Após 'Carne Fraca', preço cai e distribuidores preveem demissões em mercado baiano

Foto: Reprodução / TV Bahia
As vendas de carnes na Bahia sofreram queda de até 25% após a deflagração da operação Carne Fraca, da Polícia Federal. Por conta da repercussão negativa da ação, a Associação dos Distribuidores e Atacadistas do estado (Asdab) estima um aumento de demissões no setor. Por outro lado, o preço deve cair com maior demanda de produtos no mercado, estima o presidente da Associação, Antônio Cabral.
Conforme o G1, mesmo com promoções que chegam a 30% as vendas nos supermercados despencaram nos últimos dias. O parque industrial baiano, registrado no Serviço de Inspeção Estadual (SIE), comporta 238 indústrias, sendo 38 matadouros frigoríficos (bovinos, suínos, caprinos, ovinos e aves), 141 laticínios, 23 de produtos cárneos, 11 de pescado, 13 de ovos e 12 de mel.
Para acalmar a população, a Secretaria de Agricultura do Estado (Seagri) afirmou que as carnes que vem de outros estados são fiscalizadas pelo Ministério da Agricultura e que os produtos dos frigoríficos interditados pela Operação Carne Fraca não chegam à Bahia









Como será a devoluçãoO procedimento de devolução dos recursos terá duas etapas. Na primeira, durante o mês de abril, a tarifa será reduzida para reverter os valores de Angra 3 incluídos desde o processo tarifário anterior e, ao mesmo tempo, deixará de considerar o custo futuro do Encargo de Energia de Reserva (EER) desta usina. Na segunda etapa, que começa em 1º de maio e permanece até o próximo processo tarifário de cada distribuidora, a tarifa apenas deixará de incluir o EER de Angra 3. A Aneel também determinou que as distribuidoras incluam um texto padronizado nas faturas de abril e maio de 2017 para informar os consumidores sobre o processo de ajuste. As concessionárias também devem usar outros meios de comunicação para divulgar o movimento tarifário.







