Após empatar com o Vitória, técnico do Bahia exalta maturidade do time

"A GENTE VEIO AQUI [BARRADÃO] HOJE PARA ISSO", DISSE

Foto: Cláudia Sandes
O empate em 2 x 2 contra o Vitória hoje à tarde no Barradão pode e deve ser considerado como um ótimo resultado para o Bahia, considerando que se trata de um jogo fora de casa e manteve o tricolor numa situação de menor risco no maldito quesito rebaixamento. Após o empate, o técnico Enderson Moreira comentou o desempenho do Bahia na partida em entrevista coletiva à imprensa.
“Tivemos, acima de tudo, maturidade. Nesses momentos, quando se está atrás do placar, na casa do adversário, é muito comum se perder. E a gente manteve a tranquilidade, mesmo duas vezes nessa situação. E quando sofremos o segundo gol, estávamos bem melhor, muito próximos de virar. Mas faz parte e mostramos um poder de reação importante, de uma equipe que está mostrando que está madura”.
“Eu sempre oriento a todos que é muito importante que a gente entre em campo para jogar futebol e para jogar na bola. A gente veio aqui hoje para isso. A lealdade é muito importante no jogo. A gente chega firme, com muita competitividade, mas jogamos futebol. É essa a orientação que dou para eles”.
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EUCLIDES DA CUNHA E SANTO AMARO LARGAM NA FRENTE

Postado por Edmilson Ferreira - Comunicação FBF - em
Nos jogos de ida das quartas de final do 61º Campeonato Intermunicipal de Futebol, realizados neste domingo (11), as seleções de Euclides da Cunha e Santo Amaro conquistaram vantagem para as partidas decisivas do próximo dia 18 de novembro. As partidas Itambé x Itapetinga e Santo Antônio de Jesus x Itamaraju terminaram empatadas.

Líder na classificação geral, com 35 pontos, Euclides da Cunha voltou a mostrar sua força e venceu Uaitaba por 2 a 0, no Estádio Municipal Felipe Miranda. O artilheiro do Intermunicipal, Pim, com 15 gols, teve a chance de ampliar a artilharia, mas no primeiro gol euclidense, após cobrança de pênalti, chutou a bola na trave e, no rebote, Nino fez 1 a 0.

Max garantiu a vitória para Euclides da Cunha, que na partida de volta, em sua casa, poderá até perder pela diferença de um gol, que ainda assim estará classificada para as semifinais. Ubaitaba precisará vencer por dois gols de diferença para levar a decisão da vaga aos tiros livres da marca do pênalti ou por três para assegurar a vaga no tempo normal.
Em Santo Amaro, em um bom jogo, a seleção da casa fez 1x0

Com um gol de Fábio Santa Luz, aos 41 minutos do segundo tempo, após cobrança de falta, Santo Amaro derrotou Cachoeira por 1 a 0, fazendo a festa de sua torcida, que lotou o Estádio Municipal. Na partida de volta, em Cachoeira, a seleção de Maro Maro joga pelo empate para classificar-se às semifinais.

Para garantir a vaga, Cachoeira terá que vencer Santo Amaro por dois gols de de diferença. Se ganhar por um, a decisão da vaga será por meio dos tiros livres da marca do pênalti.

 
Itambé e Itapetinga empataram por 1 a 1 no Estádio Osório Ferraz

No Estádio Osório Ferraz, um jogão de bola entre Itambé e Itapetinga, que terminou empatado por 1 a 1. Os visitantes abriram o placar com Felipinho, em uma perfeita cobrança de falta. Mas os donos da casa não se entregaram e foram buscar a igualdade num gol de pênalti convertido por Edson. Quem vencer o próximo confronto, no Estádio Primaverão, se classifica às semifinais. Novo empate leva a decisão da vaga para os tiros livres da marca do pênalti.
 Santo Antônio de Jesus e Itamaraju registraram o único empate sem gols

Na cidade de Laje, no Estádio Municipal Ruy José de Almeida, com transmissão da TV FBF, empate por 0 a 0 entre Santo Antônio de Jesus e Itamaraju, que teve o goleiro Geovane expulso após cometer falta fora da área. O vencedor do jogo de volta em Itamaraju garante a vaga nas semifinais. Se ocorrer outro empate, a classificação será definida nos tiros livres da marca do pênalti.

Fotos: Divulgação

http://fbf.org.br/intermunicipal/?menu=noticias&id=1025
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Vídeo: João Burse explica empate do Vitória com o Bahia no Barradão

LEÃO AGORA VISA O DUELO DECISIVO CONTRA O SPORT-PE

Longe de ser o resultado ideal para um clube que luta contra o rebaixamento atuando dentro de casa, no entanto, foi o máximo que foi capaz o Esporte Clube Vitória ao empatar em 2 x 2 com o Bahia hoje à tarde em jogo de complemento da trigésima terceira rodada do Campeonato Brasileiro. Péssimo resultado que outra vez depõe contra a permanência do Leão na primeira divisão. Depois do jogo, o técnico João Burse falou sobre a partida e manteve a esperança em salvar o clube da queda para Série B, tendo pela frente cinco decisões, e na quarta-feira duelo de SEIS pontos contra o Sport na Ilha do Retiro.
Veja abaixo o vídeo da entrevista de João Burse
https://futebolbahiano.org/2018/11/video-joao-burse-explica-empate-do-vitoria-com-o-bahia-no-barradao.html
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Chutões passaram a ser as armas de equipes brasileiras


É fundamental separar os cruzamentos dos bicos na bola para o ataque
Em minhas caminhadas diárias, quando converso com meus pensamentos e cuido da mente e do corpo, ouço, com frequência, geralmente de pessoas mais velhas, que o futebol não tem mais craques como no passado, que os jogos são ruins, chatos e feios e que os jogadores quase só pensam em dinheiro.

São meias verdades. Millôr Fernandes dizia que o perigo da meia verdade é dizer a metade que é mentira. No passado, os jogadores eram muito menos profissionais. Havia muitos craques, grandes times e também muitos jogadores medianos e equipes ruins.
No imaginário da maioria das pessoas, de todas as épocas, tudo o que aconteceu em um período anterior foi melhor. Além disso, lembramos as coisas grandiosas e esquecemos as inúteis. É um mecanismo de defesa.
Nas últimas décadas, houve avanços no futebol coletivo e em alguns fundamentos técnicos. Um deles são os cruzamentos para a área, em bolas paradas ou em movimento. Há muitos especialistas nesses lances.
 
A bola passa por cima e próxima aos zagueiros, rapidamente, em curva, para o companheiro, vindo de trás, tomar impulso e cabecear, por cima dos defensores parados ou entre eles.
Não dá tempo de o goleiro sair. Outras vezes, a bola é desviada e provoca uma confusão na área. São frequentes agarrões, empurrões e trombadas. O árbitro fica perdido, sem saber o que marcar.

Uma das tentativas de neutralizar as jogadas aéreas é colocar alguém à frente do cabeceador e impedi-lo de correr e de tomar impulso. Outra é o posicionamento dos defensores. Alguns técnicos preferem a marcação individual, e outros, a por zona.

Outra razão de haver muitos gols de cruzamentos para área, com a bola em movimento, é que os times recuam demais, fecham os espaços, perto da área, com oito ou nove jogadores, o que dificulta a troca de passes e a infiltração pelo centro. A solução são os cruzamentos das laterais.

Nas estatísticas, é fundamental separar os gols em cruzamentos de bola parada e os com a bola em movimento. Independentemente da qualidade e do estilo da equipe, são importantíssimas as jogadas aéreas de bola parada. O Palmeiras é o time que faz mais gols dessa forma no Brasileiro.
Neymar e Mbappe, do Paris Saint-Germain, celebram gol do time francês durante a Liga dos Campeões da Europa
Neymar e Mbappe, do Paris Saint-Germain, celebram gol do time francês durante a Liga dos Campeões da Europa - Alberto Pizzoli - 6.nov.18/Agência France Presse

Não se devem confundir também as bolas cruzadas das laterais, eficientes, em curva, com os chutões, as bolas longas, da defesa para o ataque, na esperança de sair um gol na sorte ou de a bola, após ser disputada pelo alto, cair para um companheiro. É a segunda bola, tão falada nas transmissões.
Essa passou a ser a principal jogada de muitos times brasileiros. É o símbolo da mediocridade.
Quase todos os times do Brasil e de todo o mundo, pequenos ou grandes, possuem um ou vários ótimos cobradores e cabeceadores.
Se a regra permitisse, alguns entrariam e sairiam várias vezes, como acontece em outros esportes. Será esse o futuro? Aos poucos, o futebol se transforma, e não percebemos.
De repente, levamos um susto. Da mesma forma, um dia, olhamos no espelho e descobrimos que já não somos os mesmos, que envelhecemos.

Diferentemente de vários outros esportes, no futebol, muitas coisas que são treinadas não acontecem no jogo. Isso não é motivo para não treinar bastante. A partida não volta atrás, não dá para ensaiá-la novamente.
Assim é também na vida. É única. Como disse o ator italiano Vittorio Gassman, deveríamos ter duas vidas, uma para ensaiar e outra para viver.
Tostão
Cronista esportivo, participou como jogador das Copas de 1966 e 1970. É formado em medicina.

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/tostao/2018/11/chutoes-passaram-a-ser-as-armas-de-equipes-brasileiras.shtml
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Capim, do Águia Clube | Eneas Brito, da Liga Desportiva de Jequié - Falando de Esportes - 29/04/26