Com intensidade de videogame, Flamengo encara desafio de suportar o insano calendário brasileiro

Contra o Emelec, Flamengo atacou tanto nos primeiros 30 minutos contra o Emelec que Jorge Jesus comparou com jogo no Playstation. Como dosar esse volume na insana sequência de agosto?

01/08/2019 13h02 
Com intensidade de videogame, Flamengo encara desafio de suportar o insano calendário brasileiro
foto: REUTERS/Ricardo Moraes 
O Flamengo conseguiu vencer o Emelec e levar o jogo para os pênaltis graças a um grande primeiro tempo. Foram jogadas rápidas diretas, com atacantes recebendo a bola o tempo todo. Três pontos ajudam a entender esse jogo parecido com o PES no videogame:
A intensidade. No futebol, intensidade é a agilidade de ações, sejam elas coletivas ou individuais. Dizemos que um time é mais intenso quando ele faz tudo mais rápido, com uma taxa de acerto muito maior que o normal. O Flamengo conseguiu abafar o Emelec, que fez duas linhas de quatro, colocando a bola no campo de ataque e avançando de forma muito rápida. Se não tivesse intensidade, apareceriam alguns contra-ataques e Bruno Henrique não teriam tantas chances de gol. A intensidade é física, porque precisa de um ritmo intenso de movimentos, e também mental, porque precisa de decisões rápidas e pensamentos coletivos.
Linha de defesa avançava e recuava muito rapidamente — Foto: Leonardo Miranda
Linha de defesa avançava e recuava muito rapidamente — Foto: Leonardo Miranda 
O jogo pelos lados. Jorge Jesus parece ter encontrado uma equipe vertical e direta que abusa do jogo pelos lados. A bola pouco passa pelo centro, o que reforça a escolha de Arão. A ideia é ter “dobradinhas” pelos flancos: Renê e Gérson de um lado, Éverton e Rafinha do outro. Com o time avançado, como na imagem, a bola chega ao lado e rapidamente é feita uma triangulação, com a aproximação de Gabigol e Bruno Henrique. Ontem os jogadores com mais passes para finalização atuaram pelos lados: Renê (4) e Gérson (2).
Flamengo desenhado para atacar: muita gente na área e dobradinhas pelos lados — Foto: Leonardo Miranda
Flamengo desenhado para atacar: muita gente na área e dobradinhas pelos lados — Foto: Leonardo Miranda
A mobilidade de Gabigol e Bruno Henrique. É impressionante como os dois já vinham bem e cresceram com o Mister. Gabigol e Bruno Henrique são móveis e rápidos, e sempre buscam o setor da bola e oferecem opções de passe nas costas da defesa adversária. Isso torna o jogo rápido, porque eles sempre estão avançados e possibilitam que os laterais ou meias passem a bola toda hora. Essa movimentação torna o jogo do Fla extremamente direto, porque sempre há finalizadores à frente da linha da bola. Isso ajuda a explicar porque, em trinta minutos, o Fla finalizou oito vezes ao gol do Emelec e fez dois gols, além de uma grande chance perdida por Gabigol.
Gabigol e Bruno Henrique se movimentam para longe da linha defensiva — Foto: Leonardo Miranda
Gabigol e Bruno Henrique se movimentam para longe da linha defensiva — Foto: Leonardo Miranda
Mas o segundo tempo foi muito diferente. O Flamengo não controlou o jogo e viu o Emelec construir oito finalizações - uma no gol do Diego Alves. E se fosse um adversário com mais qualidade? E se os gols não viessem? Imprimir esse ritmo significa grandes chances de construir um placar favorável, mas também um imenso risco.
Jorge Jesus explicou que é impossível manter o ritmo por 90 minutos. Jogar de forma tão automática e rápida assim gera um cansaço grande, tanto mental como físico. Além disso, os zagueiros Thuller e Pablo Marí precisaram avançar para que o time jogasse no campo de ataque. Isso significa que eles precisaram cobrir um espaço de 60 metros quase todo o tempo, indo e voltando, correndo e interceptando. O mesmo com Cuellar. Esse PES da vida real só acontece mesmo no videogame, onde a barrinha de cansaço nem sempre altera o desempenho do boneco operado no controle.
“É impossível uma equipe jogar como o Flamengo fez por 45 minutos, quando o Emelec não fez um arremate. Foram 70% de posse de bola, como que você quer que uma equipe seja, no Brasil, China ou Europa, como o Flamengo foi por 105 metros pressionando o portador da bola e chegue na segunda parte com a mesma intensidade? Sabe onde isso acontece? No PlayStation.”

jorge jesus flamengo emelec — Foto: André Durão / GloboEsporte.com
jorge jesus flamengo emelec — Foto: André Durão / GloboEsporte.com
O desafio do Mister é saber dosar a intensidade. O Flamengo faz jogos intensos, diretos, e vem cansando no segundo tempo. Foi assim contra o Botafogo e lá no Equador, e também contra o Corinthians, mas sem tanto domínio. Há ainda um motivo que dificulta essa dosagem: o calendário brasileiro é diferente do europeu. Com menos tempo, a prioridade é sempre recuperar fisicamente jogadores e não continuar o processo de treinos para aperfeiçoar a equipe. Jesus entendeu isso e pontuou: a prioridade vai ser a questão física.
“Não temos tempo para trabalhar muito as ideias, só recuperamos, estamos jogando de três em três dias. Mas há outros meio de nos identificarmos com a equipe. Nestes jogos que tivemos, foram jogos complicados, tivemos uma derrota e uma eliminação por pênaltis.”
Em Agosto, o Flamengo terá ao menos duas semanas cheias no intervalo entre o Brasileirão e a Copa do Brasil. Na segunda metade do mês, mais uma maratona: encara um clássico contra o Vasco, depois o primeiro jogo das quartas contra o Inter, depois viaja até Fortaleza para pegar o Ceará, volta a jogar contra o Inter e recebe um time tão intenso quanto, o Palmeiras.
A classificação veio, sofrida do jeito que a torcida sabe que sempre é. Mas controlar um pouco o ritmo para preservar jogadores é o desafio de Jorge Jesus no insano calendário brasileiro.
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Quadro que conta histórias dos profissionais da Equipe dos Galáticos estreia no dia 5 de agosto

Autor(a): Redação Galáticos Online (Twitter - @galaticosonline) em 01 de Agosto de 2019 14:30
Foto: Galáticos 

Pra você que é fã da Equipe dos Galáticos e quer saber como iniciou a história de cada um destes profissionais, no dia 5 de agosto estreia o quadro "Prazer, Sou Galático", através do nosso canal do YouTube (Clique Aqui), onde cada profissional vai contar a sua trajetória no rádio, até chega a equipe de maior audiência da Bahia.
Com duração um pouco mais longa, de uma hora, porém bastante interessante para conhecer as histórias dos profissionais, o apresentador Anderson Matos entrevistará Márcio Martins, José Eduardo, Dito Lopes, Edson Almeida, Manoel Lima Matos, Nilson Luiz, Cabelinho, Ivanildo Fontes, Djalma Costa Lino, Marlos Costa e Arilson Bispo da Anunciação.
A primeira história a ser contada é do comentarista Dito Lopes, que trabalha tanto na rádio Itapoan FM, nos programas Itapoan Esportes e Jornadas Esportivas, quanto no Arena Transamérica, ao lado de Márcio Martins.
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Próximo adversário do Bahia, Flamengo libera lateral esquerdo para time francês

Autor(a): Redação Galáticos Online (Twitter - @galaticosonline) em 01 de Agosto de 2019 16:00
Foto: Alexandre Vidal / Flamengo
Após se classificar para as quartas de final da Libertadores, o Flamengo liberou o lateral-esquerdo Trauco para acertar sua transferência para o Saint-Étienne, da França. O Rubro-Negro contratou recentemente Filipe Luís para a posição, renomado jogador, que estava no Atlético de Madrid. Como o time já tem Renê, Trauco perderia muita espaço e por isso não houve problema na liberação.
O jogador de 26 anos ficou conversando com o diretor executivo de futebol após a vitória nos pênaltis sobre o Emelec e com a saída dele, sobra uma vaga para estrangeiro no elenco do time carioca, além de receber um valor pela transferência do jogador.
Em dois anos e meio no Flamengo, Trauco atuou em 79 jogos, fez quatro gols e foi bicampeão carioca em 2017 e 2019.

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Bahia aplica goleada no Goiás pelo Brasileiro de Aspirantes


por Ulisses Gama
Bahia aplica goleada no Goiás pelo Brasileiro de Aspirantes
Foto: Divulgação / EC Bahia
O time de transição do Bahia se impôs em campo e goleou o Goiás por 5 a 0 na tarde desta quinta-feira (1º) em Pituaçu, pela segunda rodada da segunda fase do Campeonato Brasileiro de Aspirantes. Os gols foram marcados por Caíque (duas vezes), Gabriel Esteves e Cristiano.

A equipe comandada por Dado Cavalcanti atuou com a seguinte escalação: Geovane; Willean Lepo (Edimundo), Ignácio, Brunão, César; Edson (Fernandinho), Vinícius (Paulinho), Cristiano (Carlinhos); Gabriel Esteves, Gustavo (Jonatas), Caíque.

A goleada coloca o Tricolor na segunda posição do Grupo C, com quatro pontos conquistados. Na próxima quinta-feira (8), às 15h, o duelo será contra o Grêmio, em Eldorado do Sul.

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Com fase difícil no Bahia, Roger fala em buscar equilíbrio e passar confiança aos atletas


por Ulisses Gama
Com fase difícil no Bahia, Roger fala em buscar equilíbrio e passar confiança aos atletas
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia
Sem vencer há sete partidas e em um jejum de quatro jogos sem marcar, o Bahia se concentra em conseguir superar a má fase em que se encontra. Técnico da equipe tricolor, Roger Machado afirmou nesta quinta-feira (1º) que vem se cobrando por uma melhoria. Para ele, o momento é de buscar equilíbrio dentro de campo e dar confiança aos jogadores do Esquadrão. 

"Treinador se cobra sempre. Quando se está vencendo os jogos e passando de fase na Copa do Brasil, também há vídeos com muitas correções. A vitória não esconde os problemas que temos. Pode esconder para o torcedor. Mas para a gente sempre tem algo a evoluir. A parabenizar, salientar e a evoluir. A cobrança, a gente sempre procura algo. Muitas vezes somos injustos. Depois de uma vitória temos um vídeo com seis minutos de correção. Tem que encontrar um equilíbrio. Pensar que hoje vamos deixar as cobranças de lado e salientar o que fizemos de bom. Precisamos de confiança para os atletas. No momento em que não estamos vencendo, não está tudo errado. Eu passo vídeos com coisas boas que estamos fazendo. Para não reforçar o erro. Corrigir, mas não bater em cima dele. Trabalhar no dia a dia para evoluir. Sobre as cobranças, eu me cobro diariamente, entendo a necessidade de achar um equilíbrio entre defender bem e atacar com mais gente. Subir um pouco o time, marcar mais alto. A gente usou isso de estratégia durante um momento, agora saiu dos trilhos, mas vai voltar, tenho certeza", declarou.

Uma das formas de melhorar o desempenho do time é a correção das falhas. Para isso, o comandante tricolor passou um vídeo para mostrar aos jogadores. No fim das contas, o pedido para o grupo é de tranquilidade para que as jogadas consigam ter efeito positivo.

"Braço e perna são ferramentas. O que manda no corpo é a cabeça. No momento de instabilidade, de pressão, se eu entender que não posso fazer, eu não posso fazer, não vou conseguir fazer. Tento passar tranquilidade para os atletas para que eles façam o que sabem. As correções muitas vezes são individuais, por posição. Tenho bastante facilidade para orientar, seja atacante ou defensor. No vídeo agora foi justamente isso, a gente não conseguiu girar a bola para bater no outro corredor. Não tivemos a capacidade de enxergar o campo as costas para girar e observar o outro corredor. Quando se está mais tenso, nervoso, o foco fica fechado, você presta atenção mais na bola e perde o contato com o ambiente que faz parte do jogo, e você precisa fazer a leitura correta. Alguns entendem que temos que treinar mais para as coisas voltarem a acontecer. Muitas vezes não precisa disso. Tem que ter tranquilidade para fazer o que sabe. Só isso. Peço calma, eles vão voltar a fazer gol, movimento está certo. Erra um passe que não erra constantemente. É preciso ter tranquilidade, estar seguro que a orientação passada é correta, coerente. A pressão externa não pode balizar o que fazemos internamente. Se está tenso, perde a espontaneidade dos gestos. Isso atrapalha o jogador de alto nível. Nós todos, quando chegamos ao alto nível, nos parecemos. A diferença de um para outro é quanto peso se consegue carregar sem envergar. Essa é a diferença", explicou.

Diante do Flamengo no próximo domingo (4), na Arena Fonte Nova, Roger Machado espera um jogo compicado, mas apontou o momento de resgate da boa fase no Esquadrão de Aço e destacou a presença da torcida para conseguir um bom resultado.

"A dificuldade é a de sempre de enfrentar o Flamengo, em qualquer circunstância, com qualquer mando, seja jogando em casa ou na casa do adversário. O momento que vivemos é de resgate também. Depois de alguns jogos sem vencer, jogando dentro de casa, sabemos que tem muitos ingressos vendidos, nossa torcida vai comparecer em massa, e o que ela deseja ver é nosso time retomando o caminho das vitórias como até pouco tempo acontecia. Nada melhor do que uma oportunidade como essa para voltar a vencer", pontuou.

O Bahia está na 12ª posição do Campeonato Brasileiro, com 16 pontos conquistados. 

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Empresário de peças de carro é nomeado para cargo no Detran da Bahia


por João Brandão
Empresário de peças de carro é nomeado para cargo no Detran da Bahia
Foto: Elói Corrêa/GOVBA
Um empresário do ramo automobilístico foi nomeado diretor de Habilitação no Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA) pelo diretor-geral Rodrigo Pimentel de Souza Lima, conforme publicação no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (1°).

Geraldo Ribeiro Mascarenhas Junior é sócio-administrador da Roltek, que atua na distribuição e importação de rolamentos, correias, buchas, mancais, retentores, polias e acoplamentos industriais.

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Vetados pelo DM, meias desfalcam o Vitória contra o Brasil de Pelotas

RUY VINHA SENDO TITULAR DO TIME DE OSMAR LOSS

FOTO: MAURÍCIA DA MATTA / EC VITÓRIA 
O técnico Osmar Loss ganhou o reforço do atacante Jordy Caicedo para enfrentar o Brasil de Pelotas no próximo sábado. O equatoriano, já regularizado, viajou para se juntar ao grupo e pode fazer sua estreia pelo Esporte Clube Vitória. Por outro lado, o treinador não poderá contar com o meio-campista Ruy, que vinha sendo titular. Ele se queixou de desconforto no adutor da coxa e a suspeita é de lesão no local. Ele retorna para Salvador, onde fará um exame, mesma situação do meia Nickson, diagnosticado com um problema na coxa direita. A dupla foi vetada pelo departamento médico, mas não foram chamados substitutos.
Brasil de Pelotas e Esporte Clube Vitória fazem um autêntico duelo de SEIS pontos pela 14ª rodada do Brasileiro da Série B. Apenas três pontos separam os dois times na tabela de classificação. O time gaúcho, que vem de uma sequência de jogos sem vencer, ocupa o 14º lugar com 14 pontos, enquanto o Leão – que não perde há dois jogos – aparece na 18ª colocação com 11 pontos. Na rodada passada, o Brasil-RS perdeu para o Vila Nova por 2 a 0 dentro de casa, enquanto o Rubro-Negro empatou fora por 1 a 1 com o Figueirense.
Para enfrentar o Vitória, o Brasil de Pelotas não poderá contar com o meio-campista Carlos Jatobá, Filho do ex-zagueiro Jatobá. Ele recebeu o terceiro cartão amarelo aos 23 minutos do segundo tempo no jogo contra o Vila Nova por fazer uma falta no atacante Robinho. Por outro lado, o técnico Bolívar terá o retorno do lateral Ednei, que cumpriu suspensão na derrota para o Vila Nova por 2 a 0, nesta última terça (30). 
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Jacuipense treina em Pituaçu para enfrentar o Manaus; Lateral vira dúvida


Foto: Jacuipense 
No próximo domingo, às 18h, o Esporte Clube Jacuipense enfrenta o Manaus pelo jogo de volta das semifinais do Brasileiro da Série C. Nos primeiros 90 minutos, empate por 1 a 1 no Estádio Eliel Martins. Visando o confronto na Arena da Amazônia, o técnico Jonilson Veloso comandou um treino no estádio de Pituaçu, na manhã desta quinta-feira, antes da viagem para a capital amazonense, que acontece nesta tarde. Quem avançar, enfrenta o vencedor do duelo entre Ituano e Brusque.
O meia Vitor desfalca o Jacuipense, já que cumpre suspensão automática por ter recebido três cartões amarelos. Quem também não pode jogar é o volante Daniel Alves, que foi julgado pela expulsão contra Central, pelo jogo de ida da segunda fase, por ter acertado uma cotovelada no volante Raimundinho, e pegou gancho de quatro jogos a contar a partir deste duelo no Amazonas. O atleta ficou no banco na partida de ida da semifinal contra a equipe amazonense. O experiente Danilo Rios, que sofreu uma fissura no pé esquerdo, está praticamente fora da Série D. Já o lateral Paulinho Souza, sentiu um incômodo na panturrilha e é dúvida.
O provável Jacuipense tem: Jordan; Paulinho Teles, Matheus, Railon e Caique; Uelliton, Thiago, Borges (Popó) e Eudair; Jhulliam e Marcelo Nicacio.  
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Entenda o “jogo de eliminação” que faz o Santos ser líder do Brasileirão

Na vitória contra o Avaí, o líder do campeonato mostrou como funciona a ideia tática de Sampaoli: zonas de campo, eliminar rivais e criar vantagens.

Por Leonardo Miranda
30/07/2019 12h52
Entenda o “jogo de eliminação” que faz o Santos ser líder do Brasileirão
foto: Ivan Storti/Santos FC
“Seja com passe ou com o drible, pensamos o jogo a partir da eliminação do nosso adversário. Nosso jogo é pautado pela superioridade numérica em três zonas de campo”. Foi assim que o técnico Jorge Sampaoli explicou sua filosofia de jogo no evento Somos Futebol, em maio. O Santos hoje é líder do Brasileirão e não tem o melhor elenco, nem tem o grande craque, nem é o clube mais rico do Brasil. É líder porque tem um técnico que pensa futebol.
Vamos entender como funciona esse “jogo de eliminação” pegando as explicações de Sampaoli na CBF e o jogo do Santos contra o Avaí.
Primeiro de tudo, é preciso entender que Sampaoli pensa o jogo a partir de três zonas: zona de alerta, zona de conforto e zona de definição, ou zona de finalização. É como se você pintasse o campo de jogo em três faixas e colocasse algumas orientações do que cada jogador deve fazer em cada uma dessas faixas. Olha o campinho que o técnico mostrou na CBF.
As três zonas de jogo para Sampaoli — Foto: CBF
As três zonas de jogo para Sampaoli — Foto: CBF
A dinâmica do Santos é pautada por eliminar adversários nas zonas de campo. Criou superioridade numa zona? Então avança e passa a bola para a zona onde há superioridade. Sampaoli acredita tanto nessa ideia que disse, na CBF, que para ele essa é a essência de todo o futebol: "Na minha opinião, o jogo de futebol tem a ver com a eliminação de nosso adversário. Você elimina com o passe, com o drible ou com o posicionamento".
A saída de bola acontece na zona de alerta. Aqui você vê os dois zagueiros criando superioridade numérica, já que o Avaí está apenas com um jogador nessa faixa. Se estivesse com dois, provavelmente o Alisson viria buscar a bola, naquilo que chamamos de saída de três. A ideia é sempre tentar criar superioridade numérica nas faixas de campo. Aqui, a zona de alerta está ok. Mas a zona de conforto não tem superioridade. São cinco do Avaí contra quatro do Santos.
Santos com a bola na "zona de alerta" — Foto: Leonardo Miranda
Santos com a bola na "zona de alerta" — Foto: Leonardo Miranda
Aqui, é muito importante entender que quem cria a superioridade não são os jogadores que estão com a bola, mas sim quem está sem ela. E não é preciso talento ou ter custado muito caro para se movimentar de forma inteligente. Quem lê a necessidade de criar superioridade é Pituca, que aproxima dos zagueiros e dá uma opção de passe. Quando ele se movimenta e fica livre, ele cria um outro tipo de vantagem: a vantagem posicional. O nome mesmo fala: é a vantagem de ficar livre, sem nenhum adversário por perto. Isso faz o Santos "eliminar" Brenner e colocar a bola na zona de conforto.
Santos indo para o campo de ataque — Foto: Leonardo Miranda
Santos indo para o campo de ataque — Foto: Leonardo Miranda
As zonas de campo não são fixas, elas acontecem de acordo com o posicionamento do adversário e do Santos. Assim que o Pituca recebe a bola, ele gira e o Avaí se retrai ainda mais. As zonas mudam! Logo o Santos perde aquela vantagem e agora está em inferioridade na zona de conforto. São quatro contra três. Isso faz o Sasha, que está lá na zona de definição, correr e já aproximar da outra faixa de campo. Todo mundo precisa se movimentar e ir preenchendo as zonas, como uma engrenagem.
Santos na zona de conforto — Foto: Leonardo Miranda
Santos na zona de conforto — Foto: Leonardo Miranda
Não tem ninguém livre na zona de alerta. Ninguém livre na zona de conforto. Mas lá na zona de definição, o Soteldo está bem aberto na ponta esquerda, livre para receber a bola. Lembre que quem está livre para receber está em superioridade posicional. O zagueiro rapidamente lê isso e dá um lançamento para o jogador, o único em algum tipo de superioridade no time inteiro.
Santos indo para a zona de definição — Foto: Leonardo Miranda
Santos indo para a zona de definição — Foto: Leonardo Miranda 
Quando o Soteldo recebe a bola, ele dá um drible e deixa dois do Avaí para trás. Lembra que o Sampaoli disse que acredita em eliminar rivais com o passe ou com o drible? Se não deu com o passe lá atrás, é o drible que quebra uma defesa bem fechada. Soteldo elimina dois com o drible e depois vai eliminar mais um. Por isso ele e González sempre ficam abertos no campo. Por isso o Santos contratou Marinho. Por isso o Éverton e o Gabriel Jesus ficaram mais fixos pelo lado na Seleção, e por isso o City tem Sterling e Sané. O drible nunca esteve tão vivo no futebol, ele apenas serve ao próprio time agora.
Santos na zona de finalização — Foto: Leonardo Miranda
Santos na zona de finalização — Foto: Leonardo Miranda
Com a bola na zona de finalização, a ideia é...criar superioridade! No lance acima, Pituca e Jorge começam a correr para criar superioridade, afinal, o Avaí está com cinco jogadores dentro da área e o Santos tem apenas dois. Não importa que Jorge seja um lateral, ou Pituca um volante. A posição e a função deles, aqui, é menos importante do que a ideia de sempre eliminar um rival. Lembra que a bola só pode passar quando há superioridade?
Agora imagina como o movimento dos companheiros deve ser rápido para que Soteldo faça o cruzamento. Jorge e Pituca tentam, mas não conseguem. Soteldo precisa fazer o cruzamento, porque a marcação está realmente apertada. O Santos tem três jogadores quando quatro do Avaí na área, mas se você observar Sánchez, ele está totalmente livre. Não tem ninguém por perto. Isso é um outro tipo de superioridade, é a superioridade posicional, igual a de Soteldo.
Sánchez livre na hora do gol — Foto: Leonardo Miranda
Sánchez livre na hora do gol — Foto: Leonardo Miranda 
Quem tem vantagem deve receber a bola. Soteldo cruza para Sánchez, que faz o gol. VEJA O VÍDEO:
Gol do Santos! Soteldo faz linda jogada e cruza na medida para cabeçada de Carlos Sanchez aos 32 do 1º tempo
Gol do Santos! Soteldo faz linda jogada e cruza na medida para cabeçada de Carlos Sanchez aos 32 do 1º tempo

O jogo de eliminação depende mais da cabeça do que da técnica

O Santos não é líder porque "ataca mais", até porque há times que atacam muito mais, como o Fluminense. O Santos tampouco é líder porque joga com a bola no chão, afinal, o Soteldo só recebeu a bola por um cruzamento - e o Palmeiras, ano passado, mostrou que jogar a bola pelo alto pode ser eficiente.
O Santos é líder porque Sampaoli sabe o que faz. Ele não acredita que a técnica vai brotar do nada e resolver o jogo, ou que basta ter talento para jogar bem. O "jogo de eliminação" não depende de preços ou atributos técnicos, depende apenas da cabeça, como Cruyff sempre dizia. Não é coincidência que, no evento da CBF, o primeiro slide mostrado por Sampaoli tinha a imagem de Johan Cruyff.
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Correria organizada


 Jogadores do Santos se movimentam muito, mas têm uma referência tática
Tostão
Nesta quarta (31), o Athletico-PR, mesmo em desvantagem de um gol contra o Boca Juniors, na Libertadores, está mais confiante, após eliminar o Flamengo, na Copa do Brasil, no Maracanã, nos pênaltis, e ganhar as duas últimas partidas fora de casa, no Brasileiro.
A maior dificuldade dos times brasileiros quando enfrentam o Boca Juniors, na Bombonera, é a instabilidade emocional, quase um pânico, como se o Boca fosse invencível em seu estádio. Ficam na defesa, acuados, e perdem o jogo. Quero ver o Athletico procurar a vitória desde o início, como faz em Curitiba. É a chance.
O Flamengo, no Maracanã, contra o Emelec, tem de pressionar o tempo inteiro. A grande dificuldade das equipes em casa quando começam o jogo em desvantagem é atuar com agressividade, sem perder a lucidez e a tranquilidade nos instantes decisivos.
Se o Flamengo for eliminado, como já aconteceu na Copa do Brasil, Jorge Jesus será crucificado, como foram os técnicos anteriores, mesmo com pouco tempo de trabalho e sem contar com vários titulares importantes. A ilusão de grande parte dos torcedores e também de parte da imprensa é a de que o Flamengo tem um excepcional elenco e que, se não ganha, é por causa do técnico.
Passo para o Brasileiro. Dos oito primeiros colocados, apenas Santos e São Paulo estão somente em uma competição. Isso é uma vantagem, desde que Cuca não escale Pato pela esquerda, como um segundo atacante, com a obrigação de voltar para marcar o lateral. Contra o Fluminense, o lateral descia livre, e Pato ficava no meio do caminho.
O Fluminense, que está na zona de rebaixamento, não tem apenas uma ótima média de passes e de posse de bola. É também um dos times que mais criam chances de gol. Apesar de não conhecer bem o critério que os estatísticos usam para classificar uma chance de gol, os números sugerem que o Fluminense
pode melhorar os resultados, com o mesmo desempenho.
Esses números e uma classificação, contra o Peñarol, pela Copa Sul-Americana, dariam tranquilidade para Fernando Diniz continuar seu trabalho.
Ao mesmo tempo em que existe uma intolerância em relação a Fernando Diniz, por causa dos maus resultados, há o oposto, o encantamento com o técnico, como se ele fosse um revolucionário, um gênio incompreendido e azarado. O Fluminense não tem que mudar o estilo e passar a jogar na defesa e no contra-ataque, como muitos pedem, mas necessita corrigir os erros coletivos na defesa e no ataque.
Quem tem bom desempenho e bons resultados é o Santos, líder do Brasileiro. A equipe tem uma referência tática, mas os jogadores não param de correr, ocupando várias posições e funções diferentes. Em um mesmo jogo, o Santos tem inúmeros desenhos táticos. É a correria organizada.
Não dá mais para uma grande equipe jogar com o goleiro somente debaixo do gol, que não sabe usar os pés, com os zagueiros colados à grande área, atrapalhando o goleiro, com laterais burocráticos, que marcam, avançam e somente cruzam a bola na área, com dois volantes em linha, recuados, um marcando o outro, com jogadores pelos lados, que passam todo o jogo correndo para frente e para trás, encostados à lateral, com um meia de ligação que não faz dupla com o centro avante e que não participa da marcação e com um centroavante estático, esperando a bola para empurrá-la para as redes.
Isso serve para vários times brasileiros. O jogo fica feio, ruim e chato. 
Tostão
Cronista esportivo, participou como jogador das Copas de 1966 e 1970. É formado em medicina.


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Antes de enfrentar o Bahia, Flamengo tem decisão nesta quarta-feira pela libertadores

RUBRO-NEGRO ENFRENTA O EMELEC NO ESTÁDIO DO MARACANÃ

Foto: Alexandre Vidal/Flamengo 
Adversário do Esporte Clube Bahia no próximo domingo, em partida marcada para 16h na Arena Fonte Nova, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Flamengo entra em campo nesta quarta-feira (31) para o jogo mais importante do ano até aqui. Cercado de muita pressão após ter perdido o jogo de ida no Estádio George Capwell, na cidade de Guayaquil, no Equador, por 2 a 0, o Rubro-Negro volta a enfrentar o Emelec, agora no Estádio do Maracanã, às 21h30.
Com isso, o Flamengo precisará devolver o 2 a 0 para levar a decisão para os pênaltis ou vencer por três gols de diferença para se classificar no tempo normal. Lembrando que o gol fora é critério de desempate, ou seja, se vencer por 3 a 1, o time de Jorge Jesus estará eliminado.
Outros dois brasileiros jogam nesta quarta-feira. Internacional e Nacional-URU se reencontram às 19h15, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). Nos primeiros 90 minutos, o Colorado venceu por 1 a 0 com gol de Paolo Guerrero no Estádio Gran Parque Central, em Montevidéu, no Uruguai. Com isso, o time de Odair Hellmann joga pelo empate para avançar de fase. Lembrando que na Libertadores tem o gol qualificado como critério de desempate
Já o Athletico-PR visita o Boca Juniors no famoso La Bombonera, em Buenos Aires, Argentina. Nos primeiros 90 minutos, na Arena da Baixada, em Curitiba, o Furacão perdeu por 1 a 0, ou seja, precisará vencer o time argentina pelo mesmo placar de 1 a 0 para levar a decisão para os pênaltis ou vencer por um gol de diferença, marcando dois ou mais gols para avançar no tempo normal pelo critério de desempate do gol qualificado.
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Fluminense bate Peñarol e está nas quartas de final da Sul-Americana


por Folhapress
Fluminense bate Peñarol e está nas quartas de final da Sul-Americana
Foto: Mailson Santana / Fluminense
O Fluminense está nas quartas de final da Copa Sul-Americana. A equipe do técnico Fernando Diniz derrotou o Peñarol, do Uruguai, por 3 a 1, no Maracanã, e garantiu vaga na próxima fase da competição. Marcos Paulo, duas vezes, e Yony González garantiram a alegria dos tricolores. Viatri fez para os visitantes.

No primeiro confronto, o time das Laranjeiras já havia vencido por 2 a 1, com dois de Yony González.

O Tricolor, agora, aguarda o vencedor do confronto entre Corinthians e Montevideo Wanderes, do Uruguai. A decisão acontece na quinta-feira, no Uruguai, e o Timão tem vantagem após o triunfo por 2 a 0 no primeiro encontro.


O JOGO

O torcedor tricolor que entrou atrasado não viu Marcos Paulo balançar a rede logo no primeiro ataque. O gol fez com que o primeiro tempo se transformasse em um Peñarol tentando avançar ao campo de ataque a todo custo e o Fluminense aproveitando os espaços.

Desta forma, algumas oportunidades foram criadas e, em uma delas, Yony González ampliou a vantagem, fazendo com que a vida do time uruguaio ficasse ainda mais complicada no jogo. O gol aconteceu depois de um belo passe de Pedro, que dominou e, sem deixar a bola cair, tocou no calcanhar.

O Peñarol assustou em uma cobrança de falta com bola alçada para área e em uma jogada veloz que terminou com a finalização Brian Rodríguez e defesa de Muriel.

Na volta do intervalo, o roteiro se repetiu. Marcos Paulo, novamente, deixou o dele logo nos primeiros minutos. O jovem aproveitou rebote do goleiro Dawson. A jogada começou com passe de Ganso, que achou Caio Henrique sozinho na área.

Com o placar favorável, o Fluminense conseguiu jogar mais na espera e aproveitando os erros do Peñarol que, mesmo tendo a bola, se mostrava muito frágil e sem criatividade. As jogadas mais perigosas vinham de escanteios e cobranças de falta e foi desta forma que os visitantes conseguiram chegar ao gol. Matías de los Santos bateu e a bola explodiu na barreira, no rebote, o mesmo Matías finalizou e mandou no travessão e, na volta, Viatri, sem marcação, concluiu de cabeça.

Após o gol, o Peñarol ameaçou uma pressão, mas voltou a esbarrar nas próprias limitações. O Tricolor, com a saída de Ganso e entrada de Bruno Silva, fortaleceu a marcação e a presença no meio, conseguindo voltar a ter o comando do jogo.

Ao fim, celebração da torcida do Fluminense. O time, agora, volta o foco para o Campeonato Brasileiro, competição em que se encontra na zona de rebaixamento.



FLUMINENSE

Muriel, Igor Julião, Nino, Digão e Caio Henrique; Allan, Daniel (Dodi) e Ganso (Bruno Silva); Yony González, Marcos Paulo (Pablo Dyego) e Pedro. Técnico: Fernando Diniz



PEÑAROL

Dawson, Giovanni González, Enzo Martínez, Formiliano e Rojo; Gargano (Matías de los Santos), Trindade, Lores (Acevedo) e Brian Rodríguez; Viatri e Cristian Rodriguez (Canobbio). Técnico: Diego López



Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Árbitro: Patricio Loustau (ARG)

Auxiliares: Gabriel Chade (ARG) e Pablo Gonzalez (ARG)

VAR: Facundo Tello (ARG)

Público e renda: 31.820 pagantes e R$ 1.278.355

Cartões Amarelos: Marcos Paulo, Ganso e Bruno Silva (Flu); Cristian Rodríguez, Formiliano, Viatri e Canobbio (Pen)

Cartão Vermelho: não houve

Gols: Marcos Paulo, com 1 minuto do primeiro tempo (Fluminense), Yony González, aos 25 minutos do primeiro tempo (Fluminense), Marcos Paulo, aos 2 minutos do segundo tempo (Fluminense) e Viatri, aos 24 do segundo tempo (Peñarol).

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Após empate, Felipe Gedoz reclama de dores no peito e é atendido em ambulância


Após empate, Felipe Gedoz reclama de dores no peito e é atendido em ambulância
Foto: Mateus Boaventura / CBN Diário
O meia Felipe Gedoz, do Vitória, passou por um susto após o jogo contra o Figueirense na noite desta terça-feira (30), em Florianópolis, pela Série B. Após a partida, que terminou empatada em 1 a 1, o jogador caiu no gramado e reclamou de dores no peito e precisou ser socorrido por uma ambulância.

De acordo com informações do site GloboEsporte.com, o jogador foi atendido pelos médicos socorristas e passou por testes de hipoglicemia ainda no local com a companha da médica do clube, Nathália Figueirêdo. Gedoz foi medicado e recebeu soro diretamente na veia antes de ser liberado.

O departamento médico do Leão informou que o jogador teve um quadro de "exaustão" por da intensidade do jogo.

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Em jogo movimentado, Vitória e Figueirense empatam no Orlando Scarpelli


por Ulisses Gama
Em jogo movimentado, Vitória e Figueirense empatam no Orlando Scarpelli
Foto: Eduardo Valente/FramePhoto/Folhapress
No estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, o Vitória empatou em 1 a 1 com o Figueirense na noite desta terça-feira (30), pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time da casa saiu na frente com Willian Popp, mas o Leão empatou com o atacante Anselmo Ramon.

Com o resultado, o Leão agora soma 11 pontos e ocupa o 17º lugar. A equipe do técnico Osmar Loss volta a jogar no próximo sábado (3), contra o Brasil de Pelotas, no estádio Bento Freitas.

O JOGO

O Vitória começou o jogo em cima do Figueira. Logo no primeiro minuto, Ruy arriscou da entrada da área e o goleiro Denis defendeu. Dois minutos depois, Felipe Gedoz cobrou falta venenosa e por pouco não acertou o gol.

Com cinco minutos, o Figueirense respondeu com Betinho, que arriscou de fora da área para fácil defesa do goleiro Martín Fernandez. 

Willian Popp marca para o Figueirense

Aos 15 minutos, após bola dividida, Tony deu um toque de cabeça para a área e Willian Popp, com liberdade, bateu para o fundo do gol.

Logo na sequência, aos 17 minutos, o Leão tentou responder com Capa, que avançou em jogada individual, passou por dois defensores e tocou de direita ao lado da meta defendida por Denis.

Anselmo Ramon empata o jogo

Aos 22 minutos, Felipe Gedoz cobrou falta no lado esquerdo e Anselmo Ramon cabeceou junto com Ramon para o fundo do gol. Depois da bola na rede, o camisa 9 do Leão saiu comemorando.

Com 30, Willian Popp passou por Van, ajeitou para a perna direita e mandou uma bomba. A bola passou muito perto.

Segundo tempo

Dono da casa, o Figueirense começou a segunda etapa tentando marcar. Em cobrança de falta aos sete minutos, Willian Pop mandou na direção de gol, mas Martín Fernandez não teve dificuldade para ficar com a bola. Com 12, Victor Guilherme cruzou na área, Fellipe Matheus cabeceou e o arqueiro do Leão fez uma grande defesa.

Aos 21 minutos, Gedoz dominou na entrada da área e bate forte para grande defesa de Denis. Na sobra, Anselmo Ramon tentou empurrar para a rede, mas o árbitro anulou a jogada.

Victor Guilherme leva cartão vermelho

Aos 27 minutos, Victor Guilherme fez falta dura em cima de Capa e recebeu o segundo cartão amarelo. Com isso, ele foi expulso.

Com um jogador a mais, o Leão partiu pra cima do Figueira. Aos 37, Felipe Gedoz mandou uma bomba em cobrança de falta e o goleiro Denis fez uma defesa espetacular. Aos 41, Wesley fez boa jogada individual, e chutou para mais uma grande defesa do arqueiro. A pressão, no entanto, não foi suficiente.

FICHA TÉCNICA
Figueirense 1 x 1 Vitória
Série B – 13ª rodada
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data:30/07/2019 (terça-feira)
Horário: 19h15
Árbitro: Vinícius Gonçalves Dias Araújo (SP)
Assistentes:  Herman Brumel Vani (SP) e Fabricio Porfirio de Moura (SP)
Cartões amarelos: Victor Guilherme, Alemão (Figueirense) / Van, Felipe Gedoz, Bruno Bispo (Vitória)
Cartões vermelhos: Victor Guilherme (Figueirense)
Gols: Willian Popp (Figueirense) / Anselmo Ramon (Vitória)

Figueirense: Denis; Victor Guilherme, Alemão, Pereira e Matheus Destro; Zé Antônio, Betinho (Juninho) e Tony; Fellipe Mateus (Robertinho), Willian Popp e Rafael Marques (Matheus Lucas). Técnico: Márcio Coelho (interino).


Vitória: Martín Rodriguez; Van (Matheus Rocha), Ramon, Bruno Bispo e Capa (Nickson); Baraka, Léo Gomes, Gedoz e Ruy (Wesley); Chiquinho e Anselmo Ramon. Técnico: Osmar Loss.

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