Coluna do Tostão

04/12/2013 - 03h00
Perigosa euforia
A Seleção recuperou o prestígio. Por jogar em casa e pelas boas atuações, passou a ser a maior favorita nas apostas para ganhar o título mundial.
O ambiente, agora, é de euforia. Felipão já disse que o Brasil será campeão. Quase todos gostaram. Se outro treinador falasse o mesmo, seria chamado de prepotente. Além do otimismo e do entusiasmo com as atuações da equipe, as declarações de Felipão fazem parte do marketing de inflamar o país.
Daqui para frente, surgirão dezenas de anúncios comerciais e de discursos ufanistas e de exaltação ao futebol brasileiro. Isso aumenta também o faturamento. Todos querem ganhar com a Copa, desde a Fifa, com seus imensos poderes, até os vendedores de bugigangas, próximos aos estádios. A Fifa, na tentativa de proteger seus patrocinadores, que pagaram caro, vai entrar em pânico para combater a criatividade dos pequenos comerciantes brasileiros.
Marin aproveita do momento para refutar as reivindicações do Bom Senso F.C., ao dizer que o futebol brasileiro está muito bem. Uma coisa é a seleção. Outra é a desorganização, a troca promíscua de favores e o baixo nível técnico do Brasileirão, pior que os anteriores. A seleção brasileira e as outras sul-americanas estão muito bem, e os times muito mal, principalmente os de fora do Brasil.
Temo que a euforia com a seleção ultrapasse os limites do bom senso, como se fosse impossível não ganhar a Copa no Brasil. Para vencer, é preciso ter medo dos grandes adversários. O medo é a segurança e a pressão para atuar melhor.
Espanha, Alemanha e Argentina têm chances iguais ou quase iguais às do Brasil. A Espanha achou que, na final da Copa das Confederações, repetiria o que fez na primeira fase, contra o Uruguai, e em todo o Mundial de 2010, quando trocou passes, ficou com a bola e não permitiu que os outros times jogassem. Ela e outras fortes seleções devem ter aprendido que, contra o Brasil, em casa, a postura tem de ser outra.
Se o Brasil ganhar a Copa, haverá o grande risco de tudo ficar como está ou piorar. Vão tentar menosprezar ainda mais o Bom Senso F.C. E ainda vamos escutar que somos idiotas, sonhadores e que estamos perdidos no tempo.
FINAL FELIZ
A diretoria e a torcida do Corinthians ficaram emocionadas e agradecidas a Tite. Ao mesmo tempo, acharam que estava na hora de ele sair, pois não conseguia mais recuperar a equipe. Tite gosta do Corinthians, queria ficar, mas também percebeu que não podia mais fazer o time marcar gols. Concluiu que seria melhor descansar, estudar, ver muitas partidas e se preparar para ser técnico da seleção, depois do Mundial, se o Brasil não for campeão e/ou se Felipão quiser sair. Todos ficaram felizes. Parece filme americano de Natal, em que tudo é alegria e solidariedade.
tostãoTostão, médico e ex-jogador, é um dos heróis da conquista da Copa do Mundo de 1970. Afastou-se dos campos devido ao agravamento de um problema de descolamento da retina. Como comentarista esportivo, colaborou com a TV Bandeirantes e com a ESPN Brasil. Escreve às quartas e domingos na versão impressa de "Esporte".

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/tostao/2013/12/1380468-perigosa-euforia.shtml
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Coluna do Tostão

Afirmações e interrogações


DE SÃO PAULO
Todas as atividades humanas têm seus conceitos, chavões, modismos e vocabulários. As palavras, verbais e escritas, são fundamentais para a compreensão e a propagação do conhecimento.
Nesta semana, um adolescente, apaixonado por futebol, que quer entender, e não apenas torcer, me falou que fica confuso com tantas expressões estranhas e com tantos nomes diferentes para as mesmas coisas. Ele disse que não compreende bem o que é um camisa 10, se é um atacante ou um armador e se ele é sempre o craque do time, pois, toda vez que uma equipe fracassa, escuta que falta um camisa 10.
Coincidentemente, vi, nesses dias, pela televisão, em um evento comercial sobre os camisas 10, Pelé e Rivellino, dois monstros. Usavam a camisa 10, mas jogavam em posições diferentes. Pelé era ponta de lança, artilheiro. Jogava do meio para frente, sem participar da marcação. Já Rivellino era um meia, armador. Atuava de uma intermediária à outra e marcava próximo ao volante, além de organizar as jogadas e de chegar à frente para finalizar.
Gerson, outro monstro, também meia, armador, atuava com a 8. Dirceu Lopes, outro craque, da mesma posição, jogava com a 10. Eu era ponta de lança no Cruzeiro e jogava com a 8. Eu e Dirceu Lopes trocávamos muito de posição ou atuávamos um ao lado do outro.
O Cruzeiro, como muitos times brasileiros, jogava com um volante, dois meias (ou um meia e um ponta de lança), dois pontas e um centroavante. Essa é hoje a tendência mundial. Em vez de atuar com dois volantes (um ao lado do outro) e um meia de ligação, equipes como Barcelona e Bayern atuam com um volante e dois armadores. Vários outros times fazem algo parecido. Um dos volantes avança como meia. O Flamengo joga dessa forma. Elias e Luís Antônio marcam e atacam.
Obviamente, as grandes equipes, do passado e do presente, possuem sistemas táticos iguais apenas na prancheta.
Hoje, os pontas e a maioria dos jogadores atacam e defendem. Uma equipe possui vários sistemas em um único jogo. Por isso, não faz mais sentido analisar a maneira de jogar pelos números.
O mesmo adolescente me disse que não compreende porque falam tanto em falsos 9. Nem eu, já que o centroavante não precisa ser, obrigatoriamente, alto, forte, estático e com a única função de fazer gols. Messi é o centroavante do Barcelona. Não é um falso 9. Hoje, diriam que fui um falso 9 na Copa de 1970. Falariam ainda que Zagallo, nas Copas de 1958 e 1962, e Rivellino, na de 1970, eram falsos 11, pois não eram autênticos pontas.
Para serem conhecidas e entendidas, as pessoas e as coisas precisam ter nomes, identificações, definições, embora a vida e o futebol se passem mais nas indefinições e nas entrelinhas. São as contradições humanas. Somos interrogações.
tostão
Tostão, médico e ex-jogador, é um dos heróis da conquista da Copa do Mundo de 1970. Afastou-se dos campos devido ao agravamento de um problema de descolamento da retina. Como comentarista esportivo, colaborou com a TV Bandeirantes e com a ESPN Brasil. Escreve às quartas e domingos na versão impressa de "Esporte". 
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Coluna do Tostão

Nilton Santos foi o maior jogador de defesa que vi no futebol brasileiro

Sempre que me pedem para escalar a seleção mundial de todos os tempos, não tenho dúvidas sobre alguns jogadores, como Pelé, Garrincha, Messi, Maradona, Beckenbauer e Nilton Santos, a Enciclopédia do Futebol. Foi o maior jogador de defesa que vi no futebol brasileiro, no mesmo nível de Beckenbauer.
Nas Copas de 1958 e 1962, Nilton Santos era lateral. Marcava e apoiava, o que era raro na época. Ficou na história o famoso episódio do gol contra a Áustria, na Copa de 1958, quando Nilton Santos avançava, e o técnico Feola gritava para ele voltar até ele fazer o gol.
Nilton Santos gostava de dizer que não tinha nenhuma inveja da fortuna que os jogadores atuais ganham. A única inveja, completava, era a de não ter tido a liberdade para atacar, que têm hoje os laterais.
As partidas mais bonitas que vi foram as entre Santos e Botafogo, na década de 1960, mais espetaculares ainda que os clássicos atuais entre Real Madrid e Barcelona.

De um lado, Pelé, Coutinho, Zito e outros. Do outro, Garrincha, Didi, Nilton Santos e outros craques.
Na Copa de 1962, ficou famosa a esperteza de Nilton Santos, no jogo contra a Espanha. Os espanhóis ganhavam por 1 a 0, e Nilton Santos, ao perceber que o juiz poderia marcar um pênalti, cometido por ele, deu um passo à frente, ficou fora da área, onde o juiz marcou a falta. Concordo com Juca Kfouri, que a falta não existiu.
Na Copa de 1962, ficou famosa a esperteza de Nilton Santos, no jogo contra a Espanha. Os espanhóis ganhavam por 1 a 0, e Nilton Santos, ao perceber que o juiz poderia marcar um pênalti, cometido por ele, deu um passo à frente, ficou fora da área, onde o juiz marcou a falta. Concordo com Juca Kfouri, que a falta não existiu.
Com o tempo, mais velho, Nilton Santos passou a jogar de quarto-zagueiro. Nesta posição, acho que foi ainda melhor. Passou anos sem tocar nos atacantes. Antevia o passe, antecipava-se e saía com a bola, com um belo passe para iniciar o contra-ataque. É o que fazem os grandes zagueiros, como Baresi e Thiago Silva. Nilton Santos pensava o pensamento dos companheiros e dos adversários.
Em 1963, comecei a jogar no Cruzeiro. Em 1964, Nilton Santos parou de atuar. Não me lembro de ter jogado contra ele, mas me lembro de uma partida de fim de ano, nas férias, em que formamos um combinado de jogadores de Rio e Minas Gerais, para atuar em Manaus. Foi quando tive a chance de conversar com ele. Era uma pessoa doce, irônica e bem humorada.
Em 2005, Nilton Santos recebeu uma grande homenagem do Botafogo, que, dizem, lhe deu todo o apoio e à sua família nestes anos de doença. É o que deveriam fazer os clubes e a CBF com os ex-jogadores que necessitam de apoio psicológico e financeiro.
Nilton Santos foi desses craques que não olhavam para a bola. Jogava também com extrema elegância. Ainda em 2005, assumiu o cargo de consultor técnico do Botafogo, que não sei se exerceu na plenitude. No dia da posse, Nilton Santos chamou o jogador Josiel e lhe disse: "Meu filho, não dê carrinhos, não faça isso. Jogue de pé. É mais fácil".
Quando era adolescente, assisti, ao lado de meu pai, a um jogo do Botafogo contra o Atlético-MG, no estádio Independência. Para minha tristeza, Nilton Santos não ia jogar. Mas jogava Nilson Santos, seu irmão, que era fisicamente muito parecido e que atuava na mesma posição. Começou a partida, e disse a meu pai: "Esse não é o verdadeiro Nilton Santos"? Ele respondeu: "Parece com ele, mas não é ele". Mesmo assim, fiquei na dúvida. Ele jogava igual a Nilton Santos.
Veio uma bola pelo alto, Nilson Santos tentou dominá-la no peito. A bola correu, e o atacante fez o gol. Meus olhos e os de meu pai se cruzaram, e eu entendi a diferença entre a cópia e o verdadeiro, entre o que parece e o que é.

tostãoTostão, médico e ex-jogador, é um dos heróis da conquista da Copa do Mundo de 1970. Afastou-se dos campos devido ao agravamento de um problema de descolamento da retina. Como comentarista esportivo, colaborou com a TV Bandeirantes e com a ESPN Brasil. Escreve às quartas e domingos na versão impressa de "Esporte".
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Seleções receberão "bolada" de R$ 998 milhões

Os valores envolvidos para realização da Copa do Mundo, seja a próxima que será realizado no Brasil ou as edições anteriores, revelam números e valores astronômicos, beirando quase ao absurdo, quando se considera que se tratam apenas de partidas de futebol, nada mais que isto, e que beneficiam um número reduzidíssimos de indivíduos que, na sua maioria, já não têm onde ou como gastar. O site UOL, na tarde desta terça-feira, traz alguns dos números que, por pouco, não chegam a casa do bilhão de reais. Confira.

Na mesma entrevista coletiva desta terça-feira em que anunciou as complexas regras de realização do sorteio dos grupos da Copa do Mundo, a Fifa também informou que as 32 seleções classificadas para o torneio dividirão um prêmio de mais US$ 500 milhões pela participação, mais de um bilhão de reais. O valor, no entanto, também inclui US$ 70 milhões (R$ 166 milhões) destinados aos clubes que cederem jogadores para o torneio, a título de indenização prévia – algo equivalente a uma diária de pelo menos US$ 2.800 (R$ 6.543,60) para cada jogador.

Os prêmios são distribuídos do primeiro ao último colocado. No Mundial de 2010, a Espanha recebeu US$ 30 milhões por seu primeiro título, ao passo que a seleção brasileira, eliminada nas quartas-de-final, ficou com US$ 14 milhões (R$ 33 milhões). Os 16 times eliminados ainda na fase de grupos receberam 8 milhões de dólares (R$ 19 milhões) como prêmio de consolação. A premiação total de US$ 420 milhões (cerca de R$ 998 milhões) já tinha sido 60% maior que a oferecida na Copa da Alemanha, em 2006.

A passagem para a Copa do Mundo já rende recompensas antes mesmo de a bola rolar: cada uma das 32 seleções receberá nos próximos meses uma verba de mais de US$ 1 milhão para ajudar no custeio da preparação para o Mundial. Uma verba que pode não ser significante para as seleções com contratos de patrocínio milionários como o Brasil, mas que é de grande valia para coadjuvantes.

O aumento na premiação sugere que a Fifa está um pouco mais otimista em relação à arrecadação geral com a Copa do Mundo. No ano passado, Valcke falara em estimativas de US$ 3,5 bilhões com o evento no Brasil, revistas posteriormente para US$ 4 bilhões.

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Campeão pelo Bahia vai virar cidadão baiano

Comandante do bicampeonato brasileiro de 1988, o carioca Evaristo de Macedo, receberá o título de cidadão baiano nesta quinta-feira, às 9h30, na Assembleia Legislativa do Estado.

A diretoria do Esquadrão de Aço convida todos ao evento, que vai acontecer no auditório do Ed. Senador Jutahy Magalhães, no primeiro andar do prédio. "Eu fico sensibilizado com esta homenagem e divido com todos aqueles que trabalharam e conviveram comigo no Bahia. Tenho grandes recordações, vivi bons momentos neste grande clube e estou muito feliz com essa lembrança", diz.

Mestre Evaristo, como é carinhosamente chamado pela torcida tricolor, está com 80 anos e treinou o Bahia por sete oportunidades, também conquistando seis vezes o Campeonato Baiano (1970, 1971, 1973, 1988, 1998, 2001) e um Campeonato do Nordeste (2001).

Ele também já foi técnico da seleção brasileira (1985) e, como jogador, chegou a ser ídolo tanto do Barcelona quanto do Real Madrid. Está aposentado desde 2007.

Sobre o jogo de domingo, falou: "A preocupação que existia pro jogo contra o Fluminense foi dissipada com a grande vitória do Bahia contra o Cruzeiro. O torcedor vai ao jogo apenas para aplaudir esses jogadores que conseguiram sair dessa situação tão desagradável. Que seja um grande jogo!".

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TOQUE RÁPIDO: Jitaúna 4x1 Lafaiete Coutinho Melhores Momentos



Depois de estrear na I Copa Regional de Futebol perdendo para
A Seleção de Itiruçu por 2x1, mas ontem a noite jogando bem
vence de goleada a Seleção de Lafaiete Coutinho por 4x1.
PRIMEIRO TEMPO:
Já no inicio da partida os comandados do Técnico Abinel  toma-
ram iniciativa ofensiva  tendo mais posse de bola e criando pe-
rigo ao Goleiro Ere (Lafaiete Coutinho), mas aos 27min numa
cobrança de falta o Zagueiro Bobó (L.Coutinho) acertou o tra  -
vessão do Goleiro Gerfinho (Jitaúna) e na sobra o  Gessê  (La –
faiete Coutinho) perdeu de fazer Lafaiete Coutinho 1x0.
Aos 34min a melhor oportunidade da Seleção de Jitaúna atra-
vés do Atacante Tetê dentro da área chutou forte do canto es-
querdo do Goleiro (Ere) colocar para escanteio.
SEGUNDO TEMPO:
A Seleção de Jitaúna voltou com a mesma disposição ofensiva .
GOL
Aos 2min em jogada individual o Meia Robinho tabelando com
seus companheiros e dentro da área faz Jitaúna 1x0.
Aos 10min o Lateral Direito Landerson (L,Coutinho) na área chu-
Ta cruzado com muito perigo.
Aos 12min o Atacante Tetê (Jitaúna) chuta com perigo e Goleiro
Ere (Lafaiete Coutinho) que defende.
Aos  14min o Meia Grilo (L.Coutinho) dentro da área chuta forte
Com o Goleiro Gerfinho (Jitaúana) defende com firmeza.
Aos 25min o Atacante Jaquinho (Jitaúna) que entrou no lugar do
Atacante Nado chuta forte o Goleiro Ere (L.Coutinho) defende.
GOL
Aos 27min numa boa jogada do Ataque de Jitaúna o Atacante Já-
quinho chuta e faz Jitaúna 2x0.
Aos 32min o Atacante Igor (L.Coutinho) chuta com muito perigo.
Aos 33min o Atacante Tetê (L.Coutinho) sofre pênalti.
GOL
Aos 34min o Meia Val Bocão bate e faz L.Coutinho 1x2.
Aos 35min o Atacante Jaquinho (Jitaúna) chuta com muito perigo.
Aos 41min num lançamento preciso do melhor Jogador em campo
o Meia Robinho (Jitaúna) lança o Atacante Junior (Jitaúna) substi-
tuiu o Atacante Tetê e recebeu falta dentro da área pelo Zagueiro
Capoeira (L.Coutinho)  pênalti.
GOL
Aos 42min o Meia Robinho (Jitaúna) cobra forte de pé esquerdo
no ângulo direito do Goleiro Ere (L.Coutinho)  Jitaúna 3x1.
GOL
Aos 43min numa bela jogada do ataque de Jitaúna a bola foi cru-
Zada na área com Atacante Jaquinho (Jitaúna) de letra fazendo o

Gol mais bonito da noite Jitaúna 4x1 Lafaiete Coutinho.
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TOQUE RÁPIDO: Jitaúna goleia no Waldomirão


I COPA REGIONAL DE FUTEBOL DE SELEÇÕES 2013
Jequié 03 de novembro 2013
Estádio Waldomiro Borges de Souza
2ª Rodada Grupo B
SELEÇÃO DE JITAÚNA 4X1 SEL. LAFAIETE COUTINHO
Árbitro: Luzival Gonçalves
Assistente 01: Paulo Sérgio
Assistente 02: Gerferson Cardoso
Gols 2ª tempo Jitaúna:
Aos 2min e 42min Robinho,
Aos 27min e 43min Jaquinho
Gol 2ª tempo Lafaiete Coutinho:
Aos 34min Val Bocão
SELEÇÃO DE JITAÚNA:
Gerfinho, Vei, Negão, Ramon, Zuza, Braga, Grilo, Ri -
cardo (Gegéu) Robinho, Nado, (Jaquinho), Tetê (Ju -
nior).
Técnico: Abinel
SELEÇÃO DE LAFAIETE COUTINHO:
Ere, Landerson, Bobó, (Capoeira), Jamilton, Gordo ,
(Vando), Rose (Tá), Paulo, (Igor), Vitor, (Alan), Val Bo-
cão, Gessê, Dodô.
Técnico: Branco
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Times pequenos torcem por queda de Flu e Vasco

O futebol é de fato, um esporte repleto de curiosidade, ou sou um completo idiota incapaz de me aperceber de determinadas situações que estão centímetros do alcance do nariz. Estranho entender como a questão financeira tem maior peso que o aspecto técnico no futebol.

A possível queda da dupla carioca Vasco e Fluminense, para a segunda divisão, praticamente reduz pela metade o números de vaga de acesso para elite do futebol brasileiro, ou seja. Onde antes comiam 4, agora só comem dois. Fato que deveria ser motivo de preocupação para Santa Cruz e outros clubes que pretendem retornar depois e anos e anos, metido e atolado no subsolo do futebol envergonhado seus torcedores. No entanto, acontece justamente ao contrário, eles comemoram alegando que clubes como Fluminense e Vasco serão sempre serão bem-vindos à Série B pela visibilidade e mais retorno financeiro que produzem.

Neste ano, quando o Palmeiras enfrentou o Icasa, Juazeiro parou contou Fred Gomes, diretor de futebol do time cearense, que brigou até a última rodada para subir em matéria do site terra. Já o presidente do América-MG, Marcos Salum prefere que apenas um dos dois caia.

A competição fica valorizada, melhora em mídia. Mas não precisa ser os dois. Um só está bom disse Salum, sugerindo mais retorno financeiro aos clubes da Série B:

Os grandes ganham R$ 80 milhões em cotas de TV, enquanto os outros levam R$ 3 milhões. Os menores deveriam receber mais para deixar a disputa mais equilibrada.
Recém-chegado à Série B depois de seis anos, o Santa Cruz também comemora a chance de enfrentar os grandes do Rio.

É um cenário legal. Prefiro que venha os dois. Vamos estender tapete vermelho para eles. A Série B ganha muito – opinou Constantino Júnior, diretor de futebol coral.

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TOQUE RÁPIDO: Mais Audiência

Com o novo transmissor da Cidade Sol FM 94.9 de Jequié
instalando e funcionando na noite (30.11,) evidente que 
a audiência aumentou e muito além nas transmissões das 
partidas pela I Copa Regional de Futebol de Seleções rea-
lizadas no Estádio Waldomiro Borges de Souza com às 6 
cidades mais o Entroncamento de Jaguaquara ficam to   -
dos ligados para ouvirem as partidas torcendo e vibran-
do com suas Seleções.
Já que muitas das vezes o nome de suas Cidades só são
lembradas em acidentes e assassinados.
Além dos seus filhos que moram em outras Cidades, Es-
tados ou em outros Países podem acompanhar através
da net www.cidadesolfm.com.br
Observação é a única emissora a transmitir está compe-
tição.
O Futebol foi e sempre será a maior audiência no Rádio 
e na TV.

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PROGRAMA FALANDO DE ESPORTES NA CIDADE SOL FM DE JEQUIÉ

Nesta terça-feira 03 de dezembro de 2013.
Agenda Esportiva.
Notícias do Bahia e Vitória
O Convidado é Volante Campeão da Copa Governador do Estado da
Bahia pelo Bahia de Feira Diego 
Teles com passagem no Vitória-Ba,
Grêmio-RS, Bragantino-SP, Osvaldo Cruz-SP, Chapecoense-SC, San-
ta Cruz-RS e atualmente no Bahia de Feira.
Reportagem da decisão do Campeonato do Jequiezinho e da AABB.
A partida pela I Copa Regional de Futebol de Seleções.

www.cidadesolfm.com.br
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Com Grêmio, Libertadores já tem 28 classificados; veja quem tem a vaga assegurada

Com Grêmio, Libertadores já tem 28 classificados; veja quem tem a vaga assegurada

Com Grêmio, Libertadores já tem 28 classificados; veja quem tem a vaga assegurada - 1 (© ESPN.com.br)
Grêmio garantiu a vaga no domingo e se tornou o quarto brasileiro já classificado; veja todos que vão jogar a Libertadores
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Morre Pedro Rocha, ídolo de São Paulo, Peñarol e seleção uruguaia

Ídolo de São Paulo, Peñarol e seleção uruguaia, o ex-jogador Pedro Rocha faleceu por volta das 23 horas dessa segunda-feira, em São Paulo...
Morre Pedro Rocha, ídolo de São Paulo, Peñarol e seleção uruguaia
Ídolo de São Paulo, Peñarol e seleção uruguaia, o ex-jogador Pedro Rocha faleceu por volta das 23 horas dessa segunda-feira, em São Paulo. O ex-atleta sofria há cinco anos de uma doença degenerativa chamada atrofia do mesencéfalo, que afeta o movimento e a fala.
Em contato com a reportagem dos canais  ESPN, o ex-superintendente tricolor e vereador Marco Aurélio Cunha confirmou que recebeu uma ligação do filho de Pedro Rocha, Pedrinho, comunicando o ocorrido. Ele também lamentou a perda por meio de seu Twitter.
Pedro Rocha jogou quatro Copas do Mundo e foi ídolo no Peñarol e no São Paulo. Foi, também, ídolo da seleção uruguaia (17 gols em 52 jogos). Pelo clube brasileiro, foram 119 gols e 393 partidas, disputadas do início da década de 1970 até 1977, além de um título nacional e dois estaduais. No país, atuou ainda por Coritiba, Palmeiras e Bangu.
Pelo Peñarol, no qual foi revelado, ganhou, dentre outros títulos, três vezes a Libertadores da América e duas vezes o Mundial Interclubes (ou Copa Intercontinental) antes de seguir para o futebol brasileiro.
Único uruguaio a disputar quatro Copas do Mundo (1962, 1966, 1970 e 1974), Pedro Rocha tinha a admiração de Pelé, para quem o meia era um dos cinco maiores jogadores do mundo. O Verdugo, como era apelidado, tinha chute fortíssimo, cabeceios arrasadores e excelente visão de jogo.
Nascido em Salto, no Uruguai, em 3 de dezembro de 1942, ele foi homenageado pelo São Paulo pela última vez no ano passado, durante uma partida contra o Corinthians, na véspera de seu aniversário de 70 anos. Antes disso, havia sido lembrado em uma série especial de camisas lançada pela antiga fornecedora de material esportivo em reconhecimento aos ídolos uruguaios do clube.
Neste ano, estava prevista a disputa de um amistoso entre São Paulo e Peñarol, em janeiro, com o intuito de reverter a renda do jogo à família do ex-jogador. A partida, contudo, foi cancelada a pedido do clube uruguaio, que teria sua pré-temporada prejudicada pela viagem à capital paulista.
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Vasco e Flu cometem mesmas falhas e veem queda iminente; veja 7 erros

Rodrigo Paradella e Vinicius Castro
Do UOL, no Rio de Janeiro


Vasco e Fluminense vivem situação dramática para escapar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Os rivais cariocas precisam vencer Atlético-PR e Bahia, respectivamente, no próximo domingo, mas não dependem apenas dos próprios resultados e também necessitam secar os demais concorrentes na última rodada. Curiosamente, Cruzmaltino e Tricolor cometeram falhas idênticas ao longo da competição nacional.
Foram pelo menos sete erros em comum durante a campanha. Desde a troca de técnicos, passando pelas lesões dos principais ídolos e os protestos frequentes das torcidas organizadas nas respectivas sedes. Os times chegam ao último jogo da temporada tentando driblar os conhecidos e repetidos problemas para viabilizarem a permanência na elite do futebol brasileiro. Como pelo menos um dos cariocas será rebaixado, a briga promete ser ainda mais acirrada.
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Estádio do Vitória sofrerá melhorias no gramado

Presente à solenidade de entrega da “Comenda João Havelange” ao presidente Alexi Portela Júnior, o Diretor de Relações Institucionais do Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, Rogério Cabloco, entregou ao dirigente o oficio nº 2014/001.640 confirmando o Estádio Barradão para servir como campo oficial de treinamento para a Copa do Mundo.

No ofício, o Comitê confirma a realização de melhorias no gramado e o fornecimento de alguns equipamentos ao clube. O ofício é assinado pelo presidente da CBF e do Comitê Organizador, José Maria Marin.


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Em nota, Dilma destaca trajetória política de Marcelo Déda


Amiga do governador de Sergipe, que morreu nesta segunda-feira, presidente diz que petista 'exerceu a Política com P maiúsculo'
Em nota, Dilma destaca trajetória política de Marcelo Déda
São Paulo - A presidente Dilma Rousseff destacou a trajetória política do governador de Sergipe, Marcelo Déda, que morreu na madrugada desta segunda-feira, aos 53 anos, em São Paulo. O petista estava internado desde maio no hospital Sírio-Libanês, onde se tratava de um câncer.
Veja também:
"O Brasil e o Estado de Sergipe perderam hoje um grande homem. Como prefeito, deputado e governador, Marcelo Deda exerceu a Política com P maiúsculo", escreveu Dilma em nota divulgada nesta manhã. Amiga do governador, a presidente visitou Déda em São Paulo em outubro durante sua passagem pela cidade. "Eu perdi hoje um grande amigo, daqueles das horas boas e más."
O corpo do governador será velado no Palácio-Museu Olímpio Campos, em Aracaju. Segundo assessores do Planalto, Dilma deve comparecer ao velório. As informações sobre o enterro serão divulgadas mais tarde, de acordo com a assessoria do governo do Estado.
Abaixo, a íntegra da nota:
O Brasil e o Estado de Sergipe perderam hoje um grande homem. Como prefeito, deputado e governador, Marcelo Deda exerceu a Política com P maiúsculo. A sua trajetória foi marcada pela dedicação em transformar para melhor a vida das pessoas, especialmente as mais humildes.
Eu perdi hoje um grande amigo, daqueles das horas boas e más. Deda era capaz de recitar poesia, inclusive as próprias, com a força de um grande artista e a naturalidade de um repentista. Ao mesmo tempo, era capaz de aprimorar uma discussão com uma lógica irretocável.
Marcella, Yasmim, Luísa, João Marcelo e Mateus perderam um pai amoroso. Eliane perdeu um companheiro leal. Deda foi um exemplo de coragem na saúde e na doença e um exemplo de caráter na vida privada e na trajetória pública.
Deda fará falta. Mas seu exemplo nos guiará.
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Vitória 4 X 2 Flamengo: Leão segue na luta.

Enquanto há vida, há esperança. Este é o sentimento da grande maioria dos torcedores rubro-negros após a goleada sobre o afamado e ressaqueado time carioca. Esta vitória mostrou que o Leão este ano não esta para brincadeira, mas pode mais uma vez nos deixar no quase. Novamente ficou aquele gostinho de "fizemos bonito, fizemos bem feito e por pouco não chegamos".

Particularmente? Acho que não vai dar. Não estou secando, estou sendo realista. Mesmo com as derrotas de Goiás, Botafogo e Atlético Paranaense acho que vai ser muito difícil esta vaga sair: o Atlético já tem 61, com 17 vitórias e um saldo de 12 gols, o Goiás 59, com o mesmo número de vitórias do Leão (16), mas saldo de 7 e o Botafogo tem os mesmos pontos (58) e a mesma quantidade de vitórias (16), mas saldo de 11 gols contra 6 nossos. E antes de superar os números, temos que superar o Atlético Mineiro, que esta empenhado e se preparando para o Mundial, em Marrocos. E além disso tudo somos os únicos que farão a derradeira partida do campeonato fora de casa. Muita coisa para se fazer em um único dia da semana.

Independente do que acontecer, desde já temos que parabenizar este grupo, que honrou o manto rubro-negro e nos deu muitas alegrias este ano, tando no baiano quanto no brasileiro. Valeu, galera. Agora é a nova diretoria tratar de renovar com quem tem que ficar, dispensar o que não deu certo e montar novamente uma equipe competitiva, pois 2014 é logo ali.

Quanto ao jogo, tenho que destacar a sintonia do ataque, com Marquinhos e Dinei num entrosamento de dar gosto, Maxxi tirando o coelho da cartola (que golaço) e dizer que Cajá hoje fez o que agente espera dele. O ponto negativo também vai para Cajá, que precisa entender que agora o time tem comando e que Ney tem cacife para substituir quem e quando quiser. Reclamar de substituição a uma altura destas do campeonato é "flórida".

SRN.

Fábio Ribas 


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WALDEMIR VIDAL SANTOS DRT-BA 4.260 - ABCD-BA 544

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Vitória do Bahia e derrota do Vitória na rodada do Brasileirão - FE - 02/04/26