Brasileirão Série A 2 - A Missão
A mesma valorização do futebol Brasileiro que vem acontecendo desde a implantação dos pontos corridos e que permitiu um aumento substancial no orçamento dos nossos clubes (saímos de pouco mais de 10 mi por ano para quase 70 no intervalo de 10 anos), é a responsável por condenar nossas agremiações a se contentar, praticamente sempre, em apenas se manter na elite do futebol brasileiro.
Enquanto nossos clubes e outros que não fazem parte do G12 se sustentam com valores girando entre 50 e 80 milhões por ano, vemos os “grandes” com orçamento de 120, 200 e até 300 milhões, inviabilizando uma disputa justa, começando com as contratações dos elementos principais do futebol.
Essa disparidade praticamente nos coloca em um sub campeonato disputado entre os “menores”, em que o objetivo principal quase sempre é a fuga do rebaixamento. Figurar na “primeira página”da classificação é feito para orgulhar o mais otimista torcedor. É triste essa situação, mas infelizmente é nossa realidade.
Óbvio que o futebol nos traz algumas surpresas, e de vez em quando notamos um desgarrado do G12 vacilar freqüentando as últimas colocações, e até mesmo sendo rebaixado, como foi com o Palmeiras no ano passado.
O inverso também pode acontecer com algum intruso freqüentando a zona da libertadores. No entanto esse fato é mais difícil, e com o passar do tempo (em função do aumento do abismo financeiro) cada vez mais raro.
Desde 2006 um clube fora do G12 não participa da Libertadores com a vaga obtida pelo Brasileirão. E ainda assim o clube que conseguiu naquele ano (Paraná), teve como ajuda o Inter, já que tinha garantido a vaga na competição por ser o então campeão, e acabou deixando de herança um lugar para o quinto do Brasileirão.
Fora o Palmeiras que acabou sendo rebaixado no ano passado, os demais “grandes” do G12 se distribuíram nas 11 primeiras colocações em 2012. O que cada vez se estabelece como regra. E os 8 restantes se digladiaram tendo 3 acompanhado o Palmeiras.
Em 2013, em função da queda do Verdão, teremos 9 nesse sub campeonato. É o que podemos de chamar da série A2 do Brasileirão. E nossos 2 representantes terão que melhorar muito para se sobressair entre os 9 com pena de voltarem a tão temida segundona no final do ano. Figurar na primeira página seria maravilhoso. Frequentar a zona da Libertadores um sonho quase impossível. Mas futebol é isso. Torcer pelo clube que amamos por mais que as condições pareçam extremamente desfavoráveis. E lutar para que ele se supere e nos traga um pouco mais de alegria alimentando essa paixão.
Enquanto nossos clubes e outros que não fazem parte do G12 se sustentam com valores girando entre 50 e 80 milhões por ano, vemos os “grandes” com orçamento de 120, 200 e até 300 milhões, inviabilizando uma disputa justa, começando com as contratações dos elementos principais do futebol.
Essa disparidade praticamente nos coloca em um sub campeonato disputado entre os “menores”, em que o objetivo principal quase sempre é a fuga do rebaixamento. Figurar na “primeira página”da classificação é feito para orgulhar o mais otimista torcedor. É triste essa situação, mas infelizmente é nossa realidade.
Óbvio que o futebol nos traz algumas surpresas, e de vez em quando notamos um desgarrado do G12 vacilar freqüentando as últimas colocações, e até mesmo sendo rebaixado, como foi com o Palmeiras no ano passado.
O inverso também pode acontecer com algum intruso freqüentando a zona da libertadores. No entanto esse fato é mais difícil, e com o passar do tempo (em função do aumento do abismo financeiro) cada vez mais raro.
Desde 2006 um clube fora do G12 não participa da Libertadores com a vaga obtida pelo Brasileirão. E ainda assim o clube que conseguiu naquele ano (Paraná), teve como ajuda o Inter, já que tinha garantido a vaga na competição por ser o então campeão, e acabou deixando de herança um lugar para o quinto do Brasileirão.
Fora o Palmeiras que acabou sendo rebaixado no ano passado, os demais “grandes” do G12 se distribuíram nas 11 primeiras colocações em 2012. O que cada vez se estabelece como regra. E os 8 restantes se digladiaram tendo 3 acompanhado o Palmeiras.
Em 2013, em função da queda do Verdão, teremos 9 nesse sub campeonato. É o que podemos de chamar da série A2 do Brasileirão. E nossos 2 representantes terão que melhorar muito para se sobressair entre os 9 com pena de voltarem a tão temida segundona no final do ano. Figurar na primeira página seria maravilhoso. Frequentar a zona da Libertadores um sonho quase impossível. Mas futebol é isso. Torcer pelo clube que amamos por mais que as condições pareçam extremamente desfavoráveis. E lutar para que ele se supere e nos traga um pouco mais de alegria alimentando essa paixão.



Após deixar o Santos, o atacante chega com status de craque ao clube de São Januário. O objetivo da diretoria vascaína é fazer com que o mesmo possa reeditar as boas atuações de outrora ao lado do ex-parceiro Neymar. Para isso, o papel do técnico Paulo Autuori será fundamental. A princípio, André fica no Vasco por empréstimo até o final do ano e tem pouco tempo para provar que não foi apenas mais uma promessa no badalado mundo do futebol.
Aos 20 anos, o zagueiro Luan ganha a maior oportunidade da carreira ao substituir o ex-capitão Dedé. Ele é visto como uma das principais revelações das categorias de base do Vasco e já foi chamado de “novo Dedé” nos bastidores. Luan inicia a competição nacional como titular e terá a chance de confirmar a sua competência ao lado do experiente Renato Silva. O defensor é elogiado frequentemente pelo técnico Paulo Autuori.
Carlos Tenorio sofreu com as lesões na última temporada e foi muito criticado nos bastidores do Vasco. A situação não mudou nos primeiros meses de 2013. No entanto, o camisa 11 aparenta estar definitivamente recuperado e marcou três gols nos amistosos contra Tupi e Figueirense. A força física e carisma do atacante junto aos torcedores são requisitos fundamentais na avaliação da diretoria para a retomada cruzmaltina.
Com a transferência de Dedé para o Cruzeiro, a braçadeira de capitão ficou vaga no Vasco. O lateral Nei foi quem mais a utilizou e sempre foi considerado o personagem ideal para liderar a equipe dentro de campo pelo diretor de futebol René Simões. A força exercida com os companheiros é constantemente elogiada. Nei é visto como a voz do técnico Paulo Autuori dentro das quatro linhas e agrada aos torcedores com o tradicional discurso firme.
Jogador mais sereno do elenco cruzmaltino e detentor de títulos no Brasil e Europa durante a carreira, o volante Wendel é a imagem do equilíbrio em campo. Experiente, ele manteve a calma mesmo quando ficou oito meses sem receber direitos de imagem. A possibilidade de deixar São Januário apareceu, mas o volante optou pela permanência. Wendel demonstra confiança no projeto de reestruturação da equipe comandado por Paulo Autuori.
O julgamento que culminou na absolvição do meia Carlos Alberto sobre o caso de doping na última quarta-feira foi marcado por uma série de curiosidades nos bastidores. Porém, o principal destaque foi a atuação da advogada do Vasco, Luciana Lopes. Com postura firme e deixando-se levar pela emoção, a profissional livrou o jogador de uma possível punição por dois anos e roubou a cena na audiência. Após o resultado, a filha de Rubens Lopes, presidente da Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro), teve uma crise de choro e aproveitou para desabafar contra as críticas e acusações de possível “apadrinhamento” no futebol carioca.



Tostão, médico e ex-jogador, é um dos heróis da conquista da Copa do Mundo de 1970. Afastou-se dos campos devido ao agravamento de um problema de descolamento da retina. Como comentarista esportivo, colaborou com a TV Bandeirantes e com a ESPN Brasil. Escreve às quartas e domingos na versão impressa de "Esporte".









