Vitória x Jacuipense: Veja prováveis escalações, horário e onde assistir

 


Por Hugo Araújo

Vitória x Jacuipense: Veja prováveis escalações, horário e onde assistir
Arte: Bahia Notícias

Classificado com a segunda melhor campanha da primeira fase do Campeonato Baiano, o Vitória recebe o Jacuipense, terceiro colocado, neste domingo, às 17h, no Barradão, valendo vaga na final do estadual.

 

Com 14 pontos somados, um a mais que o adversário, o Rubro-Negro garantiu o mando de campo na semifinal, disputada em jogo único, assim como a decisão estadual. Se houver empate no tempo regulamentar no Barradão, o finalista será definido nos pênaltis.

 

Para o confronto, o técnico Jair Ventura não poderá contar com os lesionados Dudu, Nathan Mendes, Luan Cândido, Renzo López e Rúben Ismael. Diego Tarzia e Cacá, que não estão inscritos no Baianão, também ficam de fora. Há a expectativa de que o zagueiro Edu, de fora desde 21 de janeiro, possa voltar a ser relacionado. 

 

Quem avançar encara o Bahia, que goleou a Juazeirense por 3 a 0 na outra semifinal. A decisão do Baianão está prevista para o dia 8. Já no dia 11, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, tem novo encontro entre os rivais, às 20h, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova.

 

Arte: Bahia Notícias 

 

JACUIPENSE 

Classificado para a semifinal do Campeonato Baiano pela quinta vez nos últimos sete anos, o Jacuipense, vice-campeão em 2022 e 2023, chega embalado para encarar o Vitória. Na última rodada da fase de classificação, a equipe venceu o Bahia de Feira por 3 a 1, no domingo, e confirmou presença entre os quatro melhores.

 

Na quarta-feira (25), o Leão do Sisal garantiu uma classificação heroica na Copa do Brasil ao eliminar o Ceilândia nos pênaltis, por 4 a 1, depois do empate em 1 a 1 no tempo regulamentar. O grande destaque foi o goleiro Marcelo, decisivo ao defender duas cobranças e assegurar a vaga.

 

No Baianão, o Jacuipense fechou a primeira fase com 13 pontos, somando três vitórias, quatro empates e duas derrotas. No encontro entre o Leão Rubro-Negro e o Leão Grená na fase inicial, disputado no Estádio de Pituaçu, o placar foi 0 a 9. Na ocasião, o Vitória atuou com uma formação alternativa. 

 

FICHA TÉCNICA

Vitória x Jacuipense
Campeonato Baiano - Semifinal 
Local: 
Barradão
Data: 1/03/2026
Horário: 17h
Árbitro: Wagner Francisco Silva Souza 
Assistentes: Alessandro de Matos e Daniella Coutinho Pinto 
VAR: Diego Pombo Lopez 
Onde assistir: TVE (TV aberta e YouTube) e TV Vitória (YouTube)

 

Vitória: Lucas Arcanjo; Mateus Silva, Camutanga, Edenilson e Ramon; Caíque, Baralhas e Martínez; Erick, Matheuzinho e Renato Kayzer. Técnico: Jair Ventura. 

 

Jacuipense: Marcelo; Hugo Moura, Railon, Weverton e Thiago; Vinícius Amaral, Alison Daniel e Thttps://www.bahianoticias.com.br/esporteshiaguinho; Ruan Nascimento, William e Pedro Henrique. Técnico: Rodrigo Ribeiro. 

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Japomirim: Moradores do Loteamento Bem Viver cobram infraestrutura e relatam vida de dificuldades

 


Ipiaú Online

Diversos moradores do Loteamento Bem Viver, localizado no distrito de Japomirim, procuraram a reportagem do IPIAÚ ONLINE para manifestar indignação com a situação precária que enfrentam.

Eles alegam ter sido diretamente prejudicados por supostas promessas não cumpridas de vendedores responsáveis pela comercialização dos terrenos.

Relataram que, durante as vendas, os corretores teriam garantido a todos os compradores uma infraestrutura completa, incluindo acesso à água encanada, energia elétrica regularizada, saneamento básico e calçamento das ruas.

Essas garantias eles dizem ter sido decisivas para que famílias investissem suas economias na compra dos lotes e na construção de residências.

“Confiando na palavra dos vendedores, adquirimos os lotes, efetuamos os pagamentos e construímos nossas casas acreditando que teríamos condições dignas de moradia.

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Thomas Leuri estreia coluna no IPIAÚ ONLINE refletindo sobre repetição das enchentes na região

 


Crônica de uma cidade alagada: quando a água revela o que já estava à vista

Em Ipiaú, a chuva não chega como surpresa; chega como repetição. Repete-se o barulho insistente nas telhas, o transbordar dos rios, o avanço silencioso da água pelas ruas estreitas dos bairros periféricos, o desalento das famílias que, a cada estação chuvosa, reorganizam suas vidas em torno de perdas anunciadas.

Ipiaú Online

A cena se repete há décadas, com pequenas variações de intensidade, mas com a mesma estrutura de abandono e previsibilidade.

A cidade, marcada por enchentes recorrentes, tornou-se um retrato de como os desastres não são apenas naturais, são, sobretudo, sociais, políticos e históricos.

A cada novo período de chuvas intensas, emergem as mesmas imagens: móveis sobre tijolos, colchões encharcados, crianças ilhadas, adultos calculando prejuízos.

A cada nova gestão municipal, sucedem-se promessas, planos emergenciais, discursos de reconstrução. Mas, passado o pico da crise, a rotina retorna ao seu curso habitual, e com ela, a negligência.

O problema, entretanto, não se limita ao excesso de água. Ele se inscreve no modo como a cidade se expandiu e se reorganizou ao longo dos anos. O crescimento urbano de Ipiaú, especialmente em bairros como Santa Rita e ACM, ocorreu em muitos casos sobre áreas anteriormente ocupadas por vegetação nativa ou por terrenos rurais. A substituição da mata por loteamentos e condomínios alterou o regime natural de absorção do solo, acelerando o escoamento das águas pluviais e ampliando a vulnerabilidade das regiões mais baixas.

Ipiaú Online

A isso se soma a situação dos cursos d’água que atravessam a cidade. O Rio de Contas e o Água Branca, há muito tempo negligenciados, recebem grande parte do esgoto urbano e convivem com ocupações irregulares às suas margens.

São rios que, em vez de integrar a paisagem urbana de forma equilibrada, tornaram-se canais de risco e de degradação ambiental. A extração de areia em determinadas áreas, utilizada como insumo para o setor da construção civil, também contribui para a instabilidade das margens e para o agravamento das enchentes.

Divulgação PMI

Não se trata de um fenômeno recente. Os alertas sobre mudanças climáticas, intensificação de eventos extremos e elevação dos índices pluviométricos vêm sendo feitos há anos por instituições científicas e órgãos ambientais. Ainda assim, uma parte significativa da sociedade insiste em desconsiderar ou minimizar tais evidências, tratando-as como exagero ou fatalidade inevitável.

Essa descrença, aliada à ausência de políticas urbanas consistentes, forma o cenário ideal para a repetição das tragédias.

Redes sociais

Há, nesse contexto, uma dimensão social incontornável. Os mais atingidos pelas enchentes não são os mesmos que lucram com a expansão imobiliária ou com a exploração de recursos naturais.

São, em sua maioria, os moradores das áreas mais vulneráveis, aqueles que vivem à margem da cidade formal, com menor acesso a infraestrutura, saneamento e proteção social.

São essas famílias que, a cada temporal, veem seus poucos bens serem levados pela água, refazendo, em ciclos sucessivos, o esforço de reconstruir o que mal havia sido consolidado.

A pergunta que se impõe, portanto, não é apenas “por que chove tanto?”, mas “por que a cidade continua despreparada para a chuva que já se sabe inevitável?”.

Quem se beneficia da ocupação desordenada do solo? Quem ganha com a flexibilização de regras ambientais e urbanísticas? E quem arca, de fato, com os custos dessas escolhas?

Em meio ao caos das enchentes, há uma frase que se repete entre os atingidos: “o importante é que estamos vivos”. É uma afirmação que carrega, ao mesmo tempo, alívio e resignação. Alívio pela sobrevivência, resignação diante de perdas que se tornaram rotina. Mas ela também revela uma inversão cruel: quando sobreviver passa a ser o único consolo possível, é sinal de que a cidade falhou em garantir o mínimo, o direito a uma vida digna e segura.

A chuva em Ipiaú, portanto, não é apenas um fenômeno meteorológico. É um espelho que reflete desigualdades, escolhas políticas, interesses econômicos e a persistente distância entre planejamento e realidade. Enquanto essas dimensões não forem enfrentadas com seriedade e continuidade, a cada nova estação chuvosa, a cidade continuará a escrever a mesma história, com água, lama e silêncio.

Thomas Leuri é estudante de Letras pela Universidade do Estado da Bahia, é professor de Língua Portuguesa, artista, escritor e documentarista. Apaixonado pela literatura e pelo audiovisual, atua na interseção entre educação, cultura e comunicação, desenvolvendo narrativas críticas e sensíveis.

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11 veículos roubados no Rio de Janeiro eram vendidos no sudoeste da Bahia; operação prende oito e recupera carros clonados

 


Divulgação PCBA

Onze veículos roubados no Rio de Janeiro estavam sendo vendidos na região sudoeste da Bahia com sinais identificadores adulterados, segundo investigações da Polícia Civil.

A revelação veio com a Operação Rodovia Segura, deflagrada na sexta-feira (27) pela Delegacia Territorial (DT) de Livramento de Nossa Senhora, que recuperou os carros e prendeu oito pessoas em flagrante por receptação e adulteração de sinal identificador de automotores.

A ação começou após informe da Polícia Civil do Rio de Janeiro sobre roubos na capital carioca.

As apurações confirmaram que os automóveis eram clonados e comercializados ilegalmente no interior baiano, alimentando o mercado de peças e revenda fraudulenta.

Tudo começou com um veículo localizado em uma unidade hospitalar de Livramento de Nossa Senhora.

Verificações técnicas apontaram adulteração e restrição por roubo no Rio. Diligências subsequentes em Rio de Contas e Jussiape levaram à recuperação dos outros dez carros.

Os 11 veículos apreendidos serão periciados e devolvidos aos proprietários.

Os oito presos permanecem à disposição da Justiça, em um duro golpe contra o tráfico interestadual de veículos roubados.

Ipiaú Online 

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Rogério Ceni lamenta eliminação passada, mas critica vaias: "Entendo a tristeza, mas é seguir em frente"

 


Por Carlos Matos

Rogério Ceni lamenta eliminação passada, mas critica vaias: "Entendo a tristeza, mas é seguir em frente"
Foto: Gleidson Santana/Bahia Notícias

O Bahia confirmou vaga na final do Campeonato Baiano ao vencer o Juazeirense por 4 a 2, na tarde deste sábado (28), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova. Willian José, Erick Pulga, Kike Olivera e Sanabria marcaram para o Esquadrão, enquanto Bino e Vitinho fizeram os gols da equipe visitante.

 

Apesar da classificação, o ambiente no estádio foi marcado por insatisfação nas arquibancadas. A torcida manifestou protestos e vaiou jogadores e comissão técnica antes, durante e após a partida, reflexo da recente eliminação do clube na Copa Libertadores diante do O'Higgins.

 

Após o jogo, o técnico Rogério Ceni comentou o clima de pressão vivido pela equipe e reconheceu o sentimento do torcedor.

 

"O torcedor ficou muito triste, assim como a gente. Jogo não foi o maior obstáculo, mas o clima, a pressão. O fato de vaia do começo ao fim, o torcedor paga ingresso. Mas é contraproducente independente do sentimento de tristeza, raiva. O atleta também sofre. O jogador que perde pênalti, quem comete o erro... Nós, infelizmente, perdemos um jogo, e isso ocasionou a eliminação. É um direito do torcedor, paga o seu ingresso. Ficou chateado, nós também ficamos", afirmou.

 

Em seguida, o treinador destacou a necessidade de reação na temporada. "Eu entendo perfeitamente a tristeza do torcedor, que queria ver o Bahia seguindo na Libertadores. Infelizmente acontece. Você tem que tentar seguir. Tem que tentar elevar o percentual de pontos, tentar ser campeão baiano, vencer clássicos", declarou.

 

Na decisão do estadual, o Bahia enfrentará o vencedor do confronto entre Vitória e Jacuipense, que se enfrentam neste domingo (1º), às 17h. A final será disputada em jogo único no próximo fim de semana, com mando do Tricolor, dono da melhor campanha geral da competição.

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Erick Pulga comenta protestos da torcida do Bahia: “A gente precisa do apoio deles”

 


Por Carlos Matos

Erick Pulga comenta protestos da torcida do Bahia: “A gente precisa do apoio deles”
Foto: Reprodução/Bahia Notícias

O Bahia venceu a Juazeirense por 4 a 2 na tarde deste sábado (28), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pela semifinal do Baianão, e está na decisão do campeonato. Após o jogo, Erick Pulga, autor de um dos gols do Tricolor, comentou os protestos da torcida durante a partida por conta da eliminação recente na Copa Libertadores.

 

“É muito difícil passar por esse momento, mas a gente precisa do nosso torcedor. Eles (torcida) nos apoiam bastante, hoje também apoiou, mas com vaias. Eu acho que é difícil para nós (jogadores) digerir isso, mas temos que manter o foco, não adianta lamentar, futebol é assim, no outro dia já temos que jogar novamente”, afirmou.

 

Outro ponto alto da entrevista foi o desempenho individual do atacante. Pulga  não marcava um gol há cerca de três meses, mas hoje fez o segundo tento do Tricolor, ainda na primeira etapa, e ampliou a vantagem para 2 a 0  até aquele momento.

 

“Ser cobrado pelo seu rendimento não é algo fácil, mas a minha cabeça está muito tranquila Isso faz parte. Mas nunca deixei de trabalhar, sempre demonstrei o meu melhor. Fico feliz pelo apoio dos meus companheiros, que me abraçaram bastante. Isso me deu confiança”, destacou.

 

Agora o Bahia só volta a jogar na próxima semana, no sábado (7), no jogo da final do Campeonato Baiano, disputado às 16h, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova. O Esquadrão espera a definição do confronto entre Vitória e Jacuipense, neste domingo (1º), às 17h, no Barradão.

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Confira público e renda de Bahia x Juazeirense pelo Campeonato Baiano 2026

 


Por Carlos Matos

Confira público e renda de Bahia x Juazeirense pelo Campeonato Baiano 2026
Foto: Gleidson Santana/Bahia Notícias

 

Neste sábado (28), o Bahia venceu a Juazeirense por 4 a 2, pela semifinal do Campeonato Baiano 2026. Na Casa de Apostas Fonte Nova, 16.905 torcedores estiveram presentes para uma renda de R$398.244,00.

 

O público tricolor, divulgado pela assessoria de comunicação do clube após as partidas, foi formado por 13.727 filiados ao Sócio Esquadrão, 1.244 ingressos corporativos e 1.832 pagantes na bilheteria, somando 16.803 de público pagante total. Além disso, houve 102 crianças (não pagantes), totalizando 16.905 pessoas presentes no mando de campo do Esquadrão.

 

A renda de R$398.244,00 foi dividida em R$122.460,00 dos pagantes da bilheteria, junto a R$1.244,00 dos pagantes corporativos e R$274.540,00 dos sócios do Sócio Esquadrão.

 

 Agora voltando suas atenções para o próximo desafio, o Bahia aguarda o vencedor do duelo entre Vitória e Jacuipense, disputado neste domingo (1º), no Barradão, às 17h, válido pela semifinal do Baianão. Quem se classificar enfrenta o Tricolor no próximo sábado (7), às 16h, na Casa de Apostas Fonte Nova, em jogo de final única.

 

Público e renda de Bahia x Juazeirense, pelo Baianão 2026 | Foto: Divulgação/Ascom EC Bahia

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Mesmo ao som de vaias e "time pipoqueiro", Bahia vence Juazeirense e se classifica para final do Baianão

 


Por Carlos Matos

Mesmo ao som de vaias e "time pipoqueiro", Bahia vence Juazeirense e se classifica para final do Baianão
Foto: Gleidson Santana/Bahia Notícias

O Bahia é o primeiro finalista do Campeonato Baiano em 2026. Na tarde deste sábado (28), o Esquadrão de Aço recebeu a Juazeirense na Casa de Apostas Fonte Nova e superou o Cancão de Fogo. Mesmo ao som de vaias e gritos de “time pipoqueiro”, o Bahêa cumpriu sua missão ao vencer por 4 a 2, com um gol de Willian José, de pênalti, outro de Erick Pulga, Kike Oliveira, e por último, Mateo Sanabria.  Bino e Vitinho marcaram para os visitantes.

 

Após a eliminação precoce na Copa Libertadores, o torcedor tricolor aumentou o nível de cobrança durante o início do primeiro tempo, mas viu uma equipe que impôs seu jogo agressivo, criou uma porção de oportunidades e pouco foi ameaçado pela Juazeirense na primeira etapa. No segundo tempo foi diferente, já com uma vantagem por 3 a 0 no placar, a equipe de Ceni viu o adversário crescer e marcar dois gols para buscar uma reação, que no fim não deu certo, pois Sanabria fechou a conta por 4 a 2. Com a classificação de hoje, o Bahia chegou a sua quarta final consecutiva do Baianão.

 

Do outro lado da chave, Vitória e Jacuipense se enfrentam neste domingo (1º), às 17h, no Barradão. O vencedor desta partida enfrentará o Tricolor no próximo sábado (7), em final única, disputada na Casa de Apostas Fonte Nova, casa do Bahia, dono da melhor campanha geral do torneio.

 

Agora o time comandado por Rogério Ceni aguarda a definição do outro finalista, adversário do Tricolor daqui uma semana, no próximo sábado (7), às 16h, também na Casa de Apostas Arena Fonte Nova.

 

Pelo Campeonato Brasileiro, o Bahia só volta a jogar na quarta-feira, dia 11 de março, contra o Vitória, pela quinta rodada. O primeiro Ba-Vi do Brasileirão em 2026 também vai ser disputado na Fonte Nova, às 20h.


 

O JOGO

Aos dez minutos, o Bahia já começava a dar as cartas do jogo propondo seu estilo mais agressivo. Caio Alexandre cruzou na área e encontrou o lateral Román Gómez, que cabeceou com perigo e obrigou o goleiro Pedro a fazer boa defesa.

 

Boa chegada

Depois da cobrança de falta do Bahia, o goleiro Pedro fez a reposição rápida e ligou o jogo direto para Anderson Pato, que avançou, venceu a marcação e finalizou cruzado, mas Ronaldo fez boa defesa aos 18 minutos.

 

GOOOOOL DO BAHÊÊÊA!

Depois da análise do VAR, o árbitro Bruno Pereira Vasconcelos percebeu o recuo com o braço do defensor da Juazeirense dentro da área e assinalou pênalti para o Bahia aos 23 minutos. Willian José foi para a batida e balançou as redes para abrir o placar.


 

GOOOOOOL DO BAHÊA!

Aos 33 minutos, Luciano Juba avançou pelo meio e tabelou com Willian José. O camisa 46 passou para Erick Pulga, que invadiu a área e bateu na saída de Pedro Campanelli.
 

 

Erick Pulga comemorando gol pelo Bahia | Foto: Gleidson Santana/Bahia Notícias

 

SEGUNDO TEMPO

Everton Ribeiro deu um belo passe para Willian José, que abriu boa bola para Ademir. O atacante cruzou na área, Campanelli espalmou, e Everton Ribeiro pegou a sobra. O camisa 10 bateu de primeira e mandou para fora aos três minutos.

 

GOOOOOL DO BAHÊA!

Aos 16 minutos, Acevedo recebeu livre no meio e enfiou a bola na medida para Kike Olivera sair na cara do gol e fazer o terceiro gol do Esquadrão.

 

Finalização perigosa

Em cobrança de falta, Everton Ribeiro rolou para Luciano Juba e o lateral-esquerdo acertou um chute rasteiro, obrigando o goleiro Pedro Campanelli a fazer grande defesa aos 25 minutos.

 

GOL DA JUAZEIRENSE!

Bino desarmou Nicolás Acevedo aos 32 minutos, recebeu passe de Adriano Pardal, invadiu a área do Bahia e contou com desvio em Ramos Mingo para descontar para o Juazeirense. 3 a 1 no placar.

 

Chance perdida

Luciano Juba cobrou escanteio, Erick desviou na primeira trave e a bola sobrou para Willian José aos 41'. Sozinho, o atacante mandou para fora e perdeu uma grande oportunidade.

 

GOOOL DA JUAZEIRENSE!

Vitinho dominou da intermediária aos 42 minutos e mandou uma bomba no gol para diminuir a desvantagem. A partida parecia acabada, mas a Juazeirense reagiu no final.

 

GOL DO BAHIA!

Sanabria limpou a marcação da Juazeirense e chutou de fora da área para voltar a dar tranquilidade ao Bahia no jogo aos 47 minutos.

 

 

FICHA TÉCNICA
Bahia 4x2 Juazeirense
Campeonato Baiano - Semifinal (jogo único)
Local: 
Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador
Data: 28/02/2026 (Sábado)
Horário: 17h
Árbitro principal: Bruno Pereira Vasconcelos
Assistente: Luanderson Lima dos Santos
Assistente: Elicarlos Franco de Oliveira
VAR: Wagner Reway (SC)
Onde assistir: TVE (TV Aberta e canal do Youtube) e da TV Bahêa (Youtube)
Gols: Willian José aos 23’ e Erick Pulga aos 33’ do 1º tempo; Kike Oliveira aos 16’, Bino aos 32' e Vitinho aos 42' do 2º tempo
Cartões: Leandro, Zé Romário, Luan e Vitinho [Juazeirense] / Kike Oliveira [Bahia]

 

Bahia: Ronaldo; Roman Gomez, Gabriel Xavier, Ramos Mingo e Luciano Juba; Caio Alexandre (Nicolás Acevedo), Jean Lucas (Erick) e Everton Ribeiro (Nestor); Ademir (Kike Oliveira), Erick Pulga (Sanabria) e Willian José. Técnico: Rogério Ceni.


Juazeirense: Pedro Campanelli, Vitinho, Zé Romário, Eduardo Rosado e Leandro (Mandacarú); Elivélton (Bino), Bruno Sena e Douglas Nathan; Luan, Anderson Pato e Bravo (Pardal). Técnico: Carlos Rabelo.

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Mostra coletiva de arte homenageia o mestre Carybé dia 19/03 em Salvador

 


Gabriel Pinheiro expõe seus trabalhos na Mostra 477 Anos da Cidade da Bahia

 

Um seleto grupo de 62 artistas de diferentes gerações e linguagens, estará expondo seus trabalhos na Mostra 477 Anos da Cidade da Bahia, exposição coletiva que celebra a força e a história, homenageando o mestre Caribé, que eternizou com o seu talento, a cultura baiana.

Com curadoria dos artistas Chico Mazzoni e Ângela Petitinga, a Mostra acontece a partir de 18h, do dia 19/03, no Museu da Misericórdia, no Centro Histórico de Salvador.

Entre os artistas que estarão expondo seus trabalhos, inclui-se o talentoso fotógrafo Gabriel Pinheiro, “Gabí”, jovem residente em Salvador, graduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, filho do professor e ex-prefeito de Jequié, Reinaldo Pinheiro e da psicóloga Ana Lúcia Moraes Passos.

Através de suas lentes e clicks Gabí, não apenas registra imagens, como também, exerce a comunicação de ideias, sentimentos e mensagens. “O olhar sensível do jovem fotógrafo, transforma momentos cotidianos em expressões artísticas”, afirmamos em busca de síntese para o seu trabalho.

 

Artistas presentes na Mostra

 

“Nos seus 477 anos de existência, a primeira capital do Brasil, fundada em 29 de março de 1549, e primeira cidade do Brasil, elevada em 25 de fevereiro de 1551, atualmente madura o suficiente e jovem o necessário, se revela nos surpreendentes traços e formas destes 62 talentosos artistas, com suas novas criações inspiradas na terra mater, ou adotiva, que tanto inspira quanto compromete e provoca, desafiando suas inesgotáveis criatividades.

Nascidos ou naturalizados baianos, de várias gerações, estes artistas, tão plurais e diversos nas suas linguagens, regionalmente universais, expressaram-se em distintos suportes, materiais e técnicas, adotadas para homenagear Salvador, uma cidade onde os limites não encontram obstáculos para suas explosões artísticas, ecoando como uma voz uníssona na mente, no coração e na alma do povo soteropolitano, com absoluta liberdade de expressão.

Suas artes se revestem de um simbolismo, subjetivo e de caráter humano, individual e coletivo, como reflexo de uma vivência imersiva na efervescência desta metrópole que atravessa a sua história com muita personalidade, como nenhuma outra no mundo, no encontro de povos e culturas, de diversas”, traduz em seu texto sobre a Mostra 477 Anos da Cidade da Bahia, o historiador, arquiteto, professor e escritor brasileiro, Chico Senna imortal da Academia de Letras da Bahia-ALB.

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Mpox volta a preocupar e Ministério da Saúde coloca oito estados em alerta máximo

 


Brasil tem média de 40 a 50 novos casos de mpox por mês Crédito: Shutterstock

 

O crescimento recente de registros de Mpox no Brasil colocou as autoridades de saúde em estado de alerta. Diante do avanço das notificações, o Ministério da Saúde classificou a situação como de atenção máxima em oito unidades da federação: Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rondônia e Distrito Federal.

Segundo a pasta, equipes de vigilância epidemiológica intensificaram o acompanhamento da doença, sobretudo em grandes centros urbanos, com o objetivo de identificar rapidamente novos casos e evitar a formação de novas cadeias de transmissão. A rede pública de saúde segue preparada para atender pacientes com sintomas suspeitos, realizar exames laboratoriais e orientar o isolamento quando necessário.

Dados oficiais indicam que o país soma cerca de 90 casos confirmados da doença até o momento. Além disso, mais de 180 notificações ainda passam por análise das autoridades sanitárias.

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Neymar fora do jogo contra o Haiti - Falando de Esportes - 19/06/26