Técnico Jorginho não resiste a 4º tropeço no BR e é demitido do Flamengo

Pedro Ivo Almeida
Do UOL, no Rio de Janeiro
Jorginho não é mais técnico do Flamengo. O treinador não resisitiu ao quarto tropeço consecutivo no comando do time no Campeonato Brasileiro e foi demitido na madrugada desta quinta-feira, após a derrota por 1 a 0 para o Náutico, na noite de quarta, em Florianópolis.
Após a partida realizada no estádio do Figueirense, Jorginho seguiu para o hotel Majestic Palace, que serve de concentração para os rubro-negros na capital catarinense. Lá, jantou com os outros integrantes da delegação e seguiu para seu quarto. Por volta das 2h30, foi chamado para uma reunião com membros da diretoria.
O presidente do clube, Eduardo Bandeira de Mello, o vice de futebol, Wallim Vasconcellos, e o diretor executivo de futebol, Paulo Pelaipe, comunicaram a decisão ao treinador por volta das 3h10. Os três membros da cúpula já estavam reunidos desde que tinham chegado ao hotel e optaram por romper o contrato com o treinador.
Com menos de três meses de trabalho, Jorginho deixa o Flamengo com sete vitórias, quatro empates e três derrotas em 14 jogos. Sucessor de Dorival Júnior no cargo, ele havia sido escolhido pela diretoria rubro-negra por ser uma opção barata. O trabalho do treinador de R$ 250 mil mensais, porém, não agradou.
Como delegação e cúpula do futebol ficarão em Santa Catarina até o fim de semana, o clube não irá contratar nenhum técnico antes disso. Caberá, então, ao auxiliar Jayme de Almeida comandar o time na partida de sábado, contra o Criciúma, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.



Tostão, médico e ex-jogador, é um dos heróis da conquista da Copa do
Mundo de 1970. Afastou-se dos campos devido ao agravamento de um problema de
descolamento da retina. Como comentarista esportivo, colaborou com a TV
Bandeirantes e com a ESPN Brasil. Escreve às quartas e domingos na versão
impressa de "Esporte".

Humberto Luiz Peron é jornalista esportivo, especializado na cobertura
de futebol, editor da revista "Monet" e colaborador do diário "Lance". Escreve
às terças-feiras no site da Folha.


O Vasco busca capacitar o elenco e tem uma prioridade clara nos bastidores. Resolver o impasse pela camisa 1 é desejo dos dirigentes após as críticas ao goleiro Michel Alves, além das recusas de Helton e atletas da posição de clubes rivais. Entre opiniões contrárias, os cartolas admitem que o tema incomoda e necessita de uma solução o quanto antes.

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