Paulo Turra, auxiliar de Felipão no Palmeiras: “atualmente, o diferencial do treinador é a gestão do grupo"

Auxiliar-técnico, Paulo Turra compõe a comissão técnica de Felipão no Palmeiras. Em papo com o blog, ele explica a experiência com Scolari na China e sua visão sobre o diferencial do treinador no futebol atual

Paulo Turra, auxiliar de Felipão no Palmeiras: “atualmente, o diferencial do treinador é a gestão do grupo
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Por Leonardo Miranda
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Felipão está de volta ao Palmeiras. O lendário treinador inicia sua terceira passagem pelo clube com um novo velho conhecido dos palmeirenses. Gaúcho de Tuparendi, Paulo Turra foi zagueiro entre 2000 e 2001. Participou da conquista da Copa dos Campeões, em 2000, e após a aposentadoria, trilhou caminho como treinador de clubes como Avaí, Brusque e Cianorte até aceitar o convite de Felipão para ser auxiliar técnico do Guangzhou Evergrande, na China.
Turra reprisará a função no Palmeiras junto a outro velho conhecido: Carlos Pracidelli. Os dois serão auxiliares técnicos, com funções mais sistêmicas e tomarão decisões em conjunto com Scolari. Em conversa com o Blog Painel Tático, ainda em maio deste ano, Turra contou um pouco de sua experiência com Felipão na China, sua visão do jogo como auxiliar e revelou a admiração por Mourinho, que acompanhou como jogador em Portugal. Leia abaixo:
Paulo, nada melhor do que começar essa conversa com um assunto muito polêmico. Há uma visão de que existem técnicos “boleiros”, que não gostam muito de estudo ou da parte tática, e “estudiosos”, que entendem muito do jogo, mas seus times são pouco competitivos. Havia o diagnóstico que o Palmeiras precisava de um pulso mais firme no vestiário nesse momento.
Treinadores buscam conhecimento. Querem aprender mais, são interessados e curiosos. Muitos mais antigos, com mais experiência, estão interessados em buscar conhecimento. Acredito que o caminho já está trilhado, e o próprio mercado já não contrata mais quem apenas confia no próprio instinto. Mas não acredito que essa seja uma mudança num estalar de dedos. É um caminho longo, que vai acontecer.
Essa questão cai na busca por conhecimento. Algo que muitas vezes é confudida com tática, afinal, a gestão de uma equipe também é conhecimento. Na sua visão, o que é conhecimento no futebol? E como se busca ele?
Conhecimento é um conjunto de coisas. É a conexão de várias informações. Se o conhecimento é difuso, logo buscá-lo é uma ação muito múltipla. Cursos são fundamentais. Temos no Brasil o curso da CBF, que é muito criativo e acrescenta bastante na parte tática e técnica. É um curso chancelado pela FIFA e Comenbol. Fiz todos os níveis dele e também outros, fora da CBF. Outra atividade é ver jogos. Tanto os pela TV como no campo, onde o ângulo maior dá a possibilidade de ver situações como recomposição e transições. Ler também, sobre tática e futebol. Pena que aqui no Brasil temos uma literatura muito pequena. Debatemos isso no curso - não temos quase nada, enquanto que em Portugal temos vários livros. É um processo de acompanhamento.
Você foi campeão pelo Palmeiras e hoje volta como auxiliar técnico de sucesso na comissão do Luiz Felipe Scolari. Em 2017, vocês tiveram a chance de trabalhar juntos, incluindo treinar o time em jogos nos quais Felipão foi suspenso. Como foi essa experiência que você reprisa no clube paulista?
A experiência com o Felipão e o Murtosa na China foi muito rica. Fiz um estágio com eles no Palmeiras, em 2011. Em 2017, na China, aprendi muito a lidar com o atleta individualmente. Felipão tem um tino muito grande em saber em quando falar com um atleta na frente do grupo ou individualmente. Ele consegue, num olhar, passar uma mensagem ao jogador. Após o treino, ele também consegue passar recados, inclusive táticos, com precisão. Muitas vezes, ele sabe que o time jogou mal, mas se a cobrança for forte naquele momento, o efeito será muito ruim. O gerenciamento de grupo é muito importante.
Paulo Turra em estágio com Felipão, em 2011 (Foto: Divulgação)Paulo Turra em estágio com Felipão, em 2011 (Foto: Divulgação)
Paulo Turra em estágio com Felipão, em 2011 (Foto: Divulgação)
Você fala de livros. Quais os livros que mais te acrescentaram, como jogador, auxiliar e técnico? Não apenas na parte tática, mas também na parte da liderança e de outros aspectos do futebol.
Sou fã dos livros do Mourinho. Quando jogava em Portugal, ele tinha despontado pelo futebol e o Porto, campeão da Liga dos Campeões, foi muito dissecado. Também leio livros sobre liderança. Tem uma coisa legal sobre livros: eles não são manuais. Não dissecam a forma da equipe jogar, os processos que ele fez para chegar naquilo. Livros são conhecimento, e sempre procuro estar antenado em alguma leitura.
Você cita o Mourinho. Você jogou em Portugal, no Boavista e Vitória de Guimarães, no momento em José Mourinho despontou para o futebol e ganhou uma Liga dos Campeões. Ele é uma influência para sua carreira?
Com certeza. Tem o futebol antes e depois de Mourinho. Como jogador, víamos que suas equipes eram diferentes. A principal questão é a intensidade. Enfrentei o União, e era uma equipe que marcava com muita intensidade, pressionando a saída de bola. Ele foi um dos primeiros a trabalhar em cima do adversário. Vou te dar um exemplo que era comentado entre jogadores naquela época: na final da Liga dos Campeões em 2002, ele entregou para cada jogador um DVD com as ações ofensivas e defensivas do Monaco, adversário do Porto na final. Hoje isso é comum em todos os clubes do mundo, mas naquela época, era muito estranho voltar de um treino e ver jogos…
Paulo Turra em curso da CBF (Foto: Divulgação)Paulo Turra em curso da CBF (Foto: Divulgação)
Paulo Turra em curso da CBF (Foto: Divulgação)
E tem também os métodos de treinamento, né?
Os métodos de treinamento, pelo que falávamos com os jogadores, eram diferentes de tudo. Tem uma entrevista do Mourinho para a BBC, em 2000, se não me engano, que ele fala que hoje o conceito de treino é muito difundido. Qualquer um dá um treino. A diferença é dar um treino com base no que sua equipe precisa. É analisar erros e acertos e colocar, no treino, um conteúdo pensando no seu time. Os treinos são até mais importantes que os jogos.
O próprio papel do analista de desempenho é a produção desse material…qualquer comissão entende essa forma de trabalho. Ou seja: não é um diferencial. Pula 2018, 15 anos depois da sua experiência como jogador. O que você observa que hoje seja um diferencial no trabalho do dia-a-dia de um treinador e sua comissão?
Acredito que hoje temos meios mais difundidos de conhecimento e pesquisa. Hoje entregamos as ações e estratégias do adversário por WhatsApp, para o jogador ver. Qualquer um tem acesso a dados estatísticos, táticos e técnicos do seu próprio time e do adversário. Por isso vivemos numa era onde a gestão de grupo é um diferencial. O clube mais campeão nos últimos anos é o Real Madrid. Tome o Zidane como exemplo. Ele tem um conhecimento muito grande do seu grupo. E isso não é apenas entender o psicológico do indivíduo, mas sim saber o tipo de treino a ser dado para cada grupo. O treino que tu aplica num time menor não é o mesmo de um grupo com Sergio Ramos, Benzema e Cristiano Ronaldo.
Paulo Turra em treinamento no Guangzhou, em 2017 (Foto: Leonardo Miranda)Paulo Turra em treinamento no Guangzhou, em 2017 (Foto: Leonardo Miranda)
Paulo Turra em treinamento no Guangzhou, em 2017 (Foto: Leonardo Miranda)
E na questão de campo? Qual é o diferencial do treinador hoje?
Sensibilidade. Não trabalhar muito volume, mas sim intensidade. Hoje é possível ter treinos de 15 minutos com uma intensidade muito grande. Hoje, o volume de treino - ou seja, trabalhos de uma, duas horas - afetam no desempenho no jogo. É melhor treinos curtos, de 20 minutos no máximo, mas com muita intensidade, que copiem o que o time vai encarar no jogo. Além disso, o recurso do vídeo hoje é fundamental. Willian deu uma entrevista que fala que Mourinho dá um trabalho tático através de vídeos. O padrão tático e de entrosamento do time é tão grande que Mourinho muitas vezes reunia numa sala e passava padrões do time. É um método fácil de otimizar o tempo.
Paulo, li um texto muito bom que diz que vivemos na era da informação. Tudo é analisado o tempo todo, dando vazão a uma série de conclusões que nem sempre são reais. Logo, ser inteligente não é saber muito, mas sim saber o que importa. Você acredita que isso se aplica no futebol?
Sim, com certeza. Falei do Felipão muito na entrelinha, mas na prática, ele organiza muito bem os treinamentos. Quando cheguei na China, eles me deram total autonomia para dar ideias de novos treinos. Tínhamos uma reunião semanal para passar ideias sobre a equipe. Me senti muito liberto para dar ideias para o time, e o Felipe sempre me ouvia. Tive a oportunidade de comandar muitos treinos no Guanghzou, com Felipe e Murtosa participando e dando sugestões. A principal cobrança do Felipe durante os trabalhos é não treinar por treinar, mas encarar com seriedade e intensidade aquele momento.
Você mencionou sua liderança como jogador. Poucos sabem que você foi o capitão do primeiro título do Tite, com o Caxias, no Campeonato Gaúcho de 2000. O que você traz de aprendizado daquele curto período com o atual treinador da seleção brasileira?
O grande mérito do Tite naquele momento foi comprar a briga em um clube com três meses de salário atrasados. Queríamos apenas ganhar, nada mais. Na parte tática, o Tite tem o diálogo como ponto forte. Ele aceita ideias, dialoga com o grupo. Um exemplo: em 2000, ele colocou um quadro negro numa mesa numa salinha pequena, destinada ao treinador. Chamava os 11 que iriam para o jogo e os líderes do grupo. E aí começava a conversar com a gente, perguntava o que achava, o que dava para mudar…isso faz com que o jogador se sinta instigado a procurar conhecimento, a conhecer mais e também dá responsabilidade a quem joga.
https://globoesporte.globo.com/blogs/painel-tatico/post/2018/07/27/paulo-turra-auxiliar-de-felipao-no-palmeiras-atualmente-o-diferencial-do-treinador-e-a-gestao-do-grupo.ghtml
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Paulo Maracajá, responsável pela estrela do Bahia e pelo atraso também


Paulo Virgílio Maracajá Pereira foi diretor de futebol desde minha infância, depois ficou como presidente até minha fase adulta, ou seja, desde que me entendo como torcedor do Bahia, ele era o dono do clube. Sua administração era centralizadora: Era Presidente, Diretor, Assessor de Imprensa, cuidava do Marketing, etc, etc.. Tanto do profissional como na base, mesmo depois de ter saído da presidência, ele exercia grande influência na administração do clube.
Maracajá era decantado pelas resenhas esportivas que diariamente ele falava, como “eterno presidente” quando foi indicado para o tribunal de contas e por incompatibilidade do cargo, teve que deixar a presidência do Bahia, aliás, cargo adquirido por indicação do cabeça branca que, segundo a imprensa da época, fazia parte do acordo para ele (contra sua vontade) votar a favor da entrada do Vitória para clube dos treze (era composto originariamente por Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Santos, São Paulo, Palmeiras, Corinthians, Internacional, Grêmio, Atlético-MG, Cruzeiro e Bahia) que passaria a ser clube dos vinte com as entradas (de Atlético-PR, Coritiba, Goiás, Guarani, Portuguesa, Sport e Vitória).
Como não poderia ser presidente oficialmente, Maracajá passou a indicar os presidentes com todo seu apoio e até decisões, diante de tanta incompetência e desastre das administrações dos seus amigos indicados, levou o clube a uma fase bastante crítica dando margem passar haver adversários políticos dentro do clube, quando saiu do poder o clube atravessava uma fase financeira difícil. Lembro-me que Bobô quando assumiu as divisões de base do clube falou do Estado calamitoso e vergonhoso que a Sede de Praia estava com vários vazamentos e, quando chovia, era impossível os meninos da base ficarem lá. Até colchões ele teve que pedir porque não tinha.
Quando uma família dizia que entraria para “salvar” o clube daquela situação, ele teve que ceder na condição de haver alternância no poder, ou seja, a cada administração da família era intercalado por uma pessoa da sua confiança, até haver uma rasteira pondo fim a esse acordo, o clube passou a ter outro dono, os conselheiros (eram indicados a dedo pelo presidente). Pessoas “responsáveis” por eleger o mandatário do clube e esses também a dedo escolhiam o conselho fiscal que aprovariam as contas do clube, era divido meio a meio, quando o novo dono do clube “renovou” o conselho com grande maioria só de seus amigos.
Em função dessa quebra de acordo, houve rompimento entre eles, os donos do clube ficando definitivamente para a família que ele colocou lá e teve grande culpa por toda essa era das trevas que envergonharam e jogaram toda história do clube na lata do lixo, inclusive, seus troféus importantes foram encontrados no início da intervenção literalmente no lixo, além das goleadas humilhantes do nosso rival devido a insatisfação dos atletas com constantes salários atrasados, culminando com nossa maior humilhação de todas, ser rebaixado para a Série C do Brasileirão.
Evidente que temos que ressaltar a importância dos ex-presidentes que de fato fizeram algo de positivo pelo clube, com conquista de títulos importantes, não só regional como até nacional, como foi o caso de Maracajá. Porém, ele poderia ter dado uma guinada fundamental no crescimento do clube quando fomos campeões brasileiros, venderam muito bem vendidos quase todas as estrelas daquela conquista, só ficou Paulo Rodrigues, Charles e Bobô. Foram considerados na época uma das maiores transações do futebol brasileiro.
Lembro-me de uma entrevista emblemática dele a um apresentador famoso da nossa imprensa que hoje faz jornalismo, mas antes fazia programas esportivos, depois do retorno do Bahia a uma excursão ao Gabão (o Bahia foi convidado depois de ganhar o título, iria receber uma fabulosa quantia em dólar, mas que tomou cano segundo o presidente). O jornalista o questionava o que ele tinha feito com o dinheiro da venda de Bobô, ele justificou que pagou várias coisas atrasadas do clube.
O repórter, então, perguntou: “E o dinheiro da venda de Charles?”. Eram tantas justificativas, que ele terminava e o repórter questionava: E o de Zé Carlos, e outros? Colocando-o literalmente na parede, até ele contra-golpear o repórter dizendo:“ Eu entendo sua revolta, sei que você queria ter ido a excursão ao Gabão, mas levamos outros colegas seus”, deixando o jornalista ao vivo completamente sem graça e encerrando completamente o assunto que era interessante para esclarecimento do torcedor. Não tenho nenhuma dúvida quanto a sua honestidade, sei que era eficiente em gerir problemas com elenco e contratar jogadores, mais foi o grande responsável por esse período negro do clube.
Outra grande questão, ele definitivamente não tinha nenhuma visão de futuro, e a prova disso é quando o Governo do Estado na época (João Durval) investiu pesado na construção do estádio do rival que viria a ter o nome do seu parente, e em contra-partida, o Bahia seria também beneficiado, ele solicitou que fizesse uma encosta na Sede de Praia para conter as ondas que no período de inverno invadiam lá. Quando questionado pelos jornalistas se o Bahia não almejava também ter um estádio, ele na sua visão tacanha ficou conhecido com uma famosa frase em resposta aos jornalistas: “O Bahia não precisava ter estádio porque onde ele jogava sua torcida será sempre maioria”.
Desculpe aqueles torcedores que pensam diferentes, respeito à opinião deles, mas, em minha modesta opinião ele foi um dos principais responsáveis por toda essa fase negra do clube por não permitir que houvesse democracia e crescimento do clube em todos os sentidos. O Bahia deu muito mais a ele que ele ao Bahia.

Jorge Machado, torcedor do Bahia, amigo e colaborador do Futebol Bahiano.

https://futebolbahiano.org/2018/08/paulo-maracaja-responsavel-pela-estrela-do-bahia-e-pelo-atraso-tambem.html
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Cruzeiro, São Paulo e Flamengo disputam contratação de meia do Sport


Próximo adversário do Vitória no Campeonato Brasileiro, em duelo agendado para o domingo, às 16h, no Barradão, o Cruzeiro está no mercado atrás de reforços e o alvo do momento é o meia-atacante Everton Felipe, que pertence ao Sport-PE. De acordo com o site Globoesporte, a Raposa deve contar com ajuda de um investidor para fazer uma oferta pelo jogador que também é alvo de São Paulo e Flamengo.
O São Paulo, inclusive, chegaram a fazer uma proposta aos pernambucanos nos últimos dias pelo atleta de 21 anos, no entanto, o martelo não foi batido e a negociação esfriou. A proposta do clube paulista foi de R$ 1,5 milhão de imediato, por um contrato de empréstimo até maio de 2019, com um valor de compra fixado em R$ 4,5 milhões até o fim do empréstimo.
A oferta foi recusada pela diretoria do Sport-PE e o São Paulo fez uma nova investida. Ofereceu R$ 2 milhões de imediato e R$ 4 milhões ao fim do contrato de empréstimo, além de um jogador para o Sport sem custos. Porém, a forma de pagamento – em duas parcelas – não agradou ao Leão da Ilha. Everton Felipe, tem contrato até fevereiro de 2022, vê com bons olhos a chance de voltar a jogar com o meia Diego Souza.
https://futebolbahiano.org/2018/08/cruzeiro-sao-paulo-e-flamengo-disputam-contratacao-de-meia-do-sport.html
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Diego Souza agride atleta do Colón com chute por trás, mas árbitro não vê

Sexta, 03 de Agosto de 2018 - 10:30


por Folhapress
Diego Souza agride atleta do Colón com chute por trás, mas árbitro não vê
Foto: Reprodução/ Facebook
Nos minutos finais da partida entre São Paulo e Colón, na noite desta quinta-feira (2), Diego Souza agrediu o zagueiro Ortiz, da equipe argentina, com um chute por trás. O árbitro Leodán González não viu a cena e não puniu o atleta.

Curiosamente, o jogador são-paulino já havia recebido o cartão amarelo minutos antes por reclamação, alegando ter levado um soco de um adversário. Com imagens desse lance anterior, o clube paulista acredita que poderá defender melhor seu atacante em caso de julgamento da Conmebol.

"Ele disse que recebeu um soco. Não vi o que ele fez ainda, mas não pode acontecer", resumiu o técnico Diego Aguirre. O envolvido nos dois lances com Diego Souza era Guillermo Ortiz, zagueiro e capitão do Colón. Após a partida, o defensor preferiu não tocar no assunto.

"Vamos falar que saímos com a vitória. 90 minutos dificeis, contra uma equipe muito grande. Estamos muito contentes. Lutamos muito e saiu tudo como queríamos. O técnico planejou isso e conseguimos a vitória contra uma grande equipe, diante de sua torcida e em seu estádio. Eles têm grandes jogadores, o campo é difícil, mas agora é desfrutar. Teremos mais uma final e eles também podem ser fortes como visitantes. Falemos de outra coisa. essas coisas sempre acontecem e ficam no campo. só no campo de jogo", pediu Ortiz.

O Tricolor foi derrotado por 1 a 0 no confronto de ida da segunda fase da Copa Sul-Americana, no Morumbi. O jogo de volta acontece no dia 16 de agosto, em Santa Fé, na Argentina.

Assista o lance da agressão de Diego Souza em Ortiz:

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Vitória empresta goleira para clube de Pernambuco


Vitória empresta goleira para clube de Pernambuco
Foto: Maurícia da Matta/ Divulgação / Vitória
Depois de emprestar três atletas para o Sport (veja aqui), o Vitória cedeu a goleira Yasmin para o Vitória de Santo Antão-PE, que disputa a Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. A duração do contrato é válido até o término do certame. Agora, a jogadora espera ter o seu nome publicado no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF para poder ficar à disposição da equipe diante da Portuguesa, na próxima quarta (8), às 15h, em Chã Grande (PE), válido pela 12ª rodada do certame nacional. O Vitória de Santo Antão é o lanterna do Grupo 2 com apenas três pontos conquistados em 11 jogos disputados.

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VAR entra em cena, Bahia joga bem, mas fica no empate com Palmeiras pela Copa do Brasil

Quinta, 02 de Agosto de 2018 - 21:12


por Leandro Aragão
VAR entra em cena, Bahia joga bem, mas fica no empate com Palmeiras pela Copa do Brasil
Foto: Romildo de Jesus/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
Pela primeira vez na história, o árbitro de vídeo entrou em cena no futebol brasileiro. Apesar do adversário ter feito um alto investimento no time, mas com muita raça e coragem, o Bahia jogou de igual para igual com o Palmeiras nesta quinta-feira (2), na Arena Fonte Nova. Porém, o jogo de ida do confronto pelas quartas de final da Copa do Brasil ficou empate sem gols.

O árbitro do jogo, Anderson Daronco, usou o árbitro de vídeo para retirar o cartão vermelho que havia dado ao volante tricolor Gregore. Após a consulta à tecnologia o juiz puniu o atleta com o amarelo após derrubar o atacante Artur, do Palmeiras, dentro da área.

A decisão da vaga na semifinal será no próximo dia 16 de agosto, uma quinta-feira, às 19h15, no Allianz Parque, São Paulo. Quem vencer por qualquer placar avança para a próxima fase. Vale lembrar que o gol fora de casa não é critério de desempate e em caso de igualdade no somatório dos resultados a classificação será definida nos pênaltis.

Porém antes disso, o Bahia volta ao gramado pelo Campeonato Brasileiro. O Tricolor visita o Fluminense, no Maracanã, no domingo (5), às 19h, pela 17ª rodada. O time baiano ocupa a 15ª colocação com 17 pontos.

O JOGO

A primeira boa oportunidade foi palmeirense. Dudu aproveitou passe de Moisés, que era para Deyverson, ficou cara a cara pro gol e chutou na saída de Anderson. Mas o goleiro do Bahia faz uma grande defesa e evita que o placar fosse aberto pelos visitantes logo no primeiro minuto.

Sob forte marcação do adversário, o Bahia não conseguia tocar a bola para armar as jogadas. Enquanto o Palmeiras, controla a partida, colocando velocidade nas escapulidas para o ataque.

Deyverson quase marca um golaço de bicicleta no minuto 14. Duda descolou cruzamento pelo lado esquerdo do ataque e o centroavante, próximo da marca da cal, chutou de bicicleta, mas a bola passou pelo lado direito da trave de Anderson.

No entanto, o Palmeiras diminuiu o ritmo da marcação e o Bahia começou a criar oportunidades, deixando o jogo lá e cá.

Aos 17 minutos, Zé Rafael recebeu de Edigar Junio e quando estava na risca da entrada da área, foi derrubado pela marcação paulista e o juiz assinalou a falta. Na cobrança, ele mesmo bateu e bola passou tirando tinta da trave esquerda de Weverton. Por pouco o camisa 10 não acordou a coruja que dormia no ângulo.

A resposta do Palmeiras veio aos 20. Novamente pela esquerda, Dudu fez o cruzamento, Bruno Henrique aproveitou a sobra na grande área e encheu pé. A bola explodiu em Mena, que estava bem posicionado e bloqueou o chute. No contra-ataque, Zé Rafael foi parado novamente com falta pelo lado direito. Na cobrança, a defesa paulista conseguiu afastar o perigo.

Aos 27 minutos, Zé Rafael puxou o contra-ataque em alta velocidade pela esquerda, ao roubar a bola após Anderson afastar na cobrança de escanteio. Ele tocou para Gilberto que vinha livre do outro lado, mas o centroavante tricolor desperdiçou a boa oportunidade chutando para longe do gol de Weverton.

No último minuto do primeiro tempo, aos 46, o Bahia teve boa chance de abrir o placar. Elton aproveitou a sobra na grande área adversária e bateu, mas Edu Dracena bloqueou o chute.

Segundo tempo

As duas equipes voltaram do vestiário sem nenhuma alteração. Antes do relógio girar o primeiro minuto, por muito pouco, o Bahia não abriu o marcador. No contra-ataque, Mena descolou bom cruzamento pela esquerda. Gilberto tocou de cabeça e a bola passou perto da meta palmeirense.

O Bahia voltou a assustar aos cinco minutos. Edigar Junio recebeu na entrada da área, girou em cima de Edu Dracena e bateu para o gol. Mas a bola passou por cima do travessão de Weverton.

Aos nove minutos, quase Gregore marcou um gol contra. O volante obrigou Anderson a fazer boa defesa ao tentar cortar uma bola levantada após cobrança de falta.

Aos 12, o Bahia armou bom contra-ataque. Edigar Junio recebeu de Gilberto disparou pelo meio e tocou para Vinícius. Mas o meia foi derrubado na entrada área. Na cobrança da falta, Gilberto chutou e a bola explodiu na barreira. Três minutos depois, nova blitz do Bahia. Weverton bateu roupa no chute do ataque do Bahia e a defesa alviverde conseguiu afastar o perigo. Depois foi a vez de Elton fazer boa jogada. Ele cortou Felipe Melo e bateu de fora da área. Weverton buscou e Gilberto pegou o rebote e tentou o cruzamento, mas a defesa visitante mandou para escanteio.

A resposta do Palmeiras veio através da cobrança de falta por Diogo Barbosa. Ele bateu colocado, mas bola foi para fora passando por cima da trave de Anderson.

VAR em campo
Dudu desceu pela esquerda e tocou para Artur que entrava na área pela direita. O atacante palmeirense foi derrubado por Gregore. Daronco assinalou o pênalti e deu o cartão vermelho. No entanto, após consultar o árbitro de vídeo, ele anulou o vermelho e mostrou o amarelo para Gregore.

Palmeiras perde pênalti
Na cobrança do pênalti, Bruno Henrique mandou no travessão e desperdiçou a chance de abrir o placar. Segue Bahia 0 a 0 Palmeiras.

Aos 44 minutos, numa disputa de bola pelo alto, Deyverson acertou o cotovelo no rosto de Mena, que caiu e ficou sangrando bastante no chão. Daronco mostrou o vermelho para o jogador do Palmeiras. No entanto, ele consultou o árbitro de vídeo novamente e viu que decisão foi acertada.

FICHA TÉCNICA
Bahia 0 x 0 Palmeiras
Copa do Brasil - Quartas de final (1º jogo)

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador
Data: 02/08/2018 (quinta-feira)
Horário: 19h15
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo e Kleber Lucio Gil 
Árbitro de vídeo: Leandro Vuaden, assistido por Ivan Carlos Bohn e Rodolpho Toski Marques
Cartões amarelos: Zé Rafael, Bruno, Tiago, Gregore (Bahia) / Diogo Barbosa, Felipe Melo (Palmeiras)
Cartão vermelho: Deyverson (Palmeiras) 

Bahia: Anderson; Bruno, Lucas Fonseca, Tiago e Mena; Elton e Gregore; Zé Rafael (Élber), Vinícius e Edigar Junio (Marco Antônio); Gilberto. Técnico: Enderson Moreira.
 
Palmeiras: Weverton, Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique e Moisés (Gustavo Scarpa); Willian (Artur), Dudu (Thiago Santos) e Deyverson. Técnico: Paulo Turra.

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Idoso tinha em casa arsenal de armas e munições

Publicado em 03/08/18 | 0 comentários
Idoso tinha em casa arsenal de armas e muniçõesA Polícia Militar encontrou dentro de uma casa no Entroncamento de Jaguaquara um verdadeiro arsenal de armas de fogo. Além de material para fabricação de materiais bélicos diversos, com base na denúncia, os policiais seguiram para o endereço indicado e lá encontraram 5 (cinco) armas de fogo, munições de diversos calibres, inclusive de calibre restrito, além de outros materiais bélicos. Francisco Gurunga da Silva, 63 anos, foi detido em flagrante e conduzido a Delegacia de Polícia Civil. http://juniormascote.com.br/
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Veja os melhores momentos de Bahia 0 x 0 Palmeiras pela Copa do Brasil


Em partida eletrizante do início ao fim, Bahia e Palmeiras ficaram apenas no empate sem gols, pelas quartas de final da Copa do Brasil,na Arena Fonte Nova que registrou um público de 27.014 pagantes para uma renda de R$ 748.678,50. O Esquadrão teve uma boa atuação e saiu de campo aplaudido pela torcida que reconheceu o esforço dos jogadores. Pelo lado do Palmeiras, fica o gosto amargo pelo pênalti desperdiçado pelo volante Bruno Henrique.
O segundo e decisivo jogo acontece no dia 16 de agosto, uma quinta-feira, às 19h15, no Allianz Parque, em São Paulo. Avança para semifinal quem vencer, afinal, empate por qualquer placar carrega a decisão para disputa por pênaltis, afinal, na Copa do Brasil não existe mais o gol qualificado como critério de desempate.

Veja os melhores momentos:

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Em palestra para a imprensa, CBF explica detalhes sobre o árbitro de vídeo

Quarta, 01 de Agosto de 2018 - 21:15


por Ulisses Gama
Em palestra para a imprensa, CBF explica detalhes sobre o árbitro de vídeo
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) promoveu nesta quarta-feira (1), em Salvador,uma palestra para falar sobre o árbitro de vídeo, ferramenta que começou a ser utilizada nas quartas de final da Copa do Brasil e estará presente na Arena Fonte Nova nesta quinta (2), no jogo entre Bahia e Palmeiras.

Sob o comando do ex-árbitro Alicio Pena Junior, o evento serviu para que os membros da imprensa presentes pudessem esclarecer dúvidas sobre a tecnologia, que será um auxílio aos juízes.

"Terminamos [o treinamento de] 82 árbitros, treinamos 20 supervisores e os melhores participaram de mais uma etapa de treinamento. Preparamos esse grupo para esses 14 jogos. Cumprimos o protocolo que exige as ações e os testes. Com todas as etapas cumpridas, vamos a execução. Estamos preparados, sabemos que é um procedimento novo e exige uma fase de adaptação. As questões tecnologicas estão acertadas e teremos essas partidas que sejam de êxito, que é legitimar o resultados das partidas", declarou.

Além de falar com a imprensa, o supervisor também apresentou e tirou dúvidas dos jogadores e comissão técnica do Bahia nesta quarta, no Fazendão. Na manhã de quinta, a vez será dos atletas do Palmeiras.

13 câmeras e dois operadores de replay estarão na Arena Fonte Nova para acompanhar todos os lances da primeira partida das quartas de final. De acordo com informações da CBF, o investimento é de cerca de R$ 700 mil para a execução do árbitro de vídeo em todas as partidas restantes da competição.

Quando o VAR entra em ação?

GOL OU NÃO GOL: O árbitro de vídeo informa ao árbitro de campo se a bola entrou ou não. O juiz principal também é sinalizado se houve alguma infração, como falta ou impedimento, antes de um gol marcado.

CARTÃO VERMELHO: O árbitro de vídeo informa se houve um lance de cartão vermelho incontestável, como uma agressão. 

ERRO DE IDENTIDADE: O juiz é alertado pelo VAR se um cartão foi aplicado ao jogador errado.

PÊNALTI OU NÃO PÊNALTI: O árbitro de vídeo informa ao juiz se houve um pênalti claro (sem interpretação). Também é sinalizado se houve uma infração (falta, impedimento) que invalida uma jogada onde houve um pênalti marcado.

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Copa do Brasil: Bahia e Palmeiras fazem 1ª partida das quartas de final

Quinta, 02 de Agosto de 2018 - 06:00


por Ulisses Gama
Copa do Brasil: Bahia e Palmeiras fazem 1ª partida das quartas de final
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia
Depois de empatar com o Atlético-MG na última segunda-feira (30) pelo Campeonato Brasileiro, o Bahia "gira a chave" e foca na Copa do Brasil. Na noite desta quinta-feira (2), às 19h15, o Esquadrão recebe o Palmeiras, na Arena Fonte Nova, pela primeira partida das quartas de final da competição nacional.

O Bahia nunca passou desta fase da competição nacional. Para abrir o caminho pela taça, o técnico Enderson Moreira espera uma equipe agressiva dentro de campo, mas com inteligência para conduzir o jogo e criar oportunidades.

"Difícil saber. Esperava o Atlético-MG totalmente diferente. Eles abdicaram do jogo, colocaram as linhas lá atrás. A gente teve um controle territorial enorme apesar de não criar situações mais claras. É difícil prever. Colocamos que temos que ser ofensivos, agressivos, é uma caraciterística do clube, mas temos que fazer a bola rodar um pouquinho. As equioes são qualificadas e quando você perde, é difícil retomar a posse. Precisamos ser inteligentes para manter a equipe ofensiva e ter paciência de rodar essa bola para esperar a melhor oportunidade", disse o treinador.

Sem poder contar com Léo, suspenso, o Tricolor vai ter Mena na lateral esquerda. Além do chileno, o zagueiro Lucas Fonseca e o meia Zé Rafael voltam a estar na equipe titular depois de cumprirem suspensão na Série A. 

Em processo de recuperação de lesões, o goleiro Douglas e o lateral-direito Nino Paraíba seguem de fora.

Palmeiras 

No aguardo da chegada de Luiz Felipe Scolari, o Verdão vem sendo treinado pelo auxiliar Paulo Turra. Um dos destaques da equipe, o meio-campista Moisés já vê um estilo de jogo diferente na equipe, que busca mais um título desta competição.

"Já tem algumas mudanças, eles já estão colocando a filosofia deles de trabalho, tem uma característica de jogo diferente. Eles gostam do centroavante, gostam de ter uma proteção. Algumas situações táticas que estão tentando implementar. Nós temos de acatar o mais rápido possível. No Brasil tem pouco tempo de treinamento. Temos de ter concentração alta para pegar da melhor forma possível e conseguir os resultados", afirmou.

Além dos 22 atletas, a grande atração da partida será a presença do árbitro de vídeo (VAR), que será conduzido por Leandro Pedro Vuaden. 

FICHA TÉCNICA
Bahia x Palmeiras
Copa do Brasil - Quartas de final (1º jogo)

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador
Data: 02/08/2018 (quinta-feira)
Horário: 19h15
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo e Kleber Lucio Gil 
Árbitro de vídeo: Leandro Vuaden, assistido por Ivan Carlos Bohn e Rodolpho Toski Marques

Bahia: Anderson; Bruno, Lucas, Tiago e Mena; Elton e Gregore; Zé Rafael, Vinícius e Edigar Junio; Gilberto. Técnico: Enderson Moreira.
 
Palmeiras: Weverton, Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique e Moisés; Willian, Dudu e Deyverson. Técnico: Paulo Turra.

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O GESTOR DE FUTEBOL MÁRCIO CERQUEIRA QUER CONTINUAR NO JEQUIÉ


Nesta quinta-feira (02), o convidado especial do Programa Falando de Esportes na 95 Fm
de Jequié O Gestor de Futebol Pastor Márcio Cerqueira que afirma seu desejo de conti  -
nuar na A.D.Jequié.
O Pastor Márcio Cerqueira disse que a falta de um local para treinamentos da Equipe ten-
do que treinarem em outras Cidades, provocaram um desgaste físico nos Atletas na reta ..
final do Campeonato,  mesmo  já tinha avisado que iria acontecer antes da competição.
Em relação a Equipe não ter ficado entre as quatro melhores, disse que além deste pro -
blema de local para treinamentos foram as contusões e a falta de recursos prometidos ...
e não cumprido.
O contrato da Empresa MC com a A.D.Jequié o mesmo disse que não foi ele que não quis
assinar e sim confiança na palavra do Presidente da ADJ Leur Júnior.
O Pastor Márcio Cerqueira aguarda a prestação de contas por parte da A.D.Jequié em rela-
ção as despesas e os lucros do Baianão Série A 2018.
No final do Programa disse que não sabe se A.D.Jequié tem seu planejamento e projetos
para 2019 e que os mesmos têm que começarem agora!
Para depois não colocarem a culpa em cima dele por qualquer fracasso no futuro.
Agradeceu a todos os Torcedores e Imprensa em geral, e lembrou que a demora no ano de
2018 em relação fica Pastor, não fica Pastor, não deve acontecer este ano para que a Equi-
pe não seja mais uma vez prejudicada.

OBS: É UM RESUMO DA ENTREVISTA .


https://web.facebook.com/waldemir.vidal/videos/10213260946299227/?t=1032

https://web.facebook.com/waldemir.vidal?hc_ref=ART10MnGNxslwtK9mHlKqhqK31Xhk38-BXOmA6Gz9NNDC42cW9jHUPyr-Ih_3EQdo9M


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WALDEMIR VIDAL SANTOS DRT-BA 4.260 - ABCD-BA 544

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Capim, do Águia Clube | Eneas Brito, da Liga Desportiva de Jequié - Falando de Esportes - 29/04/26