conquistas, sob a liderança do Flamengo, que sagrou-se o primeiro tetracampeão do país no fim do ano passado, batendo o Palmeiras na decisão em Lima, no Peru.
 

Conforme sorteio realizado no fim de março, o rubro-negro está no grupo A, ao lado do também tetracampeão Estudiantes-ARG, ambos favoritos para passar para a próxima fase da competição. O grupo também conta com Cusco-PER e Independiente Medellín-COL.
 

Atual vice-campeão, o Palmeiras vem logo atrás entre os brasileiros com mais títulos, com três conquistas —empatado com Santos, São Paulo e Grêmio— e é o único time que já foi campeão entre os integrantes do grupo F, que tem Cerro Porteño-PAR, Junior Barranquilla-COL e Sporting Cristal-PER.
 

Bicampeão, o Cruzeiro retorna à competição após a última participação em 2019, e está no grupo D, com o hexacampeão Boca Juniors-ARG —segundo maior campeão do torneio, que retorna após ser derrotado pelo Fluminense na final de 2023—, além do Universidad Católica-CHI e do Barcelona de Guayaquil-EQU.
 

Campeão da Copa do Brasil, o Corinthians, que venceu a Libertadores em 2012, compõe o grupo E, junto com o pentacampeão Peñarol-URU, o Santa Fé-COL e o debutante Platense-ARG.
 

Já o Fluminense está no grupo C, ao lado de Bolívar-BOL, Deportivo La Guaira-VEN e do também estreante Independiente Rivadavia-ARG.
 

Time do interior paulista de surpreendente campanha em sua estreia na Série A do Campeonato Brasileiro, quando terminou na quarta colocação, o Mirassol é o único brasileiro na disputa em 2026 que ainda não venceu a competição.
 

Sob a liderança do experiente lateral Reinaldo, a equipe de uniforme amarelo faz parte do grupo G, com a LDU-EQU, campeã em 2008 sobre o Fluminense, além de Lanús-ARG e Always Ready-BOL —o time boliviano manda seus jogos no Estádio Municipal de El Alto, a 4.150 metros acima do nível do mar.
 

Os confrontos da fase de grupos começam nesta terça-feira (7) com dois times brasileiros em campo —o Fluminense estreia contra o venezuelano La Guaira, fora de casa, e o Cruzeiro visita o Barcelona de Guyaquil.
 

Na quarta-feira (8), é a vez de o Flamengo ir até o Peru para encarar o Cusco, enquanto o Palmeiras viaja até Cartagena para confronto contra o Junior Barranquila. O Mirassol debuta na competição com o apoio de sua torcida no Estádio Municipal José Maria de Campos Maia, o Maião, contra o Lanús, vice-campeão em 2017, derrotado na final pelo Grêmio.
 

Na quinta-feira (9), o Corinthians, que demitiu o treinador Dorival Júnior na véspera após derrota para o Internacional pelo Brasileiro, vai à Argentina para duelo contra o Platense.
 

A fase de grupos da Libertadores se estende até 28 de maio, com os jogos de ida e volta das oitavas de final entre 11 e 20 de agosto. As quartas de final acontecem de 8 a 17 de setembro, com as semifinais previstas para 14 a 22 de outubro. A final está marcada para 28 de novembro, no Estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai.
 

O campeão terá direito a uma premiação de US$ 25 milhões (R$ 129 milhões), com US$ 7 milhões (R$ 36 milhões) para o vice.
 

A Globo transmite dois jogos por rodada na fase de grupos com exclusividade na TV aberta, enquanto ESPN, na TV fechada, e Disney+ e Paramount+, no streaming, fazem as transmissões de todas as partidas em suas plataformas.
 

MAIORES CAMPEÕES DA COPA LIBERTADORES

- Independiente (ARG) 7
 

- Boca Juniors (ARG) 6
 

- Peñarol (URU) 5
 

- Estudiantes (ARG) 4
 

- Flamengo (BRA) 4
 

- River Plate (ARG) 4
 

- Grêmio (BRA) 3
 

- Nacional (URU) 3
 

- Olimpia (PAR) 3
 

- Palmeiras (BRA) 3
 

- Santos (BRA) 3
 

- São Paulo (BRA) 3

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Com dois baianos na lista, Ancelotti faz convocação para a Copa do Mundo - FE - 19/05/26