VÍDEO: Jogador da Ponte Preta é punido com cartão amarelo por driblar na Copinha

 


Por Redação

VÍDEO: Jogador da Ponte Preta é punido com cartão amarelo por driblar na Copinha
Foto: Reprodução/XSports

A Copa São Paulo de Futebol Júnior começou na última sexta-feira (2) com seis partidas disputadas no primeiro dia de competição. Pelo Grupo 14, a Ponte Preta venceu o Coritiba por 4 a 2, em jogo marcado por um lance que resultou em advertência disciplinar no fim da partida.

 

 

Aos 47 minutos do segundo tempo, com a equipe paulista já em vantagem no placar, o atacante Kaio Vitoriano Ganga recebeu a bola próximo à lateral e realizou embaixadinhas. A ação gerou reação do adversário Diego Alves, do Coritiba, que cometeu uma falta mais dura na sequência.

 

O árbitro João César Ferreira da Silva Júnior aplicou cartão amarelo para ambos os atletas. Na súmula, o juiz registrou a punição ao jogador da Ponte Preta por comportamento considerado antidesportivo. “Por atitude antidesportiva, ao dar embaixadinhas na frente do banco de reservas adversário, dando início a um conflito entre as equipes que foi rapidamente controlado”, escreveu o árbitro.

 

As duas equipes voltam a campo na segunda-feira (5), pela segunda rodada da Copinha. A Ponte Preta enfrenta o Meia Noite, às 13h, enquanto o Coritiba encara o Real, de Roraima, às 15h15. Os confrontos serão realizados no Estádio Galileu de Andrade Lopes, em Franca.

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Vitória anuncia desligamento do diretor de futebol Gustavo Vieira

 


Por Redação

Vitória anuncia desligamento do diretor de futebol Gustavo Vieira
Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

O Esporte Clube Vitória anunciou, na manhã deste sábado (3), o encerramento do vínculo com Gustavo Vieira, que deixa o cargo de diretor executivo de futebol.

 

Segundo o clube, o contrato do dirigente foi finalizado e, após reunião, a diretoria optou por não dar sequência à relação profissional.

 

Em nota oficial, o Vitória destacou a atuação de Gustavo durante o período em que esteve à frente do departamento de futebol.

 

“Agradecemos pela contribuição de Gustavo à frente do futebol do Vitória nos últimos meses, peça importante na campanha de permanência no Campeonato Brasileiro da Série A em 2025”, informou o clube.

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Governo da Venezuela envia nota a comunidade internacional e chama ação dos EUA de “agressão militar”

 


Por Redação

Governo da Venezuela envia nota a comunidade internacional e chama ação dos EUA de “agressão militar”
Foto: Wikipédia/Divulgação

O governo da Venezuela enviou um comunicado oficial a comunidade internacional, neste sábado (03), e denunciou a ação do governo de Donald Trump como uma “gravíssima agressão militar perpetrada pelos Estados Unidos” contra o território e a população venezuelanos.

 

Em nota, as autoridades do país afirmam que esta seria uma tentativa norte-americana de impor uma guerra colonial com objetivo de se apoderar do petróleo e minerais venezuelanos. As informações são da Agência Brasil. 

 

“Este ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente de seus artigos 1 e 2, que consagram o respeito à soberania, à igualdade jurídica dos Estados e à proibição do uso da força. Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacional, concretamente da América Latina e do Caribe, e coloca em grave risco a vida de milhões de pessoas”, diz o comunicado.

 

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O país alega que foram atingidas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. No comunicado, a diplomacia venezuelana garante que apresentará as denúncias ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, ao secretário-geral da ONU, António Guterres, à Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e ao Movimento dos Países não Alinhados (MNOAL), exigindo a condenação e a prestação de contas do governo dos Estados Unidos.

 

A Venezuela informou ainda que, em conformidade com o Artigo 51 da Carta das Nações Unidas, se reserva o direito de exercer a legítima defesa para proteger seu povo, seu território e sua independência. O texto cita ainda uma convocação para a população. “O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativar os planos de mobilização e repudiar este ataque imperialista.”

 

Sobre o ataque a soberania e controle do petróleo, o governo diz que “não conseguirão”. “Após mais de duzentos anos de independência, o povo e o seu governo legítimo mantêm-se firmes na defesa da soberania e do direito inalienável de decidir o seu destino”, acrescentou.

 

“A tentativa de impor uma guerra colonial para destruir a forma republicana de governo e forçar uma ‘mudança de regime’, em aliança com a oligarquia fascista, fracassará como todas as tentativas anteriores”, diz o governo.

 

O documento termina com uma citação do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez: “Diante de qualquer circunstância de novas dificuldades, sejam elas quais forem, a resposta de todos e todas as patriotas... é unidade, luta, batalha e vitória”.

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Conquista: Mulher tem crise de ciúme e mata ex-amiga a facadas; filho da vítima presenciou crime

 


Reprodução/TV Sudoeste

O bairro Patagônia, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, foi palco de um crime brutal nesta sexta-feira (2). Uma mulher de 28 anos, identificada como Kelly Amorim Ribeiro, foi morta a facadas dentro de casa, na frente do filho de três anos, por uma ex-amiga. A suspeita foi presa no mesmo dia.

Segundo informaçõs da TV Sudoeste, a motivação para o assassinato teria sido ciúme, uma vez que a suspeita é atual companheira do ex-namorado de Kelly. De acordo com vizinhos, elas foram amigas por muito tempo.

Em entrevista, o capitão da Polícia Militar (PM) Isaac Azevedo, da 79ª Companhia Independente (CIPM), afirmou que houve uma discussão prévia entre as duas um dia antes do crime.

A suspeita foi encontrada em casa, no mesmo bairro onde o homicídio ocorreu, Segundo a PM, ela não resistiu à prisão e chegou a confessar a autoria aos agentes.

Kelly era rcepcionista em uma clínica e participava de grupos de ciclismo em Vitória da Conquista. O filho da vítima está sob os cuidados da família paterna.

Bnews

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Captura de Maduro durou 47 segundos, diz Donald Trump

 


Por Igor Gielow | Folhapress

Captura de Maduro durou 47 segundos, diz Donald Trump
Foto: The Official White House

As forças dos Estados Unidos demoraram 47 segundos para capturar o ditador Nicolás Maduro e sua mulher em um complexo na capital da Venezuela, Caracas, segundo disse o presidente Donald Trump.
 

Chamada de Operação Determinação Absoluta, a ação foi o ponto culminante de uma operação de guerra sem precedentes que vinha sendo montada havia meses no Caribe. Os poucos detalhes disponíveis foram dados por Trump e pelo chefe do Estado-Maior Conjunto americano, general Dan Caine.
 

Segundo o militar, há semanas as forças americanas esperavam uma janela no tempo caribenho para empreender o ataque. Ela veio na sexta (2), quando Trump deu a ordem para a ação. Eram 22h46 no horário da Flórida, onde o presidente estava —23h46 em Caracas e 0h46 em Brasília.
 

Um contingente de 150 aeronaves foi mobilizado a partir de 20 pontos, incluindo o maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald Ford, e o navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima, um dos pontos centrais da operação.
 

Segundo Caine, caças F/A-18 do Ford e F-22 vindos dos EUA participaram da primeira onda de ataque, ao lado de bombardeiros estratégicos B-1B, também saídos de bases americanas. Sua função era formar um corredor de ataque direto do Caribe até Caracas.
 

A reação venezuelana foi mínima, elevando as suspeitas de que possa ter havido algum acordo entre os militares do país e o governo Trump para entregar Maduro. Ainda assim, houve ataques coordenados a pelo menos cinco pontos em três estados do país caribenho.
 

"O objetivo era abrir caminho e proteger os helicópteros", disse, em referência aos modelos MH-60 Seahawk e CH-47 Chinook que foram filmados por moradores voando impunemente enquanto as bombas caíam sobre a capital venezuelana.
 

Aberto o corredor, o que segundo Caine ocorreu com a supressão de defesas aéreas com o uso de drones e de caças de guerra eletrônica EA-18G Growler, uma fila de helicópteros com os soldados da Delta Force, unidade de elite do Exército, entrou em Caracas. Eles voaram a 30 metros de altura sobre o mar e o solo.
 

Às 2h01 no horário local (3h01 em Brasília), os soldados que haviam formado um perímetro em torno do bunker de Maduro entraram no local. Trump disse ter assistido tudo em tempo real. "Parecia um programa de TV, inacreditável", afirmou.
 

Maduro tentou alcançar um quarto seguro com portas de aço, mas em 47 segundos foi rendido. Caine disse que "houve muito tiroteio", mas que nenhum americano foi ferido. Venezuelanos, não se sabe ainda.
 

Logo o ditador e sua esposa estavam em um dos helicópteros rumo ao Iwo Jima. Ele vestia um abrigo esportivo e, em foto divulgada por Trump, estava algemado, com um óculos escuro e abafador de sons nos ouvidos.
 

Segundo Caine, ele pousou no Iwo Jima às 3h29 já no horário americano, ou 5h29 em Brasília. "Nós achávamos que seria necessária uma segunda onda [de ataques], mas não foi. Estamos prontos se for preciso", disse o presidente.
 

A ação foi o que se chama em jargão militar de exfiltração de alvos, no caso o casal Maduro. Ela foi combinada com uma ação de supressão de defesa antiaérea e não configurou uma invasão, como temiam alguns analistas dado o risco de perdas maiores.
 

"Poderia ter dado errado", disse Trump. Segundo Caine, apenas um helicóptero americano foi atingido por tiros quando se aproximou do esconderijo de Maduro, mas permaneceu em condições de voar. Não se sabe ainda quantos militares e civis venezuelanos morreram ou foram feridos.
 

A mobilização militar, iniciada em agosto, foi a maior da história americana na América Latina. Houve outras ações grandes, como a captura do líder panamenho Manoel Noriega para julgamento nos EUA em 1989, mas nunca com tanto poder de fogo envolvido.
 

O centro logístico da ação foi Porto Rico. No território americano fica a antiga base de Roosevelt Roads, que estava desativada havia duas décadas. Ela rapidamente se transformou em ponto de encontro de caças, helicópteros, aviões de transporte, espionagem e reabastecimento.
 

Os bombardeios B1-B, voando a partir dos EUA, treinaram diversas incursões nos meses que precederam o ataque deste sábado. Segundo o relato de Caine, não foram empregados mísseis Tomahawk, armas de primeiro ataque presentes em pelo menos nove embarcações na região.
 

Houve pouca ou nenhuma resistência local. Em Higuerote (norte), uma enorme explosão seguida por estouros secundários no aeroporto local sugere que foi atingido um sistema de mísseis antiaéreos da Venezuela, provavelmente os mais capazes deles, S-300 de fabricação russa.
 

Em Caracas, uma das imagens mais impressionantes era a do que parecia ser um helicóptero de ataque AH-64 Apache disparando mísseis Hellfire contra o Forte Tiuna, o comando central das Forças Armadas do país.
 

O aparelho tem um alcance de menos de 500 km, o que sugere que ele chegou lá a partir de algum dos navios e não da vizinha Trinidad e Tobago, que sediou exercícios de forças especiais americanas em novembro mas fica a 650 km da capital venezuelana.
 

Helicópteros são a marca registrada de assaltos de forças especiais, que segundo Trump já operavam infiltradas na Venezuela havia meses.
 

Sua base de operações é o navio M/V Ocean Trader, na prática um porta-helicópteros e centro de comando. Mas no ataque deste sábado, o papel central foi do USS Iwo Jima, bem mais capaz de coordenar ações.
 

O transporte dos soldados é feito pelo 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais, unidade do Exército que dá apoio a missões de fuzileiros navais e outros pelo mundo.
 

As forças venezuelanas prometeram resistir, mas sem soldados americanos em solo após a captura de Maduro, seus recursos para causar danos são bastante limitados. Pode haver tentativas de atacar navios americanos com mísseis russos ou chineses à disposição do regime.
 

Isso parece remoto agora, dada a decapitação da ditadura e a demonstração de força contra suas unidades militares. Há também um fator vital: os gritos de celebração ouvidos em Caracas quando Trump anunciou a captura de Maduro.

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Diretor da Rodobens, Giuliano Verdi morre em Trancoso aos 51 anos

 


Por Redação

Diretor da Rodobens, Giuliano Verdi morre em Trancoso aos 51 anos
Foto: Reprodução / Redes sociais

O empresário Giuliano Finimundi Verdi, de 51 anos, morreu após sofrer um infarto fulminante, nesta sexta-feira (2), em Trancoso, distrito turístico de Porto Seguro, no Extremo Sul da Bahia. Segundo informações da BP Money, Giuliano, que é acionista e diretor do Grupo Rodobens, passava férias com a família na região quando sofreu um mal súbito.

 

A crise cardíaca ocorreu quando ele circulava de carro pelo Quadrado de Trancoso. No local, testemunhas tentaram prestar socorro e realizar manobras de reanimação, mas o empresário não resistiu.

 

Giuliano morava há anos em São Paulo. Ele deixa a esposa, Alessandra, e três filhos. Até o momento, a família não divulgou informações sobre o velório e o sepultamento.

 

Giuliano era integrante da família fundadora da Rodobens, os Verdi. Filho de Waldemar Verdi Júnior, ele ocupava posições relevantes dentro do grupo: atuava como conselheiro da Rodobens S.A. e da RNI Negócios Imobiliários, além de ter exercido funções estratégicas na área internacional e em diferentes empresas do conglomerado.

 

Com sede em São José do Rio Preto, o Grupo Rodobens figura entre os maiores conglomerados do país, com presença relevante no setor automotivo.

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Carlos, Eduardo e Flávio usam queda de Maduro para atacar Lula e defender Bolsonaro

 


Por Folhapress

Carlos, Eduardo e Flávio usam queda de Maduro para atacar Lula e defender Bolsonaro
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Filhos de Jair Bolsonaro foram às redes sociais neste sábado (3) para comemorar a ação dos Estados Unidos na Venezuela, criticar o presidente Lula (PT) e sair em defesa direta ou indireta do ex-presidente, condenado e preso no Brasil por ter liderado uma tentativa de golpe após a derrota eleitoral de 2022.
 

O ex-vereador Carlos Bolsonaro, que deve ser candidato ao Senado por SC em outubro, usou a queda do ditador Nicolás Maduro para falar em "perseguição ideológica".
 

"Esse modelo não se limita à Venezuela: ele se espalha por rotas que cruzam a Colômbia, a América Central, o Caribe e alcançam o Brasil, sempre protegido por discursos políticos que tentam deslegitimar qualquer questionamento rotulando-o como "perseguição ideológica"."
 

Carlos completou: "Nesse contexto, o atentado e a perseguição contra Jair Bolsonaro em 2018 —e os fatos que se seguiram— não podem ser tratados como episódios isolados ou meramente individuais".
 

Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), além de atacar Lula, falou em "eleições fraudadas", em mais um ataque indireto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), alvo dos bolsonaristas após a derrota de 2022.
 

"Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…"
 

Eduardo Bolsonaro, deputado federal cassado e que hoje vive nos EUA, afirmou que o "regime venezuelano é o pilar financeiro, logístico e simbólico do Foro de São Paulo". "Com a captura de Maduro vivo, agora Lula, Petro e os demais do Foro de São Paulo terão dias terríveis, anotem. Viva a liberdade!"

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A-List: Wagner Moura estampa capa da 'The Hollywood Reporter' com Adam Sandler, Jacob Elordi e Michael B. Jordan

 


Por Redação

A-List: Wagner Moura estampa capa da 'The Hollywood Reporter' com Adam Sandler, Jacob Elordi e Michael B. Jordan
Foto: Reprodução / The Hollywood Reporter

O ator baiano Wagner Moura foi escolhido pela The Hollywood Reporter como um dos “Sete atores A-list ao redor do mundo — todos na corrida pelo seu primeiro Oscar”, na edição mais recente da revista, divulgada nesta sexta-feira (02). O termo “a-list”, comum no jornalismo norte-americano, descreve celebridades bem sucedidas ou amplamente procuradas em determinada área e com a temática.

 

Com a temática, a THR reuniu Jacob Elordi, Mark Hamill, Dwayne Johnson, Adam Sandler, Michael B. Jordan, Jeremy Allen White e Wagner Moura em uma mesa-redonda. Na ocasião, o protagonista de O Agente Secreto, relembra seu processo de entrada em Hollywood: “Sou um ator brasileiro e represento um grupo de pessoas que vivem aqui neste país e falam com sotaques”, afirmou Wagner. Ele completa dizendo que se negou a tentar interpretar um “sotaque americano padrão”. 

 

“Quando comecei a vir para [os EUA], as pessoas perguntavam: ‘Você conseguiria interpretar esse personagem com um sotaque americano padrão?’ E eu respondia: ‘Não’. Primeiro porque eu não consigo (risos), mas segundo porque achava isso meio errado. Sou um ator brasileiro”, declarou durante a entrevista.

 

As nomeações são anunciadas no dia 22 de janeiro, enquanto a cerimônia acontece no dia 15 de março de 2026. Na atual temporada de premiações, Moura já conquistou feitos históricos, como duas indicações no Critics Choice Awards 2026, por trabalhos diferentes. Ele foi indicado como Melhor Ator por O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, e Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada por Ladrões de Drogas.

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Trump afirma que EUA vai administrar a Venezuela após captura de Maduro: "Não queremos que outra pessoa assuma o poder"

 


Por Redação

Trump afirma que EUA vai administrar a Venezuela após captura de Maduro: "Não queremos que outra pessoa assuma o poder"
Foto: Daniel Torok/ White House

 

O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos vão "administrar" a Venezuela interinamente após a derrubada do regime de Nicolás Maduro. Em pronunciamento oficial na tarde deste sábado (3), Trump detalhou a operação militar que resultou na captura de Maduro, então presidente da Venezuela.

 

Sem citar Mária Corina Machado ou Edmundo González Urrutia, ambas figuras de oposição a Maduro na Venezuela, Trump alegou que "não queremos que outra pessoa assuma o poder e que a situação se repita há muitos anos”. “Portanto, vamos governar o país.", afirmou durante uma coletiva de imprensa em seu clube Mar-a-Lago, na Flórida.

 

"Nós vamos administrar o país até o momento em que pudermos, temos certeza de que haverá uma transição adequada, justa e legal. Queremos liberdade e justiça para o grande povo da Venezuela", completou o presidente republicano. Trump não especificou quanto tempo prevê que essa transição de poder levará.

 

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Trump continua o pronunciamento afirmando ainda que petroleiras norte-americanas começarão a atuar na indústria petrolífera da Venezuela. "Nossas gigantescas companhias petrolíferas dos Estados Unidos, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera que está em péssimo estado e começar a gerar lucro para o país", disse.

 

E finaliza: "Nós construímos a indústria petrolífera da Venezuela com talento, empenho e habilidade americanos, e o regime socialista a roubou de nós (...). Uma enorme infraestrutura petrolífera foi tomada como se fôssemos crianças".

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Exército descarta risco militar para o Brasil e monitora refugiados

 


Por Igor Gielow | Folhapress

Exército descarta risco militar para o Brasil e monitora refugiados
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O Exército avalia que o impacto do ataque americano à Venezuela por ora é nulo em termos militares para Brasil, e que o eventual aumento no influxo de refugiados vindos do país é o principal motivo de preocupações imediatas.
 

Dois generais de alto escalão disseram à reportagem, pedindo anonimato, que a avaliação corrente na Força é de que o ataque deste sábado (3) foi uma demonstração única de força.
 

A facilidade com que comandos americanos capturaram e retiraram o ditador Nicolás Maduro e sua esposa do país sugere, segundo esses fardados, que houve algum tipo colaboração do estamento militar venezuelano.
 

A imagem mais sugestiva disso é a linha de helicópteros de forças especiais dos EUA voando sobre Caracas sem oposição nesta madrugada. O país tem recursos razoáveis de defesa antiaérea, e até aqui nada sugere que ela foi acionada na capital —em outros pontos, os americanos parecem ter alvejado baterias do regime.
 

Seja como for, por ora a avaliação militar brasileira é de que a situação não deve escalar. Desde a crise entre Venezuela e Guiana no fim de 2023, quando Maduro anunciou que ia tomar uma rica região do vizinho, Brasília reforçou um pouco sua posição em Roraima, estado que faz fronteira com o vizinho.
 

O esquadrão do Exército de Boa Vista, com 150 homens, está sendo transformado em regimento, com 400 militares. Um pelotão de fronteira, com 30 soldados, foi redesignado esquadrão. Por fim, há os recursos mobilizados de forma permanente pela Operação Ágata Norte, que combate garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomâmi.
 

O ponto fulcral de contato entres os dois países é Pacaraima, principal cidade fronteiriça do lado brasileiro. Lá fica o centro principal de triagem de refugiados da Operação Acolhida, uma iniciativa da Casa Civil que é operada pelo Exército.
 

Segundo informações desta manhã de sábado, não havia nenhuma mudança na rotina local. A cada dia, algo entre 300 e 500 pessoas atravessam a fronteira, parte delas fica e uma fração menor acaba sendo reconhecida como refugiada.
 

A fronteira está fechada pelo lado venezuelano, e a Casa Civil diz estar preocupado com o eventual aumento no fluxo.
 

O governo diz ter reconhecido como migrantes interiorizados ou refugiados 150 mil venezuelanos desde 2018, mas o número total de moradores que fugiram do vizinho no período ronda os 600 mil, segundo ONGs que trabalham com a questão.
 

Para a situação escalar, avaliam os militares, seria necessário algum tipo de conflito civil no país, já que não há nenhuma sinalização de que os EUA farão algum tipo de invasão terrestre —o que seria custoso e impopular para Donald Trump.

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Donald Trump divulga imagem de Nicolás Maduro sendo levado a NY

 


Por Redação

Donald Trump divulga imagem de Nicolás Maduro sendo levado a NY
Foto: Reprodução / Truth Social

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou, na tarde deste sábado (3), a primeira imagem oficial da captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro. O então líder político da Venezuela estaria sendo conduzido pelas forças armadas norte-americanas para Nova York, onde deve ser levado a julgamento. 

 

A foto foi publicada por Trump em sua rede social, Truth Social, com a seguinte legenda: “Nicolas Maduro a bordo do navio USS Iwo Jima”. A imagem mostra Maduro vendado com óculos, de moletom e supostamente algemado. 

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