Não deixar o adversário jogar se tornou obsessão


 A estratégia de times brasileiros e alguns da Europa é empobrecer o futebol
Se o Cruzeiro for eliminado da Copa do Brasil, nas semifinais contra o Inter, entrará em crise, dentro e fora de campo. Provavelmente, haverá mudanças de elenco, de técnico e de mais dirigentes, que já deveriam ter saído.
A equipe está muito burocrática, previsível. A esperança é o sistema defensivo não levar gols, como nos dois jogos contra o River Plate, pela Libertadores.
A estratégia do Cruzeiro e de vários outros times brasileiros e também de alguns da Europa, de amarrar, empobrecer o jogo, de não deixar o adversário jogar e de ganhar nos pequenos detalhes, no limite, deu certo em muitos momentos, tornou-se uma obsessão, um desejo, um prazer maquiavélico, masoquista, como se fosse ainda melhor vencer sem brilhar. Isso está se esgotando. Aos poucos, aumenta, em todo o mundo, a busca por vencer e por jogar bem.
Orejuela, do Cruzeiro, disputa a bola com Milton Casco, do River Plate, em partida da Libertadores
Orejuela, do Cruzeiro, disputa a bola com Milton Casco, do River Plate, em partida da Libertadores - Ueslei Marcelino-30.jul.19/Reuters
Individualmente, falta ao Cruzeiro, principalmente, um meio-campista de talento, que jogue de uma intermediária à outra, que marque, construa e avance. Os dois volantes, Henrique e Ariel Cabral (ou Romero, que voltou para a Argentina), desarmam e tocam para o lado. Parecem zagueiros no meio-campo. Falta um Edenílson, do Inter, um Bruno Guimarães, do Atlhetico.
Algumas equipes brasileiras, como Santos, Inter e Fluminense, seguem o modelo das principais equipes europeias, de jogar apenas com um volante centralizado e com um meio-campista de cada lado, como Edenílson, no Inter, 
Sanchez, no Santos, e Ganso, no Fluminense. No Liverpool, os três do meio-campo defendem e atacam. O mesmo ocorre no Santos. Pituca, ótimo volante, o mais recuado, aparece também na frente.
No Grêmio, não existe primeiro e segundo volante. Os dois, Maicon e Matheus Henrique, marcam como volantes e avançam como meias.
Ganso, quando jogava no Santos e no São Paulo, era um meia ofensivo. Quando não brilhava, era tratado como lento, preguiçoso, e como um meia que não entrava na área. No Fluminense, é um meio-campista, de uma intermediária à outra.
Apesar de Ganso estar jogando bem, raramente, é elogiado. No Brasil, ainda predomina o conceito arcaico do meio-campo dividido entre os volantes que marcam e que jogam do meio para trás e os meias que atacam e que jogam do meio para frente. O meio-campista não existe. 
Como Ganso não é um clássico volante nem um clássico meia, passa despercebido. Outro dia, um jornalista esportivo disse que Jair, do Atlético, jogava no meio-campo e que, agora, passou a ser a volante, como se volante não fosse jogador de meio-campo.
Além disso, como todos nós nos decepcionamos com Ganso, que não se tornou o craque mundial que imaginávamos, temos receio de elogiá-lo, para não ficarmos novamente frustrados. Ele não é o craque que pensávamos, mas não é um jogador qualquer.
Repito, pela milésima vez, que, se Ganso tivesse sido formado na Europa, especialmente no Barcelona, se tornaria um excepcional meio-campista. Quem sabe um Xavi, um Iniesta, um De Bruyne, um Pogba? 
Em compensação, se Pelé tivesse nascido na Europa, jogaria em um time que priorizasse o chutão, para ele correr atrás da bola, como era habitual. Agora, não é mais. Isso ainda prevalece em algumas equipes brasileiras. Pelé não teria também, na Europa, os excepcionais companheiros que teve no Santos nem a brisa gostosa do mar da Baixada.
Do encontro do acaso com a oportunidade, nascem o desejo e o talento.
Tostão
Cronista esportivo, participou como jogador das Copas de 1966 e 1970. É formado em medicina.

Erramos: o texto foi alterado
Diferentemente do publicado inicialmente, Tostão quis se referir ao meio-campista do Internacional Edenílson, e não Edmílson, conforme escreveu em sua coluna. Texto já foi corrigido.
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Times de futebol são organismos vivos

Corinthians e Palmeiras conseguiram jogar bem o Derby quando tiveram o cenário para suas convicções e preferências aparecerem em campo.

05/08/2019 08h48  
Times de futebol são organismos vivos
foto: Marcos Ribolli 
O Corinthians dominava o jogo e tinha o placar a seu favor quando Felipão resolveu usar de um dispositivo pouco comum e um tanto raiz para mudar seu time. O bilhete que o goleiro Wéverton recebeu, na livre tradução, indicava para Felipe Melo segurar mais o posicionamento e ficar próximo aos zagueiros e pedia para Bruno Henrique avançar mais quando o time atacava. Você consegue ler? Aqui a tradução ficou “Nós com a bola, Felipe Gustavo Luan e Bruno Henrique infiltra mais”.
Bilhete para Weverton — Foto: TV Globo
Bilhete para Weverton — Foto: TV Globo 
No primeiro lance que o Palmeiras conseguiu construir uma jogada no segundo tempo, logo depois do pulo acrobático de Felipe Melo no lance do gol, Dudu busca uma bola no centro e Bruno Henrique rapidamente começa a correr para frente. Ele ultrapassa a linha da bola, ao contrário de Felipe, que fica mais perto do gol. Exatamente como pedia o rústico papelzinho.
Bruno Henrique mais avançado, como Felipão pediu — Foto: Leonardo Miranda
Bruno Henrique mais avançado, como Felipão pediu — Foto: Leonardo Miranda
Times de futebol são organismos vivos. Eles não são engrenagens estáticas, que o treinador controla como se fossem os fios de uma marionete. O treinador é apenas o mediador de um processo mais complexo que, no final, é decidido pelos jogadores. Porque são eles que colocam gostos, medos e ansiedades em campo, dando ao time num metabolismo que tem seu próprio tempo, que lida melhor com certas situações do que outras, que tem aquilo que vai muito bem ou vai muito mal.
Há situações na qual um time se sente mais confortável ou não. A forma como eles lidam com cada cenário influencia o jogo numa escala muito maior do que pensamentos.
Pegue como exemplo o Corinthians. Até o gol de Manoel, só dava Palmeiras, que colocou grande intensidade nos dez minutos finais. Mas bastou o gol que o Corinthians resolveu recuar para seu próprio campo e chamar o Palmeiras para tocar a bola. A linha de defesa ficou bem alinhada, e o meio-campo, sempre no 4-1-4-1 com Gabriel entre as linhas, ia pressionando o palmeirense que estava com a bola. Esse recuo é um comportamento coletivo. Foi seguido à risca por todo mundo em campo. Até Love, que normalmente fica mais à frente, resolveu se desdobrar na marcação.
Organização defensiva do Corinthians — Foto: Leonardo Miranda
Organização defensiva do Corinthians — Foto: Leonardo Miranda
Depois do gol do Corinthians, o Palmeiras entrou em pane. Teve a bola por quase 60% do tempo, mas pouco conseguiu agredir ou elaborar um ataque. Sem os espaços para Deyverson ou Dudu conseguirem jogar em velocidade, o time não jogou bem. Colocou poucos jogadores no ataque e insistia nos lançamentos. Parecia que estava com o 1 a 0 a seu favor, e por isso Felipão teve que intervir com o bilhete mudando a dinâmica abaixo, com poucos jogadores atrás da linha da bola, laterais muito longe do fundo e atacantes presos na marrcação.
Organização ofensiva do Palmeiras — Foto: Leonardo Miranda
Organização ofensiva do Palmeiras — Foto: Leonardo Miranda 
Nossa sociedade julga muito as coisas, mas pouco pergunta o porquê delas. Por que o Corinthians recuou após o gol? Por que o Palmeiras não sabe jogar de uma outra forma? Porque é pelo fato de ser organismos vivos que times de futebol têm identidade. Identidade é o conjunto de convicções e diferentes maneiras que fazemos as coisas. É a voz interior que te fala para você fazer uma coisa do jeito que só você fazer porque sim, porque é como os mini-eventos que você teve ao longo da sua vida foram te moldando e te dizendo que aquele é o melhor jeito. Tem gente que chega em casa e a primeira coisa que faz é tirar o sapato. Há quem tome um copo d’água, ou quem deite no sofá e abre o Instagram. Não existe o certo ou errado, existe o melhor para cada pessoa.
Jogadores e treinadores sabem qual jeito um time joga melhor. Sabem como os jogadores se sentem mais confortáveis e confiantes, como erram menos e possuem mais chances de terem um bom desempenho. Identidade é hábito. Por ser tão humana, não muda com um estalar dos dedos. Felipão tentou com o bilhete, Carille com as substituições. São artifícios para criar novas situações, para fazer algo diferente, mas a identidade sempre fala mais alto.
Muito se fala que falta identidade de jogo nos clubes brasileiros, quando na verdade falta apenas documentá-la. Ela existe e está aí, viva. Todo mundo sabe que o Corinthians ganhou absolutamente tudo jogando dessa forma, assim como o Palmeiras venceu dois Brasileiros jogando quase da mesma forma. Quando títulos são conquistados de uma certa maneira, todo mundo começa a entender que aquele é o jeito certo de se fazer as coisas, mesmo que o certo nem sempre…dê certo.
O desafio de Palmeiras e Corinthians é incrementar essa identidade. O Palmeiras precisa saber propor melhor o jogo, assim como o Corinthians ainda não flui tão bem com a bola. Mas como incrementar algo trabalhado há anos e que, jogo após jogo, se prova eficiente? Como veio o gol de falta do Timão? Numa cobrança de falta. O Corinthians tentou avançar e ficar mais com a bola, mas quem dominou o jogo no segundo tempo? O Palmeiras. Quem dita as convicções de cada time é sempre o campo.
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Proposta do Real Madrid por Neymar inclui Modric e R$ 535 milhões, afirma jornal


Proposta do Real Madrid por Neymar inclui Modric e R$ 535 milhões, afirma jornal
Foto: Reprodução / Instagram
O nome de Neymar segue movimentando os bastidores do mercado europeu. Especulado diversas vezes no Barcelona, o craque brasileiro pode pintar no maior rival. De acordo com o jornal "Sport", da Catalunha, o Real Madrid ofereceu 120 milhões de euros (R$ 535 milhões) e mais o croata Modric, pelo camisa 10 do PSG. 

Vale lembrar que Modric é o atual melhor jogador do mundo. De acordo com o GloboEsporte.com, o Real propõe pagar o mesmo salário que o jogador recebe em Paris. 

O Real espera só a sinalização positiva de Neymar para iniciar às negociações com o PSG. Vale destacar que o clube francês deseja negociar o brasileiro com outros clubes e não com o Barça. Segundo a imprensa europeia, ele chegou a ser oferecido para o Madrid, Juventus e Manchester United. 

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Com participação da Juazeirense, Campeonato Amador de Juazeiro começa dia 1º setembro


Com participação da Juazeirense, Campeonato Amador de Juazeiro começa dia 1º setembro
Celso Almeida Leal é presidente da LDJ | Foto: Carlos Humberto / Agência CH
A Liga Desportiva Juazeiro (LDJ) marcou para o dia 1º de setembro o início do Campeonato Amador de Juazeiro. O torneio homenageia os 100 anos do futebol amador da cidade e terá a participação de 10 clubes, dentre eles a Juazeirense. O Cancão de Fogo teve sua filiação aprovada em assembleia, no lugar do suspenso Toca do Juá e vai colocar seu time amador em campo. O presidente da LDJ, Celso Almeida Leal, disse que espera contar com o apoio da prefeitura.

"Nós sabemos da crise financeira que atinge o país e, particularmente, a nossa cidade, sem receber recursos federais há algum tempo. Mesmo assim estamos tratando diretamente com o secretário da pasta de Esportes, Sérgio Fernandes, para definirmos valores. Na próxima sexta-feira a LDJ e os clubes serão recebidos pelo prefeito Paulo Bomfim, quando saberemos como será reeditada mais uma vez a parceria para a realização do nosso campeonato", afirmou.

Além da Juazeirense, também confirmaram suas inscrições, o atual campeão Barro Vermelho, América, Colonial, Veneza, Olaria, XV de Novembro, Real Desportiva e Juazeiro. A fórmula de disputa será a mesma da edição do ano passado. A próxima reunião entre a LDJ e as equipes vai definir os dias dos jogos do campeonato.

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Com poupados, Bahia continua preparação para enfrentar o Palmeiras


por Ulisses Gama
Com poupados, Bahia continua preparação para enfrentar o Palmeiras
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias
A manhã desta quarta quarta-feira (7) foi de mais um treino do Bahia no Fazendão visando o duelo contra o Palmeiras, em São Paulo, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. 

O técnico Roger Machado iniciou a atividade em campo com um trabalho em campo reduzido. Com equipes separadas, o objetivo era o toque de bola e a movimentação. Na sequência, ele formou duas equipes para simular as situações de jogo.

Elenco tricolor em treinamento | Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias

O volante Elton e o meia Guerra participou de parte do treino com bola, mas a maior parte foi dedicada a transição física sob o comando de Paulo Paixão. Giovanni, com um incômodo no quadril, fez tratamento na fisioterapia e deu voltas no gramado.

Elton e Guerra na parte física | Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias

Fora da atividade, o zagueiro Lucas Fonseca, o volante Gregore e o atacante Gilberto foram poupados. Eles devem voltar normalmente na próxima quinta (8). O meia Eric Ramires ficou fora por uma indisposição. No departamento médico, o zagueiro Ernando, o meia Giovanni e os atacantes Iago e Rogério seguiram os treinamentos.

A equipe tricolor volta aos trabalhos na tarde desta quinta, às 15h30, novamente no Fazendão.

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Athletico-PR goleia Shonan Bellmare e conquista segundo título internacional


Athletico-PR goleia Shonan Bellmare e conquista segundo título internacional 
Foto: Divulgação / Athletico-PR
O Athletico Paranaense conquistou o segundo título internacional da sua história na manhã desta quarta-feira (7). O Furacão goleou o Shonan Bellmare por 4 a 0, n Shonan Bellmare, no Japão, e foi campeão do J. League/Conmebol. Antes chamado de Copa Suruga, o torneio, disputado desde 2008, reúne os vencedores da Copa Sul-Americana e da J. League. Marcelo Cirino, Rony, Thonny Anderson e Braian Romero marcaram os gols do time paranaense. O técnico Tiago Nunes destacou a importância do feito.

"Para mim, tem uma representatividade muito grande. É o terceiro título meu pelo Athletico Paranaense, é o segundo título internacional. Para mim, significa que estamos no caminho correto para transformar o Athletico Paranaense em um clube internacional que ele deseja ser", afirmou.

Além do troféu, o Athletico-PR também embolsou uma premiação de R$ 3,5 milhões. No retorno ao Brasil, o Furacão volta ao gramado para encarar o Botafogo no domingo (11), às 16h, no Engenhão, pela 14ª rodada do Brasileirão. Depois, o time curitibano faz o primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil contra o Grêmio, na Arena do Grêmio, na próxima quarta (14), às 21h30.

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São Paulo apresenta Daniel Alves com recado de Messi e superprodução


por Toni Assis | Folhapress
São Paulo apresenta Daniel Alves com recado de Messi e superprodução
Foto: Miguel Schincariol / saopaulofc.net
Um clima de superprodução, com direito a telão, estádio lotado e gritos de incentivo marcou a apresentação do jogador Daniel Alves, 36, no São Paulo. Queima de fogos, fumaça no gramado e canhões de luz compuseram o cenário para a entrada do reforço são-paulino no gramado do Morumbi. Empolgada, a torcida fez a sua parte nas arquibancadas.

Entoou, entre outros gritos, o "olê lê, olá, la, Dani Alves vem aí e o bicho vai pegar". Depois, emendou o hino do clube e ainda gritou o nome de RaÍ, diretor de futebol que foi um dos responsáveis pela aquisição. Antes de o jogador entrar em campo, foi exibido ainda no telão depoimento de atletas do elenco atual dando as boas vindas ao novo reforço.

No gramado, Daniel Alves entrou iluminado por um canhão de luz e muita festa. Ele recebeu a camisa 10 de Kaká e, quando a vestiu, levou novamente a torcida são-paulina ao delírio. "Eu sonhei com esse momento e o momento chegou. Essa é a primeira camisa que eu visto de um clube que eu sou torcedor", disse Daniel Alves. Outro ex-ídolo a pisar no gramado para participar da festa foi Luís Fabiano, que teve o seu nome cantado pela torcida. 

As mensagens de boas vindas, no entanto, não tinham acabado. A diretoria preparou vídeos com atletas de calibre internacional que foram exibidas no telão. O volante Casemiro e o zagueiro Miranda, companheiros de Dani Alves na seleção brasileira não foram os únicos.

O argentino Lionel Messi e o atacante uruguaio Suárez também deram seu recado. Por fim, ainda a atacante Cristiane, da seleção brasileira feminina também desejou sorte ao jogador. Por fim, Juanfran, recém-contratado, também deu seu recado ao jogador

Após as homenagens, Daniel foi fazer a festa com a torcida e chutou algumas bolas da beira do gramado para as arquibancadas, sendo festejado a cada bola alçada para a torcida. 

Antes, na coletiva realizada no salão nobre do Morumbi, Dani Alves deu o tom do que estava por vir ao declarar seu amor pelo São Paulo.

"Realizando um sonho de criança. Esse momento chegou. O que tenho a dizer é que hoje eles não estão contratando um jogador, mas um torcedor do clube. Aquele que se emocionou com o Raí também outros nomes. Muller, Cafu e por aí vai. Muitas emoções", afirmou o jogador.

Apesar da condição de ídolo internacional, Daniel Alves pregou simplicidade para seu início no São Paulo. "Não quero o rótulo de maior contratação da década. Outros jogadores maiores do que eu voltaram para o Brasil. O Romário foi maior do que eu. Não quero criar uma expectativa que eu não possa cumprir. O que eu quero é oferecer", falou o atleta.

A camisa 10, que vai ser usada pelo jogador, também entrou na pauta. "Claro que é uma referência. Foi do Raí. Mas cheguei aqui e o número estava solto. Não quero tomar o lugar de ningúem, mas quero ajudar muito esse clube", disse Daniel Alves.

A Copa do Mundo de 2022 também foi assunto na coletiva. Segundo o atleta, que tem 40 títulos no currículo, ele ainda tem muito o que fazer no futebol.

"Tenho o objetivo de jogar a próxima Copa. E isso passa por estar em um clube que acredita em mim. O clube apostou num jogador de uma certa idade. Venho para o São Paulo para dar resultado. Não estou aqui para encerrar a carreira", afirmou o jogador.

Sobre o poderio financeiro de Palmeiras e Flamengo, Dani Alves fez questão de falar que isso não faz muita diferença. "Dinheiro é uma coisa e clube é outra. O São Paulo está vivendo um momento de transição para cima. Venho para ajudar e acho que o clube deve sempre ser considerado candidato aos títulos."

No final, ele ainda cogitou a sua participação no clássico de sábado (10) contra o Santos, líder do Campeonato Brasileiro. "Olha, eu queria participar uns minutinhos sim, mas aí depende deles. Seria bom sim."

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Atacante do Liverpool doa 3 milhões de dólares ao Instituto do Câncer do Cairo

ATENTANDO MATOU 20 PESSOAS NO EGITO

O atacante Mohamed Salah mostrando desapego ao dinheiro e grande espírito de solidariedade simplesmente doou a expressiva quantia de 3 milhões de dólares ao Instituto Nacional de Câncer do Cairo, no Egito. A doação veio em face ao atentado terrorista que através de uma explosão causou a morte a 20 pessoas e fez 47 feridos no último Domingo (4).
De acordo com a declaração escrita publica pelo Ministério do Interior após o ocorrido um veículo que circulava em contramão embateu contra 3 veículos, nas imediações do Instituto do Cancro, no Cairo, durante a noite.
Na sequência das investigações sobre a explosão desta segunda-feira no Cairo, descobriu-se qua a explosão foi causada por um carro armadilhado carregado de bombas, e que o verdadeiro objetivo era levar a cabo um atentado terrorista noutra zona estratégica da cidade.
O carro armadilhado foi roubado na cidade de Al Manufiya e o ataque foi pelo Movimento Hasm, ligado à Irmandade Muçulmana (Al Ikhwan).
“Todo o meu apoio e condolências às famílias vítimas da explosão no Instituto de Oncologia”, escreveu Salah no Twitter. O dinheiro deve ser usado para ajudar na reconstrução das áreas do Instituto que foram danificadas por causa da explosão.
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Sem receber salários há 5 meses, Edcarlos reitera desejo de ficar no Vitória

ZAGUEIRO ESTÁ AFASTADO DO GRUPO PRINCIPAL E VAI RESCINDIR CONTRATO

Foto: Maurícia da Matta / ECV 
Na última terça-feira, durante apresentação do técnico Carlos Amadeu, o presidente do Vitória, Paulo Carneiro, confirmou que o zagueiro Edcarlos será desligado e explicou o motivo do afastamento do experiente atleta. Segundo o mandatário, foi uma “decisão técnica”. A demora para rescisão contratual possivelmente é por conta dos salários atrasados. O defensor revelou em entrevista à Rádio Sociedade, de Salvador, que não recebe há cinco meses e mesmo assim, reiterou o desejo de permanecer no clube.
“Minha filha está estudando aqui em Salvador e não quero tirar ela da escola. Meu real interesse era de permanecer… Estou conversando e espero definir a situação aqui no Vitória para que eu possa ficar mais livre e definir outras situações. Meu salário está atrasado. Mais tempo do que os atletas que estão atuando. Não recebo há cinco meses. Não posso ficar em um lugar que não sou bem visto. É resolver para ficar tudo tranquilo e o Vitória seguir sua caminhada. Tenho certeza o time vai reverter essa situação [na tabela]”, disse.
“Tive uma conversa com Paulo Carneiro [presidente do clube] e batemos um papo por bastante tempo. Ele me disse que não era nada pessoal, mas que tinha tomar decisões e que ele tinha convicções e que vai seguir com essas convicções. Como sou funcionário do clube, acatei. E a gente tem que resolver da melhor forma possível essa situação e que seja bom para ambos os lados, pois a partir do momento que um jogador tem contrato com o clube, temos obrigações com o clube e o clube com o atleta. Ficamos de resolver essa parte da rescisão”, disse.
Edcarlos foi contratado no início da temporada, durante a gestão de Ricardo David, e assinou vínculo válido até dezembro. Em maio, após falhar na estreia da Série B do Campeonato Brasileiro, ele foi afastado do grupo principal e passou a treinar separado. No momento em que foi afastado, o defensor era o artilheiro do time no ano, com quatro gols, em 14 jogos disputados.
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Com coletivo tático, Carlos Amadeu comanda primeiro treino no Vitória


por Glauber Guerra
Com coletivo tático, Carlos Amadeu comanda primeiro treino no Vitória
Foto: Divulgação / Vitória
Um coletivo tático. Assim foi o primeiro treino do Vitória sob o comando do técnico Carlos Amadeu, realizado nesta terça-feira (6), no CT Manoel Pontes Tanajura.

O time principal treinou com a seguinte formação: Martín Rodriguez; Matheus Rocha; Ramon, Bruno Bispo e Chiquinho; Baraka, Lucas Cândido e Felipe Gedoz; Thiaguinho, Wesley e Jordy Caicedo.

O atacante Anselmo Ramon fez um treino leve. Ele se queixou de um desconforto no calcanhar e por isso não participou do coletivo. Já o meia Ruy, que se recupera de um problema na coxa, deu voltas ao redor do gramado.

O próximo duelo do Vitória é contra o Paraná, sábado (10), às 19h, no Barradão, válido pela 15ª rodada da Série B.

A equipe volta ao batente na tarde de quarta-feira (7).

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ITAMARAJU ABRE INTERMUNICIPAL 2019 COM TRIUNFO

Postado por Comunicação FBF - em
O primeiro jogo do Intermunicipal 2019 deu mostras do que será mais uma edição da maior competição de futebol amador do país. Arquibancadas lotadas, festa entre famílias e um bonito confronto deram o tom da festa no Estádio Municipal de Itamaraju.
 
Em campo, os atuais campeões largaram com o pé direito. Itamaraju venceu a Seleção de Porto Seguro por 2 a 0.
Gabriel Leal e Rogério Rio marcaram os gols da vitória.
 
A partida foi prestigiada por diversas autoridades políticas e do esporte, entre elas a diretoria da Federação Bahiana de Futebol. 
O presidente da FBF, Ricardo Lima, o vice-presidente, Manfredo Lessa, e o subdiretor administrativo e financeiro, Marcelo Araújo, participaram da solenidade de abertura no gramado. O diretor geral do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB), Flávio Gonçalves, também esteve presente.
O primeiro confronto da competição foi transmitido ao vivo pela TVE, detentora dos direitos de transmissão do Intermunicipal. Em parceria com a emissora, a FBF também transmitiu e seguirá transmitindo os jogos, a cada domingo, pelo facebook oficial da entidade.
 
A 1ª rodada do campeonato será concluída no próximo domingo (11), com as demais 29 partidas. A bola rolará às 15h.

Fotos: Geovan Santos / Ligeirinho no Esporte

*Confira nesta segunda-feira (5) a galeria de fotos completa da partida

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Osmar Loss é demitido do comando técnico do Vitória


por Glauber Guerra / Ulisses Gama
Osmar Loss é demitido do comando técnico do Vitória
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Osmar Loss não é mais o técnico do Vitória. O presidente do clube, Paulo Carneiro, anunciou a demissão do profissional na noite deste domingo, através do Twitter. A saída do comandante acontece depois da derrota da equipe no jogo contra o Brasil de Pelotas, pela Série B do Campeonato Brasileiro.

"Osmar Loss não é mais nosso treinador. Infelizmente o resultado venceu o processo num clube que atravessa a pior crise da sua história. Ainda não temos ninguém nem apalavrado. Mercado muito difícil", escreveu o mandatário Rubro-negro.

Loss chegou ao Vitória em maio e treinou a equipe em dez partidas da competição. Foram dois triunfos, dois empates e seis derrotas.

O Vitória volta a jogar pela competição nacional no próximo sábado (10), contra o Paraná, no Barradão. No momento, o Leão é o 19º colocado, com onze pontos conquistados.


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Técnico do Flamengo contesta gol de Gilberto validado pelo VAR

PARA O TREINADOR, GILBERTO ESTAVA EM POSIÇÃO IRREGULAR NO 1º GOL

Por essa o Flamengo não esperava. Atuando de forma apática, perdeu para o Esporte Clube Bahia hoje à tarde pelo placar de 3 x 0 na Arena Fonte Nova, em jogo da 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Resultado incomum se tratando do time carioca, no entanto, já no ano 2000, o Flamengo sofreu uma derrota contundente na ocasião pelo placar de 4 x 1. Se hoje Gilberto foi o nome do jogo, em 2000 foi o atacante Jajá que se destacou também marcando três gols. Depois do jogo, o técnico Jorge de Jesus deu os méritos ao Bahia, no entanto, reclamou o excesso de jogos e as modificações que precisou fazer para a partida. O treinador português reclamou do primeiro gol de Gilberto, ainda que o lance tenha passado pelo crivo do VAR. Para o comandante, o jogador estava em posição irregular.
Veja a entrevista.

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Roger explica escalação de Giovanni e dá nota 9 para atuação do Bahia

"MEU TIME FEZ UM GRANDE JOGO E MERECE UMA NOTA 9"
Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia
Como destacou o torcedor Diego Campos, colaborador do Futebol Bahiano, em matéria publicada aqui no site durante a semana (relembre aqui), este domingo realmente foi o dia da guinada do Esporte Clube Bahia no Campeonato Brasileiro da Série A. Fez uma grande partida e venceu o Flamengo com propriedade, por 3 a 0, na Arena Fonte Nova, e encerrou uma sequência de sete jogos sem vencer na temporada (cinco pela Série A e dois pela Copa do Brasil) e quatro sem marcar gol. Após a partida, o técnico Roger Machado fez uma avaliação da equipe e deu nota 9 pela atuação. Além disso, explicou a escalação do lateral Giovanni, improvisado no meio-campo.
“Hoje, para ter margem de crescimento, eu não posso dar nota dez. Meu time fez um grande jogo e merece uma nota 9”, disse Roger Machado, que também explicou a opção por Giovanni: “Não foi uma invenção do treinador. Giovanni sempre soube fazer uma ou duas funções dentro de campo, e conversei com ele antes de fazer esta escolha. Ele disse estar confortável para fazer esse papel e treinamos isso durante a semana”, disse.
O treinador frisou que agora o time está há três jogos sem perder e sem tomar gol: Estávamos um tempo sem fazer, sem marcar gols. Agora nós fizemos três gols no Flamengo, estamos três jogos sem perder, e ainda não levamos gol do Flamengo. O futebol é assim mesmo. Nem sempre tá tudo errado, como quando vence não está perfeito”, pontuou.
Roger também comentou a expulsão do atacante Fernandão: “Fernandão, com todo seu tamanho e estatura, ele é muito educado. Ele falou comigo no vestiário e disse que não xingou o árbitro. Eu confio no meu atleta. Fernandão nunca foi agressivo, seja com alguma autoridade em campo ou colegas. Ele tem crédito”.
Agora o Esporte Clube Bahia terá novamente uma semana inteira de preparação visando o próximo compromisso fora de Salvador, contra o Palmeiras, domingo (11), às 16 horas, no Allianz Parque. O Tricolor só volta a jogar na Fonte Nova na 15ª rodada enfrentando o Goiás, no dia 19 de agosto.

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Capim, do Águia Clube | Eneas Brito, da Liga Desportiva de Jequié - Falando de Esportes - 29/04/26