Johan Cruyff, o denominador comum das ideias de Sampaoli e Jesus no Brasil

Os técnicos de Flamengo e Santos, que fazem o jogo mais aguardado do Brasileirão, bebem da mesma fonte e transformam as ideias do mentor holandês.

14/09/2019 10h33  
Johan Cruyff, o denominador comum das ideias de Sampaoli e Jesus no Brasil
Não é segredo algum que a principal atração duelo entre Flamengo e Santos será um raríssimo duelo entre técnicos estrangeiros no futebol brasileiro. Calhou ainda de ser o duelo entre líder e vice-líder, os dois times de melhor e mais ofensivo futebol do Brasil - você acompanha ao vivo no Premiere e Globoesporte.com.
Em campo, Jesus e Sampaoli têm ideias bem diferentes. Vamos fugir um pouco do “ofensivo x defensivo” e concentrar na tática, na racionalidade. Não há nada de comum no Flamengo e no Santos. No entanto, tudo o que eles colocam em campo - e fora dele - têm a mesma origem: Johan Cruyff.
Considerado inventor do futebol moderno, Cruyff influencia treinadores até hoje pela forma como suas ideias podem ser interpretadas de várias maneiras. Não se trata apenas de oferecer algo novo, mas sim oferecer uma interpretação do mundo tão poderosa que abre caminhos para outras formas de realizar as coisas. Cruyff é o Beatles do futebol: fundiu ideias e fez coisas tão perfeitas que sempre ecoarão na cabeça de quem toca um violão. No futebol é assim. Não importa onde você esteja, um treinador sempre pensará na Holanda ou no Barcelona para mentalizar o que gostaria de ver seu time.

Futebol como espetáculo e filosofia

Talvez a principal influência de Cruyff em Flamengo e Santos é a ideia de que o futebol é, antes de tudo, um espetáculo. O jogo deve proporcionar prazer, e a partir daí, resultado. “Sigo a filosofia de Cruyff, para quem não bastava ganhar, era preciso proporcionar espetáculo ao ‘adepto’ que paga o ingresso. É melhor ganhar de 5 a 4 que de 1 a 0, assim todos saem satisfeitos.”, deixou claro Jesus em entrevista realizada à revista Veja.
Meses antes, no evento Somos Futebol na CBF, Sampaoli estampou as mesmas ideias em sua pequena e reveladora aula: "O que quero transmitir é que o futebol não é só um jogo simples, mas inclusive pode ser uma maneira de viver. Quanto mais gente compreender, mais divertido será. Tanto o campo, quanto fora dele”.
Jorge Sampaoli Santos x Athletico-PR — Foto: Ricardo Moreira/BP Filmes
Jorge Sampaoli Santos x Athletico-PR — Foto: Ricardo Moreira/BP Filmes
Sampaoli e Jesus entendem o futebol como uma filosofia de vida. Eles não separam o jogo de suas vidas, não conseguem ir a um estádio apenas para ver o time ganhar e voltar para casa. Para eles e para Cruyff, o jogo era um meio para que possamos desfrutar o tempo de nossas vidas, seja falando sobre jogadores, comentando o time, fazendo amizades e amores. É uma visão mais próxima da Europa e muito, mas muito distante da visão brasileira sobre o jogo. Aqui o futebol não é espetáculo, é alívio. É pressão. É a sessão descarrego da classe trabalhadora - LEIA MAIS AQUI.

Jesus e o estágio com o ídolo em 1993

A influência de Cruyff na vida de Jorge Jesus é tanta que os dois já trabalharam juntos, por um breve período, em 1993. O holandês era treinador do “Dream Team” do Barcelona quando o jovem Jesus, que se aposentou para virar treinador do Amora resolveu passar um mês em Portugal com o ídolo. “Naquela altura a minha referência já como jogador era Johan Cruyff. E aquela equipe da Laranja Mecânica inspirava muita gente, eu era um jovem e me inspirou muito. Passei um mês e meio em Barcelona para fazer estágio com o Cruyff”, revelou o técnico ao site da Libertadores.
Primeira chance na elite portuguesa veio em 1993 — Foto: Leonardo Miranda
Primeira chance na elite portuguesa veio em 1993 — Foto: Leonardo Miranda
Inspirado pelo mini-sabático, Jesus colocou o universo de novas ideias na modesta equipe do Felgueiras, que surpreendeu na primeira metade do Campeonato Português. "Ele era um apaixonado pelo Cruyff e pelo futebol do Barcelona. Então, todo o trabalho era feito na lógica do Barcelona. Os nomes dos jogadores do Barça eram apresentados e substituídos pelos nossos", recorda o goleiro Avelino ao site “Mais Futebol". O Felgueiras caiu no segundo turno, mas deixou marcas profundas na vida do Mister.

Organizar para atacar e não apenas para defender

"Técnica não é poder fazer 100 embaixadas. Qualquer um pode fazer isso se praticar. Técnica é passar a bola com um toque, na velocidade correta, no pé certo do seu companheiro". A visão de Cruyff sobre a técnica no futebol implica na ideia de que a habilidade, o gesto técnico e a beleza das ações com a bola no pé não está separada do jogo. Por isso, a filosofia da Holanda, que ele aperfeiçoou no Barcelona e costumamos chamar de "Jogo de Posição" nada mais é do que a combinação entre tática e técnica num mesmo lugar.
Um dos equívocos históricos do futebol brasileiro e de seus atores é entender é pensar que apenas talento e técnica fazem um time ser ofensivo
Toda nossa conversa sobre o jogo aqui é pautada pela técnica e pelo julgamento dela. "Fulano é bom ou é ruim?" "Como encaixar fulano no time?" Quando um jogador não tem habilidade pura, chamamos ele de "esforçado". Ou "para compor grupo". Até porque o Brasil sempre produziu talentos extraordinários, e técnicos aqui pensavam em sistemas defensivos, como coberturas e tipos de marcação, para que seus times soubessem se defender. No ataque, o talento resolve - não é assim que até hoje, 2019, pedimos?
Uma das tantas revoluções de Cruyff é tratar o ataque como algo puramente tático, sistemático e racional. Se organizar para atacar. Ideia que Sampaoli e Jesus seguem à risca, como você pode ler abaixo:

A paixão pela criatividade

Jesus e Sampaoli são rebeldes. Outsiders de uma sociedade que não costuma premiar os criativos, os questionadores e a iniciativa, mas sim a alienação. “O medo de perder tira a iniciativa e a criatividade no jogador atual”, pontua Sampaoli no evento da CBF. Para ele, é o individualismo, dentro de um sistema, que faz o futebol ter alma: “O individualismo cresceu tanto no mundo que se faz muito difícil conviver coletivamente e envolver um sentido de permanência. Ao jogador, se faz muito complicado se sentir parte de um clube, e é preciso voltar para trás”, falou Sampaoli ao jornal El País em 2016.
Jorge Jesus Inter x Flamengo — Foto: Wesley Santos/Agência PressDigital
Jorge Jesus Inter x Flamengo — Foto: Wesley Santos/Agência PressDigital
A ideia de que a criatividade deve ser estimulada também é compartilhada por Jesus: :”O treinador tem de ser criativo. O treinador é um artista, como são os jogadores. O jogador nasce com isso, e o treinador também nasce e desenvolve. Todos os meus treinos, todas as minhas ideias de jogos, foram elaboradas e pensadas pela minha cabeça. Ao longo desses 30 anos, montei uma metodologia de treino, fui eu que criei”, disse ao site da Libertadores.

A influência de outros esportes

O futevôlei de Sampaoli nas praias de Santos já virou rotina na cidade. Mas o técnico, que quase não dorme e vê Netflix nas noites, ainda pratica mais coisas: futmesa, beach tennis e o tamboréu e tênis normal, do qual fez aulas na cidade. São aulas rápidas nas quais o argentino extravasa a competitividade e também aproveita para descansar do futebol sem sair do esporte.
Se não é um esportista nato, Jesus também é influenciado por outros esportes. Mas dentro de campo. Em entrevista ao Expresso, ele se autoentitula inventor do bloqueio no futebol. “Eu trouxe para o futebol mundial o bloqueio (um atleta sem a bola usa o corpo para atrapalhar adversários e abrir espaço a outro, com ela, avançar). Trouxe há 15 anos para a Europa, as minhas equipes fazem bloqueio no jogo, depois começou-se a ver vários, e tirei do basquete”.
Um bom exemplo de bloqueio é o primeiro gol da Alemanha no Brasil, no 7 a 1
Há muito do que se falar dos dois, seja dentro ou fora do campo. Na postura ou na tática. Mas a principal contribuição de Sampaoli e Jesus ao futebol brasileiro é nos fazer sair de nosso comodismo, das polêmicas fáceis e pensar, de fato, o jogo que o Brasil inegavelmente sabe jogar, mas pouco quer aprender sobre.
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Por Leonardo Miranda
Jornalista, formado em análise de desempenho pela CBF e especialista em tática e estudo do futebol
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“Atacar a última linha”: entenda o conceito que fez o Athletico vencer o Inter na Copa do Brasil

Ideia é comum nos grandes times da Europa: atacar por dentro e combinar movimentos rápidos para tirar os zagueiros do lugar. Foi o que aconteceu.

12/09/2019 11h41  
“Atacar a última linha”: entenda o conceito que fez o Athletico vencer o Inter na Copa do Brasil
foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo 
Está tudo aberto! E tudo pode acontecer no Beira Rio. Mas a vantagem do Athletico, que venceu o primeiro jogo das finais por 1 a 0, é grande. Não apenas pelo resultado, mas pela forma como o jogo se desenrolou. Desde o início do jogo estaria claro que seria um grande ataque contra defesa, com o Athletico tentando furar o forte e conhecido bloqueio colorado nos jogos fora de casa.
Foi difícil e demorou, mas deu certo graças a um conceito tático muito usado na Europa e em times propositivos, que querem trabalhar a bola: o “atacar a última linha”.

Entendendo o conceito

Para entender esse conceito é primeiro entender o momento tático do futebol mundial. O avanço da preparação física, incluindo os métodos de treinamento de José Mourinho no Porto, tornaram o jogo muito mais veloz em vários aspectos: na circulação de bola, nos movimentos coletivos e especialmente na ocupação de espaço. Com a concentração de renda em alguns times europeus, o futebol virou praticamente um “ataque” contra “defesa” nas ligas: os do topo enfrentam os pequenos com essa defesa intensa, compacta e com uma linha de quatro sempre fora da área e preparada para quebrar as investidas.
A última linha é o espaço entre o primeiro volante e os zagueiros — Foto: Leonardo Miranda
A última linha é o espaço entre o primeiro volante e os zagueiros — Foto: Leonardo Miranda 
Na Alemanha, Espanha ou Inglaterra, a maioria dos jogos é basicamente o campinho acima: um time se defende com dez jogadores protegendo o gol e o outro ataca. Toca a bola já no campo de ataque, com zagueiros armando e muitos atacantes por dentro. A última linha é o espaço na linha de quatro do adversário. É lá que as finalizações ou chances de perigo são criadas. Por isso, a maioria dos times coloca seus mais talentosos lá: Hazard no Real, Neymar no PSG, Son no Tottenham…eles são pontas “de mentirinha”, porque é flutuando que conseguem causar mais perigo.

Athletico não consegue atacar a defesa no primeiro tempo

O Internacional, desde o início do jogo, deixou claro que a partida seria uma cópia de Premier League. E se faltou saída para o ataque, na defesa o time fez grande primeiro justamente com essa compactação e intensidade defensiva digna de um Irã ou Costa Rica na Copa do Mundo. Observe bem como o time se comportou.
Bloco defensivo do Internacional: super fechado! — Foto: Leonardo Miranda
Bloco defensivo do Internacional: super fechado! — Foto: Leonardo Miranda
Agora a pergunta mais importante é: como o Athletico respondeu a isso? Do mesmo modo que um City ou Barcelona: se organizando para atacar. Muitas discussões no Brasil ficam no superficial: o time é ofensivo ou defensivo? O time é bom ou ruim? Mas pouco se olha na organização para ser ofensivo. Veja que o Athletico abriu os laterais Khellven e Márcio Azevedo nos lados, deixando o espaço por dentro para os mais talentosos flutuarem: Rony, Nikão e Rúben, com Guimarães e Cittadini procurando trocar de posição o tempo todo.
Furacão se organiza para atacar. Amplitude, entrelinha, profundidade... — Foto: Leonardo Miranda
Furacão se organiza para atacar. Amplitude, entrelinha, profundidade... — Foto: Leonardo Miranda
Só que o Athetico tinha o desenho, mas não tinha a dinâmica. Porque faltava movimentos na última linha do Inter. Basicamente todo mundo se movimentava perto dos zagueiros e nas costas de Lindoso, Patrick e Edenílson. A defesa do Inter simplesmente não saía do lugar, e mesmo se Messi e Neymar estivessem lá, eles não teriam gente à frente para passar a bola. Não é técnica, é tática: um time só consegue chutar a gol se o jogador tem espaço. Na imagem fica claro que nada adianta Rúben ou Nikão receberem, eles estão marcados de perto.
Athletico virou presa fácil sem muitos movimentos na última linha — Foto: Leonardo Miranda
Athletico virou presa fácil sem muitos movimentos na última linha — Foto: Leonardo Miranda 

O primeiro ensaio do conceito de ataque de linha

Um dos preceitos para atacar essa última linha e bagunçar o rival é a velocidade. Tem que jogar muito rapidamente com e sem a bola. Foi o que aconteceu num dos poucos momentos que o Furacão conseguiu furar a linha do Inter: Bruno Guimarães teve iniciativa, furou a marcação e tocou para Cittadini. Quando Cittadini recebe a bola, Lindoso fica atrás do lance. Aí a marcação do Inter passa para outro jogador, no caso o Moledo. Isso cria um espaço (afinal, se Moledo sai do lugar dele, ele deixa algum lugar livre). Observe Rúben: antes mesmo de receber a bola ele faz o movimento de ocupar aquele espaço para receber a bola.
Rúben se desloca: Athletico fura a linha — Foto: Leonardo Miranda
Rúben se desloca: Athletico fura a linha — Foto: Leonardo Miranda
Isso é atacar a última linha! Fazer os zagueiros se moverem, deixar os volantes longe da jogada e correr e ocupar nas lacunas que os zagueiros deixam. Só assim um time propositivo, que quer ter a bola, consegue chegar ao gol e enfrentar o grande desafio que é furar essa retranca.

O gol vem de jogada combinada nessa última linha

O Athletico ensaiou uma, duas, três vezes esse ataque na última linha do Inter no primeiro tempo. Numa das primeiras vezes que ensaiou no segundo, fez um golaço. Por que? Porque teve rapidez e muita flutuação. Vamos entender:
A jogada começa num passe de Bruno para Rúben. Lembra que Rúben estava estático demais, assim como todos os meias no primeiro tempo? Aqui ele faz diferente: ele se afasta do gol e busca a bola. Isso é outro conceito, é o do apoio - lembra o jogo apoiado que Tite tanto fala? Buscar a bola faz a defesa se desorganizar. Quem ocupa esse espaço é Bruno Guimarães, e a defesa do Inter entende bem esse movimento: se posiciona. Veja que Edenílson dá cobertura e sinaliza que Moledo pode deixar o alinhamento para perseguir quem está
Lance do gol: Bruno fica de costas e Rúben toca a bola — Foto: Leonardo Miranda
Lance do gol: Bruno fica de costas e Rúben toca a bola — Foto: Leonardo Miranda
Só que ninguém do Inter viu o movimento de Bruno Guimarães, que começou a correr antes mesmo de ter espaço ou de entender o que Rúben daria o passe. O centroavante tocou no espaço, tirando totalmente Moledo da jogada. Veja a linha do Inter agora: totalmente quebrada! Mas de nada adianta quebrar se não tem jogadas rápidas para quem atacou o espaço deixado, e Rúben toca rapidamente para Bruno, que recebe e chuta. Foi um ataque exemplar dessa última linha.
Bruno infiltra no espaço de Rúben e desorganiza a defesa do Inter — Foto: Leonardo Miranda
Bruno infiltra no espaço de Rúben e desorganiza a defesa do Inter — Foto: Leonardo Miranda
Edenílson, que dava cobertura, falhou na interceptação. Mas a culpa não é dele. O erro é do sistema, como todos os erros do futebol. Edenílson, na verdade, foi extremamente inteligente no lance, porque cobriu Lindoso, mal posicionado na jogada, e ainda quase tirou a bola.

O jogo foi um resumo perfeito do futebol moderno

Lembra da Islândia na Copa do Mundo? Ou do Irã? Todo time no mundo consegue causar um pouco de dificuldade se fechar sua defesa como o Inter fechou ontem. É mais fácil defender que atacar, e isso não é demérito - é a forma como times com menos recursos ou que estão se reconstruindo, como o Internacional, conseguem fazer frente aos mais ricos e preparados.
Bruno Guimarães gol Athletico Internacional Copa do Brasil  — Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo
Bruno Guimarães gol Athletico Internacional Copa do Brasil — Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo
Ao invés de reclamar que não existe mais bobo no futebol, precisamos entender que times que estão preparados para furar essas retrancas acessíveis e cada vez mais comuns precisam de tempo.
E tempo significa processo. Processo significa etapas de trabalho, como treino, repetição, erro e mais erro até dar no acerto. Processo significa respeito ao técnico. Processo significa, também, entender que perder é, sim normal e parte do trabalho. Num futebol cada vez mais veloz, complexo, sem espaços e com pequenos batendo de frente com grandes, respeitar esses processos significa chegar perto de um trabalho que possa fazer um time jogar bem ou competir.
Não se faz mais futebol, e isso vem de um tempo, selecionando os melhores jogadores e colocando eles para jogar. Ou demitindo e contratando técnicos a rodo. Uma visão repetida diariamente nas discussões de bar.
Isso vale para Tite na Seleção, para Jesus no Flamengo, para Cuca no São Paulo e todo mundo. Independe de nomes. Porque todos terão, em algum momento, uma organização defensiva complexa como essa do Inter. Já foi a Costa Rica na Copa do Mundo. O Bahia no Brasileirão ou o Emelec na Libertadores, quando não o Boca Juniors. O futebol brasileiro ainda caminha muito lentamente para a pergunta primordial do futebol: como resolver esses problemas? Como atacar com qualidade? Como aliar a técnica à tática? Precisamos discutir mais isso.

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A PROCURA DE PATROCINADORES:

A Escolinha do Santos de Jequié está precisando de patrocinadores para ...
seus uniformes.
Alguma empresa interessada em ajudar no uniforme da Escolinha do San-
tos e colocar o nome da empresa na camisa é só ligar para o celular..........
 73-988110621 de Bolívar.

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Bahia encerra preparação para duelo contra o Fortaleza

Bahia encerra preparação para duelo contra o Fortaleza
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação/ Bahia
O Bahia está pronto para o confronto contra o Fortaleza. A equipe encerrou a preparação na manhã deste sábado (14), debaixo de uma forte chuva. O treino foi realizado no Fazendão.

O técnico Roger Machado deu atenção especial para a bola parada ofensiva e defensiva. Depois, os jogadores participaram de um tradicional rachão, muito comum em véspera de jogo.

Antes do término das atividades, alguns atletas aprimoraram cobranças de pênaltis e faltas.

Bahia e Fortaleza se enfrentam neste domingo (15), às 16h, na Arena Fonte Nova, pelo Brasileirão.

Com 30 pontos, o Bahia ocupa a sétima posição na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.

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Com previsão de início em outubro, Copa Baiana de Aspirantes é confirmada


Com previsão de início em outubro, Copa Baiana de Aspirantes é confirmada
Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia
A Copa Baiana de Aspirantes já tem data marcada para acontecer. Conforme antecipado pelo Bahia Notícias (veja aqui), o torneio sub-23 será realizado entre os dias 5 de outubro e 9 de novembro. Bahia, Vitória, Olímpia, Jacuipense, Bahia de Feira e Fluminense de Feira vão disputar a competição que servirá de preparação para o Campeonato Baiano de 2020.

"Serão beneficiados, diretamente, os clubes participantes, que vão ter mais uma opção de competição para compor o calendário anual e, sendo assim, como consequência, vão observar e dar ritmo de jogo aos seus atletas que, por sua vez, também terão novas e importantes oportunidades. Também será um bom momento para a arbitragem fazer observações numa competição com a presença de alguns dos principais times do Estado", comentou Jiovani Soeiro, um dos organizadores do certame.

O regulamento e a tabela de jogos da Copa Baiana de Aspirantes será divulgada no final deste mês de setembro.

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Capim, do Águia Clube | Eneas Brito, da Liga Desportiva de Jequié - Falando de Esportes - 29/04/26