Entre a torcida e o boicote, diáspora iraniana nos EUA se divide sobre Copa do Mundo

 


Por Isabella Menon | Folhapress

Seleção do Irã
Foto: Reprodução/Instagram/@iran_football_federation

Nas quadras de Westwood, em Los Angeles, é possível encontrar mercados iranianos, padarias e vitrines escritas em farsi.
 

Em frente aos estabelecimentos, é comum ver a antiga bandeira iraniana, com o leão e o sol, símbolo do país antes da Revolução Islâmica de 1979 que levou ao poder o atual regime.
 

Ali está uma das maiores comunidades iranianas fora do Irã, concentração que lhe rendeu um apelido próprio: Tehrangeles, uma mistura de Teerã com Los Angeles.
 

Segundo o Pew Research Center, a população iraniana nos EUA era estimada em 740 mil pessoas em 2024, sendo que metade vive no estado da Califórnia e 230 mil vivem em Los Angeles e arredores.
 

Espalhada ao longo da Westwood Boulevard, a cerca de 15 quilômetros do estádio onde Irã e Bélgica se enfrentam neste domingo (21) na Copa do Mundo, a região preserva traços da cultura iraniana em meio à paisagem típica americana, dividindo espaço com lojas de redes como 7-Eleven e cafeterias Starbucks.
 

Às vésperas da partida, porém, o futebol divide espaço com outro debate.
 

Entre integrantes da diáspora iraniana, há quem pretenda torcer pela seleção nacional e quem defenda o boicote à equipe, por considerá-la um símbolo do regime autoritário que governa o país.
 

Entre os que não desejam assistir à seleção iraniana está Roozbeh Farahanipour, 54.
 

Dono de restaurantes em Westwood e uma das vozes mais conhecidas da oposição iraniana em Los Angeles, ele chegou aos Estados Unidos em 2000 após participar dos protestos estudantis que desafiaram o regime no ano anterior.
 

Segundo Farahanipour, sua atuação no movimento lhe rendeu uma condenação à morte no Irã. Há 26 anos, vive nos Estados Unidos, onde se tornou ativista e líder da comunidade exilada.
 

Farahanipour afirma que não pretende acompanhar o jogo. "Tenho alergia à República Islâmica. Não quero assistir. Não quero ouvir o hino nacional. Não quero ver a bandeira", diz.
 

A oposição ao atual regime costuma adotar a antiga bandeira, com sol e leão, e considera que a atual é um símbolo de um regime que reprime a população.
 

A bandeira antiga foi vetada pela Fifa, porém torcedores a mostraram no primeiro jogo. Exibir o símbolo, vetado pelas autoridades iranianas, está em contradição com o regulamento da federação, que proíbe manifestações políticas em seus eventos esportivos. Teerã ameaçou até suspender a partida se isso ocorrer.
 

Farahanipour critica a atitude da Fifa durante o torneio. Segundo ele, a entidade errou ao restringir determinados símbolos e manifestações políticas nos estádios. "Esta é a terra da liberdade", afirma, em relação aos EUA.
 

Para o ativista, cabe aos torcedores decidir quais bandeiras e mensagens desejam levar às arquibancadas.
 

Apesar das críticas ao regime iraniano, Farahanipour diz compreender tanto os manifestantes que pretendem protestar durante os jogos quanto aqueles que preferem apenas assistir às partidas. "Este é um país livre."
 

Para ele, a seleção representa o governo iraniano e não pode ser dissociada do regime. "Quando vestem a camisa da República Islâmica, para mim eles se tornam parte de uma operação de relações públicas do regime."
 

A posição, porém, não o impede de demonstrar simpatia pelos atletas. Farahanipour afirma conhecer alguns jogadores e diz acreditar que eles compreendem suas críticas. Segundo ele, muitos usam a seleção como vitrine para mostrar seu talento e buscar oportunidades no exterior.
 

"Individualmente, eu gosto deles", afirma ele, enquanto mostra fotos que tirou com os jogadores. "Espero que eles me entendam."
 

Farahanipour considera, contudo, injustas as restrições enfrentadas pela delegação iraniana nesta Copa. "Eles não tiveram as mesmas oportunidades que os outros times."
 

O sentimento também aparece entre iranianos que evitam falar publicamente sobre política.
 

Proprietária de um estabelecimento na região, uma mulher que pediu para não ser identificada se emocionou ao lembrar da adolescência no Irã. Segundo ela, chegou a ser presa ainda jovem e, depois, deixou o país.
 

Apesar de viver nos Estados Unidos, ela evita entrevistas por receio de expor parentes que permanecem no Irã. Durante a conversa, afirmou que gostaria de conseguir torcer pela seleção nacional, mas não vê como separar a equipe do governo iraniano. "Eu amo o meu país, mas não o regime."
 

Nem todos os iranianos de Tehrangeles, entretanto, enxergam a seleção da mesma forma.
 

Javad Yeganeh, 57, divide os dias entre uma empresa de construção civil e um café inaugurado há poucos meses em Westwood. Para ele, a seleção não deve ser confundida com o governo iraniano. "O time é diferente do governo", afirma.
 

Enquanto acompanha as notícias sobre a guerra, Yeganeh se preocupa principalmente com os familiares que permanecem no país asiático. "Toda a minha família está lá. Estou triste porque muitas pessoas morreram."
 

Em relação ao jogo, ele quer que o time iraniano faça bonito e goleie a Bélgica por 3 a 0. "Fiquei muito feliz com o primeiro resultado", disse ele em referência a partida contra a Nova Zelândia, em que a seleção empatou por 2 a 2.
 

Enquanto o dono de um mercado iraniano criticava Donald Trump durante uma entrevista, uma mulher atravessou a calçada usando um boné vermelho com os dizeres "Make Iran Great Again".
 

A adaptação do slogan trumpista arrancou olhares de quem passava e serviu como lembrete de que, em Tehrangeles, as divergências vão muito além da decisão de torcer ou não pela seleção. Elas também passam pela forma como a comunidade enxerga o papel dos Estados Unidos no futuro do Irã.
 

O comerciante era Mohammed Hafarn, 78. Morador dos Estados Unidos há mais de duas décadas, ele afirma que continuará torcendo pela seleção iraniana apesar das críticas ao regime. "Eu amo o meu time", diz. "Este time não pertence ao regime. Pertence a todos os iranianos."
 

Para Hafarn, os jogadores representam o país e não o governo. "Algumas pessoas acreditam que este time pertence ao regime, mas não pertence. No fundo de seus corações, os jogadores estão jogando pelo seu país."
 

Hafarn também critica as restrições enfrentadas pela delegação iraniana durante a Copa e demonstra ceticismo em relação à atuação dos Estados Unidos na guerra.
 

Segundo ele, Washington não agiu em defesa da democracia iraniana e o presidente Trump abandonou a promessa de apoiar o povo do país. "Não estamos felizes com o regime do Irã", afirma. "Mas eu apoio o time e gostaria que eles ganhassem."

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Vitória bate o Botafogo e volta a vencer no Brasileirão Sub-20

 


Por Redação

Vitória bate o Botafogo e volta a vencer no Brasileirão Sub-20
Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

Após cinco rodadas sem vencer, o Vitória bateu o Botafogo por 2 a 0, no último sábado (21), no miniestádio da Toca do Leão, no Barradão, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro Sub-20. Os gols da vitória rubro-negra foram marcados por Alejandro Almaraz e Hiago.

 

Comandado por Mário Henrique, o Leão foi a campo com Davi; Gean, Ivan, Kauan e Kauan Vitor; Cauan Farias, Nico e Alejandro Almaraz; Hiago, Juninho e Lucas Lohan.

 

O resultado levou o Vitória aos 20 pontos, fazendo a equipe subir para a 12ª colocação na tabela. A duas rodadas do fim da primeira fase, a Fábrica de Talentos está a seis pontos do Athletico-PR, oitavo colocado e último integrante da zona de classificação.

 

Com cinco pontos de vantagem sobre o Avaí, primeiro time dentro da zona de rebaixamento, o Vitória volta a campo na terça-feira (23), às 15h, para enfrentar o Santos, novamente no CT Manoel Pontes Tanajura. Já na última rodada da primeira fase, o Leão enfrenta o Athletico-PR, no CT do Caju, no dia 1º de julho.

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Espanha, Uruguai e mais: Veja onde assistir aos jogos da Copa do Mundo de 2026 neste domingo

 


Por Redação

Lamine Yamal antes de jogo da Espanha
Foto: Reprodução/Instagram/@lamineyamal

A Copa do Mundo de 2026 segue intensa e, neste domingo (21), mais quatro partidas, envolvendo seleções de peso como Espanha, Uruguai e Bélgica, movimentam o Mundial.

 

As atenções estarão voltadas para os grupos G e H. A programação começa às 13h, com o confronto entre Espanha e Arábia Saudita, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta.

 

Mais tarde, às 16h, Bélgica e Irã fazem um duelo importante pela liderança da chave, em Los Angeles. Na sequência, às 19h, Uruguai e Cabo Verde se enfrentam em Miami. A rodada será encerrada às 22h, quando Nova Zelândia e Egito medem forças em Vancouver, no Canadá.

 

CONFIRA OS HORÁRIOS E ONDE ASSISTIR AOS JOGOS DESTE DOMINGO (21) DA COPA DO MUNDO:

13h - Espanha x Arábia Saudita
Local: Mercedes-Benz Stadium, Atlanta (EUA)
Transmissão: CazéTV

 

16h - Bélgica x Irã
Local: SoFi Stadium, Los Angeles (EUA)
Transmissão: CazéTV

 

19h - Uruguai x Cabo Verde
Local: Hard Rock Stadium, Miami (EUA)
Transmissão: TV Globo, SBT, SporTV, NSports e CazéTV

 

22h - Nova Zelândia x Egito
Local: BC Place, Vancouver (Canadá)
Transmissão: TV Globo, SporTV e CazéTV

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Curaçao segura Equador e conquista 1º ponto em Copas; Japão x Tunísia fazem jogo 1.000

 


Por Redação

Curação x Equador na Copa do Mundo
Foto: Reprodução/Instagram/@fifaworldcup

A Copa do Mundo de 2026 teve mais um dia completo no último sábado (20). Após a goleada dos Países Baixos sobre a Suécia por 5 a 1 e a vitória da Alemanha sobre a Costa do Marfim por 2 a 1, Equador e Curaçao empataram por 0 a 0, enquanto o Japão venceu a Tunísia por 4 a 0 com gols de Kamada, dois de Ueda e Ito.

 

No duelo entre equatorianos e curaçaenses, o grande destaque foi o goleiro Eloy Room, que fez 15 defesas e estabeleceu um recorde em jogos de 90 minutos de Copa do Mundo, garantindo também o primeiro ponto de Curaçao, estreante na competição.

 

Com o resultado, o Equador ocupa a terceira posição do grupo E, com um ponto, e precisa vencer a já classificada Alemanha na última rodada para seguir no mata-mata. O confronto decisivo será na quinta-feira (25), às 17h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. No mesmo horário, Curaçao enfrenta a Costa do Marfim, na Filadélfia, também sonhando com a classificação.

 

Já no Grupo F, o Japão chegou aos quatro pontos e se igualou aos Países Baixos, na liderança. Suécia, com três e Tunísia, com zero, completam a chave. 

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Ipiaú: José Américo enaltece o trabalho de Valmir Roque; guardião do Rio das Contas

 


Arquivo pessoal

Luquinha: O caboclo d’água guardião do Rio das Contas 

Na luta pela preservação do Rio das Contas destaca-se o cidadão Valmir Roque dos Santos, popularmente conhecido pelo apelido de Luquinha.

Ele reside na Vila de Japomirim, município de Itagibá e há mais de 30 anos vem defendendo o manancial, buscando minimizar a sujeira que outros homens provocam, com a inconsciência de atos resultantes de uma civilização mal educada.

Movendo-se rapidamente pelo rio, enquanto retira o lixo ali acumulado, colocando a própria vida em risco, defendendo os peixes e outros animais, nadando, mergulhando em poços profundos, Luquinha tem algo da mítica figura do Caboclo D’água.

Na região de Ipiaú ele é o guardião do rio. Vem dando continuidade ao trabalho iniciado pelo Grupo Papamel e bons exemplos a outras entidades e voluntários.

Fundou o grupo “Defensores do Rio” que, há várias décadas, promove mutirões de limpeza nas imediações do areão do Arara e, tem militantes com apelidos exóticos: Zé Galinha, Do Jegue, Patachoca, Dió, Zé da Onça e Nen. João Kleber e Andreia também fazem parte da turma voluntariosa.

Luquinha esteve no Movimento SOS Rio das Contas, que reúniu entidades ambientalistas de todo o vale, desde a nascente em Piatã, na Chapada Diamantina até a foz, em Itacaré, no litoral sul, Costa do Cacau. Também participou de reuniões do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Contas.

Ao longo dos seus tantos anos de militância ecológica, já retirou centenas de toneladas de lixo das margens e leito do rio. Garrafas pets, pneus, vasos sanitários, carcaças de geladeiras e televisores, inúmeros resíduos maléficos ao meio ambiente.

Luquinha, que tanto luta pela sobrevivência do rio, sobrevive com ínfimos recursos (talvez um salário-mínimo, ou pouco mais), que obtém como encarregado da medição do nível da água, fazendo leitura diária da máxima e mínima, assim como do índice pluviométrico.

Prestou serviços para a CHESF por um longo tempo, e agora exerce a mesma função trabalhando para uma empresa terceirizada.

Já viu o rio bem seco, com 0,87 cm de profundidade, e muito cheio, transbordando, com mais de oito metros acima do seu nível normal. Viu espécies nativas da ictiofauna desaparecerem e espécies exóticas povoarem as águas. Sabe da resistência de algumas e da multiplicação de outras.

Presenciou a chegada das garças, o crescimento da população de capivaras, lontras, jacarés, tartarugas e sucuiúbas. Se alegra com a permanência das saracuras, lavandeiras, viuvinhas, martins pescadores e outros pássaros nativos.

Diz que tem muitos répteis e animais peçonhentos nas margens e ilhas. Assegura que nesse tempo de convivência com a água, nunca sofreu acidente grave e muito menos contraiu doenças, inclusive a terrível esquistossomose. Seu amor pelo rio garante esse livramento.

Valmir Roque dos Santos, nascido na região da Nova Alegria, zona rural de Itagibá, filho do pescador Agenor José dos Santos e da lavadeira, Aurelina Roque dos Santos “Fá”, é patrimônio vivo do Vale do Rio das Contas, com forte possibilidade de torna-se lendário.

Cada ação que promove é um novo alento para a bacia hidrográfica. Sua luta estende-se pelos afluentes, nascentes e demais mananciais. Prestando relevantes serviços à humanidade, em especial, aos ribeirinhos da região, será sempre lembrado como Luquinha, o Caboclo d’água, Guardião do Rio das Contas.

José Américo é escritor e historiador ipiauense

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Homem é espancado até a morte em rodoviária de cidade baiana

 


Redes sociais

A polícia investiga se ciúmes após uma conta paga pela vítima pode ter motivado o espancamento 

Um homem de 27 anos, identificado como Matheus Santos Oliveira de Sousa, foi espancado até a morte na madrugada desta sexta-feira (19), no terminal rodoviário de Itaberaba, no interior da Bahia.

Segundo relatos de testemunhas à Polícia Civil, a vítima foi agredida por dois suspeitos com socos e chutes, principalmente na região da cabeça. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram os agressores desferindo os golpes, enquanto uma mulher tenta impedir a ação.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para prestar socorro a Matheus. Apesar das tentativas de reanimação, ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

A principal linha de investigação aponta que a vítima e os suspeitos estariam ingerindo bebidas alcoólicas juntos antes das agressões. Ainda segundo a polícia, Matheus teria pago a conta do grupo e, na presença de algumas mulheres, os suspeitos teriam ficado enciumados com a situação.

Diligências seguem em andamento para identificar os suspeitos.

Bnews

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Morre Bougê, referência da imprensa esportiva baiana e conselheiro do Vitória, aos 79 anos

 


Por Redação

Morre Bougê, referência da imprensa esportiva baiana e conselheiro do Vitória, aos 79 anos
Reprodução / Instagram @ecvitoria

Morreu nesta sexta-feira (19), aos 79 anos, o jornalista João Antônio Borges da Silva, conhecido como Bougê. Figura histórica da imprensa esportiva baiana, ele também era conselheiro e torcedor do Vitória, clube com o qual manteve uma relação próxima por décadas.

 

O sepultamento ocorreu na tarde deste sábado (20), no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador. Com mais de 30 anos dedicados ao jornalismo, Bougê passou por importantes veículos de comunicação da Bahia e atuou em emissoras de rádio, consolidando seu nome na cobertura esportiva do estado.

 

A ligação com o Vitória ultrapassou o trabalho jornalístico. Sócio do clube desde a década de 1960, ele integrou o Conselho Deliberativo nos anos 1970 e tornou-se uma das figuras mais conhecidas entre dirigentes, profissionais da imprensa e torcedores.

 

Em reconhecimento à sua trajetória, o Leão da Barra deu o nome de Bougê à sala de imprensa do Estádio Manoel Barradas, o Barradão. Em uma publicação nas redes sociais, o clube lamentou a morte e desejou força aos amigos e famliares do comunicador.

 

CONFIRA:

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Brasil tem Rayssa Leal e mais dois na final da Copa do Mundo de Roma no skate

 


Por Folhapress

Brasil tem Rayssa Leal e mais dois na final da Copa do Mundo de Roma no skate
Reprodução / Instagram @rayssalealsk8

O Brasil terá três representantes nas finais da Copa do Mundo de Roma no skate street: Rayssa Leal, no feminino, e Giovanni Vianna e Wallace Gabriel, no masculino.
 

A disputa pelo título acontece neste domingo (21). O feminino às 14h45 (horário de Brasília), e o masculino às 16h10.
 

As semifinais aconteceram no formato de duas voltas e três manobras, valendo como nota final a somatória da melhor volta e da melhor manobra. Os oito mais bem colocados avançaram à decisão.
 

Rayssa Leal fechou na quinta colocação. A skatista somou 148.74 pontos, com 74.05 na primeira volta e 74.69 na primeira manobra.
 

Ela retornou às pistas após três meses devido a uma lesão. Em março, durante as finais do Mundial de Skate, Rayssa teve uma contusão óssea no joelho direito.
 

Giovanni Vianna ficou com a quarta colocação. Ele totalizou 159.57 pontos, com 80.09 na segunda volta e 79.48 na primeira manobra.
 

Wallace Gabriel avançou à final em quinto lugar. O atleta somou 154.09 pontos, com 78.54 na segunda volta e 75.55 na segunda manobra.
 

O Brasil teve outros três representantes nas semifinais. Na masculina, Kelvin Hoefler ficou em 14º, e Filipe Mota em 16º. Na feminina, Gabi Mazetto ficou em 9º.

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Ítalo Ferreira promete pranchas a Matheus Cunha após gols pelo Brasil

 


Por Redação

Ítalo Ferreira promete pranchas a Matheus Cunha após gols pelo Brasil
Foto: Reprodução / X / @fabrizioromano

Antes do confronto entre Brasil e Haiti, Ítalo Ferreira fez uma promessa para Matheus Cunha. Amigo do atacante da Seleção Brasileira, o surfista afirmou que, caso o camisa 9 marcasse na segunda partida do Brasil na Copa do Mundo, iria presentear o jogador com pranchas até o fim do ano.

 

Matheus Cunha fez mais do que cumprir a parte dele. O atacante marcou duas vezes na vitória brasileira sobre o Haiti, no Estádio da Filadélfia, e fez Ítalo manter a promessa.

 

"Estou devendo as pranchas, já pedi as medidas para ele. O moleque brilhou no dia de ontem. Um cara que trabalha muito, tem um talento incrível e merece esse sucesso, todo esse brilho. Desejo muita sorte para ele durante essa jornada e a gente vai fazer uma bateria em breve em uma piscina de ondas", disse Ítalo.

 

O palpite inicial do campeão mundial de surfe era de que Matheus Cunha marcaria um gol e daria uma assistência. Dentro de campo, o atacante superou a previsão do amigo. Após abrir o placar na Copa do Mundo, o camisa 9 comemorou com sua tradicional “pose de surfista”.

 

A relação entre Matheus Cunha e Ítalo Ferreira vai além da torcida. Amigos próximos, os dois compartilham a paixão pelo surfe. O atacante nasceu em João Pessoa, na Paraíba, mas costuma visitar Baía Formosa, no Rio Grande do Norte, cidade do campeão mundial da WSL, onde surfa as direitas da região.

 

"Comecei a praticar o surfe em Baía Formosa. O surfe virou parte da minha vida. Um dos grandes amigos meus é surfista. Sou muito amigo do Ítalo Ferreira, acho que o surfe está introduzido na minha vida. Eu acho que passo mais tempo vendo surfe do que futebol. Estou assistindo agora Saquarema pré-jogo", comentou Matheus Cunha após o jogo do Brasil.

 

Ítalo Ferreira está nas oitavas de final da sexta etapa da WSL, em Saquarema. Líder do ranking, o brasileiro busca o segundo título mundial da carreira e tenta manter o domínio do país no Circuito Mundial de Surfe.

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Hakimi é vaiado na Copa após Justiça francesa confirmar julgamento por acusação de estupro

 


Por Redação

Hakimi é vaiado na Copa após Justiça francesa confirmar julgamento por acusação de estupro
Foto: Reprodução/Redes Sociais/@achrafhakimi

A vitória de Marrocos sobre a Escócia, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, teve um episódio extracampo envolvendo Achraf Hakimi. Poucas horas depois de a Justiça francesa confirmar que o lateral do PSG será julgado por uma acusação de estupro, o jogador entrou em campo no Gillette Stadium, em Boston/Foxborough, sob vaias e assobios de parte da torcida presente.

O caso envolvendo Hakimi não passou despercebido entre os mais de 64 mil torcedores que acompanharam a partida, em sua maioria escoceses. O jogador marroquino foi hostilizado durante o confronto, realizado em meio à repercussão da decisão judicial na França.

Após a partida, o técnico Mohamed Ouahbi foi questionado sobre a situação do atleta e saiu em defesa do jogador. O treinador afirmou que Hakimi demonstrou tranquilidade em campo e reforçou a importância do lateral para a seleção marroquina.

“Vocês viram o jogo? Ele jogou bem, esteve presente, calmo e sereno. Motivou o grupo antes do início da partida. Achraf Hakimi é importante para mim, para a equipe e para todos os 42 milhões de marroquinos. Nós o apoiamos incondicionalmente”, afirmou.

Ouahbi também destacou a confiança da comissão técnica no desempenho esportivo do jogador durante a sequência da Copa do Mundo.

“Ele vai jogar partidas incríveis novamente; ele é o melhor lateral-direito do mundo e vai provar isso nesta Copa do Mundo. Ele é uma pessoa muito importante para mim, para a comissão técnica, para os jogadores e para a seleção marroquina”, declarou o técnico marroquino.

 

Hakimi também se manifestou nas redes sociais após a divulgação da decisão judicial. O jogador nega a acusação e afirmou que aguardou por anos a oportunidade de apresentar sua versão no processo.

 

“O sistema judiciário olhou nos meus olhos e disse: ‘Se você não fosse famoso, nunca teria havido um caso.’ Optei por permanecer em silêncio durante anos. Pensei que, mantendo minha dignidade, sendo paciente e confiando no sistema judiciário, as decisões corretas seriam tomadas”, publicou.

 

Depois da partida contra a Escócia, o lateral deixou o estádio sem conceder entrevista. A seleção de Marrocos, por sua vez, segue concentrada na sequência da fase de grupos da Copa do Mundo.

 

O caso teve início em 2023. Segundo o relato apresentado à polícia na época, uma jovem afirmou ter conhecido Hakimi pelo Instagram, em janeiro daquele ano, e ido até a casa do jogador em um veículo de transporte por aplicativo solicitado por ele.

 

De acordo com a denúncia, Hakimi teria beijado e tocado a jovem sem consentimento antes de cometer o estupro. A mulher afirmou ainda que conseguiu se afastar do jogador e enviar uma mensagem a uma amiga, que foi buscá-la.

 

Hakimi foi indiciado e colocado sob controle judicial em março de 2023. A defesa do jogador nega as acusações. Com a decisão da Justiça francesa, o lateral será levado a julgamento em data ainda não definida.

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“Regra Vinicius” tem primeira expulsão na Copa do Mundo de 2026; confira

 


Por Redação

“Regra Vinicius” tem primeira expulsão na Copa do Mundo de 2026; confira
Foto: Reprodução / CazéTV

A partida entre Turquia e Paraguai, válida pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, marcou a primeira aplicação de uma das novas regras aprovadas pela Fifa para o torneio. O paraguaio Miguel Almirón foi expulso após cobrir a boca enquanto se dirigia a um adversário em campo.

 

 

O lance aconteceu aos 45'+3' do primeiro tempo. Almirón se aproximou de Mert Müldür, jogador da Turquia, e levou a mão à boca enquanto falava com o rival. A atitude impediu que fosse possível identificar o que estava sendo dito pelo atleta paraguaio.

 

O árbitro salvadorenho Iván Barton foi chamado ao VAR pelo catariano Khamis Mohammed Al Marri. Após revisar a jogada no monitor, o juiz decidiu aplicar o cartão vermelho direto ao jogador do Atlanta United.

 

A regra foi implementada pela Fifa antes da Copa do Mundo de 2026 após uma polêmica envolvendo Vinicius Júnior, do Real Madrid, e Gianluca Prestianni, do Benfica, em uma partida da Liga dos Campeões. Na ocasião, o argentino teria confrontado o atacante brasileiro cobrindo a boca, o que dificultou a identificação do que havia sido dito.

 

Vinicius alegou ter sido alvo de insulto racial no episódio. Prestianni acabou sendo punido com dois jogos de suspensão. A partir do caso, a Fifa passou a coibir o gesto de cobrir a boca em confrontos dentro de campo, especialmente em situações de discussão entre jogadores.

 

Com a expulsão contra a Turquia, Miguel Almirón se tornou o primeiro atleta punido com cartão vermelho direto pela medida na Copa do Mundo. A regra, que passou a ser chamada de “regra Vinicius”, ganhou aplicação prática pela primeira vez no torneio justamente em um lance analisado pelo VAR.

 

O caso deve ampliar o debate sobre a atuação da arbitragem em situações de conduta antidesportiva e possíveis ofensas dentro de campo. A decisão também reforça a tentativa da Fifa de aumentar o controle sobre gestos que possam dificultar a identificação de falas entre jogadores durante as partidas.

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Vinicius Júnior iguala Romário e entra no top 5 de participações em gols do Brasil em Copas

 


Por Redação

Vinicius Júnior iguala Romário e entra no top 5 de participações em gols do Brasil em Copas
Foto: Reprodução / Instagram / @vinijr

Eleito o melhor em campo na vitória da Seleção Brasileira sobre o Haiti, Vinicius Júnior alcançou uma marca importante com a camisa amarelinha. O atacante do Real Madrid igualou Romário em participações em gols pelo Brasil em Copas do Mundo e entrou no top 5 brasileiro no recorte desde 1986.

 

Na partida contra a seleção haitiana, Vini marcou mais um gol e participou diretamente da construção ofensiva brasileira, sendo decisivo para o triunfo da equipe comandada por Carlo Ancelotti.

 

Com o desempenho, Vinicius chegou a seis participações em gols em seis partidas de Copa do Mundo. O número coloca o camisa 7 ao lado de nomes históricos da Seleção Brasileira no torneio.

 

No levantamento de participações em gols pelo Brasil em Copas desde 1986, Ronaldo aparece na liderança, com 19 participações em 19 partidas. Neymar e Rivaldo vêm na sequência, ambos com 11 participações. Careca soma oito, enquanto Vinicius Júnior aparece com seis.

 

BRASILEIROS COM MAIS PARTICIPAÇÕES EM GOLS EM COPAS DO MUNDO:
Ronaldo
- 19 participações em 19 jogos
Neymar Jr. - 11 participações em 13 jogos
Rivaldo - 11 participações em 14 jogos
Careca - 8 participações em 9 jogos
Vinicius Júnior - 6 participações em 6 jogos

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Neymar fora do jogo contra o Haiti - Falando de Esportes - 19/06/26